{"id":47155,"date":"2010-09-14T11:46:25","date_gmt":"2010-09-14T11:46:25","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/09\/14\/comunicar-no-inicio-do-sec-xx\/"},"modified":"2010-09-14T11:46:25","modified_gmt":"2010-09-14T11:46:25","slug":"comunicar-no-inicio-do-sec-xx","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/comunicar-no-inicio-do-sec-xx\/","title":{"rendered":"Comunicar no in\u00edcio do s\u00e9c. XX"},"content":{"rendered":"<p style=\"TEXT-ALIGN: left\">Desde h&aacute; muito, que o sentimento liberal e rom&acirc;ntico, caracterizado pela sua arg&uacute;cia questionadora e pelo seu pendor subjectivo, se sentia desintegrado das diversas varia&ccedil;&otilde;es e sensibilidades religiosas, sobretudo nos meios urbanos.<\/p>\n<p>A liturgia barroca harmonizava arquitectura e decora&ccedil;&atilde;o, orat&oacute;ria e m&uacute;sica, palavra e gesto, conseguindo formar um universo integrado. Eram suficientemente consensuais, a comunica&ccedil;&atilde;o e o sentimento humano, o Estado e a Religi&atilde;o, a F&eacute; e a &Eacute;tica, a ponto de tornar inquestion&aacute;vel cada rito cat&oacute;lico. Pelo contr&aacute;rio, durante a Monarquia Constitucional, nunca mais, se conseguiu fazer um di&aacute;logo pleno, e em muitos casos, nem sequer satisfat&oacute;rio, entre a Liturgia da Igreja, com a sua Orat&oacute;ria Sacra, e a nova sensibilidade liberal, muito especialmente nas sociedades citadinas.<\/p>\n<p>Dom Manuel Clemente sintetiza magistralmente a rela&ccedil;&atilde;o vivida entre a Igreja e a sociedade em Portugal, no s&eacute;culo XIX: &laquo;Ora, quando novas quest&otilde;es exigiram novos discursos e outros sentimentos pediram outras representa&ccedil;&otilde;es, a Igreja portuguesa estava desfalcada de criadores e de meios doutrinais e est&eacute;ticos para lhes responder, sobretudo depois da extin&ccedil;&atilde;o de mosteiros e conventos, ou de institui&ccedil;&otilde;es de culto de grande envergadura, como fora a antiga patriarcal joanina, tamb&eacute;m desaparecida com o Liberalismo.&raquo;<a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftn1\">[1]<\/a><\/p>\n<p>Nos anos 40 do s&eacute;culo XIX, passada a guerra civil, Portugal viveu algum ressurgimento religioso, &agrave; volta de nomes como Lamennais, Montalembert e Lacordaire, importados de Fran&ccedil;a, ou a partir dos nossos portugueses Herculano, Garrett e Castilho. Tal como em toda a Europa, tamb&eacute;m em Portugal, mesmo os crist&atilde;os com sensibilidade rom&acirc;ntica e com preocupa&ccedil;&otilde;es sociais assumiram algumas atitudes religiosas de pendor restauracionista. &Eacute; curioso observarmos, que em 1842, o pr&iacute;ncipe F&eacute;lix Linchnowsky, de visita a Portugal, achava que a religi&atilde;o no nosso pa&iacute;s era vivida de modo ainda mais exuberante que no pa&iacute;s vizinho e escrevia: &laquo;n&atilde;o tem sofrido coisa alguma a religiosidade do povo, o que &eacute; particularmente digno de elogio, se isto se compara com a desmoraliza&ccedil;&atilde;o das grandes cidades espanholas&raquo;. Percebemos, que apesar das grandes mudan&ccedil;a de mentalidade, em Portugal continuavam a perdurar sentimentos religiosos de pendor tradicional, sobretudo nas popula&ccedil;&otilde;es rurais.<\/p>\n<p>O Liberalismo tinha introduzido em Portugal um esp&iacute;rito cr&iacute;tico face ao catolicismo, ent&atilde;o em dificuldades de di&aacute;logo com a nova sociedade. A designa&ccedil;&atilde;o, &laquo;Fanatismo&raquo;, aplicada &agrave;s express&otilde;es de F&eacute; Cat&oacute;lica, era utilizado nos c&iacute;rculos liberais mais radicais, com f&aacute;cil frequ&ecirc;ncia. A prop&oacute;sito desabafava o Padre Jos&eacute; Agostinho de Macedo, (1828-1892), &laquo;Estou cansado, e aborrecido de ouvir falar de dia e de noite a estes Fil&oacute;sofos Pol&iacute;ticos em Fanatismo, e Fanatismo Religioso: todos os cat&oacute;licos s&atilde;o Fan&aacute;ticos [&hellip;] Quem, quanto pode ser ajudado, e auxiliado pela Gra&ccedil;a, observa os Mandamentos de Deus, e da Igreja, &eacute; um Fan&aacute;tico. Tirar o chap&eacute;u a uma Cruz, quando por ela se passa, ajoelhar ao Vi&aacute;tico Sagrado, quando se leva a um enfermo, tudo &eacute; Fanatismo; nem se pode exercitar uma s&oacute; obra de miseric&oacute;rdia, nem fazer um acto das Tr&ecirc;s Virtudes Teologais, que n&atilde;o seja tudo a eito Fanatismo. Chegou a corrup&ccedil;&atilde;o do s&eacute;culo a fazer termos id&ecirc;nticos e convert&iacute;veis estes dois termos &ndash; Cristianismo &ndash; Fanatismo&raquo;<a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftn2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>A prop&oacute;sito desta mentalidade, considerada destruidora do Cristianismo comentou o futuro Arcebispo de &Eacute;vora, Dr. Fortunato de S&atilde;o Boaventura: &laquo;O plano de chegar &agrave;s coisas por interm&eacute;dio das pessoas, ou de envilecer primeiro que tudo os Ministros da Religi&atilde;o, para que n&atilde;o havendo nada que respeitar fosse para diante mais f&aacute;cil destruir, foi executado literalmente por todo o Reino, e com especialidade na Capital, onde a persegui&ccedil;&atilde;o dos Ministros do Senhor foi p&uacute;blica, descarada, e subida a um auge de viol&ecirc;ncia, que nunca se deveria esperar em uma cidade Crist&atilde;&raquo;<a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftn3\">[3]<\/a>.<\/p>\n<p>Para ele a destrui&ccedil;&atilde;o planeada por Ma&ccedil;ons, visava a destrui&ccedil;&atilde;o da Igreja, come&ccedil;ando-se por envilecer os Sacerdotes.<\/p>\n<p>Perante as dificuldades colocadas pelos &laquo;Novos Tempos&raquo; &agrave; Igreja, uma das formas mais comuns de comunica&ccedil;&atilde;o utilizada por esta foi a Orat&oacute;ria Sacra. Enquanto, por palavra <em>homilia<\/em> se compreende uma breve alocu&ccedil;&atilde;o sobre as leituras da Missa, o termo <em>serm&atilde;o<\/em> aplicava-se a todas as exposi&ccedil;&otilde;es, sobretudo de &iacute;ndole espiritual e moral, com explana&ccedil;&atilde;o mais demorada, inseridas numa celebra&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica, ou numa devo&ccedil;&atilde;o piedosa, no interior do templo, ou em contexto processional, de peregrina&ccedil;&atilde;o, romarias ou desfile religioso.<\/p>\n<p>O <em>serm&atilde;o<\/em> era normalmente pronunciado num sitio elevado, como s&atilde;o os p&uacute;lpitos, permitindo ao orador, auxiliado pela energia e pela expressividade do gesto, que prendesse a aten&ccedil;&atilde;o dos ouvintes, os quais separados por sexos, assistiam quase sempre de p&eacute;, ou sentados no ch&atilde;o, em tapetes, esteiras, almofadas ou bancos trazidos para o efeito de casa. A aflu&ecirc;ncia era t&atilde;o grande, que n&atilde;o raramente, os ouvintes se precaviam, com bastante tempo de anteced&ecirc;ncia, em marcar o seu lugar no espa&ccedil;o dispon&iacute;vel para poderem &laquo;ouvir o serm&atilde;o&raquo;.<\/p>\n<p>O <em>serm&atilde;o<\/em> era um meio de comunica&ccedil;&atilde;o de massas, assumindo a dupla fun&ccedil;&atilde;o de ensinar e exortar, de transmitir e defender a F&eacute;. Enquanto exerc&iacute;cio de ret&oacute;rica, interpelava, estimulava e deleitava atrav&eacute;s da palavra e do gesto e das express&otilde;es fision&oacute;micas.<\/p>\n<p>A <em>Orat&oacute;ria Sacra,<\/em> tamb&eacute;m chamada <em>paren&eacute;tica<\/em>, tinha por intuito persuadir os ouvintes, tornando a mensagem da salva&ccedil;&atilde;o compreens&iacute;vel. Por isso, importava que a linguagem utilizada como ve&iacute;culo de comunica&ccedil;&atilde;o de massas fosse compreens&iacute;vel e eficaz. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os <em>serm&otilde;es<\/em>, conforme o contexto em que eram pregados, caracterizavam-se por prega&ccedil;&otilde;es pastorais ordin&aacute;rias, ou por prega&ccedil;&otilde;es em ocasi&otilde;es extraordin&aacute;rias. As primeiras caracterizavam-se pelo seu g&eacute;nero catequ&eacute;tico e homil&eacute;tico, sempre com preocupa&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas, em que Bispos e P&aacute;rocos, procuravam, no exerc&iacute;cio do seu minist&eacute;rio pastoral, educar na F&eacute; os fi&eacute;is e as comunidades.<\/p>\n<p>Os <em>serm&otilde;es<\/em> proferidos em ocasi&otilde;es extraordin&aacute;rias, assumiam varias dimens&otilde;es: Encomi&aacute;sticas, como nos paneg&iacute;nicos dos Santos e nas ora&ccedil;&otilde;es f&uacute;nebres; Deprecat&oacute;rias, como nas preces, eucar&iacute;sticas, e nas ac&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;as; Gratulat&oacute;rios, como no caso dos grandes momentos de regozijo.<\/p>\n<p>Grandes varia&ccedil;&otilde;es encontramos na Orat&oacute;ria Sacra, variando a sua express&atilde;o, consoante os audit&oacute;rios, as tem&aacute;ticas e as finalidades pastorais espec&iacute;ficas.<\/p>\n<p>Perante as dificuldades crescentes que a Igreja sentia nos meios urbanos, onde as popula&ccedil;&otilde;es intelectualizadas e o nascente operariado manifestava algum desinteresse perante a Orat&oacute;ria Sacra, que perdia impacto nestes ambientes, surgiu o <em>Manual da Eloqu&ecirc;ncia Sagrada<\/em>, da autoria do Padre Roquete<a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftn4\">[4]<\/a>. Este livro indicava as normas de um discurso eclesi&aacute;stico, preocupando-se j&aacute; com a necessidade de que as prega&ccedil;&otilde;es surgissem com tem&aacute;ticas e interesses actualizados.<\/p>\n<p>Em 1859, surgiu um livro que abordava as tem&aacute;ticas religiosas com imagens fortes, referimo-nos &agrave; <em>Miss&atilde;o Abreviada<\/em>, de autoria de Padre Manuel do Couto, com primeira edi&ccedil;&atilde;o publicada em 1859, o qual para al&eacute;m da grande expans&atilde;o, 16 edi&ccedil;&otilde;es, inspirou muitos oradores sacros, sobretudo do mundo rural. No fim do s&eacute;culo, surgiram grandes nomes na orat&oacute;ria sacra portuguesa, salientamos o Catedr&aacute;tico de Teologia em Coimbra, Silva Ramos, o apologista Sena Freitas e os pregadores afamados, como Alves Mendes e Alves Mateus.<\/p>\n<p>Em 1910, tr&ecirc;s nomes surgiam na Orat&oacute;ria Portuguesa com conte&uacute;do doutrin&aacute;rio, beleza liter&aacute;ria e eloqu&ecirc;ncia: Augusto Eduardo Nunes, Sena Freitas e Lu&iacute;s Gonzaga Cabral. Muitos outros nomes grandes enriqueciam a prega&ccedil;&atilde;o nas diversas dioceses, por&eacute;m aqui referimo-nos s&oacute; aos expoentes nacionais, sem esquecer Alves Mateus, Alves Mendes e Aires de Gouveia, que se increver&atilde;o mais na hist&oacute;ria da literatura do que na hist&oacute;ria do aprofundamento doutrin&aacute;rio do apostolado Crist&atilde;o.<\/p>\n<p>Uma das formas mais eficazes da Orat&oacute;ria Sacra comunicar com as grandes multid&otilde;es era atrav&eacute;s das <em>Miss&otilde;es Populares<\/em>, quase sempre no interior do pa&iacute;s. As fam&iacute;lias mission&aacute;rias que mais se distinguiram em Portugal nas <em>Miss&otilde;es Populares<\/em> foram os Mission&aacute;rios Apost&oacute;licos, os Vicentinos, tamb&eacute;m chamados Lazaristas, os Jesu&iacute;tas e os Oratorianos. Com a extin&ccedil;&atilde;o da sua ordem em 1759, os Jesu&iacute;tas tiveram que abandonar esta actividade em que foram ex&iacute;mios. A partir de 1834, s&oacute; os Vicentinos conseguiram prosseguir com esta actividade, com efeitos bastante significativos durante todo o s&eacute;culo XIX.<\/p>\n<p>Como se pregavam estas Miss&otilde;es Populares? Atrav&eacute;s de uma linguagem acess&iacute;vel a todos, abordando temas &uacute;teis e apresentando-os com prud&ecirc;ncia. Utilizando muita brandura, suavidade e do&ccedil;ura nas palavras durante as advert&ecirc;ncias necess&aacute;rias, por&eacute;m deviam insistir com severidade, repreendendo, instruindo e ensinando os duros e obstinados. Chegava-se mesmo a aconselhar, em caso de necessidade, a que se usassem meios violentos e espectaculares, podendo o serm&atilde;o alongar-se de hora e meia a mais de tr&ecirc;s horas. Perante o cansa&ccedil;o dos ouvintes o mission&aacute;rio recorria ao toque forte de uma campainha colocada ao seu dispor no p&uacute;lpito, gesticulava, proferia exclama&ccedil;&otilde;es com a finalidade de criar impacto no audit&oacute;rio e recordava a todos os &ldquo;<em>Nov&iacute;ssimos do Homem<\/em>&rdquo;.<\/p>\n<p>O tempo m&eacute;dio de uma miss&atilde;o oscilava entre 10 a 15 dias, por&eacute;m houve miss&otilde;es em Faro, Loul&eacute;, Borba, Serpa e &Eacute;vora que ultrapassaram os dois meses.<\/p>\n<p>Entre 1871 e 1910 realizaram-se em Portugal v&aacute;rios Congressos, que foram outra forma da Igreja comunicar com a sociedade. Estes congressos manifestavam um novo protagonismo dos leigos na sociedade e a capacidade dos cat&oacute;licos reflectirem com um olhar crente sobre as quest&otilde;es nacionais e internacionais, colocando a reflex&atilde;o da Igreja no centro das aten&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Na &uacute;ltima d&eacute;cada de oitocentos, os congressos debru&ccedil;avam-se ainda em tem&aacute;ticas gerais. No final do s&eacute;culo e in&iacute;cios do s&eacute;culo XX, os Congressos Cat&oacute;licos passaram a assumir quest&otilde;es mais espec&iacute;ficas, as quais envolviam iniciativas, ent&atilde;o actuais do catolicismo portugu&ecirc;s. Temas relacionados com a sociedade, a cultura, a educa&ccedil;&atilde;o e o trabalho e o operariado. O modo de abordar estas tem&aacute;ticas era sempre de cariz confessional.<\/p>\n<p>A Igreja contava tamb&eacute;m com um vasto n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas, muitas das quais com ef&eacute;mera dura&ccedil;&atilde;o. Quase todas elas exprimiam as correntes de pensamento e os debates assumidos pela <em>Sociedade Cat&oacute;lica<\/em> e a <em>Associa&ccedil;&atilde;o de Propaganda da F&eacute;<\/em>. A publica&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica mais duradoura foi o jornal legitimista <em>A Na&ccedil;&atilde;o<\/em>, fundado em 1847.<\/p>\n<p>Gra&ccedil;as as diversas publica&ccedil;&otilde;es cat&oacute;licas, tornou-se poss&iacute;vel que os diversos autores cat&oacute;licos debatessem as suas ideias e polemizassem as suas diverg&ecirc;ncias. V&aacute;rios autores leigos entraram neste debate. Nele, ganharam protagonismo leigos como Canais e Azevedo Gomes dos Santos, contribuindo assim para uma nova compreens&atilde;o de laicado na vida da Igreja.<\/p>\n<p>Estes debates entre cat&oacute;licos foram contribuindo para a melhor distin&ccedil;&atilde;o entre as causas religiosas e as ac&ccedil;&otilde;es politico-partid&aacute;rias, problema apesar de tudo nunca definitivamente resolvido at&eacute; 1910.<\/p>\n<p>Em anexo deixamos um elenco das publica&ccedil;&otilde;es existentes em Portugal no ano 1910.<\/p>\n<p>Conclu&iacute;mos com um olhar sobre a comunica&ccedil;&atilde;o com as crian&ccedil;as atrav&eacute;s da catequese.<\/p>\n<p>At&eacute; ao pontificado de Pio X (1913-1914), constatamos a exist&ecirc;ncia de grandes disparidades no referente aos Catecismos para crian&ccedil;as. Na perspectiva regalista, era o Conselho de Instru&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica que aprovava os Catecismos e Manuais de Doutrina Crist&atilde;, o que acontecia com muita disparidade de crit&eacute;rios e de conte&uacute;dos. Os Prelados e P&aacute;rocos assistiam muitas vezes &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o de heterodoxias sem quase poderem intervir, somente os pais e encarregados de educa&ccedil;&atilde;o, no interior da fam&iacute;lia, poderiam ajudar nesta quest&atilde;o, atrav&eacute;s da aprendizagem da catequese e na transmiss&atilde;o da mesma &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Foi Pio X quem aprovou e difundiu um catecismo universal, promovendo-se assim, mais e melhor catequese infantil, antecipando-se a idade da primeira comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Peri&oacute;dicas Cat&oacute;licas publicadas em Portugal no ano de 1910<\/strong><\/p>\n<table style=\"width: 475px;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p><strong>Jornal\/Revista\/Boletim<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p><strong>Localidade<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p><strong>Per&iacute;odo de exist&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A Na&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1847-1917<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Com&eacute;rcio do Funchal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Funchal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1866-1867. Reaparece em 15 de Maio de 1910 e &eacute; suspenso em 15 de Agosto do mesmo ano<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Di&aacute;rio ilustrado<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1 de Julho 1872 a 7 de Janeiro 1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Commercio do Minho<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1873-1922<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Progresso Catholico<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Guimar&atilde;es<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1878-1923<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Novo Mensageiro do cora&ccedil;&atilde;o de Jesus<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1881-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A cruz e a espada<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1882-1889. Foi reeditado entre 1909 e 1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Jornal de Santo Thyrso<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Santo Tirso<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1882-1935<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Novidades<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1885-1974. Esteve suspenso entre 1913 e 1923<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O amigo da religi&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1888-1920<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Revista Catholica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Viseu<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1891-1955<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Portugal em &Aacute;frica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1894-1973<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Voz da Verdade<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1894-1917<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A voz de santo Ant&oacute;nio<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1895-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Boletim da obra de S. Francisco de Sales<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Matosinhos<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1896-1960<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Propaganda Catholica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Fafe<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1896-1915. Recome&ccedil;ou em 1908<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Grito do povo e a Democracia Crist&atilde;<a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftn5\">[5]<\/a><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1899-1907<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Almanak do oper&aacute;rio<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1900-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 475px;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p><strong>Jornal\/Revista\/Boletim<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p><strong>Localidade<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p><strong>Per&iacute;odo de exist&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Not&iacute;cias de &Eacute;vora<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>&Eacute;vora<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1900-1951<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Quinzena Religiosa da Ilha da Madeira<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Funchal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1900-1912<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A Folha<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Viseu<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1901-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Quinzena Religiosa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Funchal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1901-1912<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Boletim Salesiano<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Turim<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1902-Esta publica&ccedil;&atilde;o ainda existe<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Brot&eacute;ria<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1902- Suspensa entre 1910 e 1912, existe ainda, com o subt&iacute;tulo de &ldquo;Revista de Cultura e Informa&ccedil;&atilde;o&rdquo;<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Evangelho<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Matosinhos<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1902-1919<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Petardo<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1902-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Echos de Roma<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Roma<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1903-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Leituras Crist&atilde;s<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1903-1976<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A Restaura&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Guimar&atilde;es<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1903-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Mensageiro<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1904-1940<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Uni&atilde;o Nacional<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1904-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Bem P&uacute;blico<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1905-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Guarda<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Guarda<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1905-1936<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Mensageiro de Maria<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1905-1950<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>S. Miguel<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Ponta Delgada<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1905-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A associa&ccedil;&atilde;o oper&aacute;ria<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1906-1914<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A opini&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1906-1907<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Boletim mensal das miss&otilde;es franciscanas e ordem terceira<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1907-1947<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Ros&aacute;rio<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1907-1936<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Uni&atilde;o<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Santar&eacute;m<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1907-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Boletim mensal<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1908-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Boletim da uni&atilde;o crist&atilde; da mocidade portuguesa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1908-1918<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 475px;\" border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p><strong>Jornal\/Revista\/Boletim<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p><strong>Localidade<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p><strong>Per&iacute;odo de exist&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A liberdade<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1908-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Sul da Beira<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Covilh&atilde;<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1908-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Brado d&acute;Oeste<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Ponta do Sol<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1909-1918<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Calendarium et ordo officii divini recitandi&hellip;funchalensis dioceseos<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Coimbra<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1909-1917<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Jornal Popular<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Viana do Castelo<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1909-1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A voz da juventude<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1909-1915<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Christianismo<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Ovar<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>N.&ordm;1 (1910)-N.&ordm;11(1910)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>O Combate<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Correio do Norte<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910-1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Defesa Monarquica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A F&eacute; catholica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910-1911. Suspenso em Mar&ccedil;o de 1911<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Mensageiro do cora&ccedil;&atilde;o de Jesus<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Uni&atilde;o Popular<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Braga<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>N.&ordm;1(1910)-N.6(1910)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Vida catholica<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>&Eacute;vora<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>N.&ordm;1(1910)-N.&ordm; (1910)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>A voz da juventude<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Lisboa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>N.&ordm;1(1910)-N.&ordm; (1910). Continua como revista em 1913 e como jornal em 1914<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;Obs. Em 1910, publicava-se um peri&oacute;dico da Igreja Baptista em Portugal:<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"187\" valign=\"top\">\n<p>Estandarte baptista. Org&atilde;o da Igreja Baptista Portuguesa<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"84\" valign=\"top\">\n<p>Porto<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"204\" valign=\"top\">\n<p>1910<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr size=\"1\" \/>\n<p><a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftnref1\">[1]<\/a> Cf. Hist&oacute;ria Religiosa de Portugal, vol. III, p&aacute;g. 72.<\/p>\n<p><a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftnref2\">[2]<\/a> Cf. Hist&oacute;ria Religiosa de Portugal, vol. III, p&aacute;g. 70.<\/p>\n<p><a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftnref3\">[3]<\/a> Cf. Hist&oacute;ria Religiosa de Portugal, vol. III, p&aacute;g. 70.<\/p>\n<p><a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftnref4\">[4]<\/a> J.I. Roquete &ndash; Paris: Guillard e C.<sup>a<\/sup>, 1878, 422 p.<\/p>\n<p><a href=\"index.cgi?session=ctiwwjociohjcWusIZ&amp;x=363&amp;tbl=noticias&amp;action=tbl_add#_ftnref5\">[5]<\/a> Hebdomad&aacute;rio defensor dos interesses do operariado Catholico, 1899-1907. Em Agosto de 1907 foi fundido com &laquo;Democracia Crist&atilde;&raquo;, dando origem a &laquo;O Grito do Povo e a Democracia Crist&atilde;&raquo;, 19.Agosto.1907 &ndash; 15.Mar&ccedil;o.1913.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde h&aacute; muito, que o sentimento liberal e rom&acirc;ntico, caracterizado pela sua arg&uacute;cia questionadora e pelo seu pendor subjectivo, se sentia desintegrado das diversas varia&ccedil;&otilde;es e sensibilidades religiosas, sobretudo nos meios urbanos. A liturgia barroca harmonizava arquitectura e decora&ccedil;&atilde;o, orat&oacute;ria e m&uacute;sica, palavra e gesto, conseguindo formar um universo integrado. Eram suficientemente consensuais, a comunica&ccedil;&atilde;o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[127,168,172,174,182,184,186,187,203,246,325],"class_list":["post-47155","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier","tag-catequese","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-de-viana-do-castelo","tag-diocese-de-viseu","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-europa","tag-liturgia","tag-vicentinos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47155","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47155"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47155\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}