{"id":44462,"date":"2010-04-04T18:39:37","date_gmt":"2010-04-04T18:39:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/04\/04\/homilia-do-bispo-do-porto-no-domingo-de-pascoa-2\/"},"modified":"2010-04-04T18:39:37","modified_gmt":"2010-04-04T18:39:37","slug":"homilia-do-bispo-do-porto-no-domingo-de-pascoa-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-porto-no-domingo-de-pascoa-2\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo do Porto no Domingo de P\u00e1scoa"},"content":{"rendered":"<p><strong>O Sol de Justi&ccedil;a rebrilha nos c&eacute;us!<\/strong><\/p>\n<p>Amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, todos baptizados na P&aacute;scoa de Cristo:<\/p>\n<p>Cheg&aacute;mos ao termo do Tr&iacute;duo Pascal, para o continuarmos agora na P&aacute;scoa de sempre, &uacute;nica vida dos crist&atilde;os que somos e queremos ser.<\/p>\n<p>Tantas passagens escutadas da Palavra de Deus, tantos gestos repetidos da Liturgia crist&atilde;, ao longo destes dias, trazem-nos completas as &uacute;ltimas coisas que a P&aacute;scoa de Cristo finalmente ofereceu.<\/p>\n<p>&Uacute;ltimas coisas, como verdadeiramente as experimentamos e sabemos. Quem teve alguma not&iacute;cia de Cristo, da sua verdade e da sua caridade, j&aacute; n&atilde;o buscar&aacute; sen&atilde;o aprofund&aacute;-las e absorv&ecirc;-las, unindo-se a Ele, na mesma realidade e destino, como filho de Deus, autenticamente.<\/p>\n<p>&#8211; N&atilde;o reparais, irm&atilde;os e irm&atilde;s, como sucede exactamente assim?! Outras palavras, mesmo da &uacute;ltima semana, que nos tenham alegrado ou entristecido, j&aacute; passaram. Outros acontecimentos, na selec&ccedil;&atilde;o medi&aacute;tica com que tenham sido apresentados ou na viv&ecirc;ncia pessoal em que nos tenham atingido, sucederam-se tamb&eacute;m. E mesmo quando deixem lastro e pontos necessariamente a rever, foram de ontem, de anteontem, de outro tempo j&aacute;.<\/p>\n<p>Mas a B&iacute;blia inteira &#8211; e muito especialmente o que na vida de Jesus culmina ou desponta &ndash; &eacute; um hoje definitivo, que n&atilde;o cansa ouvir, nem se esgota no que oferece. &Eacute; como se fosse dito pela primeir&iacute;ssima vez, t&atilde;o absoluta &eacute; a not&iacute;cia, t&atilde;o pleno &eacute; o an&uacute;ncio. E este novo som permanecer&aacute; dominante, mesmo quando ainda se oi&ccedil;am os antigos.<\/p>\n<p>Os acontecimentos pascais, tiveram cronologia decerto: naquele preciso ano, naquela precisa cidade, com aquela exacta personagem. Mas naquela&nbsp; personagem&nbsp; &ndash; Jesus Cristo &ndash; acontecia tamb&eacute;m Deus no mundo, Deus humanado e homem conclu&iacute;do, novo e &uacute;ltimo Ad&atilde;o, em quem toda a cria&ccedil;&atilde;o se realiza, no assentimento consciente e livre ao seu pr&oacute;prio Criador.<\/p>\n<p>N&oacute;s, amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, sabemos que &eacute; assim. Daqui n&atilde;o sa&iacute;mos, pois s&oacute; por aqui entramos na comunh&atilde;o com Deus. Pela porta que Cristo abre, como rolada foi a grande pedra do sepulcro; pela porta que Cristo &eacute;, abrindo em si mesmo o acesso universal ao Pai, verdadeira fonte e alimento dos nossos cora&ccedil;&otilde;es carentes. Certamente recordais as suas palavras: &ldquo;Eu sou a porta. Se algu&eacute;m entrar por mim estar&aacute; salvo; h&aacute;-de entrar e sair e achar&aacute; pastagem. [&hellip;] Eu vim para que tenham vida e a tenham em abund&acirc;ncia&rdquo; (Jo 10, 9-19).<\/p>\n<p>Entramos na cinquentena pascal, pleno Pentecostes do Esp&iacute;rito. Deixai-me pedir-vos uma aten&ccedil;&atilde;o redobrada &agrave; Palavra de Deus, &agrave; liturgia de cada dia, &agrave; Via Lucis que se abre, reproduzindo nas vossas vidas as apari&ccedil;&otilde;es do Ressuscitado, cuja presen&ccedil;a se oferece agora ao mundo inteiro.<\/p>\n<p>Nas vossas casas, nos vossos trabalhos e repousos, nos vossos familiares e em todos de quem vos aproximardes, Ele estar&aacute;. Nas vossas comunidades crist&atilde;s, nos vossos momentos de recolhimento e ora&ccedil;&atilde;o, Ele estar&aacute;. &#8211; Como estar&aacute; na nossa Diocese do Porto, em Miss&atilde;o continuada, que com alegria prepara a estimulante visita do t&atilde;o l&uacute;cido e corajoso Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI!<\/p>\n<p>Sucessor de quem nos falava nos Actos dos Ap&oacute;stolos, como h&aacute; pouco ouvimos, resumindo a vida de Cristo, toda ela pascal, antes e depois da sua morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Vida resumida em &ldquo;passar fazendo o bem&rdquo;; vida rejeitada por alguns, que o levaram &agrave; morte; vida ressuscitada por Deus Pai, que a garantia. E Pedro conclu&iacute;a com estas palavras: &ldquo;Deus ressucitou-O ao terceiro dia e permitiu-Lhe manifestar-Se, n&atilde;o a todo o povo, mas &agrave;s testemunhas de antem&atilde;o designadas por Deus, a n&oacute;s que comemos e bebemos com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos. Jesus mandou-nos pregar ao povo e testemunhar que Ele foi constitu&iacute;do por Deus juiz dos vivos e dos mortos&rdquo;.<\/p>\n<p>Detalhemos um pouco estas afirma&ccedil;&otilde;es de Pedro, para delas extrairmos um inadi&aacute;vel exerc&iacute;cio pascal:<\/p>\n<p>1&ordf;) Deus Pai ressuscitou Jesus e permitiu que se manifestasse a algumas testemunhas. A vida do Ressuscitado n&atilde;o &eacute; como a que levara antes da sua morte. &Eacute; Ele sim e exactamente Ele, mas na plena gl&oacute;ria de Deus, t&atilde;o universal como inabarc&aacute;vel pela nossa restrita capacidade de ver. Nas palavras dum exegeta cl&aacute;ssico, &ldquo;devemos concluir que, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o evang&eacute;lica [&hellip;], Jesus ressuscitado &eacute;, de por si, invis&iacute;vel aos olhos dos mortais; se &lsquo;aparece&rsquo; n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o em virtude duma interven&ccedil;&atilde;o do poder de Deus que [O] torna percept&iacute;vel aos homens&rdquo; (cf. BOISMARD, M.-&Eacute;. &#8211; Il realismo dei racconti evangelici, In BERTEN, I. [et al.] &ndash; La Rissurrezione. Brescia: Paideia Editrice, 1983, p. 42).<\/p>\n<p>Pois bem, essas testemunhas somos tamb&eacute;m n&oacute;s, que quando ouvimos a sua Palavra, a reconhecemos como &ldquo;Palavra da salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Somos tamb&eacute;m n&oacute;s, que, quando nos apresentam o Corpo de Cristo, dizemos &ldquo;Amen!&rdquo;. Somos ainda n&oacute;s, que O reconhecemos nos irm&atilde;os, todos membros do seu &uacute;nico corpo. Em todos estes sinais, o Esp&iacute;rito de Deus nos ilumina os olhos e abre o cora&ccedil;&atilde;o, para entrevermos realmente o Ressuscitado.<\/p>\n<p>2&ordf;) Testemunhas da ressurrei&ccedil;&atilde;o foram aqueles que &ldquo;comeram e beberam com Ele, depois de ter ressuscitado dos mortos&rdquo;. Foram certamente, como ouviremos nos dias seguintes, sobre as &ldquo;refei&ccedil;&otilde;es&rdquo; do Ressuscitado. Mas somos ainda n&oacute;s, que com Ele continuamos a comunh&atilde;o que essas refei&ccedil;&otilde;es significam. Somos n&oacute;s, que na refei&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica somos assimilados pelo alimento, em vez de o assimilarmos a ele.<\/p>\n<p>Lembrou-o muito sugestivamente o Papa Bento XVI: &ldquo;De facto, comungando o corpo e o sangue de Jesus Cristo, vamo-nos tornando participantes da vida divina de modo sempre mais adulto e consciente. Vale aqui o mesmo que Santo Agostinho afirma a prop&oacute;sito do verbo (Logos) eterno, alimento da alma, quando, pondo em evid&ecirc;ncia o car&aacute;cter paradoxal deste alimento, o santo doutor imagina ouvi-Lo dizer: &lsquo;Sou o p&atilde;o dos fortes; cresce e comer-Me-&aacute;s. N&atilde;o Me transformar&aacute;s em ti como ao alimento da tua carne, mas mudar-te-&aacute;s em Mim&rsquo; [Confiss&otilde;es 7, 10, 16]. Com efeito, n&atilde;o &eacute; o alimento eucar&iacute;stico que se transforma em n&oacute;s, mas somos n&oacute;s que acabamos misteriosamente mudados por ele&rdquo; (Sacramentum Caritatis, n&ordm; 70).<\/p>\n<p>&#8211; Pois n&atilde;o &eacute; verdade que, precisamente na celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica &ndash; Comunidade, Palavra e P&atilde;o -, experimentamos e dizemos que &ldquo;Ele est&aacute; no meio de n&oacute;s&rdquo;?! &#8211; Pois n&atilde;o &eacute; verdade que, a partir da Eucaristia e de quanto mais correcta e responsavelmente participarmos nela, somos enviados a alargar no mundo a comunh&atilde;o com o Ressuscitado: &ldquo;- Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!&rdquo;?!<\/p>\n<p>Oi&ccedil;amos esta voz que nos chega das primeiras gera&ccedil;&otilde;es crist&atilde;s, cheia de vigor pascal, t&atilde;o intenso como expansivo: &ldquo;O que existia desde o princ&iacute;pio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contempl&aacute;mos e as nossas m&atilde;os tocaram relativamente ao Verbo da Vida, [&hellip;] isso vos anunciamos, para que tamb&eacute;m v&oacute;s estejais em comunh&atilde;o connosco. E n&oacute;s estamos em comunh&atilde;o com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo. Escrevemo-vos isto para que a nossa alegria seja completa&rdquo; (1 Jo 1, 1-4).<\/p>\n<p>Tudo importante neste trecho, da alegria de receber &agrave; alegria de comunicar a vida ressuscitada e ressuscitadora de Cristo. Decerto a nossa alegria tamb&eacute;m, encargo sumamente pascal.<\/p>\n<p>3&ordf;) Jesus mandou-os anunciar que fora constitu&iacute;do por Deus Pai juiz dos vivos e dos mortos, assim atestando a sua condi&ccedil;&atilde;o divina, pois s&oacute; a Deus tal pertence.<\/p>\n<p>A eles e agora a n&oacute;s se dirige o mesmo mandato, car&iacute;ssimos irm&atilde;os e irm&atilde;s. E n&atilde;o vos pare&ccedil;a estranha a injun&ccedil;&atilde;o, pois &eacute; tamb&eacute;m disso que se trata, a saber, que o crit&eacute;rio definitivo do que seja viver ou morrer &eacute; n&rsquo;Ele mesmo que se estabelece e encontra. Em Cristo, a justi&ccedil;a e a miseric&oacute;rdia coincidem perfeitamente, pois n&atilde;o se limita a julgar-nos, antes nos faz justos para nos salvarmos pela sua gra&ccedil;a. Na sua Igreja agora, semelhante tem de ser a atitude, propondo sempre a verdade na caridade. E tamb&eacute;m na humildade com que comunicamos aos outros aquilo mesmo que a gra&ccedil;a de Cristo nos oferece a n&oacute;s, que t&atilde;o sofrivelmente a recebemos, por vezes.<\/p>\n<p>Tem isto muita import&acirc;ncia hoje, car&iacute;ssimos irm&atilde;os e irm&atilde;s, no modo de nos apresentarmos, crist&atilde;os e pascais, diante dos outros. Em Jesus tudo era conforme, pois a verdade que propunha, Ele pr&oacute;prio a era e demonstrava. N&atilde;o chegou isto para convencer a todos, mas chegou para sobreviver &agrave; pr&oacute;pria morte, indesment&iacute;vel.<\/p>\n<p>A mentalidade e especialmente a sensibilidade actuais s&atilde;o muito ciosas da chamada liberdade individual e reagem quase instintivamente a qualquer afirma&ccedil;&atilde;o que pare&ccedil;a limit&aacute;-la. Se, al&eacute;m disso, h&aacute; alguma m&aacute; consci&ecirc;ncia ou remorso, a rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; maior e mais violenta, e tenta destruir a fonte da interpela&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Se o pr&oacute;prio Cristo, coer&ecirc;ncia absoluta que era, se viu acusado e condenado injustamente por quem n&atilde;o recebia a luz que irradiava, quanto mais n&atilde;o seremos rejeitados hoje, se, mesmo falando d&rsquo;Ele, O encobrirmos com as nossas sombras?!<\/p>\n<p>Daqui irm&atilde;os a urg&ecirc;ncia de nos abrirmos inteiramente &agrave; luz do Ressuscitado, para que nos ressuscite tamb&eacute;m. Cinquenta dias pascais, para que a alegria que celebramos hoje permane&ccedil;a e irradie em muita ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as a Deus e em muita presen&ccedil;a pascal na sociedade, alargando as fronteiras da justi&ccedil;a, da solidariedade e da paz.<\/p>\n<p>O Inverno longo e rigoroso que pass&aacute;mos dar&aacute; lugar agora &agrave; Primavera mais luminosa. &#8211; Com a condi&ccedil;&atilde;o imprescind&iacute;vel e constante de nos convertermos de vez ao &ldquo;Sol de Justi&ccedil;a que rebrilha nos c&eacute;us&rdquo;!<\/p>\n<p>S&eacute; do Porto, 4 de Abril de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>+ Manuel Clemente<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sol de Justi&ccedil;a rebrilha nos c&eacute;us! Amados irm&atilde;os e irm&atilde;s, todos baptizados na P&aacute;scoa de Cristo: Cheg&aacute;mos ao termo do Tr&iacute;duo Pascal, para o continuarmos agora na P&aacute;scoa de sempre, &uacute;nica vida dos crist&atilde;os que somos e queremos ser. 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