{"id":49156,"date":"2010-12-27T17:07:50","date_gmt":"2010-12-27T17:07:50","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/12\/27\/bispo-do-algarve-diz-que-cristo-veio-como-luz-que-desfaz-as-trevas\/"},"modified":"2010-12-27T17:07:50","modified_gmt":"2010-12-27T17:07:50","slug":"bispo-do-algarve-diz-que-cristo-veio-como-luz-que-desfaz-as-trevas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bispo-do-algarve-diz-que-cristo-veio-como-luz-que-desfaz-as-trevas\/","title":{"rendered":"Bispo do Algarve diz que Cristo \u00abveio como Luz que desfaz as trevas\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" style=\"float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;\" src=\"http:\/\/folhadodomingo.diocese-algarve.pt\/site\/parameters\/folha\/\/files\/Image\/noticias\/Fotos_grandes\/Missa_natal_2010_1.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" \/>D. Manuel Quintas&nbsp;considerou que &ldquo;este ano, o Natal ocorre num tempo marcado pela inquieta&ccedil;&atilde;o e incerteza face &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de crise em que vivemos&rdquo; e que &ldquo;para muitos, infelizmente, esta situa&ccedil;&atilde;o j&aacute; atingiu, est&aacute; a atingir ou pode vir a atingir propor&ccedil;&otilde;es que se revestem de algum dramatismo&rdquo;.<\/p>\n<p>O bispo do Algarve destacou que Cristo, ao vir ao mundo, assumiu a condi&ccedil;&atilde;o humana tamb&eacute;m nas suas vicissitudes, na celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica da solenidade do Natal, na S&eacute; de Faro.<\/p>\n<p>&ldquo;Luz verdadeira que ilumina todo o homem, que ilumina as realidades mais obscuras que nos possam envolver. Veio como manifesta&ccedil;&atilde;o plena do amor de Deus, fonte de esperan&ccedil;a e fonte de vida&rdquo;, acrescentou o prelado.<\/p>\n<p>O bispo diocesano salientou por isso que a celebra&ccedil;&atilde;o do Natal revela, &ldquo;de modo sublime, o movimento de Deus para o homem&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Ele vem ao mundo, n&atilde;o como algu&eacute;m que observa de fora a nossa condi&ccedil;&atilde;o humana, mas como algu&eacute;m que assume plenamente, de modo a constituir a identidade pr&oacute;pria da pessoa de Cristo, consubstancial ao Pai e consubstancial ao homem&rdquo;, explicou D. Manuel Quintas, acrescentando que &ldquo;Deus n&atilde;o se inclina sobre o homem para lhe falar, dando-se a conhecer&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Torna-se verdadeiramente algu&eacute;m connosco e para n&oacute;s. Deus n&atilde;o se limitou a tornar-se acess&iacute;vel atrav&eacute;s da Palavra. Agora a Palavra tem um rosto que podemos ver: Jesus de Nazar&eacute;&rdquo;, disse, considerando que &ldquo;esta ac&ccedil;&atilde;o de Deus para o homem ensina-nos o sentido do caminho que devemos percorrer na direc&ccedil;&atilde;o dos outros&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>O bispo do Algarve destacou que &ldquo;&agrave; luz da li&ccedil;&atilde;o que Deus nos d&aacute;, celebrada em cada Natal, n&atilde;o podemos alhear-nos do que se passa &agrave; nossa volta&rdquo;. &ldquo;Deus ensina-nos que a inquieta&ccedil;&atilde;o e a incerteza do tempo presente e de cada tempo e lugar n&atilde;o podem ser a &uacute;ltima palavra sobre a vida do ser humano&rdquo;.<\/p>\n<p>D. Manuel Quintas justificou que Cristo &ldquo;vem curar todas as formas de cegueira, particularmente aquelas que s&atilde;o provocadas (como a situa&ccedil;&atilde;o que presentemente vivemos) por tantas formas de ego&iacute;smo e de gan&acirc;ncia e, por isso mesmo, desumanas e despersonalizantes&rdquo;.<\/p>\n<p>Considerando que &ldquo;o esp&iacute;rito que caracteriza esta quadra festiva&rdquo; reclama de todos &ldquo;algumas atitudes&rdquo;, D. Manuel Quintas renovou o apelo &agrave; &ldquo;corresponsabilidade&rdquo; e &agrave; &ldquo;esperan&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Todos somos necess&aacute;rios e imprescind&iacute;veis no empenho colectivo para eliminar as causas desta crise e minorar as suas consequ&ecirc;ncias&rdquo;, afirmou, enumerando as iniciativas, promovidas a n&iacute;vel local e nacional, que podem unir a Igreja diocesana nesta resposta comum.<\/p>\n<p>O crescimento e fortalecimento dos grupos paroquiais de ac&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-caritativa e os contributos para o Fundo Diocesano Social e para o Fundo Social Solid&aacute;rio foram os tr&ecirc;s aspectos apontados.<\/p>\n<p>&ldquo;Como Igreja, presente no Algarve, n&atilde;o podemos passar ao largo dos problemas e sofrimentos daqueles que s&atilde;o v&iacute;timas duma sociedade, asfixiada pela procura obsessiva de modelos econ&oacute;micos despersonalizantes, que n&atilde;o t&ecirc;m em conta o bem comum, nem um desenvolvimento humano integral. Sempre, mas sobretudo neste tempo em que vivemos, somos chamados a dar testemunho de uma Igreja que, &agrave; semelhan&ccedil;a do samaritano, se det&eacute;m, &laquo;v&ecirc; com o cora&ccedil;&atilde;o&raquo;, se inclina, escuta, e se mobiliza na resposta aos apelos que nos s&atilde;o dirigidos&rdquo;, exortou.<\/p>\n<p>A terminar, o Bispo do Algarve apelou aos algarvios para que sejam, atrav&eacute;s da &ldquo;partilha solid&aacute;ria&rdquo;, &ldquo;mensageiros e construtores de esperan&ccedil;a, de vida e de alegria&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Redac&ccedil;&atilde;o\/Samuel Mendon&ccedil;a<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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