{"id":46324,"date":"2010-07-13T13:02:33","date_gmt":"2010-07-13T13:02:33","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/07\/13\/sao-vicente-de-fora-na-historia\/"},"modified":"2010-07-13T13:02:33","modified_gmt":"2010-07-13T13:02:33","slug":"sao-vicente-de-fora-na-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/sao-vicente-de-fora-na-historia\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Vicente de Fora na Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>Documentos do Arquivo Hist\u00f3rico do Patriarcado de Lisboa <!--more--> <\/p>\n<p>O Patriarcado de Lisboa, n&atilde;o obstante as vicissitudes hist&oacute;ricas que afectaram o patrim&oacute;nio documental da Igreja, conserva nos seus arquivos documenta&ccedil;&atilde;o significativa respeitante &agrave; hist&oacute;ria e quotidiano do Mosteiro de S&atilde;o Vicente de Fora, actual sede da C&uacute;ria Diocesana.<\/p>\n<p>Desde o passado m&ecirc;s de Maio que est&aacute; aberta ao p&uacute;blico no mosteiro uma exposi&ccedil;&atilde;o documental, ilustrativa de alguns aspectos da vida e quotidiano deste cen&oacute;bio, um edif&iacute;cio que, nas palavras de Norberto de Ara&uacute;jo, &eacute; &laquo;cheio de car&aacute;cter art&iacute;stico, cheio de pensamento pol&iacute;tico e religioso, e imbu&iacute;do na cor e nas ideias de s&eacute;culos sucessivos, [e que] possui em alto grau a faculdade de arrebatar a nossa alma para cogita&ccedil;&otilde;es sublimes&raquo;.<\/p>\n<p>A mostra documental, sem pretender ilustrar a cronologia do edif&iacute;cio, mas t&atilde;o-somente destacar a exist&ecirc;ncia de documenta&ccedil;&atilde;o relativa ao mesmo e na posse da Igreja, &eacute; uma produ&ccedil;&atilde;o do Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa, integrada num leque mais vasto de actividades,Percurso Expositivo<\/p>\n<p><strong>1&ordf; Parte<br \/>S&atilde;o Vicente de Fora na Hist&oacute;ria &ndash; Documentos do A.H.P.L.<\/p>\n<p><\/strong>Cinco n&uacute;cleos expositivos exibem importantes testemunhos documentais para a leitura do espa&ccedil;o e das suas muta&ccedil;&otilde;es num quadro temporal que medeia o ano de 1654 e a primeira metade do s&eacute;c. XX.&nbsp;<\/p>\n<p><em>N&uacute;cleo 1 &ndash; A Freguesia de S&atilde;o Vicente de Fora<br \/><\/em>A freguesia, mais tarde denominada par&oacute;quia, era uma institui&ccedil;&atilde;o associada ao exerc&iacute;cio do culto num determinado territ&oacute;rio em que os indiv&iacute;duos estavam sujeito &agrave; mesma autoridade eclesi&aacute;stica. A par&oacute;quia de S&atilde;o Vicente de Fora, institu&iacute;da ap&oacute;s a conquista de Lisboa (1147) no mosteiro mandado edificar por D. Afonso Henriques viu no s&eacute;c. XVI ser lan&ccedil;ada a primeira pedra da reconstru&ccedil;&atilde;o do templo que seria inaugurado em 1605. Os &laquo;r&oacute;is de confessados&raquo; expostos, importante fonte para a caracteriza&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica e sociol&oacute;gica das freguesias, destinavam-se ao controlo anual dos paroquianos no que respeita ao cumprimento dos sacramentos da confiss&atilde;o e comunh&atilde;o por ocasi&atilde;o da Quaresma. &laquo;As visita&ccedil;&otilde;es, ou visitas pastorais&raquo;, s&atilde;o um mecanismo de fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos prelados &agrave;s par&oacute;quias sob a sua jurisdi&ccedil;&atilde;o. Nos livros das devassas expostos podemos recolher aspectos relevantes acerca dos comportamentos diferenciados das popula&ccedil;&otilde;es que eram sujeitas &agrave; visita.<\/p>\n<p><em>N&uacute;cleo 2 &#8211; O Mosteiro de S&atilde;o Vicente de Fora e os C&oacute;negos Regrantes de Santo Agostinho<br \/><\/em>Em 1771, os C&oacute;negos Regrantes de Santo Agostinho s&atilde;o transferidos para o Real Convento de Mafra para instala&ccedil;&atilde;o da Patriarcal em S&atilde;o Vicente de Fora. Em 1792, por ordem do pr&iacute;ncipe regente D. Jo&atilde;o e com a patriarcal integrada na capela real do Pa&ccedil;o da Ajuda, recolhem novamente a S&atilde;o Vicente de Fora onde permanecem at&eacute; 1833. Neste per&iacute;odo, a actua&ccedil;&atilde;o dos religiosos exerce-se essencialmente ao n&iacute;vel da evangeliza&ccedil;&atilde;o, da educa&ccedil;&atilde;o e da assist&ecirc;ncia, como nos testemunha o &laquo;Livro dos Assentos das Determina&ccedil;&otilde;es dos Cap&iacute;tulos do Convento.&raquo;<\/p>\n<p>Em 1833, por ordem de D. Pedro IV, os c&oacute;negos regrantes voltam para Mafra. A &uacute;ltima acta exarada no Mosteiro de S&atilde;o Vicente de Fora data de 7 de Novembro de 1833.<\/p>\n<p><em>N&uacute;cleo 3 &ndash; Da expuls&atilde;o dos C&oacute;negos Regrantes ao Pa&ccedil;o e C&uacute;ria Patriarcal<br \/><\/em>A entrega do cen&oacute;bio dos c&oacute;negos regrantes de Santo Agostinho ao Patriarcado de Lisboa fez-se por decreto de D. Pedro IV, datado de 21 de Janeiro de 1834.<br \/><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" style=\"float: left; -ms-interpolation-mode: nearest-neighbor; margin-left: 10px; margin-right: 10px;\" src=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/imgs\/bo\/sao_vicente_fora_historia2.jpg\" alt=\"Exposi&ccedil;&atilde;o\" width=\"250\" height=\"443\" \/><br \/>D. Frei Patr&iacute;cio da Silva foi o primeiro patriarca a habitar o Pa&ccedil;o de S&atilde;o Vicente de Fora, transferindo-se para a&iacute; os servi&ccedil;os da C&acirc;mara e C&uacute;ria Patriarcal.<\/p>\n<p>De 1838 a 1853 o Mosteiro &eacute; o &uacute;nico p&oacute;lo de forma&ccedil;&atilde;o sacerdotal da diocese de Lisboa.<\/p>\n<p>Por motivos de obras na S&eacute; de Lisboa, entre 1858 e 1863, esteve ali instalada a c&aacute;tedra patriarcal.<\/p>\n<p>Nos anos de 1896-1905, por iniciativa do Cardeal Patriarca D. Jos&eacute; Neto, funcionou em S&atilde;o Vicente um novo semin&aacute;rio de preparat&oacute;rios, denominado &ldquo;Pequeno Semin&aacute;rio de Jesus, Maria e Jos&eacute;&rdquo;, destinado &agrave; educa&ccedil;&atilde;o de meninos pobres do Patriarcado que se dispusessem ao estudo eclesi&aacute;stico.<\/p>\n<p>O Pante&atilde;o Real da Dinastia de Bragan&ccedil;a marcou profundamente o dinamismo do mosteiro. Os Patriarcas de Lisboa, os guarda-mors do pante&atilde;o r&eacute;gio, demonstraram zelo e cuidado pelo espa&ccedil;o, como nos atestam v&aacute;rios documentos.<\/p>\n<p><em>N&uacute;cleo 4 &ndash; As Irmandades em S&atilde;o Vicente de Fora<br \/><\/em>As Irmandades, associa&ccedil;&otilde;es de fi&eacute;is leigos, s&atilde;o constitu&iacute;das organicamente com a finalidade de promoverem o culto p&uacute;blico ao santo patrono e praticarem a caridade. S&atilde;o, por excel&ecirc;ncia, meios fundamentais para a conserva&ccedil;&atilde;o e difus&atilde;o de determinada devo&ccedil;&atilde;o no seio de grandes freguesias. A par&oacute;quia de S&atilde;o Vicente de Fora &eacute; propriet&aacute;ria de um relevante esp&oacute;lio documental de irmandades, depositado no A.H.P.L., de que destacamos documenta&ccedil;&atilde;o da Irmandade do Sant&iacute;ssimo Sacramento e a de Nossa Senhora da Concei&ccedil;&atilde;o da Enfermaria.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><em>N&uacute;cleo 5 &ndash; A Par&oacute;quia de S&atilde;o Vicente de Fora na primeira metade do s&eacute;c. XX<br \/><\/em>Na sequ&ecirc;ncia do regic&iacute;dio de 1 de Fevereiro de 1908, os of&iacute;cios f&uacute;nebres marcaram o quotidiano do mosteiro. Os jornais di&aacute;rios apontaram entre 20 a 40 mil o n&uacute;mero de pessoas que aflu&iacute;ram a S&atilde;o Vicente nos dias seguintes para ver os despojos de D. Carlos e do pr&iacute;ncipe Lu&iacute;s Filipe.<\/p>\n<p>Com a implanta&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica e a promulga&ccedil;&atilde;o da lei da Separa&ccedil;&atilde;o de 20 de Abril de 1911, D. Ant&oacute;nio Mendes Belo &eacute; votado ao ex&iacute;lio em Dezembro do mesmo ano, perdendo o direito de resid&ecirc;ncia. A 1 de Janeiro de 1912 acorreram a S&atilde;o Vicente cerca de seis mil pessoas para saudar o bispo antes da sua partida para Gouveia.<\/p>\n<p>Posteriormente, a maioria dos espa&ccedil;os foram ocupados pelo Liceu Gil Vicente e por diversas reparti&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas. S&oacute; seriam devolvidos ao Patriarcado de Lisboa, para usufruto, por portaria de 14 de Maio de 1940.<\/p>\n<p>O s&eacute;culo XX &eacute; um per&iacute;odo de profundas interven&ccedil;&otilde;es nos pante&otilde;es da dinastia de Bragan&ccedil;a. A 2 de Fevereiro de 1932, uma comiss&atilde;o particular inicia uma campanha de interven&ccedil;&atilde;o, cujas obras a Direc&ccedil;&atilde;o Geral de Edif&iacute;cios e Monumentos Nacionais (DGEMN) tomaria a seu cargo.<\/p>\n<p>O dinamismo religioso do mosteiro foi assegurado pela par&oacute;quia. Monsenhor Esteves, p&aacute;roco de 1900 a 1959, marcou profundamente a freguesia. Precursor do apostolado social e catequ&eacute;tico, desenvolveu trabalho not&aacute;vel nas &aacute;reas da educa&ccedil;&atilde;o liter&aacute;ria e religiosa, sendo igualmente produtor de um relevante esp&oacute;lio fotogr&aacute;fico fundamental para a caracteriza&ccedil;&atilde;o do quotidiano na primeira metade do s&eacute;c. XX, e a partir do qual apresentamos um pequeno filme com cenas do quotidiano na primeira metade do s&eacute;c. XX.<\/p>\n<p><strong>2&ordf; Parte<br \/>Santo Agostinho, S&atilde;o Sebasti&atilde;o e S&atilde;o Vicente. Uma trilogia hagiol&oacute;gica<\/p>\n<p><\/strong>A segunda parte da exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; votada aos modelos hagiogr&aacute;ficos que marcaram a espiritualidade dos que habitaram o mosteiro e o programa iconogr&aacute;fico da sua constru&ccedil;&atilde;o.<br \/><img decoding=\"async\" style=\"float: right; -ms-interpolation-mode: nearest-neighbor; margin-left: 10px; margin-right: 10px;\" src=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/imgs\/bo\/sao_vicente_fora_historia1.jpg\" alt=\"S. Vicente\" width=\"250\" height=\"377\" \/><br \/><strong>Santo Agostinho<\/strong> &ndash; Um dos quatro doutores da Igreja Latina, &eacute; o patrono dos C&oacute;negos Regrantes de Santo Agostinho, que habitaram o mosteiro entre os s&eacute;cs. XII e XIX. &Eacute; iconograficamente representado como monge agostinho, envergando um cinto de couro e nas m&atilde;os o cora&ccedil;&atilde;o inflamado, trespassado por flechas, numa pe&ccedil;a proveniente da par&oacute;quia de Santo Agostinho de Marvila, Lisboa, e como bispo numa pintura sobre madeira, do in&iacute;cio do s&eacute;c. XVII, da autoria de Belchior de Matos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p><strong>S&atilde;o Sebasti&atilde;o<\/strong> &ndash; protector contra as pestes, gozava de importante devo&ccedil;&atilde;o na cidade de Lisboa. Confrade contempor&acirc;neo de S&atilde;o Vicente teve culto unido no Mosteiro de S&atilde;o Vicente de Fora a partir do s&eacute;c. XVI. &Eacute; representando amarrado a um tronco de &aacute;rvore e cravado de flechas, numa pe&ccedil;a do s&eacute;c. XVII proveniente da par&oacute;quia de Santa Catarina, Lisboa. As setas cruzadas, emblema de S&atilde;o Sebasti&atilde;o, por vezes entrela&ccedil;adas em palmas, s&atilde;o recorrentes no programa iconogr&aacute;fico do Mosteiro.<\/p>\n<p><strong>S&atilde;o Vicente<\/strong> &ndash; Di&aacute;cono e m&aacute;rtir, padroeiro da diocese e cidade de Lisboa. A associa&ccedil;&atilde;o do culto ao mosteiro surge logo ap&oacute;s a conquista de Lisboa aos Mouros em 1147, tendo D. Afonso Henriques, seu grande devoto, dado a invoca&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Vicente ao templo medieval que manda erigir perto do local onde estaciona as suas tropas. S&atilde;o seus atributos habituais a palma, o evangeli&aacute;rio, a dalm&aacute;tica vermelha, a caravela e o corvo, conforme se pode Observar numa escultura do s&eacute;c. XVII, proveniente da S&eacute; de Lisboa.<\/p>\n<p>Hor&aacute;rios de visita:<br \/>Ter&ccedil;a-feira a Domingo &ndash; 10:00 &agrave;s 17:30<br \/>Local: Mosteiro de S&atilde;o Vicente de Fora<\/p>\n<p><em>Ricardo Aniceto<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Documentos do Arquivo Hist\u00f3rico do Patriarcado de Lisboa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[168,172,199,91,294],"class_list":["post-46324","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-braga","tag-espiritualidade","tag-quaresma","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46324","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46324"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46324\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46324"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46324"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}