{"id":46396,"date":"2010-07-17T09:59:59","date_gmt":"2010-07-17T09:59:59","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/07\/17\/caminho-portugues-de-santiago-candidato-a-patrimonio-da-humanidade\/"},"modified":"2010-07-17T09:59:59","modified_gmt":"2010-07-17T09:59:59","slug":"caminho-portugues-de-santiago-candidato-a-patrimonio-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/caminho-portugues-de-santiago-candidato-a-patrimonio-da-humanidade\/","title":{"rendered":"Caminho portugu\u00eas de Santiago candidato a Patrim\u00f3nio da Humanidade"},"content":{"rendered":"<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Espa&ccedil;o Jacobeus (AEJ) est&aacute; a trabalhar, junto da UNESCO, no sentido de classificar os caminhos portugueses de Santiago de Compostela como patrim&oacute;nio da humanidade. &ldquo;J&aacute; houve uma reuni&atilde;o com a UNESCO, que recebeu bem a ideia. Estamos a trabalhar para conseguir esta classifica&ccedil;&atilde;o em 2021&rdquo;, afirmou Amaro Franco, acrescentando que pretende, ainda, a classifica&ccedil;&atilde;o do percurso pelo Instituto de Gest&atilde;o do Patrim&oacute;nio Arquitet&oacute;nico e Arqueol&oacute;gico (Igespar). <\/p>\n<p>Os Caminhos de Santiago s&atilde;o uma rota de peregrina&ccedil;&atilde;o europeia, criada a partir do s&eacute;culo IX como forma de afirma&ccedil;&atilde;o da f&eacute; cat&oacute;lica e de devo&ccedil;&atilde;o ao ap&oacute;stolo S. Tiago, cujo t&uacute;mulo foi encontrado naquela que &eacute; hoje a cidade de Santiago de Compostela. <\/p>\n<p>A parte espanhola e francesa do Caminho j&aacute; foi considerada Patrim&oacute;nio da Humanidade (em 1993 e 1998, respectivamente), mas a parte portuguesa do percurso ficou de parte. Agora, a AEJ, criada em 2004, tem-se empenhado em melhorar os trajectos, que n&atilde;o t&ecirc;m nenhuma entidade oficialmente respons&aacute;vel por eles (em Espanha, a Sociedade de Gest&atilde;o do Plano Xacobeu tem a cargo a recupera&ccedil;&atilde;o das rotas e do patrim&oacute;nio dos Caminhos de Santiago). <\/p>\n<p>&ldquo;Oficialmente, ningu&eacute;m &eacute; respons&aacute;vel pelo caminho portugu&ecirc;s. A C&acirc;mara de Barcelos fez recentemente um protocolo com uma associa&ccedil;&atilde;o local, para limpeza e remarca&ccedil;&atilde;o da sinaliza&ccedil;&atilde;o. A AEJ reabriu o caminho da costa e, duas vezes por ano, os nossos volunt&aacute;rios v&atilde;o ao caminho ver se est&aacute; tudo em ordem&rdquo;, descreve Amaro Franco. <\/p>\n<p>O respons&aacute;vel explica que existem outras associa&ccedil;&otilde;es que ficam atentas a problemas nos caminhos e que o trabalho de os resolver se vai fazendo, com a ajuda de autarquias locais. <\/p>\n<p>&ldquo;Fomos alertados para o encerramento de uma passagem de n&iacute;vel em Oliveira de Azem&eacute;is. A passagem foi fechada com blocos e isso fecha o Caminho. J&aacute; alert&aacute;mos as autoridades, explicando que, sem marca&ccedil;&atilde;o alternativa, o peregrino n&atilde;o sabe como retomar o caminho&rdquo;, refere o presidente da AEJ. <\/p>\n<p>Amaro Franco nota, ainda, que a AEJ est&aacute; a &ldquo;trabalhar com v&aacute;rias C&acirc;maras&rdquo; na elabora&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;manual para a abertura e sinaliza&ccedil;&atilde;o de itiner&aacute;rios de peregrina&ccedil;&atilde;o a Santiago e F&aacute;tima&rdquo;. A instala&ccedil;&atilde;o de albergues de peregrinos nos caminhos portugueses tamb&eacute;m tem ajudado a melhorar a rota nacional. O primeiro albergue portugu&ecirc;s surgiu em 2004. Actualmente existem &ldquo;cinco ou seis&rdquo;, pelas contas de Amaro Franco, que nota que &ldquo;s&atilde;o iniciativas de autarquias locais&rdquo; &#8211; Barcelos, Paredes de Coura, Valen&ccedil;a e S. Pedro de Rates, por exemplo. A AEJ tem em vista a abertura de mais dois albergues.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Espa&ccedil;o Jacobeus (AEJ) est&aacute; a trabalhar, junto da UNESCO, no sentido de classificar os caminhos portugueses de Santiago de Compostela como patrim&oacute;nio da humanidade. &ldquo;J&aacute; houve uma reuni&atilde;o com a UNESCO, que recebeu bem a ideia. 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