{"id":47127,"date":"2010-09-11T13:50:31","date_gmt":"2010-09-11T13:50:31","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/09\/11\/homilia-de-d-manuel-clemente-na-abertura-do-ano-pastoral\/"},"modified":"2010-09-11T13:50:31","modified_gmt":"2010-09-11T13:50:31","slug":"homilia-de-d-manuel-clemente-na-abertura-do-ano-pastoral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-manuel-clemente-na-abertura-do-ano-pastoral\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Manuel Clemente na abertura do ano pastoral"},"content":{"rendered":"<p>Dedica&ccedil;&atilde;o da Igreja Catedral do Porto<\/p>\n<p>Para gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo!<\/p>\n<p>Comemoramos um facto, cert&iacute;ssimo facto, ainda que esfumado pela sucess&atilde;o dos s&eacute;culos e a indefini&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias. N&atilde;o bastaria para estarmos aqui, se o que realmente aconteceu &ndash; a dedica&ccedil;&atilde;o desta igreja catedral &#8211; n&atilde;o continuasse felizmente agora.<\/p>\n<p>Mas continua, como tudo quanto &eacute; de ordem sacramental. Da parte de Deus, continua, como a nova Jerusal&eacute;m que sempre &ldquo;desce do c&eacute;u&rdquo;. N&atilde;o podemos divisar o bispo D. Hugo, nem nenhum dos seus imediatos sucessores na &ldquo;restaura&ccedil;&atilde;o&rdquo; da linha conhecida dos prelados portucalenses; n&atilde;o ouvimos os sinos nem os c&acirc;nticos que ressoaram quando finalmente se inaugurou este bel&iacute;ssimo templo&hellip; Mas os ritos e os c&acirc;nticos de hoje s&atilde;o essencialmente os mesmos, como mesma &eacute; a finalidade: a gl&oacute;ria de Deus e o servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo, dos outros de quem nos aproximamos pela caridade de Cristo, aqui anunciada e jorrante.<\/p>\n<p>&Eacute; sabido como esta igreja era tamb&eacute;m o cora&ccedil;&atilde;o da cidade, mesmo socialmente falando. Realidade pr&oacute;pria daqueles tempos em que saber, administra&ccedil;&atilde;o e clericatura eram quase o mesmo. Quando deixou de ser assim &#8211; num longo processo, n&atilde;o isento de tens&otilde;es -, o todo foi-se decompondo em partes distintas, afinal na melhor tradi&ccedil;&atilde;o crist&atilde; de &ldquo;dar a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo; (Mt 22, 21).<\/p>\n<p>Crist&atilde;os, cl&eacute;rigos ou leigos, participam hoje na vida da cidade, &ldquo;nas suas alegrias e esperan&ccedil;as, nas suas tristezas e ang&uacute;stias&rdquo; (Gaudium et Spes, 1); mas fazem-no enquanto cidad&atilde;os entre cidad&atilde;os, sem outro t&iacute;tulo nem regalia. Como Jesus na oficina de Nazar&eacute;, como Jesus a pagar tributo a C&eacute;sar, como Jesus reconhecendo a autoridade romana, ainda que, com a sua atitude total, a chamasse a bem melhor exerc&iacute;cio.<\/p>\n<p>Gl&oacute;ria de Deus, ou Deus como &ldquo;gl&oacute;ria&rdquo;, vida e beleza irradiantes, luz original e originante de toda a claridade do mundo e das vidas. Mais do que o sol quando encandeia, mais do que o c&eacute;u estrelado, que tanto levanta o olhar e o esp&iacute;rito, a gl&oacute;ria de Deus manifesta-se na vida, porque, glosando Santo Ireneu, &ldquo;a gl&oacute;ria de Deus &eacute; o homem vivo&rdquo;. Gl&oacute;ria, sobretudo, na vida humano-divina de Jesus Cristo, que tanto nos surpreende no seu mais humilde acontecer e tanto nos supera em elevad&iacute;ssima fulgura&ccedil;&atilde;o. Nada a subtrai da mais solid&aacute;ria urg&ecirc;ncia e nada a encadeia na maior sublima&ccedil;&atilde;o. Sabem-no bem os grandes santos, que ainda assim &ndash; que por isso mesmo! &ndash; se culpam de faltosos; sofrem-no muito os maiores artistas, por nunca chegarem onde a gl&oacute;ria desponta.<\/p>\n<p>Acontece assim porque, no dizer do mesmo Ireneu, &ldquo;a vida do homem &eacute; a vis&atilde;o de Deus&rdquo;. Na luz da caridade e da arte rebrilha a gl&oacute;ria divina, como se concentram em cada pessoa humana, aut&ecirc;ntica s&iacute;ntese do mundo envolvente. Mas tudo sucede como apelo para a realiza&ccedil;&atilde;o definitiva de todas as coisas em Cristo, onde o pr&oacute;prio Deus se oferece na inevit&aacute;vel realidade humana, concentrada &ldquo;nas alegrias e nas esperan&ccedil;as, nas tristezas e nas ang&uacute;stias&rdquo; a que Jesus de Nazar&eacute; n&atilde;o se furtou e finalmente transfigurou, em inextingu&iacute;vel luz pascal. A esta gl&oacute;ria se dedicou o templo, a esta gl&oacute;ria e circula&ccedil;&atilde;o de luz e de vida se dedica a nossa Igreja diocesana, na catolicidade da Igreja toda.<\/p>\n<p>Permiti-me que particularize em v&oacute;s, car&iacute;ssimos professores de Educa&ccedil;&atilde;o Moral e Religiosa Cat&oacute;lica, quanto vai dito sobre a nossa dedica&ccedil;&atilde;o comum &agrave; gl&oacute;ria divina. Como h&aacute; dias vos escrevi, a educa&ccedil;&atilde;o contempor&acirc;nea tem pela frente a inadi&aacute;vel tarefa de analisar, recuperar e recombinar melhor os &ldquo;escombros&rdquo; do muito que aconteceu e simbolizou a vida social, cultural e religiosa das gera&ccedil;&otilde;es anteriores. Tomai-o como tarefa sedutora e criativa, para v&oacute;s e para os vossos alunos.<\/p>\n<p>Sejam as vossas aulas um espa&ccedil;o aberto ao que eles tragam, para o conjugardes com a tradi&ccedil;&atilde;o evang&eacute;lica que v&oacute;s pr&oacute;prios transportais; precisamente a daquele Cristo que disse frases como esta, que bem sabeis e activais: &ldquo;quando Eu for levantado da terra, atrairei todos a Mim&rdquo; (Jo 12, 32).<\/p>\n<p>Por isso, tamb&eacute;m esta catedral dedicada se dirige a uma cruz. Por isso, o sinal da cruz &ndash; que, com grande significado cultural, muito bem cabe em qualquer espa&ccedil;o, de pleno direito e n&atilde;o exclusivo &#8211;&nbsp; prolonga-se na vossa dedica&ccedil;&atilde;o e pedagogia, na encruzilhada humano-divina de todos os itiner&aacute;rios e saberes. A&iacute; mesmo, onde a luz desponta e a gl&oacute;ria &eacute; salutar.<\/p>\n<p>Gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo, gl&oacute;ria de Deus no servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo, assim se resume a miss&atilde;o da Igreja, nas duas hastes da cruz do G&oacute;lgota, como na pr&oacute;pria configura&ccedil;&atilde;o deste templo, entre a nave e o transepto. Bem figurados estamos, car&iacute;ssimos irm&atilde;os, para irradiarmos em miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Gl&oacute;ria e servi&ccedil;o s&atilde;o a alma da Miss&atilde;o 2010, em que continuamos e nos prolongaremos. O servi&ccedil;o que queremos prestar &agrave; cidade de todos &eacute; precisamente esse de que fal&aacute;vamos, de garantir e alargar pelo Evangelho de Cristo a vida da Igreja e do mundo, da Igreja para o mundo.<\/p>\n<p>Se em Janeiro cant&aacute;mos o nascimento do Menino Deus, foi para que o novo ano nascesse na vida que o recupera; se em Fevereiro busc&aacute;mos as &ldquo;fontes da alegria&rdquo;, foi para bebermos da &aacute;gua que dura para a vida eterna e nisso mesmo iniciarmos aqueles a quem os poucos anos prometem tanto e garantem t&atilde;o pouco; o mesmo em Mar&ccedil;o, ligando mais a paix&atilde;o do mundo &agrave; paix&atilde;o de Cristo; ou em Abril, testemunhando uma vit&oacute;ria sobre a morte que &eacute; muito mais do que o cansado retorno de primaveras breves.<\/p>\n<p>Em Maio, a M&atilde;e de Jesus levou-nos onde est&aacute; o seu Filho, particularmente a todas as fragilidades que Ele sofre nos outros; em Junho, come&ccedil;&aacute;mos algo em que temos de insistir, celebrando a santidade verdadeiramente &ldquo;popular&rdquo;, que se verifica nas vidas e institui&ccedil;&otilde;es em que o Esp&iacute;rito de Deus responde &agrave;s muitas necessidades sentidas. Nesta leg&iacute;tima direc&ccedil;&atilde;o devemos educar o olhar, pr&oacute;prio e alheio, para o lugar cert&iacute;ssimo da gl&oacute;ria de Deus que, relembremos, &eacute; o homem vivo.<\/p>\n<p>O Ver&atilde;o dispersou-nos um tanto, mas n&atilde;o esmoreceu certamente a disposi&ccedil;&atilde;o evangelizadora. Esta que em Setembro se redobra, escola a escola, com o especial concurso dos professores e alunos de EMRC. Com o impulso do respectivo Secretariado Diocesano, consolida-se como que um &ldquo;movimento&rdquo; escolar crist&atilde;o, com os seus objectivos e programas, as suas campanhas e momentos simb&oacute;licos; com ponto alto no conv&iacute;vio anual de alunos, reunindo muitos milhares deles em jornada inesquec&iacute;vel e, por assim dizer, marcante.<\/p>\n<p>Esperamos vivamente que cada vez se articule mais o que se passa nas escolas e nas aulas de EMRC com as comunidades crist&atilde;s em que se localizam. Neste caso, como em v&aacute;rios outros, o cruzamento inter-comunit&aacute;rio e inter-sectorial ser&aacute; pastoralmente decisivo, no respeito e acolhimento m&uacute;tuos, de especificidades e m&eacute;todos. Ir&aacute; mais longe do que o crit&eacute;rio excessivamente territorial que herd&aacute;mos doutras &eacute;pocas da vida social e eclesial.<\/p>\n<p>Para gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo se delineiam tamb&eacute;m os tr&ecirc;s meses seguintes. Outubro &eacute; &ldquo;m&ecirc;s mission&aacute;rio&rdquo; em toda a Igreja, com os novos contornos que a &ldquo;miss&atilde;o ad gentes&rdquo; e a &ldquo;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; ganham actualmente, cada vez mais entrecruzados tamb&eacute;m. A multiplicada oferta do sinal da cruz surpreender&aacute; a muitos, com criatividade grande e juvenil concurso. E a partilha, reflex&atilde;o e festa que faremos em torno da miss&atilde;o universal e local, irradiar&aacute; certamente muita gl&oacute;ria, porque evidenciar&aacute; sobretudo muito servi&ccedil;o do Evangelho, dirigido a quem o n&atilde;o conhece ou entretanto o esqueceu.<\/p>\n<p>O calend&aacute;rio de Novembro come&ccedil;a com a solenidade dos Santos e a comemora&ccedil;&atilde;o dos defuntos; vir&atilde;o depois a solenidade de Cristo Rei do Universo e o Advento. Trata-se dum m&ecirc;s particularmente &ldquo;escatol&oacute;gico&rdquo;, na sucess&atilde;o destes motivos, e assim mesmo nos mobilizaremos missionariamente. Do ponto de vista &ldquo;cultural&rdquo;, &eacute; importante real&ccedil;ar e oferecer, como perspectiva crist&atilde;mente marcada, a realidade da vinda de Cristo, Senhor da hist&oacute;ria colectiva e de cada exist&ecirc;ncia singular. Nele definitivamente cabem o passado, o presente e o futuro. Preparam-se para tal v&aacute;rias ac&ccedil;&otilde;es, com particular dimens&atilde;o est&eacute;tica e cultural: para um Novembro que refunde a esperan&ccedil;a.<\/p>\n<p>Em Dezembro, a Catequese diocesana ter&aacute; protagonismo especial, aludindo ao Menino do Pres&eacute;pio, alargado no pres&eacute;pio do mundo, onde Ele se continua a apresentar e a aguardar-nos, como aos pastores e aos magos de outrora, pobres e s&aacute;bios de sempre. Nele come&ccedil;ou o Evangelho, e n&rsquo;Ele continua: no &ldquo;eterno Menino de ainda agora&rdquo;, como lhe chamou um dos nossos cl&aacute;ssicos (Manuel Bernardes).<\/p>\n<p>Depois, os primeiros meses de 2011 est&atilde;o destinados &agrave; recolha e &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o poss&iacute;veis do que aconteceu na Miss&atilde;o 2010, de maior indica&ccedil;&atilde;o para o futuro. Como sempre acontece, o melhor do que se fa&ccedil;a &eacute; obra do Esp&iacute;rito e o mesmo Esp&iacute;rito nos abrir&aacute; o futuro, para gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>Teremos no pr&oacute;ximo Dezembro a ordena&ccedil;&atilde;o de novos di&aacute;conos permanentes, bel&iacute;ssima gra&ccedil;a que nos enche de esperan&ccedil;a. Esperamos, mais precisamente, que o refor&ccedil;o deste precioso grau do sacramento da Ordem nos traga, entre outras, as seguintes vantagens maiores: 1&ordf;) Que sublinhe a dimens&atilde;o caritativa do minist&eacute;rio ordenado, servindo em todas as &ldquo;mesas&rdquo; que preparam ou desdobram a mesa eucar&iacute;stica. 2&ordf;) Que, por isso mesmo, permita aos padres uma maior disponibilidade para o que lhes &eacute; pr&oacute;prio e hoje &eacute; particularmente requerido, na figura&ccedil;&atilde;o sacramental de Cristo sacerdote, cabe&ccedil;a e pastor, pela cuidada presid&ecirc;ncia da Eucaristia, a dedicada administra&ccedil;&atilde;o da Penit&ecirc;ncia e o generoso acompanhamento espiritual dos fi&eacute;is. 3&ordf;) Que estimule a maior diversifica&ccedil;&atilde;o ministerial da Igreja, at&eacute; porque a sua condi&ccedil;&atilde;o existencial &#8211; na fam&iacute;lia, na profiss&atilde;o e na sociedade &ndash; inclui os di&aacute;conos na vida comum dos baptizados, refor&ccedil;ando nestes a convic&ccedil;&atilde;o de que o servi&ccedil;o &eacute; a &uacute;nica atitude leg&iacute;tima de qualquer crist&atilde;o.<\/p>\n<p>Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o, t&iacute;tulo e invoca&ccedil;&atilde;o desta catedral! Convosco nos reunimos hoje, iniciando um novo Ano Pastoral, para gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo. Convosco, M&atilde;e da Igreja e fruto pleno da ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo, nos revemos e projectamos em miss&atilde;o. A Vossa gl&oacute;ria &eacute; o Vosso servi&ccedil;o t&atilde;o sol&iacute;cito e materno, para que todos resplande&ccedil;amos tamb&eacute;m, vidas divinizadas em Cristo. A V&oacute;s confiamos a Miss&atilde;o, pois em V&oacute;s come&ccedil;a a vida de Cristo no mundo. Convosco permanecemos, ainda mais fortes e seguros do que estas naves gran&iacute;ticas o s&atilde;o. O Esp&iacute;rito que sobre V&oacute;s desceu opera hoje em n&oacute;s, Vossos filhos consagrados e enviados. &ndash; Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o: ensinai-nos a desfiar na vida todas as contas do ros&aacute;rio que vivestes com Cristo, da anuncia&ccedil;&atilde;o &agrave; gl&oacute;ria, percurso de Deus no mundo e realiza&ccedil;&atilde;o do mundo em Deus!&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>+ Manuel Clemente<\/p>\n<p>9 de Setembro de 2010<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dedica&ccedil;&atilde;o da Igreja Catedral do Porto Para gl&oacute;ria de Deus e servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo! Comemoramos um facto, cert&iacute;ssimo facto, ainda que esfumado pela sucess&atilde;o dos s&eacute;culos e a indefini&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias. N&atilde;o bastaria para estarmos aqui, se o que realmente aconteceu &ndash; a dedica&ccedil;&atilde;o desta igreja catedral &#8211; n&atilde;o continuasse felizmente agora. Mas continua, como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[100,127,168,187,194],"class_list":["post-47127","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-advento","tag-catequese","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-do-porto","tag-emrc"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47127","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47127"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47127\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47127"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47127"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47127"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}