{"id":47334,"date":"2010-09-22T17:53:35","date_gmt":"2010-09-22T17:53:35","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/09\/22\/luz-renovada-para-instituicoes-de-solidariedade-social\/"},"modified":"2010-09-22T17:53:35","modified_gmt":"2010-09-22T17:53:35","slug":"luz-renovada-para-instituicoes-de-solidariedade-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/luz-renovada-para-instituicoes-de-solidariedade-social\/","title":{"rendered":"Luz renovada para institui\u00e7\u00f5es de solidariedade social"},"content":{"rendered":"<p>Chama de Solidariedade percorre o interior do pa\u00eds, real\u00e7ando o trabalho das organiza\u00e7\u00f5es e revelando aquilo que ainda falta fazer <!--more--> <\/p>\n<p>Divulgar e desenvolver as potencialidades das Institui&ccedil;&otilde;es Particulares de Solidariedade Social (IPSS) no pa&iacute;s. Este &eacute; um dos principais objectivos da Chama de Solidariedade que est&aacute; a percorrer o interior de Portugal, at&eacute; ao pr&oacute;ximo S&aacute;bado, dia 25.<\/p>\n<p>Viseu, Guarda, Seia, Covilh&atilde; ou Fund&atilde;o, s&atilde;o alguns dos pontos que fazem parte deste itiner&aacute;rio, numa romaria que come&ccedil;ou dia 21 e tem meta montada em Castelo Branco.<\/p>\n<p>&ldquo;A grande preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; construirmos uma rede entre n&oacute;s pr&oacute;prios, sermos capazes de construir coisas em conjunto&rdquo;, explica Jo&atilde;o Carlos Dias, coordenador da Chama da Solidariedade, em entrevista &agrave; ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Um desafio que passa, antes de mais, pela organiza&ccedil;&atilde;o deste evento, que desde que come&ccedil;ou, h&aacute; 3 anos, sempre contou com a colabora&ccedil;&atilde;o das diversas Uni&otilde;es Distritais ligadas &agrave; solidariedade social.<\/p>\n<p>&ldquo;A partir daqui&rdquo;, sublinha Jo&atilde;o Carlos Dias, &ldquo;com os contactos estabelecidos, conseguimos fazer com que as institui&ccedil;&otilde;es encontrem respostas conjuntas, adequadas &agrave;s comunidades que servem&rdquo;.<\/p>\n<p>Encontrar solu&ccedil;&otilde;es &eacute; mesmo a grande mais valia das IPSS, segundo aquele respons&aacute;vel, membro da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional das Institui&ccedil;&otilde;es de Solidariedade (CNIS). Trata-se de &ldquo;interpretar, em cada um dos territ&oacute;rios, aquilo que s&atilde;o as necessidades das popula&ccedil;&otilde;es, e dar uma resposta simples e adequada, por vezes de forma muito voluntarista&rdquo;.<\/p>\n<p>Um papel que agora poder&aacute; sofrer altera&ccedil;&otilde;es, numa altura em que o Estado tem vindo a assumir, quer a n&iacute;vel financeiro quer a n&iacute;vel pol&iacute;tico, uma gest&atilde;o mais pr&oacute;xima da assist&ecirc;ncia social.<\/p>\n<p>&ldquo;Muito daquilo que hoje j&aacute; &eacute; uma evid&ecirc;ncia, por parte do Estado, ao n&iacute;vel da educa&ccedil;&atilde;o, do apoio &agrave; terceira idade, &agrave; primeira inf&acirc;ncia, ao pr&eacute;-escolar, toda a rede que hoje o governo, de alguma forma quer assumir, foi criada pelas institui&ccedil;&otilde;es particulares de solidariedade social&rdquo; lembra Jo&atilde;o Carlos Dias.<\/p>\n<p>A crise que o pa&iacute;s atravessa faz com que cada vez se tenha mais pessoas para apoiar, para socorrer. Por outro lado, real&ccedil;a o coordenador da Chama da Solidariedade, &ldquo;h&aacute; um decr&eacute;scimo significativo das receitas resultantes dos recursos que deveriam vir dos utentes e das comparticipa&ccedil;&otilde;es familiares&rdquo;.<\/p>\n<p>Estas s&atilde;o algumas das dificuldades com que se debatem as IPSS no nosso pa&iacute;s, a juntar a &ldquo;alguma press&atilde;o por parte do Estado, em ir arrastando algumas decis&otilde;es, olhando para o mundo de uma forma um pouco cega, apenas com a preocupa&ccedil;&atilde;o de resolver as quest&otilde;es financeiras do pa&iacute;s&rdquo; acrescenta Jo&atilde;o Carlos Dias.<\/p>\n<p>Em cima da mesa, neste momento, est&aacute; a negocia&ccedil;&atilde;o de um protocolo de coopera&ccedil;&atilde;o entre o Estado e as IPSS, algo que est&aacute; a ser mediado pela CNIS.<\/p>\n<p>O acordo, ainda por definir, vai estabelecer a forma de rela&ccedil;&atilde;o entre as duas partes, abrangendo &aacute;reas como o financiamento a atribuir &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es, regras de funcionamento das diferentes val&ecirc;ncias, a capacidade que cada instala&ccedil;&atilde;o de solidariedade social dever&aacute; ter, entre outras mat&eacute;rias.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; um protocolo que vai seguramente apontar caminhos para outras colabora&ccedil;&otilde;es futuras&rdquo; espera Jo&atilde;o Carlos Dias.<\/p>\n<p>Quanto &agrave; iniciativa da Chama da Solidariedade, apesar de ter vindo a ter uma boa ades&atilde;o, por parte das IPSS, dos organismos aut&aacute;rquicos, dos movimentos e colectividades da sociedade civil, &eacute; poss&iacute;vel que se tenha de fazer algumas altera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&ldquo;Sobretudo ao n&iacute;vel das datas, j&aacute; que este ano, por exemplo, a prepara&ccedil;&atilde;o do evento calhou em tempo de f&eacute;rias e a iniciativa em si realizou-se em plena &eacute;poca de regresso &agrave;s aulas, o que desmobilizou um pouco a comunidade escolar&rdquo; conclui o coordenador da Chama da Solidariedade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chama de Solidariedade percorre o interior do pa\u00eds, real\u00e7ando o trabalho das organiza\u00e7\u00f5es e revelando aquilo que ainda falta 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