{"id":49120,"date":"2010-12-23T17:36:54","date_gmt":"2010-12-23T17:36:54","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/12\/23\/primeira-casa-dos-vizinhos-abre-no-porto\/"},"modified":"2010-12-23T17:36:54","modified_gmt":"2010-12-23T17:36:54","slug":"primeira-casa-dos-vizinhos-abre-no-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/primeira-casa-dos-vizinhos-abre-no-porto\/","title":{"rendered":"Primeira \u00abCasa dos Vizinhos\u00bb abre no Porto"},"content":{"rendered":"<p>Projecto da Funda\u00e7\u00e3o Filos pretende fomentar a \u00abboa vizinhan\u00e7a\u00bb pelas ruas da cidade <!--more--> <\/p>\n<p>Promover um movimento de cidadania activa, envolvendo as pessoas umas com as outras, rua a rua, combatendo problemas, procurando solu&ccedil;&otilde;es, derrubando &ldquo;muros&rdquo; como a indiferen&ccedil;a, o abandono e a solid&atilde;o.<\/p>\n<p>Estes s&atilde;o os principais objectivos da Funda&ccedil;&atilde;o Filos, que em conjunto com o Movimento Comunidades de Vizinhan&ccedil;a (MCV), deram vida ao projecto &ldquo;Casa dos Vizinhos&rdquo;.<\/p>\n<p>Depois de dois anos de estudo e prepara&ccedil;&atilde;o, a primeira Casa j&aacute; abriu na zona oriental do Porto, mais concretamente no n&uacute;mero 929 da Rua de Costa Cabral, freguesia de Paranhos.<\/p>\n<p>Em entrevista &agrave; ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o padre Jos&eacute; Maia explica que este projecto pretende colmatar &ldquo;a falta de pol&iacute;ticas sociais de car&aacute;cter territorial&rdquo;, considerando a rua como &ldquo;a unidade de territ&oacute;rio que mais aten&ccedil;&atilde;o deve merecer&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Funda&ccedil;&atilde;o Filos, existem problemas que &ldquo;n&atilde;o t&ecirc;m sido devidamente acautelados no pa&iacute;s, nomeadamente ao n&iacute;vel das pessoas idosas, em solid&atilde;o e abandono, em especial no meio urbano.<\/p>\n<p>Para al&eacute;m de um &ldquo;ponto de encontro&rdquo;, onde cada pessoa de determinada&nbsp;rua pode levar ideias, apresentar sugest&otilde;es ou simplesmente passar l&aacute; alguns momentos, escapando &agrave; solid&atilde;o, a Casa dos Vizinhos ser&aacute; uma plataforma a partir da qual se poder&atilde;o organizar todo o tipo de servi&ccedil;os solid&aacute;rios.<\/p>\n<p>A estrutura tem um&nbsp;Correio dos Vizinhos, &ldquo;onde as pessoas podem fazer chegar as suas propostas, as suas dificuldades, para depois serem tratadas&rdquo; real&ccedil;a o padre Jos&eacute; Maia. Depois, entram em ac&ccedil;&atilde;o as &ldquo;Sentinelas de Rua&rdquo;, um conjunto de volunt&aacute;rios que tem como responsabilidade estar atento &agrave;s necessidades da popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;H&aacute; duas coisas a sinalizar&rdquo; acrescenta o sacerdote: uma bolsa de necessidades e um banco de recursos, envolvendo o com&eacute;rcio e outros estabelecimentos daquela rua.<\/p>\n<p>Depois de identificadas as necessidades que afectam cada rua, &eacute; preciso canalizar para l&aacute; os recursos que existem. Por exemplo, &ldquo;um restaurante pode dar uma refei&ccedil;&atilde;o gratuita. Cada um contribui a partir daquilo que tem, ao n&iacute;vel da vizinhan&ccedil;a&rdquo;, explica o presidente da Filos.<\/p>\n<p>No futuro, a ideia &eacute; estender a Casa dos Vizinhos a outras ruas da cidade do Porto. Para tal, o padre Jos&eacute; Maia considera essencial que se d&ecirc; um aproveitamento maior &agrave;s in&uacute;meras casas entaipadas e devolutas da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o podemos continuar anos e anos com casas degradadas quando ali se podem ir colocando respostas sociais. O bem privado n&atilde;o se pode sobrepor ao bem comum&rdquo;, conclui o sacerdote.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projecto da Funda\u00e7\u00e3o Filos pretende fomentar a \u00abboa vizinhan\u00e7a\u00bb pelas ruas da cidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[187],"class_list":["post-49120","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49120","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49120"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49120\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49120"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49120"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49120"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}