{"id":46784,"date":"2010-08-16T11:55:36","date_gmt":"2010-08-16T11:55:36","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/08\/16\/homilia-do-bispo-do-funchal-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte\/"},"modified":"2010-08-16T11:55:36","modified_gmt":"2010-08-16T11:55:36","slug":"homilia-do-bispo-do-funchal-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-funchal-na-solenidade-de-nossa-senhora-do-monte\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo do Funchal na Solenidade de Nossa Senhora do Monte"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><strong>Homilia de D. Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal,<br \/><\/strong><strong>na Solenidade de Nossa Senhora do Monte,<br \/><\/strong><strong>Padroeira da Cidade do Funchal e de toda a Diocese<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"><strong>Maria-M&atilde;e, sinal de consola&ccedil;&atilde;o e esperan&ccedil;a!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Igreja Diocesana da Madeira e do Porto Santo une-se &agrave; Igreja Universal, celebrando com grande alegria, gratid&atilde;o e piedade mariana, a secular solenidade de Nossa Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o, aqui invocada como Senhora do Monte.&nbsp;<\/p>\n<p>Padroeira da cidade do Funchal e de toda a Diocese tem, no cimo da montanha, esta igreja que lhe &eacute; dedicada. Daqui a Senhora do Monte inclina-se sobre a ba&iacute;a do Funchal, num gesto de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o materna para com o bom povo que a invoca nas suas dificuldades e lhe dedica um verdadeiro e profundo amor filial. No dia 15 de Agosto, todos os caminhos v&ecirc;m dar ao Monte!<\/p>\n<p>Congregando pessoas de toda a Ilha, das comunidades emigrantes espalhadas pelo mundo e muitos turistas, que hoje, aqui, se re&uacute;nem e veneram a Padroeira na sua pequenina imagem, esta festa &eacute; uma refer&ecirc;ncia importante para os filhos desta terra e um espa&ccedil;o privilegiado para celebrarmos as maravilhas, que Deus realizou em Maria de Nazar&eacute;.<\/p>\n<p>Como sabemos, o culto a Nossa Senhora do Monte foi tamb&eacute;m largamente difundido e promovido pelos nossos emigrantes nas terras de emigra&ccedil;&atilde;o. Foram muitos aqueles que, com l&aacute;grimas nos olhos e o cora&ccedil;&atilde;o cheio de saudades, antes de embarcarem para novas terras, subiam a longa escadaria do Monte e ajoelhavam junto da Santa M&atilde;e de Deus, implorando as suas b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e gra&ccedil;as. E s&atilde;o muitos aqueles que aqui tornam, agradecidos, sempre que a vida o proporciona.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Participante da gl&oacute;ria do Ressuscitado<\/strong><\/p>\n<p>A celebra&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica de Nossa Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das mais antigas festas marianas. Na verdade, a Igreja sempre acreditou e defendeu, que, ap&oacute;s a morte, a Bem-Aventurada Virgem Maria subiu &agrave; gl&oacute;ria do c&eacute;u em corpo e alma, mas s&oacute; em 1950 o Papa Pio XII proclamou a Assun&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora, como dogma de f&eacute;: a Santa M&atilde;e de Deus, a Arca da Nova Alian&ccedil;a, intimamente associada ao sofrimento e &agrave; morte de Cristo, foi tamb&eacute;m e, desde logo, associada &agrave; Sua gloriosa Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Na nossa Diocese, por&eacute;m, j&aacute; no dia 25 de Maio de 1918, a Madre Virg&iacute;nia Brites da Paix&atilde;o havia comunicado, como recebida de Jesus, a seguinte mensagem: &ldquo;assim como foi proclamado dogma de f&eacute; a Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o, assim dever&aacute; ser proclamado dogma de f&eacute;, em todo o orbe cat&oacute;lico, a sua gloriosa Assun&ccedil;&atilde;o ao c&eacute;u&rdquo;.<\/p>\n<p>E foi por isso que a humilde Clarissa, em obedi&ecirc;ncia ao seu confessor e com o conhecimento do ent&atilde;o Bispo da Diocese, D. Ant&oacute;nio Manuel Pereira Ribeiro, escreveu ao Santo Padre Bento XV, formulando o pedido do reconhecimento e proclama&ccedil;&atilde;o solene, por parte da Igreja, desse singular privil&eacute;gio da gloriosa Assun&ccedil;&atilde;o da Virgem Maria ao C&eacute;u, em corpo e alma.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sinal de consola&ccedil;&atilde;o e esperan&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p>A riqueza da mensagem lit&uacute;rgica, que a Igreja nos prop&otilde;e para este dia, introduz-nos no dinamismo e contempla&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a da vida eterna, a Vida plena em Deus, ap&oacute;s a morte. Na Virgem cheia de Gra&ccedil;a, o Verbo Eterno do Pai, Cristo Jesus, fez-se Carne e habitou entre n&oacute;s. Sua M&atilde;e Imaculada, concebida sem pecado original, n&atilde;o podia, por isso, segundo a f&eacute; da Igreja, estar sujeita &agrave; corrup&ccedil;&atilde;o da morte.<\/p>\n<p>Num dos seus serm&otilde;es, S. Jo&atilde;o Damasceno, monge e grande te&oacute;logo do s&eacute;c. VIII, ilustre doutor da Igreja, convida todas as criaturas e na&ccedil;&otilde;es a &ldquo;aplaudir e a celebrar a M&atilde;e de Deus&rdquo; e, referindo-se &agrave; sua morte, afirma: &ldquo;Ela, que gerou o destruidor da morte, (&hellip;) v&ecirc; aproximar-se sem temor, esta partida luminosa, cheia de vida e de santidade&rdquo;. Maria, a M&atilde;e do Verbo Encarnado, subiu ao c&eacute;u em corpo e alma e vive para sempre na gl&oacute;ria da Sant&iacute;ssima Trindade!<\/p>\n<p>O texto do Apocalipse, na primeira leitura, enaltece a formosura singular da &ldquo;Mulher revestida de sol com a lua debaixo dos p&eacute;s e uma coroa de doze estrelas na cabe&ccedil;a&rdquo; (Ap 12,1). &ldquo;Este sinal grandioso&rdquo; &eacute; Maria, a excelsa figura da Igreja, que depois dos sofrimentos e lutas desta vida, &eacute; revestida da Luz do Ressuscitado, com toda a beleza e esplendor. Nossa Senhora da Assun&ccedil;&atilde;o &eacute;, para cada um de n&oacute;s, sinal preclaro de consola&ccedil;&atilde;o e esperan&ccedil;a no nosso peregrinar neste mundo.<\/p>\n<p>Na segunda leitura (2Cor 15, 20-27), S. Paulo sublinha o mist&eacute;rio admir&aacute;vel da Ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo, &ldquo;pois se em Ad&atilde;o todos morremos, assim tamb&eacute;m em Cristo todos ser&atilde;o restitu&iacute;dos &agrave; vida&rdquo; (1Cor 15, 22). A Virgem Maria foi a primeira a participar desta vit&oacute;ria sobre a dor e a morte, como prim&iacute;cias de esperan&ccedil;a para todos os baptizados em Cristo. Criados &agrave; imagem e semelhan&ccedil;a de Deus, o homem e a mulher s&atilde;o chamados a viver eternamente com Ele.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Modelo de f&eacute; e de amor a Cristo <\/strong><\/p>\n<p>Se a Igreja convida os crentes a contemplar Maria na gl&oacute;ria do C&eacute;u, ela tamb&eacute;m os convida a imitar as suas sublimes virtudes, como modelo de f&eacute; e de amor a Cristo e aos irm&atilde;os.<\/p>\n<p>Na sugestiva e bel&iacute;ssima p&aacute;gina do Evangelho de S. Lucas (1,39-56), escut&aacute;mos e acompanh&aacute;mos a jovem Maria de Nazar&eacute;, que sobe apressadamente a montanha da Judeia para ajudar sua prima Isabel, que estava gr&aacute;vida. O &ldquo;Sim&rdquo; incondicional de Maria a Deus, face ao admir&aacute;vel mist&eacute;rio do Verbo Encarnado, abre-lhe um horizonte imprevis&iacute;vel de total doa&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;o aos outros. A sua f&eacute; profunda e viva &eacute; din&acirc;mica: cheia de amor e de alegria corre a visitar e a ajudar Isabel.<\/p>\n<p>O encontro feliz entre as duas m&atilde;es ficou c&eacute;lebre na Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o. Maria e Isabel irrompem em c&acirc;nticos de louvor. &Eacute; a festa do Amor e da Alegria, porque Aquele que &eacute; a Vida e a Luz do mundo, est&aacute; a chegar! Mist&eacute;rio admir&aacute;vel do Amor surpreendente de Deus, que as m&atilde;es celebram, agradecidas!<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Na escola de Maria<\/strong><\/p>\n<p>Caros diocesanos: hoje, subimos ao Monte na companhia de Nossa Senhora, para celebramos juntos as maravilhas e os louvores do nosso Deus. Deixemo-nos contagiar pela alegria, bondade e esp&iacute;rito de servi&ccedil;o da nossa M&atilde;e. Com Maria cantamos o &ldquo;Magnificat&rdquo;, o belo C&acirc;ntico de Amor e de Louvor, que perpetua as maravilhas de Deus realizadas nos cora&ccedil;&otilde;es simples e humildes. Maria &eacute;, para todos n&oacute;s, perfeito modelo de f&eacute;, obedi&ecirc;ncia e amor; ela &eacute; a mais fiel disc&iacute;pula de Cristo.<\/p>\n<p>Na escola de Maria aprendemos que a verdadeira beleza nasce de um cora&ccedil;&atilde;o puro, dispon&iacute;vel, aberto &agrave; plenitude de Vida em Deus. Nos nossos dias, com tantas solicita&ccedil;&otilde;es e propostas no dom&iacute;nio dos bens materiais, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil manter viva esta atitude de abertura aos valores espirituais e sobrenaturais, n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil assumir os valores da f&eacute;: esquecem-se, muitas vezes, os mais altos ideais do Evangelho, que &eacute;, para os crist&atilde;os, a fonte da aut&ecirc;ntica sabedoria que liberta e salva.<\/p>\n<p>Ningu&eacute;m duvida de que a nossa sociedade est&aacute; carente de valores. Imp&otilde;e-se, por isso, cada vez mais, como necessidade priorit&aacute;ria, uma ac&ccedil;&atilde;o convergente dos diversos respons&aacute;veis e elementos educativos, num projecto humanista comum, norteado pelos grandes princ&iacute;pios da Declara&ccedil;&atilde;o Universal dos Direitos do Homem e outras Conven&ccedil;&otilde;es Complementares, cujos valores muito devem ao Humanismo Crist&atilde;o, que est&aacute; na ra&iacute;z e constitui refer&ecirc;ncia fundamental para a nossa cultura.<\/p>\n<p>Perante a vaga de inc&ecirc;ndios dos &uacute;ltimos dias, n&atilde;o posso deixar de manifestar a mais profunda solidariedade a quantos sofreram, de algum modo, momentos de grande ang&uacute;stia e afli&ccedil;&atilde;o ou perderam os seus bens. E gostava de deixar, tamb&eacute;m, um forte apelo &agrave; consci&ecirc;ncia e ao cora&ccedil;&atilde;o de todos, para que se evitem, talvez com maior aten&ccedil;&atilde;o e cuidado, situa&ccedil;&otilde;es de sofrimento desnecess&aacute;rio e de destrui&ccedil;&atilde;o do ambiente, que &eacute; o nosso habitat e patrim&oacute;nio comum. Em situa&ccedil;&otilde;es desta natureza, afinal, todos sofremos e todos ficamos mais pobres.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>A nossa gratid&atilde;o filial<\/strong><\/p>\n<p>Aqui, neste santu&aacute;rio da Senhora do Monte, temos diante de n&oacute;s o crucifixo e a imagem da Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o da Capela das Babosas, salvos de forma quase inexplic&aacute;vel, no passado dia 20 de Fevereiro, ficando para n&oacute;s como sinal de consola&ccedil;&atilde;o e de esperan&ccedil;a.<\/p>\n<p>Muitos s&atilde;o os pedidos, chegados &agrave; Par&oacute;quia do Monte e &agrave; Diocese, para que n&atilde;o tarde a reconstru&ccedil;&atilde;o daquela Capela, n&atilde;o s&oacute; pelo seu significado origin&aacute;rio de fazer mem&oacute;ria dos 50 anos do Dogma da Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m, nas presentes circunst&acirc;ncias, como sinal da protec&ccedil;&atilde;o de Maria-M&atilde;e, que na sua imagem quis ficar junto dos seus filhos, em momento t&atilde;o doloroso.<\/p>\n<p>&Eacute;, pois, com grande alegria, que vos comunico que estamos a envidar todos os esfor&ccedil;os para que, em breve, estejam conclu&iacute;dos alguns estudos pr&eacute;vios e seja iniciado o processo de concurso, de modo que a obra possa avan&ccedil;ar da melhor forma. Estou certo de que n&atilde;o faltar&atilde;o o interesse, o est&iacute;mulo e ajuda dos muitos devotos de Nossa Senhora.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>O C&eacute;u tem um cora&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>Caros diocesanos: confiai &agrave; Senhora do Monte os vossos problemas, dificuldades, sofrimentos e alegrias. &Agrave; semelhan&ccedil;a de Isabel, recebei jubilosamente Maria nas vossas vidas e nas vossas casas. Que todos os filhos e filhas desta terra, tamb&eacute;m das nossas comunidades emigrantes, que nos acompanham pela RTP, sintam a presen&ccedil;a e o carinho de Nossa Senhora do Monte. Com Maria chega sempre a esperan&ccedil;a, a consola&ccedil;&atilde;o e a alegria!<\/p>\n<p>E a terminar, partilho convosco uma express&atilde;o feliz do Papa Bento XVI, numa homilia sobre a solenidade da Assun&ccedil;&atilde;o: &ldquo;No c&eacute;u temos uma M&atilde;e. O c&eacute;u est&aacute; aberto, o c&eacute;u tem um cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Como &eacute; belo ter uma M&atilde;e no c&eacute;u, que vela constantemente por n&oacute;s! A M&atilde;e nunca se cansa de amar, de estar vigilante e de esperar! A ela dirigimos, agora, unidos e solid&aacute;rios, a nossa prece:<\/p>\n<p>Senhora do Monte, Maria-M&atilde;e, protege a nossa Diocese e a Madeira; sois nossa M&atilde;e e nossa Padroeira! Envolve-nos na luz do teu olhar de Paz, no abra&ccedil;o materno que fortalece e satisfaz. Aben&ccedil;oa o nosso povo, os nossos emigrantes. Toma-nos pela m&atilde;o, caminhamos juntos, &oacute; M&atilde;e, ao ritmo do teu Cora&ccedil;&atilde;o!<\/p>\n<p>Senhora do Monte, nossa Padroeira, rogai por n&oacute;s!<\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<p><em>Funchal, 15 de Agosto de 2010<\/em><\/p>\n<p>&dagger; Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. 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