{"id":4874,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/crianca-no-caminho-da-nossa-conversao\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"crianca-no-caminho-da-nossa-conversao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/crianca-no-caminho-da-nossa-conversao\/","title":{"rendered":"\u00abCrian\u00e7a no caminho da nossa convers\u00e3o\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Exorta\u00e7\u00e3o dos Bispos da Guin\u00e9-Bissau, Senegal, Cabo Verde e Maurit\u00e2nia para a Quaresma 2004 <!--more--> Irm\u00e3os e irm\u00e3s na f\u00e9 em Jesus Cristo  1. Deus, o Pai da miseric\u00f3rdia, d\u00e1-nos ainda, para este santo tempo da Quaresma 2004, ocasi\u00e3o privilegiada de voltarmos para Ele de todo o cora\u00e7\u00e3o e de estarmos mais atentos \u00e0s necessidades dos nossos irm\u00e3os. N\u00f3s, os vossos Bispos, exortamo-vos a deixardes-vos guiar pelo Esp\u00edrito da Verdade para caminhar no seguimento de Cristo. &#8220;Aproximemo-nos pois com toda seguran\u00e7a do trono da gra\u00e7a, afim de obter miseric\u00f3rdia e alcan\u00e7ar gra\u00e7a de ser auxiliados a seu tempo&#8221; (Heb 4, 16).  2. O caminho percorrido pelo Filho de Deus, \u00e9 o da Cruz, o mesmo \u00e9 dizer o do Amor. O Amor sem medida com que o Pai nos ama, foi-nos revelado efectivamente em Jesus Cristo e por Ele. Este Amor, distribu\u00eddo nos cora\u00e7\u00f5es pelo Esp\u00edrito que habita em n\u00f3s, motiva o nosso \u00edmpeto em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3ximo e justifica o servi\u00e7o que n\u00f3s prestamos em particular aos mais pequenos, mais humildes e mais pobres. Entre estes &#8220;mais pequenos&#8221; e como ressalta da mensagem da Sua Santidade o Papa Jo\u00e3o Paulo II para a Quaresma de 2004, as crian\u00e7as reter\u00e3o a nossa aten\u00e7\u00e3o.  O LUGAR DA CRIAN\u00c7A NA TRADI\u00c7\u00c3O AFRICANA  3. Na tradi\u00e7\u00e3o africana a crian\u00e7a \u00e9 entendida como um dom de Deus. Desde a sua concep\u00e7\u00e3o, \u00e9 desejada, esperada e amada.  Embora a educa\u00e7\u00e3o fosse incumb\u00eancia em primeiro lugar dos seus pais, de sua fam\u00edlia, era tamb\u00e9m compreendida como um dever de toda a sociedade. O comportamento dos adultos em face da crian\u00e7a, era portador de uma carga afectiva, mesmo se pelo meio, a rigidez e o rigor de certas regras nem sempre favoreciam o seu desabrochar imediato. A crian\u00e7a era vista, justamente, como riqueza da fam\u00edlia e da sociedade. E ent\u00e3o, longe de incomodar ou de provocar medo, a prole numerosa era acolhida como sinal de ben\u00e7\u00e3o divina.  4. Hoje, compreendemos, certamente que n\u00e3o h\u00e1 lugar para idealizar o passado: &#8211; Antes da inicia\u00e7\u00e3o, por exemplo, a palavra da crian\u00e7a n\u00e3o tinha nenhum peso, nem na fam\u00edlia, nem na sociedade; &#8211; Existiam formas de mutila\u00e7\u00e3o e de explora\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as (excis\u00e3o, casamentos precoces, casamentos for\u00e7ados&#8230;). Sabemos que tais pr\u00e1ticas persistem ainda sob a capa da tradi\u00e7\u00e3o; &#8211; A taxa de mortalidade infantil \u00e9 ainda muito elevada em certas regi\u00f5es, por causa da falta de higiene e interdi\u00e7\u00f5es alimentares que privam o organismo da crian\u00e7a das prote\u00ednas necess\u00e1rias ao seu crescimento harmonioso.  5. Contudo, apesar de tais erros observ\u00e1veis aqui ou ali, permanece que a tradi\u00e7\u00e3o africana deixou-nos uma bela heran\u00e7a do seu projecto pedag\u00f3gico e do seu cuidado com a crian\u00e7a. O que fazemos dela? A crian\u00e7a, na encruzilhada da tradi\u00e7\u00e3o e da modernidade   6. Confrontados com os desafios da modernidade, as sociedades africanas n\u00e3o escapam ao sismo que abala as bases tradicionais da educa\u00e7\u00e3o, e mesmo a vis\u00e3o da pessoa humana e da vida. Como corol\u00e1rios da modernidade, a urbaniza\u00e7\u00e3o galopante, o acesso das mulheres ao emprego, a precariedade da conjuntura econ\u00f3mica suscitaram uma psicose da fam\u00edlia numerosa. Constata-se que o modelo da fam\u00edlia tem tend\u00eancia a ultrapassar a fam\u00edlia numerosa que era conhecida no alvorecer das independ\u00eancias.  7. A Igreja jamais editou leis a favor da fam\u00edlia numerosa ou da fam\u00edlia nuclear. Ela defende a paternidade\/maternidade respons\u00e1vel e denuncia as pr\u00e1ticas que n\u00e3o respeitam a vida ou a dignidade humana.  8. N\u00e3o vemos o medo ou a recusa em conceber e acolher crian\u00e7as levar a comportamentos irrespons\u00e1veis e a consequ\u00eancias dram\u00e1ticas: abortos provocados, assass\u00ednios, crian\u00e7as abandonadas&#8230;? Ora, estes graves desvios v\u00e3o a par com a procura desenfreada de prazer, tra\u00e7o caracter\u00edstico da sociedade de consumo, e traduzem uma ruptura entre a sexualidade e a fecundidade. A crian\u00e7a outrora desejada como fonte de alegria, realiza\u00e7\u00e3o de um projecto de amor, torna-se, infelizmente, grande v\u00edtima, objecto de rejei\u00e7\u00e3o, de exclus\u00e3o ou de explora\u00e7\u00e3o.  SITUA\u00c7\u00d5ES QUE COMPROMETEM O FUTURO DAS CRIAN\u00c7AS  Na aurora do s\u00e9culo XXI, a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 brilhante nem tranquilizadora para bom n\u00famero de crian\u00e7as no mundo, particularmente em \u00c1frica. 9. Os ataques \u00e0 harmonia familiar multiplicam-se e as crian\u00e7as s\u00e3o as primeiras a sentir os efeitos disso. Continuam a pagar o pre\u00e7o destas situa\u00e7\u00f5es criadas pelo alcoolismo, a separa\u00e7\u00e3o dos casais, o div\u00f3rcio, a poligamia oficial ou oficiosa, a crise do emprego, o \u00eaxodo rural, o ex\u00edlio ou a emigra\u00e7\u00e3o. E que dizer dos inumer\u00e1veis ataques \u00e0 paz? Como ficar insens\u00edvel perante a situa\u00e7\u00e3o de tantas crian\u00e7as, com fome, lan\u00e7ados nos caminhos do \u00eaxodo e que povoam os campos de refugiados para fugir das devasta\u00e7\u00f5es da guerra?  10. Tantas situa\u00e7\u00f5es criadas pelos adultos e que p\u00f5em em perigo a vida e o futuro das crian\u00e7as: &#8211; crian\u00e7as massacradas ou mutiladas, v\u00edtimas das guerras fratricidas que minam o nosso continente; &#8211; crian\u00e7as abandonadas nas ruas das nossas cidades, condenadas a mendigar para sobreviver, expostas a devasta\u00e7\u00f5es da droga; &#8211; crian\u00e7as v\u00edtimas de pedofilia; &#8211; crian\u00e7as submetidas ao trabalho for\u00e7ado; &#8211; crian\u00e7as envolvidas e metidas directamente nos conflitos armados, manipuladas para matar e constantemente expostas ao perigo; &#8211; crian\u00e7as vivendo com o HIV\/SIDA; &#8211; \u00f3rf\u00e3os cujo n\u00famero est\u00e1 em aumento vertiginoso por causa dos conflitos e da pandemia do SIDA; &#8211; e no meio de n\u00f3s, crian\u00e7as v\u00edtimas dos nossos comportamentos irrespons\u00e1veis e laxistas, como os que conduziram ao naufr\u00e1gio do barco &#8220;Le Joola&#8221;.  11. E no entanto, a crian\u00e7a \u00e9 o rosto da paz! Aspiram viver em paz! A Paz \u00e9 o dom Deus proclamado pelos Anjos quando o Deus-Menino fez a sua entrada no nosso mundo com a falta de paz.  O ROSTO DA CRIAN\u00c7A, IMAGEM DO DE DEUS.  12. A Quaresma, irm\u00e3os e irm\u00e3s, \u00e9 um bom momento, o tempo oportuno para a convers\u00e3o a Deus. Ora, neste caminho de regresso a Deus, encontramos a crian\u00e7a como apelo \u00e0 virtude. A sua condi\u00e7\u00e3o sugere a humildade, a simplicidade, a pobreza, o abandono confiante, a pureza. Tornar-se como uma crian\u00e7a, \u00e9 colocar-se na l\u00f3gica do Mist\u00e9rio da Incarna\u00e7\u00e3o (cf. Fil 2, 2ss), \u00e9 abrir-se \u00e0 possibilidade de se conformar aos Conselhos evang\u00e9licos. Pelo seu exemplo e pelo seu ensinamento, o Filho de Deus revela esta necessidade de tornar-se como uma crian\u00e7a, e isso \u00e9 mesmo uma condi\u00e7\u00e3o de entrada no Reino de Deus (cf. Mt 19, 14ss). Acolhe as crian\u00e7as e aben\u00e7oa-as, n\u00e3o autorizando nenhuma media\u00e7\u00e3o, nenhuma fronteira entre elas e Ele (cf. Mt 18, 5).  13. Definitivamente, tornar-se como uma crian\u00e7a, n\u00e3o significa tornar-se crian\u00e7a. \u00c9 romper com o orgulho, a m\u00e3e dos v\u00edcios, encontrar a inoc\u00eancia conferida pelo baptismo e colocar-se nas condi\u00e7\u00f5es que permitem a Deus fazer de n\u00f3s o que nos torn\u00e1mos pela sua gra\u00e7a: Seus filhos. Deixemo-nos, ent\u00e3o, interpelar e instruir pela humildade de Deus que se revela no mist\u00e9rio do Deus-Menino, e se reflecte na condi\u00e7\u00e3o e na vida das crian\u00e7as.  CRIAN\u00c7AS, PROFETAS E AP\u00d3STOLOS NO SEU PR\u00d3PRIO MEIO E NO DOS ADULTOS   14. Nesta Quaresma de 2004, sensibilizemos as pr\u00f3prias crian\u00e7as sobre as condi\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as que sofrem, afim de as educar para a solidariedade que se traduzem em gestos concretos. Sugerimos as colectas nas fam\u00edlias, nas escolas e Movimentos para ajudar a : &#8211; tratar crian\u00e7as doentes; &#8211; vestir crian\u00e7as mal vestidas; &#8211; oferecer refei\u00e7\u00f5es a crian\u00e7as privadas de alimenta\u00e7\u00e3o; &#8211; escolarizar as crian\u00e7as, mantendo-as na escola.  15. Quanto a n\u00f3s adultos, sejamos artes\u00e3os da paz com as crian\u00e7as! Pensemos em primeiro lugar na sua sensibilidade e na sua fragilidade para pacificar as rela\u00e7\u00f5es familiares e sociais. Permitamo-lhes criar um ambiente de conc\u00f3rdia e de paz. A crian\u00e7a \u00e9 um profeta que sem d\u00favida, tem muitas coisas a exprimir ainda no &#8220;Templo&#8221; dos adultos (cf. Lc 2, 41-52); a humildade \u00e9 a via real que nos permite descodificar a sua linguagem, sabendo que Deus nos fala atrav\u00e9s dela.  HOMENAGEM AOS PAIS E AOS QUE TOMAM A SEU CUIDADO AS CRIAN\u00c7AS   16. \u00c9 ocasi\u00e3o, como o fez a Igreja em numerosas circunst\u00e2ncias, de reconhecer e reafirmar a import\u00e2ncia da voca\u00e7\u00e3o e da miss\u00e3o da fam\u00edlia, de prestar homenagem aos pais, primeiros respons\u00e1veis pelo desenvolvimento integral dos seus filhos e encoraj\u00e1-los na sua nobre tarefa.  Estamos reconhecidos a todas as boas vontades que se dedicam \u00e0 causa da crian\u00e7a: educadoras das escolas, respons\u00e1veis dos Movimentos da juventude, agentes de sa\u00fade&#8230; Encorajamos todos os projectos em favor de uma melhor resposta \u00e0s necessidades das crian\u00e7as, para o seu desenvolvimento humano, espiritual e cultural.  CONVERTER-SE A DEUS, TORNANDO-SE COMO CRIAN\u00c7AS  17. Irm\u00e3os e irm\u00e3s, deixemos ressoar nos nossos cora\u00e7\u00f5es a exorta\u00e7\u00e3o de Cristo: &#8220;Em verdade, vos digo, se n\u00e3o vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, n\u00e3o entrareis no Reino dos C\u00e9us&#8221; (Mt 18, 3). Cada um e cada uma se deixe interpelar pela Palavra de Deus, para regressar a Deus, atrav\u00e9s de uma convers\u00e3o profunda. \u00c9 tempo de assumir o olhar de Deus para ver as crian\u00e7as e todos estes pequenos, preferidos de Deus. \u00c9 tempo de reconhecer a sua grandeza, a sua dignidade, na sua humildade e na sua fraqueza. Nelas e por elas possamo-nos reencontrar Cristo, Servo Sofredor (cf. Is 52, 13-15) que veio para que tenhamos vida em abund\u00e2ncia (cf. Jo 10, 10).  Boa caminhada para a P\u00e1scoa,  Santa e frutuosa Quaresma!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exorta\u00e7\u00e3o dos Bispos da Guin\u00e9-Bissau, Senegal, Cabo Verde e Maurit\u00e2nia para a Quaresma 2004<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,101,123,154,193,206,219,237,275,91,291,314],"class_list":["post-4874","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-africa","tag-cabo-verde","tag-crianca","tag-educacao","tag-familia","tag-guine-bissau","tag-joao-paulo-ii","tag-pascoa","tag-quaresma","tag-refugiados","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4874","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4874"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4874\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4874"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4874"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4874"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}