{"id":44485,"date":"2010-04-05T13:22:48","date_gmt":"2010-04-05T13:22:48","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/04\/05\/bispo-do-algarve-lembra-que-adesao-a-cristo-ressuscitado-tem-de-inspirar-atitudes-quotidianas\/"},"modified":"2010-04-05T13:22:48","modified_gmt":"2010-04-05T13:22:48","slug":"bispo-do-algarve-lembra-que-adesao-a-cristo-ressuscitado-tem-de-inspirar-atitudes-quotidianas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bispo-do-algarve-lembra-que-adesao-a-cristo-ressuscitado-tem-de-inspirar-atitudes-quotidianas\/","title":{"rendered":"Bispo do Algarve lembra que ades\u00e3o a Cristo ressuscitado tem de inspirar atitudes quotidianas"},"content":{"rendered":"<p>No Domingo de P&aacute;scoa em que os crist&atilde;os celebraram a ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo, o Bispo do Algarve, apontou as consequ&ecirc;ncias e implica&ccedil;&otilde;es que devem levar a assumir o compromisso de viver de modo mais coerente e permanente essa realidade.<\/p>\n<p>Na Eucaristia a que presidiu na S&eacute; Catedral de Faro, D. Manuel Quintas come&ccedil;ou por &ldquo;dar gra&ccedil;as a Deus&rdquo; pela meia centena de adultos das par&oacute;quias do Algarve que recebeu na noite anterior os sacramentos da inicia&ccedil;&atilde;o crist&atilde;.<\/p>\n<p>O prelado, depois de apresentar as boas-vindas &agrave;queles que escolheram o Algarve para passar alguns dias de descanso neste tempo pascal e se associaram &agrave;s celebra&ccedil;&otilde;es realizadas na regi&atilde;o e de fazer a aspers&atilde;o da assembleia com a &aacute;gua benzida na Vig&iacute;lia Pascal da v&eacute;spera, iniciou a sua homilia explicando que &ldquo;celebrar a P&aacute;scoa &eacute; deixar-se contagiar pela alegria que inundou o cora&ccedil;&atilde;o dos disc&iacute;pulos de Jesus na manh&atilde; daquele primeiro dia da semana&rdquo;. Na sua interven&ccedil;&atilde;o marcada por duas palavras &ndash; alegria e esperan&ccedil;a &ndash; o Bispo diocesano explicou que ambos os termos se justificam porque a ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo &eacute; &ldquo;garantia da nossa pr&oacute;pria ressurrei&ccedil;&atilde;o&rdquo;. &ldquo;&Eacute; toda a humanidade que, com Ele, participa na sua vit&oacute;ria sobre o pecado e a morte. A sua P&aacute;scoa &eacute; verdadeiramente a nossa P&aacute;scoa&rdquo;, complementou.<\/p>\n<p>D. Manuel Quintas explicou que a luz que brota da ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus, simbolicamente representada pelo c&iacute;rio pascal, &ldquo;ilumina a nossa vida com todas as suas vicissitudes&rdquo;. &ldquo;Deixemo-nos iluminar por esta luz&rdquo;, apelou, lembrando que para al&eacute;m de alegria e esperan&ccedil;a, a P&aacute;scoa &eacute; igualmente a &ldquo;festa das festas&rdquo; porque &eacute; a &ldquo;festa da luz, da vida&rdquo;.<\/p>\n<p>Aos fi&eacute;is presentes, o Bispo do Algarve considerou que &ldquo;o nosso encontro com Cristo ressuscitado &agrave; luz da f&eacute; acontecer&aacute; na medida em que acolhermos a grandeza do amor com que Ele nos amou e deixarmos que a luz e o dinamismo que brotam da sua ressurrei&ccedil;&atilde;o se reflictam na nossa vida e no nosso testemunho crist&atilde;o&rdquo;. &ldquo;A f&eacute; e ades&atilde;o a Cristo ressuscitado t&ecirc;m de inspirar os crit&eacute;rios que determinam as nossas op&ccedil;&otilde;es e atitudes quotidianas&rdquo;, advertiu o prelado.<\/p>\n<p>D. Manuel Quintas lembrou ainda que &ldquo;o crist&atilde;o, inserido no mundo e sem se alhear da miss&atilde;o a que nele &eacute; chamado a desempenhar, n&atilde;o pode perder de vista o fim para que foi criado&rdquo;. &ldquo;Ser baptizado e viver como tal, deve significar para todos morrer para o pecado e renascer para a vida nova que ter&aacute; a sua manifesta&ccedil;&atilde;o plena quando ultrapassarmos pela morte as fronteiras da nossa finitude. Enquanto caminhamos ao encontro desse objectivo &uacute;ltimo, a nossa vida tem de reflectir Cristo e os valores que Ele nos deixou&rdquo;, frisou o Bispo diocesano, apelando aos crist&atilde;os a que revistam da &ldquo;imagem de Cristo&rdquo; de forma que se identifiquem com Ele pelo amor.<\/p>\n<p>A terminar, lembrou que &ldquo;o crist&atilde;o &eacute; aquele que vive com os p&eacute;s bem assentes na terra, colaborando activamente para a humanizar e transformar, mas com a mente e o cora&ccedil;&atilde;o afei&ccedil;oado &agrave;s coisas do alto porque &eacute; l&aacute; que se situa a sua meta definitiva&rdquo;. &ldquo;O mundo de hoje precisa e espera de n&oacute;s, crist&atilde;os, esse testemunho&rdquo;, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Domingo de P&aacute;scoa em que os crist&atilde;os celebraram a ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo, o Bispo do Algarve, apontou as consequ&ecirc;ncias e implica&ccedil;&otilde;es que devem levar a assumir o compromisso de viver de modo mais coerente e permanente essa realidade. 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