{"id":48685,"date":"2010-12-01T20:14:21","date_gmt":"2010-12-01T20:14:21","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/12\/01\/centenario-das-aparicoes-de-fatima\/"},"modified":"2010-12-01T20:14:21","modified_gmt":"2010-12-01T20:14:21","slug":"centenario-das-aparicoes-de-fatima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/centenario-das-aparicoes-de-fatima\/","title":{"rendered":"Centen\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Marto <!--more--> <\/p>\n<p>Aproxima-se, no horizonte do tempo, a data memor&aacute;vel dos cem anos das Apari&ccedil;&otilde;es de Nossa Senhora em F&aacute;tima. 2017 ser&aacute;, sem d&uacute;vida, um Ano jubilar, como o requer a import&acirc;ncia do acontecimento. Desde logo nos surge uma primeira interroga&ccedil;&atilde;o: que quer dizer celebrar o centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es?<\/p>\n<p><strong>Cem anos depois: mem&oacute;ria e profecia <\/strong><\/p>\n<p>Antes de mais, &eacute; um momento hist&oacute;rico para exprimir louvor e gratid&atilde;o a Deus Pai, Filho e Esp&iacute;rito Santo, por este sinal particular da benevol&ecirc;ncia do seu amor, atrav&eacute;s de Maria, para com a humanidade que ansiava por erguer-se do abismo. De facto, como escreveu Jo&atilde;o Paulo II, de entre os sinais dos tempos do s&eacute;culo XX &laquo;sobressai F&aacute;tima, que nos ajuda a ver a m&atilde;o de Deus, guia providente e Pai paciente e compassivo tamb&eacute;m deste s&eacute;culo XX&rdquo;.<\/p>\n<p>Cem anos representam j&aacute; uma longa peregrina&ccedil;&atilde;o no tempo que convida a &#8220;recordar&rdquo;, tal como Mois&eacute;s exortava a fazer: &laquo;Recorda-te de todo o caminho que o Senhor, teu Deus, te fez percorrer &#8230; Reconhecer&aacute;s, ent&atilde;o, no teu cora&ccedil;&atilde;o que, tal como um homem educa o seu filho, assim o Senhor, teu Deus, te educa&rdquo; (Deut 8, 2.5). &Eacute; um convite ao povo de Israel a reler o seu passado, descobrindo nele a provid&ecirc;ncia de Deus e o amor com que o Senhor o conduziu atrav&eacute;s de caminhos dif&iacute;ceis.<\/p>\n<p>Esta palavra &eacute; dita a n&oacute;s hoje: recordai-vos do caminho que o Senhor vos fez percorrer nestes cem anos, como Ele esteve pr&oacute;ximo de v&oacute;s atrav&eacute;s da mensagem da Senhora vinda do C&eacute;u e da sua protec&ccedil;&atilde;o materna.<\/p>\n<p>A celebra&ccedil;&atilde;o do centen&aacute;rio n&atilde;o se reduz a uma evoca&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica. &Eacute;, sobretudo, ocasi&atilde;o para tomar consci&ecirc;ncia de que o apelo de Nossa Senhora em F&aacute;tima n&atilde;o ressoou em v&atilde;o; de que a sua mensagem continua a exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica para hoje e para o futuro do nosso caminho de Igreja e da hist&oacute;ria da humanidade. &laquo;Iludir-se-ia quem pensasse que a miss&atilde;o prof&eacute;tica de F&aacute;tima esteja conclu&iacute;da. Aqui revive aquele des&iacute;gnio de Deus que interpela a humanidade desde os seus prim&oacute;rdios: &laquo;Onde est&aacute; Abel, teu irm&atilde;o? (&#8230;) A voz do sangue do teu irm&atilde;o clama da terra at&eacute; Mim&raquo; (Gen 4, 9)&rdquo;(Bento XVI).~<\/p>\n<p>Toda esta riqueza de motiva&ccedil;&otilde;es mostra que a comemora&ccedil;&atilde;o do centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es n&atilde;o se pode reduzir a um conjunto de eventos e celebra&ccedil;&otilde;es em 2017. Como os grandes acontecimentos, tamb&eacute;m este requer uma prepara&ccedil;&atilde;o condigna.<br \/>Para isso recebemos um forte incentivo das palavras do Papa Bento XVI na sua homilia em F&aacute;tima: &laquo;Mais sete anos e voltareis aqui para celebrar o centen&aacute;rio da primeira visita feita pela Senhora &laquo;vinda do C&eacute;u&raquo;, como Mestra que introduz os<br \/>pequenos videntes no conhecimento &iacute;ntimo do Amor Trinit&aacute;rio e os leva a saborear o pr&oacute;prio Deus como o mais belo da exist&ecirc;ncia humana. (&#8230;) Possam os sete anos que nos separam do centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es apressar o anunciado triunfo do<br \/>Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria para gl&oacute;ria da Sant&iacute;ssima Trindade&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Sete luzes para o nosso caminho<\/strong><\/p>\n<p>Nestas palavras do Santo Padre encontramos desenhado o horizonte do tempo e at&eacute; a perspectiva em ordem &agrave; prepara&ccedil;&atilde;o da celebra&ccedil;&atilde;o do centen&aacute;rio. Neste sentido, o<br \/>Santu&aacute;rio elaborou um programa com a dura&ccedil;&atilde;o de sete anos &ndash; um septen&aacute;rio &ndash;, inspirado na simb&oacute;lica b&iacute;blica do n&uacute;mero sete.<\/p>\n<p>Na B&iacute;blia, este n&uacute;mero indica totalidade e plenitude. No contexto do centen&aacute;rio sugere-nos que o programa abarque a totalidade da mensagem.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, evoca-nos, mais concretamente, um &iacute;cone muito significativo do Antigo Testamento: o famoso candelabro sagrado, com sete bra&ccedil;os e sete l&acirc;mpadas a arder, colocado no &laquo;Santo dos Santos&rdquo; do templo de Jerusal&eacute;m. Segundo uns exegetas simboliza a sar&ccedil;a ardente em que a santidade e a voz de Deus se manifestaram a Mois&eacute;s, no monte Horeb; segundo outros, representa os dias da cria&ccedil;&atilde;o e da hist&oacute;ria, tendo no centro o s&aacute;bado como sinal da Alian&ccedil;a. De todo o modo, o candelabro (menorah, em hebraico) &eacute; s&iacute;mbolo da presen&ccedil;a de Deus, Luz que ilumina constantemente o seu povo, como o iluminou durante os quarenta anos atrav&eacute;s do deserto. Torna-se num convite permanente a caminhar na luz divina, na presen&ccedil;a de Deus que guia a hist&oacute;ria e protege o povo, e a viver na esperan&ccedil;a, nascida da f&eacute;, que lhe d&aacute; a energia para superar as prova&ccedil;&otilde;es. Convida ainda a arder diante do &laquo;Santo dos Santos&rdquo; em constante ora&ccedil;&atilde;o de louvor e de ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as.<\/p>\n<p>A luz de Deus irradia para manter acesa em n&oacute;s a luz do cora&ccedil;&atilde;o e a luz do rosto. Um cora&ccedil;&atilde;o cheio de luz brilha sobretudo no esplendor do olhar, capaz de iluminar todo o rosto.<\/p>\n<p>Tendo presente toda a riqueza e beleza do simbolismo do candelabro podemos tom&aacute;-lo como &iacute;cone dos sete anos de prepara&ccedil;&atilde;o do centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es. A reflex&atilde;o sobre a Mensagem de F&aacute;tima ilumina v&aacute;rias dimens&otilde;es da f&eacute;, v&aacute;rias<br \/>viv&ecirc;ncias da exist&ecirc;ncia crist&atilde; e v&aacute;rias vicissitudes da hist&oacute;ria. Tendo em conta estes aspectos, uma comiss&atilde;o teol&oacute;gica procurou articular um itiner&aacute;rio &agrave; volta de sete grandes temas, construindo assim uma esp&eacute;cie de candelabro espiritual para<br \/>nos ajudar a iluminar os cen&aacute;rios do mundo e do cora&ccedil;&atilde;o humano com a luz da mensagem.<\/p>\n<p>Os sete temas s&atilde;o sete luzes para o nosso caminho espiritual para avan&ccedil;ar com Maria e com os Pastorinhos ao encontro da Beleza de Deus e do triunfo do seu amor misericordioso que salva o mundo, simbolizado no triunfo do Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria.<\/p>\n<p>A primeira luz deste candelabro espiritual &eacute; a da Beleza do Rosto de Deus, do seu Amor Trinit&aacute;rio, no qual os Pastorinhos foram introduzidos pelo Anjo e pelas m&atilde;os de Nossa Senhora, suscitando neles o encanto, o gosto e o gozo da presen&ccedil;a de Deus, que se exprimiam em adora&ccedil;&atilde;o. &laquo;N&oacute;s est&aacute;vamos a arder naquela luz que &eacute; Deus e n&atilde;o nos queim&aacute;vamos. Como &eacute; Deus!!!&rdquo;; &laquo;Gosto tanto de Deus!&rdquo; &ndash; exclamava o Francisco. Na simb&oacute;lica b&iacute;blica do candelabro, a luz da adora&ccedil;&atilde;o alimenta<br \/>toda a outra luz. &Eacute; a chama central na qual as outras se acendem.<\/p>\n<p>A segunda luz que se acende &eacute; a de Deus Salvador que nos chama a colaborar na hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o e no mist&eacute;rio da reden&ccedil;&atilde;o do mundo em Cristo. Esta chama alimenta-se atrav&eacute;s da nossa entrega na f&eacute;, como Maria. &laquo;Exemplo e est&iacute;mulo s&atilde;o<br \/>os Pastorinhos que fizeram da sua vida uma doa&ccedil;&atilde;o a Deus e uma partilha com os outros por amor de Deus&rdquo; (Bento XVI).<\/p>\n<p>A terceira luz &eacute; aquela em que podemos contemplar o Deus fiel da Promessa e da Esperan&ccedil;a, que ao longo da hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o conforta o seu povo, infundindo-lhe coragem e confian&ccedil;a, como a Maria: &laquo;N&atilde;o tenhas medo&rdquo;. &laquo;&Eacute; precisamente de<br \/>esperan&ccedil;a que est&aacute; impregnada a mensagem que Nossa Senhora deixou em F&aacute;tima&rdquo;, convidando os homens a ter confian&ccedil;a em Deus. &laquo;A f&eacute; em Deus abre ao homem o horizonte de uma esperan&ccedil;a certa que n&atilde;o desilude; indica um s&oacute;lido fundamento sobre o qual apoiar, sem medo, a pr&oacute;pria vida; pede o abandono, cheio de confian&ccedil;a, nas m&atilde;os do Amor que sustenta o mundo&rdquo; (Bento XVI).<\/p>\n<p>Nesta l&oacute;gica segue-se a quarta luz que faz resplandecer o Deus compassivo que se inclina sobre os sofrimentos da humanidade, o poder da sua miseric&oacute;rdia maior que o nosso cora&ccedil;&atilde;o e mais forte que o poder do pecado e do mal. &laquo;Maria, aparecendo aos tr&ecirc;s pastorinhos, abriu no mundo um espa&ccedil;o privilegiado para encontrar a miseric&oacute;rdia divina que cura e salva&raquo; (Bento XVI). Ela &laquo;ajudou os Pastorinhos a abrir o cora&ccedil;&atilde;o &agrave; universalidade do amor&rdquo;, &agrave; compaix&atilde;o e &agrave; repara&ccedil;&atilde;o como for&ccedil;a de resist&ecirc;ncia &agrave; banaliza&ccedil;&atilde;o do mal e como colabora&ccedil;&atilde;o na renova&ccedil;&atilde;o do mundo.<\/p>\n<p>A quinta luz &eacute; o esplendor da santidade de Deus que irradia para n&oacute;s no rosto de Cristo e de que Maria &eacute; espelho e mestra. Esta santidade &eacute;-nos oferecida como experi&ecirc;ncia de comunh&atilde;o com Cristo e na solidariedade entre todos os membros<br \/>do Corpo de Cristo, na Comunh&atilde;o dos Santos que &eacute; a Igreja. Convida-nos a dar a &laquo;medida alta da santidade&rdquo; &agrave; vida crist&atilde;, alimentada particularmente pela ora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&laquo;A Mensagem de F&aacute;tima n&atilde;o vai, substancialmente, na direc&ccedil;&atilde;o de devo&ccedil;&otilde;es particulares, mas precisamente na resposta fundamental, ou seja, a convers&atilde;o permanente, a penit&ecirc;ncia, a ora&ccedil;&atilde;o e as tr&ecirc;s virtudes teologais: f&eacute;, esperan&ccedil;a e caridade&rdquo;<br \/>(Bento XVI).<\/p>\n<p>A sexta luz leva-nos a abrirmo-nos a Deus, plenitude de vida, oferecida desde j&aacute; em Cristo: &laquo;Eu vim para que tenham vida&rdquo;. Esta chama &eacute; alimentada, de modo particular, na celebra&ccedil;&atilde;o dos dons e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os com que Deus nos agracia, na verdadeira<br \/>alegria crist&atilde;, na consci&ecirc;ncia do valor eterno da nossa vida e do nosso peregrinar.<\/p>\n<p>&laquo;Em F&aacute;tima, a Virgem Santa convida todos a considerarem a terra como lugar da nossa peregrina&ccedil;&atilde;o rumo &agrave; p&aacute;tria definitiva que &eacute; o C&eacute;u&rdquo; (Bento XVI).<\/p>\n<p>Por fim, o nosso candelabro espiritual fica completo com a s&eacute;tima luz: um olhar contemplativo e inspirador &agrave; beleza d&rsquo;Aquela que foi escolhida pelo Deus da Alian&ccedil;a para desempenhar uma miss&atilde;o &uacute;nica na hist&oacute;ria da salva&ccedil;&atilde;o: ser a M&atilde;e do Redentor, a Arca da Nova Alian&ccedil;a, a M&atilde;e da Igreja. Maria d&aacute;-nos olhos e cora&ccedil;&atilde;o para contemplar a ternura de Deus e a sua miseric&oacute;rdia como for&ccedil;a e limite divino face ao poder do mal no mundo. Assim aconteceu em F&aacute;tima ao apresentar-se comoa Senhora do Ros&aacute;rio, como a M&atilde;e que, atrav&eacute;s do seu Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado, fala cora&ccedil;&atilde;o a cora&ccedil;&atilde;o aos seus filhos, trazendo-lhes uma mensagem exigente e consoladora de paz e deixando-lhes uma promessa: &laquo;Por fim, o meu Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado triunfar&aacute;&rdquo;. Em palavras do Santo Padre Bento XVI: &laquo;No final, o Senhor &eacute; mais forte do que o mal, e Nossa Senhora &eacute; para n&oacute;s a garantia vis&iacute;vel, materna, da bondade de Deus, que &eacute; sempre a &uacute;ltima palavra na hist&oacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>Agradecendo aos membros da comiss&atilde;o teol&oacute;gica que elaborou este itiner&aacute;rio tem&aacute;tico, concluo esta apresenta&ccedil;&atilde;o com o mesmo voto de Bento XVI em F&aacute;tima: &laquo;Possam os sete anos que nos separam do centen&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es apressar o anunciado triunfo do Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria para gl&oacute;ria da Sant&iacute;ssima Trindade&rdquo;.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Ant&oacute;nio dos Santos Marto<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Marto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,207,314],"class_list":["post-48685","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-fatima","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48685","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48685"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48685\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48685"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48685"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48685"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}