{"id":47792,"date":"2010-10-19T13:12:21","date_gmt":"2010-10-19T13:12:21","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/10\/19\/criatividade-na-missao\/"},"modified":"2010-10-19T13:12:21","modified_gmt":"2010-10-19T13:12:21","slug":"criatividade-na-missao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/criatividade-na-missao\/","title":{"rendered":"Criatividade na miss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Ser criativo \u00e9 uma atitude, \u00e9 uma predisposi\u00e7\u00e3o que se pode construir, transformar, criar. N\u00e3o \u00e9 uma fatalidade. Depende, acima de tudo, da vontade, de pequenos gestos <!--more--> <\/p>\n<p>Foi num di&aacute;logo entre amigos que surgiu a pergunta: ent&atilde;o o teu trabalho como vai? N&atilde;o est&aacute;s cansado de fazer a mesma coisa?<\/p>\n<p>Tomei nota do que interessava saber: mais do que a ocupa&ccedil;&atilde;o ou a implica&ccedil;&atilde;o pessoal num determinado trabalho, o valor estava na atitude com que o mesmo se desenvolvia.<\/p>\n<p>N&atilde;o sei qual a ocupa&ccedil;&atilde;o desses amigos, que se reencontravam. Mas imagino que a mesma preocupa&ccedil;&atilde;o ter&aacute; de se ter em conta no desenvolvimento de qualquer profiss&atilde;o. Tamb&eacute;m na responsabilidade por todas as miss&otilde;es.<\/p>\n<p>H&aacute; muitas d&eacute;cadas que se faz depender da criatividade o futuro pessoal, profissional e social. As lideran&ccedil;as de cada &eacute;poca, de todos os grupos sociais ou empresariais, rapidamente se entregam aos seus elementos mais criativos. Para benef&iacute;cio desses grupos ou empresas.<\/p>\n<p>Ser criativo &eacute; uma atitude, &eacute; uma predisposi&ccedil;&atilde;o que se pode construir, transformar, criar. N&atilde;o &eacute; uma fatalidade. Depende, acima de tudo, da vontade, de pequenos gestos. Basta, em qualquer circunst&acirc;ncia, registar uma pequena ideia e fazer dela um instrumento de trabalho.<\/p>\n<p>Tempos de crise, os que se vivem, reclamam atitudes criativas na economia, na ac&ccedil;&atilde;o social, na educa&ccedil;&atilde;o, na fam&iacute;lia. Procuram-se ideias novas nas empresas, nas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, nas organiza&ccedil;&otilde;es e nos grupos sociais para fazer extraordinariamente bem feito tudo o que &eacute; necess&aacute;rio fazer, uma ou muitas vezes, mas sempre como se fosse a &uacute;nica.<\/p>\n<p>A actividade mission&aacute;ria, a comunica&ccedil;&atilde;o da Boa Nova, reivindica a mesma atitude criativa.<\/p>\n<p>H&aacute; 2000 mil anos, Jesus Cristo pediu aos que o queriam seguir que fossem &#8220;sal da terra&#8221;. Hoje &#8211; como nesses tempos, talvez &#8211; algu&eacute;m se perguntava: como ser &#8220;sal da terra&#8221; em ambientes de fortes odores e sabores.<\/p>\n<p>A pergunta surgiu no interior de um debate sobre projectos de comunica&ccedil;&atilde;o, na Igreja Cat&oacute;lica, nomeadamente os que se desenvolvem nas plataformas digitais, palco para todas as mensagens. E para afirmar a necessidade de emprestar atitudes sempre criativas a todos os an&uacute;ncios do Evangelho: os que se desenvolvem cora&ccedil;&atilde;o a cora&ccedil;&atilde;o e os que se lan&ccedil;am no anonimato de redes digitais, onde nem sempre se sabe onde &#8220;cai a semente&#8221;.<\/p>\n<p>Em todos os palcos &eacute; imprescind&iacute;vel estar, com criatividade. E, felizmente, os bons exemplos sucedem-se. Na edi&ccedil;&atilde;o desta semana, a apresenta&ccedil;&atilde;o do projecto sinodal da Diocese de Viseu comprova-o.<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Paulo Rocha<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ser criativo \u00e9 uma atitude, \u00e9 uma predisposi\u00e7\u00e3o que se pode construir, transformar, criar. N\u00e3o \u00e9 uma fatalidade. Depende, acima de tudo, da vontade, de pequenos gestos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[184,191],"class_list":["post-47792","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-diocese-de-viseu","tag-economia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47792"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47792\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47792"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47792"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}