{"id":44473,"date":"2010-04-05T11:11:14","date_gmt":"2010-04-05T11:11:14","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/04\/05\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-2\/"},"modified":"2010-04-05T11:11:14","modified_gmt":"2010-04-05T11:11:14","slug":"homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-aveiro-na-missa-crismal-2\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo de Aveiro na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fixar os olhos em Jesus, o nosso Salvador e guia da nossa f&eacute; ( Heb 12,2)<\/strong><\/p>\n<p><strong>1. O Senhor me ungiu e me enviou<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; de olhar voltado para Jesus que nos reunimos, nesta S&eacute; Catedral, na unidade da Igreja diocesana e na comunh&atilde;o do nosso presbit&eacute;rio. &Eacute; de Jesus Cristo que nos vem a gra&ccedil;a e a paz.<\/p>\n<p>Destinam-se a Jesus as palavras da profecia de Isa&iacute;as: &laquo;O Senhor me ungiu e me enviou a anunciar a boa nova aos pobres e a levar-lhe o &oacute;leo da alegria&raquo; (Is 61, 1 ss).<\/p>\n<p>Contemplemos o rosto de Cristo, neste dia da institui&ccedil;&atilde;o do sacerd&oacute;cio e nesta celebra&ccedil;&atilde;o, em rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima com a Ceia do Senhor. Lembro o Papa Jo&atilde;o Paulo II que na Enc&iacute;clica <em>Ecclesia de Eucharistia<\/em> nos dizia: &laquo;Contemplar o rosto de Cristo e contempl&aacute;-lo com Maria &eacute; o programa que propus &agrave; Igreja na aurora do terceiro mil&eacute;nio, convidando-a a fazer-se ao largo no mar da hist&oacute;ria, lan&ccedil;ando-se com entusiasmo na nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&rdquo; (Ec. De Euc. 6).<\/p>\n<p>Mas o nosso olhar s&oacute; se pode voltar para Cristo, porque primeiro o olhar de Deus se voltou para n&oacute;s.<\/p>\n<p>O olhar de Deus, na sua decis&atilde;o de enviar o Filho ao mundo, &eacute; um olhar de amor imenso do Deus Criador que n&atilde;o nos abandona nas horas de ruptura, de fragilidade e de pecado, que nos envia o seu Filho para salvar o g&eacute;nero humano e que segue atentamente a nossa hist&oacute;ria humana.<\/p>\n<p>A consci&ecirc;ncia da miss&atilde;o leva Jesus a abrir o livro do profeta Isa&iacute;as e a proclamar: &ldquo; O Esp&iacute;rito de Deus est&aacute; sobre mim, porque Ele me consagrou para levar a boa nova aos pobres. Ele me enviou a levar a liberdade aos cativos, e a dar a vista aos cegos, reenviando em liberdade os oprimidos e a proclamar um ano de gra&ccedil;a do Senhor&rdquo; ( Lc 4, 18-19).<\/p>\n<p><strong><em>2.Um salvador que convida a trabalhar com Ele<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Contemplando a vida de Jesus, vemos como Jesus convida a &laquo;trabalhar com Ele&raquo;, como escolhe e chama pessoalmente a estar e a viver com Ele.<\/p>\n<p>Assim, aqueles que se sentem seduzidos por este Senhor que perdoa, que cura, que restaura a dignidade, que convoca e que envia, optar&atilde;o por viver e trabalhar com Ele.<\/p>\n<p>Solid&aacute;rios com os mais pobres e com os marginalizados, integrando contempla&ccedil;&atilde;o e ac&ccedil;&atilde;o, em tudo amando e servindo, os disc&iacute;pulos de Jesus transportam as marcas hist&oacute;ricas de cada tempo e procuram responder aos desafios do mundo de hoje, um mundo sempre necessitado de purifica&ccedil;&atilde;o e de salva&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&Eacute; este olhar de Deus que nos ilumina na contempla&ccedil;&atilde;o e no amor da Igreja, mist&eacute;rio de comunh&atilde;o, sacramento de salva&ccedil;&atilde;o e povo sacerdotal. Povo de baptizados, todos com igual dignidade, povo onde e a favor do qual surgem os minist&eacute;rios a que Deus chama cada um de n&oacute;s.<\/p>\n<p>A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o dos santos &Oacute;leos nesta Missa Crismal tem tamb&eacute;m esse sentido de servi&ccedil;o ao povo sacerdotal que &eacute; a Igreja, a cujos sacramentos estes &Oacute;leos santos se destinam.<\/p>\n<p><strong><em>3.O minist&eacute;rio &eacute; um servi&ccedil;o de amor<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O minist&eacute;rio apost&oacute;lico a que Deus nos chama no sacerd&oacute;cio &eacute; um servi&ccedil;o de amor, como j&aacute; o afirmava S. Le&atilde;o Magno. Servi&ccedil;o de amor a Cristo e aos irm&atilde;os. Para isso &eacute; necess&aacute;ria a comunh&atilde;o com o Mestre. H&aacute; que ser disc&iacute;pulos para poder ser ap&oacute;stolos. N&atilde;o se &eacute; sacerdotes sem viver com Cristo, como sarmentos que levam consigo a vigorosa for&ccedil;a da videira a que est&atilde;o indelevelmente unidos.<\/p>\n<p>A op&ccedil;&atilde;o pelo Senhor &eacute; necess&aacute;ria e imprescind&iacute;vel para evangelizar e dar fruto, um fruto que permane&ccedil;a (Jo 15,16). Segundo a mesma l&oacute;gica da miss&atilde;o de Jesus. &ldquo;Como o Pai me enviou tamb&eacute;m eu vos envio a v&oacute;s&rdquo; (Jo 20, 21).<\/p>\n<p>Acompanha-nos na vida e no minist&eacute;rio, irm&atilde;os sacerdotes, um Deus presente nos cora&ccedil;&otilde;es de todos os homens e mulheres de boa vontade, onde exista um m&iacute;nimo desejo ou um momento de bem. Anunciamos um Deus que nos pede a santidade, numa rela&ccedil;&atilde;o afectiva e real com Ele. Temos um Pai que nos ama infinitamente.<\/p>\n<p>Diz-nos o Cardeal Carlo Martini que o mundo n&atilde;o se divide entre crentes e n&atilde;o crentes, mas entre gente que procura Deus e gente que se acomoda na indiferen&ccedil;a. &Eacute; neste sentido que surge a ora&ccedil;&atilde;o do centuri&atilde;o: &ldquo;Senhor, eu creio mas aumentai a minha f&eacute;&rdquo; (Mc 9, 24).<\/p>\n<p>Estamos ao servi&ccedil;o de comunidades crist&atilde;s, que se querem comunidades evangelizadas e evangelizadoras. A comunidade continua a ser essencial para a viv&ecirc;ncia da f&eacute; e do minist&eacute;rio. A f&eacute; foi-nos anunciada por algu&eacute;m que j&aacute; a vivia e nos disse palavras que encheram o nosso cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong><em>4.O olhar de Deus sobre o nosso presbit&eacute;rio<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Neste Ano Sacerdotal, que o Santo Padre nos convida a viver, cumpre-nos descobrir o olhar de Deus sobre o nosso Presbit&eacute;rio e a essa luz vivermos a alegria de ser padres nesta Igreja de Aveiro que Deus nos chama a servir. Reconhe&ccedil;o com alegria e gratid&atilde;o que &eacute; grande a vossa abnega&ccedil;&atilde;o e generosidade e exemplar a verdade da vossa vida e o testemunho de entrega &agrave; miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Desejamos ser um presbit&eacute;rio que d&aacute; a Deus o primeiro lugar na vida e na miss&atilde;o, procurando a via espiritual e a familiaridade com Deus como fonte de alegria, de fortaleza e de inspira&ccedil;&atilde;o para viver a paix&atilde;o pelo servi&ccedil;o do mundo.<\/p>\n<p>Queremos viver a fidelidade a Deus com alegria e entusiasmo. A renova&ccedil;&atilde;o das promessas e dos compromissos sacerdotais t&ecirc;m hoje esse sentido diante de Deus e assumem diariamente esse sinal vis&iacute;vel diante da comunidade.<\/p>\n<p>Sentimo-nos humildes e agradecidos como quem busca e trabalha para gl&oacute;ria de Deus e n&atilde;o para a sua pr&oacute;pria glorifica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o esquecemos os benef&iacute;cios recebidos ao longo do tempo nem os testemunhos encontrados em tantos sacerdotes que nos delinearam caminhos e abriram horizontes de vida e de minist&eacute;rio. O exemplo do Santo Cura d&rsquo;Ars, na simplicidade do seu viver e na grandeza do seu servir, multiplica-se e engrandece-se em in&uacute;meros irm&atilde;os nossos que neste setenta e dois anos de vida da nossa Diocese nos mostraram o impressionante caminho de fidelidade e de generosidade.<\/p>\n<p>Somos um presbit&eacute;rio que, pela riqueza das suas origens e pela multiplicidade das suas diversidades, &eacute; chamado a experimentar a raiz comum de confian&ccedil;a entre irm&atilde;os, a viver uma amizade libertadora e a construir uma profunda e espiritual comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>Sempre preocupados com a busca do melhor, a rezar e a acolher que o Esp&iacute;rito suscite em cada momento o que a cada um &eacute; pedido para o bem de todos.<\/p>\n<p>Vimos de origens diversas, servimos em terras diferentes, assumimos responsabilidades variadas, mas tudo unimos na comunh&atilde;o da Igreja e colocamos diariamente no altar da Eucaristia.<\/p>\n<p>Vemos mais longe do que n&oacute;s mesmos e amamos para l&aacute; de todos, porque desvendamos com esperan&ccedil;a o futuro, amamos a Igreja que servimos e damos o tudo da nossa pobreza para que Deus tudo transforme.<\/p>\n<p>Somos um presbit&eacute;rio de cora&ccedil;&atilde;o aberto &agrave;s comunidades, que se comove com os que sofrem, que sabe que na sociedade em que vivemos s&atilde;o mais os &uacute;ltimos do que os primeiros, os que pagam o pre&ccedil;o da crise do que os que a ajudam a resolver e que infelizmente s&atilde;o muitos os ofendidos e os que ofendem.<\/p>\n<p>E a todos estes, sem excep&ccedil;&atilde;o, somos enviados. Somos chamados &agrave; compaix&atilde;o que nos faz clamar em nome da justi&ccedil;a e perdoar em nome da miseric&oacute;rdia.<\/p>\n<p>O segredo da nossa fidelidade e da nossa comunh&atilde;o nunca ser&aacute; apenas fruto do nosso esfor&ccedil;o mas sim da b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o encontrada no jeito pr&oacute;prio da escuta de Deus, na celebra&ccedil;&atilde;o da Eucaristia e no di&aacute;logo fraterno entre n&oacute;s.<\/p>\n<p>O Pentecostes da Igreja n&atilde;o &eacute; um des&iacute;gnio humano mas &eacute; um sinal do mist&eacute;rio do Esp&iacute;rito de Deus que habita por inteiro a sua Igreja, porque &eacute; a sua alma. Viver unidos e em comunh&atilde;o, numa cultura de fragmenta&ccedil;&atilde;o e numa sociedade de competitividade &eacute; j&aacute; de si um sinal do Reino Novo que h&aacute;-de vir.<\/p>\n<p>Demos gra&ccedil;as a Deus pela nossa unidade como Igreja e pela nossa comunh&atilde;o como presbit&eacute;rio.<\/p>\n<p>Queremos acolher o Santo Padre Bento XVI, na sua pr&oacute;xima vinda a Portugal, com afecto agradecido e com presen&ccedil;a expressiva que lhe d&ecirc; coragem e &acirc;nimo nesta hora dolorosa da vida da Igreja.<\/p>\n<p>Acompanham-nos hoje e sempre com dedicado esp&iacute;rito de colabora&ccedil;&atilde;o, de afecto e de ora&ccedil;&atilde;o os di&aacute;conos, as comunidades religiosas, os consagrados (as) e os leigos (as) da nossa Diocese. Demos gra&ccedil;as a Deus.<\/p>\n<p><strong>5. Entre a mem&oacute;ria e a esperan&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p>Esta &eacute; tamb&eacute;m uma hora de mem&oacute;ria e de esperan&ccedil;a. Sa&uacute;do o Padre Jo&atilde;o Manuel Marques Gon&ccedil;alves, o mais novo sacerdote do nosso presbit&eacute;rio, que pela primeira vez participa nesta Missa Crismal como presb&iacute;tero, e sa&uacute;do o Padre V&iacute;tor Espadilha, o &uacute;nico irm&atilde;o sacerdote em jubileu sacerdotal e louvo o Senhor pela sua vida, minist&eacute;rio e generosa doa&ccedil;&atilde;o assim como pela alegria com que vive este momento e envolve as suas comunidades e irm&atilde;os sacerdotes nesta mesma alegria.<\/p>\n<p>O horizonte do nosso presbit&eacute;rio ultrapassa as fronteiras geogr&aacute;ficas da diocese e tem outras margens e fronteiras que s&atilde;o as margens da vanguarda da vida mission&aacute;ria noutras terras e as fronteiras da doen&ccedil;a e da idade na nossa terra. A todos lembramos e a todos queremos fazer presentes.<\/p>\n<p>Recordo os sacerdotes que nos deixaram ao longo do ano: Padres Joaquim Redondo, Jo&atilde;o M&oacute;nica, Valdemar Costa, Albano Pimentel, e n&atilde;o esque&ccedil;o as nossas M&atilde;es e familiares que durante o &uacute;ltimo ano partiram ao encontro de Deus.<\/p>\n<p>Eles j&aacute; n&atilde;o moram entre n&oacute;s nem trabalham aqui. Habitam junto de Deus, cuidam de n&oacute;s e estar&atilde;o sempre connosco, em gra&ccedil;a e santidade.<\/p>\n<p>Rezo pelos sacerdotes doentes e pelas fam&iacute;lias de sacerdotes a viverem momentos dif&iacute;ceis. &Eacute; a pensar neles que vamos dando passos para construir a Casa Sacerdotal, qual santu&aacute;rio de gratid&atilde;o que a uns e outros se destina.<\/p>\n<p>A Missa Crismal &eacute; tamb&eacute;m hora privilegiada de olhar o futuro com esperan&ccedil;a, implorando de Deus vida, sa&uacute;de e fidelidade para todos n&oacute;s, irm&atilde;os sacerdotes, e pedindo &agrave; Igreja diocesana que se sinta mobilizada para rezar e colaborar com o nosso Semin&aacute;rio, com o Pr&eacute;-Semin&aacute;rio e com a Pastoral Vocacional para que os seminaristas de hoje encontrem o necess&aacute;rio e imprescind&iacute;vel apoio das comunidades crist&atilde;s.<\/p>\n<p>Sabemos, irm&atilde;os sacerdotes, que &ldquo;o testemunho suscita voca&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Assim o sentimos j&aacute; nos seminaristas que temos. Assim o continuaremos a experimentar nas novas voca&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o surgir.<\/p>\n<p>Que a M&atilde;e de Jesus e M&atilde;e dos Sacerdotes a todos aben&ccedil;oe e ilumine no caminho da miss&atilde;o, da alegria e da fidelidade.<\/p>\n<p>S&eacute; de Aveiro, 1 de Abril de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>+Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fixar os olhos em Jesus, o nosso Salvador e guia da nossa f&eacute; ( Heb 12,2) 1. 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