{"id":46809,"date":"2010-08-17T17:10:18","date_gmt":"2010-08-17T17:10:18","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/08\/17\/jovens-com-a-marca-de-taize\/"},"modified":"2010-08-17T17:10:18","modified_gmt":"2010-08-17T17:10:18","slug":"jovens-com-a-marca-de-taize","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jovens-com-a-marca-de-taize\/","title":{"rendered":"Jovens com a marca de Taiz\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Muitos jovens portugueses viveram e ficaram marcados pela experi&ecirc;ncia de passar alguns dias na comunidade ecum&eacute;nica de Taiz&eacute;, na pequena localidade francesa que lhe d&aacute; o nome, fundada h&aacute; 70 anos pelo irm&atilde;o Roger.<\/p>\n<p>Entrevista pelo Programa Ecclesia, Katarina Urbano admite que a sua vida mudou, porque Taiz&eacute; &ldquo;ensina a viver a espiritualidade de uma forma diferente&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Antes de mais, a comunidade &eacute; um exemplo, foi isso que o irm&atilde;o Roger nos tentou transmitir sempre&rdquo;, assinala.<\/p>\n<p>Katarina lembra que a primeira vez que ouviu falar de Taiz&eacute; foi num &ldquo;ano dif&iacute;cil&rdquo;, a n&iacute;vel pessoal, atrav&eacute;s de um amigo. A comunidade ecum&eacute;nica deu-lhe a oportunidade de fazer um &ldquo;retiro&rdquo;.<\/p>\n<p>Sozinha, de autocarro at&eacute; ao Sul de Fran&ccedil;a, fez um caminho que viria a repetir para se &ldquo;isolar do dia-a-dia, do stress&rdquo; e mergulhar &ldquo;noutro ritmo di&aacute;rio&rdquo;.<\/p>\n<p>O programa evocativo da institui&ccedil;&atilde;o da comunidade, criada em 20 de Agosto de 1940, e do assass&iacute;nio do seu fundador, Roger Sch&uuml;tz, a 16 de Agosto de 2005, contou com a presen&ccedil;a de cinco mil pessoas, no &uacute;ltimo dia 17.<\/p>\n<p>[[v,d,1401,Testemunhos sobre experi&ecirc;ncias feitas nesta comunidade ecum&eacute;nica]]Joana Campos Lima participou no encontro europeu de jovens, promovido pela comunidade de Taiz&eacute;, em Lisboa, no final do ano de 2004. Ficou impressionada com a presen&ccedil;a de milhares de jovens de toda a Europa, unidos em ora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o tinha o h&aacute;bito de rezar, porque n&atilde;o percebia muito do que me diziam, mas a espiritualidade de Taiz&eacute; &eacute; diferente disso, &eacute; tirarmos o tempo para estar, receber o que h&aacute;-de vir&rdquo;, assinala.<\/p>\n<p>Na P&aacute;scoa de 2005, visitou a comunidade, um &ldquo;bocadinho do para&iacute;so na terra&rdquo; e a partir da&iacute; assumiu &ldquo;compromissos na par&oacute;quia&rdquo;, porque a experi&ecirc;ncia n&atilde;o se esgota na colina francesa.<\/p>\n<p>Rui Aleixo ouviu falar de Taiz&eacute; pela primeira vez h&aacute; mais de 15 anos, no seu grupo de jovens, e em 1995 visitou a pequena localidade, onde foi fascinado por ver que &eacute; &ldquo;poss&iacute;vel acolher bem com t&atilde;o pouco&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Lembro-me que isso me marcou, a simplicidade do acolhimento, o copo de pl&aacute;stico, a colher que serve de faca e de garfo&rdquo;, recorda, falando ainda da &ldquo;beleza da ora&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Este jovem interrompeu mesmo os seus estudos, em 1997, para fazer um &ldquo;discernimento mais s&eacute;rio&rdquo;, junto da comunidade.<\/p>\n<p>Como volunt&aacute;rio, fez uma experi&ecirc;ncia de &ldquo;servi&ccedil;o&rdquo; que n&atilde;o chegou a um ano, para depois tomar mesmo o h&aacute;bito, durante quatro anos na localidade de Taiz&eacute; e um ano na fraternidade do Bangladesh.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitos jovens portugueses viveram e ficaram marcados pela experi&ecirc;ncia de passar alguns dias na comunidade ecum&eacute;nica de Taiz&eacute;, na pequena localidade francesa que lhe d&aacute; o nome, fundada h&aacute; 70 anos pelo irm&atilde;o Roger. 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