{"id":44408,"date":"2010-04-01T13:46:33","date_gmt":"2010-04-01T13:46:33","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/04\/01\/conferencias-quaresmais-do-bispo-de-viseu\/"},"modified":"2010-04-01T13:46:33","modified_gmt":"2010-04-01T13:46:33","slug":"conferencias-quaresmais-do-bispo-de-viseu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/conferencias-quaresmais-do-bispo-de-viseu\/","title":{"rendered":"Confer\u00eancias Quaresmais do Bispo de Viseu"},"content":{"rendered":"<p>Sendo uma decis&atilde;o tomada em reuni&atilde;o do Cabido da Diocese de Viseu e por proposta do seu Bispo, realizaram-se neste ano, de novo, as Confer&ecirc;ncias Quaresmais.<\/p>\n<p>Foram 5 encontros, realizados em diversas Igrejas da Cidade, sendo a &uacute;ltima na Catedral, precisamente no 5&ordm; Domingo da Quaresma e imediatamente antes da Prociss&atilde;o de Nosso Senhor dos Passos. Procurando que fossem Confer&ecirc;ncias dentro da tem&aacute;tica do Plano Pastoral da Diocese, tiveram estes t&iacute;tulos: Os Caminhos da Palavra na Igreja e na Sociedade actual; A Inicia&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; e os Compromissos dos Leigos na Igreja e na Sociedade actual; A Corresponsabilidade: desafio para a Igreja dos nossos tempos; O servi&ccedil;o e a Comunh&atilde;o na Igreja: Minist&eacute;rios Ordenados e Minist&eacute;rios Laicais; A P&aacute;scoa de Jesus. Plenitude do Servi&ccedil;o e da Comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>1&ordf; Confer&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>Evocando o S&iacute;nodo sobre a Palavra de Deus na vida e na miss&atilde;o da Igreja, falei da necessidade de a Palavra ir e ser anunciada a todos os homens, tornando-se Caminho para a Igreja e para o Crist&atilde;o. Como Disc&iacute;pulo Mission&aacute;rio, cada Crist&atilde;o &eacute; convidado a levar a Palavra onde quer que v&aacute; e viva, pois em cada lugar, est&aacute; onde Jesus quer chegar como Salvador e como Revelador do Pai. Ao Crist&atilde;o compete anunciar Jesus que &eacute;, para cada pessoa, o Caminho a fazer a ponte entre a origem do homem &ndash; Deus &ndash; e a sua pr&oacute;pria meta &ndash; Deus &ndash; levando o homem &agrave; sua plenitude. Daqui, o homem ser o caminho de Deus e da Igreja, concretamente, nos lugares onde vive: como uma Pessoa, como membro de uma Fam&iacute;lia, como um Vizinho, como um Trabalhador, como um Sofredor, como um Volunt&aacute;rio na Igreja e na Sociedade, como um Membro da Comunidade. Devem aproveitar-se todas as formas novas e modernas de fazer chegar a Mensagem, considerando o Evangelho como a &ldquo;l&iacute;ngua materna&rdquo; e Jesus como o &ldquo;caminho de vida&rdquo;. Mais: os caminhos da Palavra v&atilde;o sendo caminhos de miss&atilde;o. Jesus enviou os Seus Disc&iacute;pulos onde Ele pr&oacute;prio queria ir. O mesmo sucede hoje connosco: envia-nos onde Ele pr&oacute;prio quer ir, isto &eacute;, somos Seus embaixadores, como diz S. Paulo. Onde vai e est&aacute; o crist&atilde;o, a&iacute; deve estar a Mensagem do Evangelho &ndash; a&iacute; deve estar o pr&oacute;prio Jesus Cristo que as pessoas encontrar&atilde;o em cada crist&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>2&ordf; Confer&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>A Quaresma inicia um tempo que &eacute;, por excel&ecirc;ncia, o da Inicia&ccedil;&atilde;o Crist&atilde;. &Eacute; a primeira etapa de uma longa caminhada que vai desde as Cinzas ao Fogo do Esp&iacute;rito, tendo o seu ponto alto no Lume Novo da P&aacute;scoa. Esta primeira etapa &eacute; o tempo prop&iacute;cio para a renova&ccedil;&atilde;o da vida e o aprofundamento dos dons &ndash; aspectos indispens&aacute;veis para vivermos os compromissos na Sociedade e na Igreja. Nestes compromissos temos a ajuda dos Sacramentos da Igreja, desde os que fazem nascer e constituem os alicerces da vida crist&atilde;, at&eacute; aos que ajudam a viver e a crescer, aos que curam as doen&ccedil;as e aos que alimentam a for&ccedil;a do Servi&ccedil;o e da Comunh&atilde;o. Neste &ldquo;organismo&rdquo;, a Eucaristia ocupa um lugar &uacute;nico, como &laquo;sacramento dos sacramentos&raquo;. Pela incompreens&atilde;o e ignor&acirc;ncia do papel da Igreja e dos dons que Jesus lhe confiou, existem hoje conflitos &ndash; pessoas que sem serem crist&atilde;s, ainda que baptizadas, vivem um cristianismo meramente &laquo;societ&aacute;rio&raquo; e &ldquo;exigem&rdquo; os Sacramentos sem qualquer abertura &agrave; m&iacute;nima prepara&ccedil;&atilde;o. Precisa instituir-se o &ldquo;sacramento do acolhimento&rdquo; que ajude a que a &ldquo;procura&rdquo; seja uma oportunidade e ajudar a que quem procura a Igreja encontre a Igreja. Este &ldquo;acolhimento&rdquo; deve fazer-se com grupos de crist&atilde;os &ldquo;pr&oacute;ximos na viv&ecirc;ncia de quem pede&rdquo;, que partilhem com estes a sua experi&ecirc;ncia de F&eacute;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3&ordf; Confer&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p><strong>&ldquo;<\/strong>Corresponsabilidade na Igreja&rdquo; ou &ldquo;Igreja em Comunh&atilde;o&rdquo; ou &ldquo;trabalho em rede&rdquo; &ndash; express&otilde;es que afirmam a consist&ecirc;ncia de uma Igreja de Baptizados, num trabalho organizado e conjugado entre ministros ordenados, consagrados e leigos. As circunst&acirc;ncias actuais &ndash; e n&atilde;o s&oacute; a diminui&ccedil;&atilde;o acelerada de Sacerdotes &ndash; pedem uma nova organiza&ccedil;&atilde;o das Comunidades. Na nossa Diocese, temos este horizonte, com a proposta e a prepara&ccedil;&atilde;o de 7 novos Minist&eacute;rios Laicais, com a prepara&ccedil;&atilde;o dos primeiros 9 candidatos ao Minist&eacute;rio Ordenado do Diaconado Permanente e com a pr&oacute;xima realiza&ccedil;&atilde;o do S&iacute;nodo Diocesano. Enumerei diversos Documentos que nos t&ecirc;m ajudado e que v&atilde;o ser centro do S&iacute;nodo (Lumen Gentium, Gaudium et Spes, Dei Verbum, Sacrossanctum Concilium, Apostolicam Actuositatem, Christifideles Laici e Discurso Final de Bento XVI na Visita ad Limina de 2007). Propomo-nos viver a &ldquo;Eclesiologia de Comunh&atilde;o na senda do Conc&iacute;lio&rdquo;, como nos disse Bento XVI, sabendo que ela &eacute; &ldquo;a rota a seguir&rdquo;. Importa aprender a organizar a Igreja e a Diocese pelo modelo que &eacute; a Eucaristia, &ldquo;Sacramento dos Sacramentos&rdquo;, sendo todos participantes e sendo todos respons&aacute;veis pela sua celebra&ccedil;&atilde;o e pela sua viv&ecirc;ncia como for&ccedil;a transformadora da Sociedade e da Igreja. Ao lado e com os Ministros Ordenados &ndash; os &ldquo;Sacerdotes da Igreja&rdquo; &ndash; devem preparar-se e assumir-se os &ldquo;Sacerdotes do Mundo&rdquo;, enquanto Leigos empenhados na organiza&ccedil;&atilde;o e santifica&ccedil;&atilde;o das realidades temporais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>4&ordf; Confer&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>A Igreja s&oacute; se justifica pelas suas tarefas e pela sua miss&atilde;o. Deve, pois, assumir com verdade e empenho o centro da sua miss&atilde;o: an&uacute;ncio da Boa Nova, proclamar a felicidade e a salva&ccedil;&atilde;o a todos e celebrar a Miseric&oacute;rdia do Pai. Por isso &ndash; e numa vis&atilde;o de prioridades &ndash; antes dos Servi&ccedil;os e Minist&eacute;rios da Igreja (ordenados e laicais) est&aacute; a Evangeliza&ccedil;&atilde;o e a Catequese. O 1&ordm; an&uacute;ncio, enquanto encontro com a Pessoa de Jesus Cristo e a Inicia&ccedil;&atilde;o Crist&atilde;, enquanto in&iacute;cio organizado da Catequese, s&atilde;o momentos que, n&atilde;o desligados, &eacute; urgente que sejam vividos e percorridos. Neste objectivo, os Movimentos, enquanto carismas e gra&ccedil;as ao servi&ccedil;o da comunh&atilde;o na Igreja, s&atilde;o muito importantes e t&ecirc;m um lugar pr&oacute;prio na Igreja. Eles s&atilde;o, como dizia Jo&atilde;o Paulo II, uma Primavera para a Igreja. A raz&atilde;o de ser e o objectivo fundamental de cada Movimento, Servi&ccedil;o, Carisma ou Minist&eacute;rio e a pr&oacute;pria Igreja s&atilde;o sempre o an&uacute;ncio e o encontro com a Pessoa de Jesus Cristo. &Eacute; muito claro, importante e decisivo para a &ldquo;ortodoxia&rdquo; destes temas e desta praxis, o texto de S. Paulo sobre a diversidade dos carismas (1 Cor 12). Nenhum &eacute; exclusivo nem mais importante que o outro; todos s&atilde;o importantes para que o &ldquo;corpo&rdquo; viva e tenha qualidade de vida, Salvaguarda-se e valoriza-se a unidade e a comunh&atilde;o. Todos procedem do mesmo Esp&iacute;rito e todos se orientam para o bem comum do mesmo &ldquo;corpo&rdquo;. Terminei por bendizer a Deus pela riqueza e diversidade dos Servi&ccedil;os, Minist&eacute;rios, Secretariados, Movimentos (uns mais tradicionais outros mais &ldquo;modernos&rdquo;), &Oacute;rg&atilde;os de Corresponsabilidade e todos os Carismas existentes na nossa Diocese de Viseu. A todos pedi empenho, colabora&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o para serem cada vez mais dons de Deus para o crescimento de todos, ao servi&ccedil;o da unidade e da comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5&ordf; Confer&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>A &uacute;ltima Confer&ecirc;ncia versou &ldquo;a P&aacute;scoa de Jesus como plenitude do Servi&ccedil;o e da Comunh&atilde;o&rdquo;. A Fonte e o Modelo do Servi&ccedil;o e da Comunh&atilde;o &eacute; a Sant&iacute;ssima Trindade. Dela e para n&oacute;s, na Igreja, Jesus &eacute; o Mestre e a Refer&ecirc;ncia, sobretudo na P&aacute;scoa &ndash; &ldquo;passagem&rdquo; de Deus na vida dos homens ao longo dos tempos. De facto, Deus nunca deixou de &ldquo;passar&rdquo; na vida dos homens, celebrando a Sua P&aacute;scoa, enquanto Festa de Liberta&ccedil;&atilde;o e ac&ccedil;&atilde;o de constru&ccedil;&atilde;o de um Povo, numa Alian&ccedil;a de amor. Foi assim com No&eacute;, com Abra&atilde;o, com Mois&eacute;s e com Jesus Cristo. A media&ccedil;&atilde;o foi variando, bem como os meios de celebra&ccedil;&atilde;o da Alian&ccedil;a. Com Cristo, foi celebrada a Alian&ccedil;a nova e definitiva, selada com o Seu pr&oacute;prio Sangue. Porque nova e definitiva, tornou-se eterna e permanente, celebrada de forma sacramental na Eucaristia. Em todas as P&aacute;scoas ao longo dos tempos e, tamb&eacute;m por excel&ecirc;ncia, na Eucaristia, h&aacute; determinadas constantes que permanecem desde a primeira: proximidade de Deus, fidelidade de Deus, amor, fam&iacute;lia&hellip; sempre num contexto de Alian&ccedil;a. Todas estas formas celebrativas da P&aacute;scoa e, sobretudo, a P&aacute;scoa de Jesus Cristo, s&atilde;o express&otilde;es profundas de servi&ccedil;o e de comunh&atilde;o. S&atilde;o Servi&ccedil;o &agrave; vida e &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o dos homens; s&atilde;o Comunh&atilde;o com o Povo com o qual Deus vai estreitando a Sua Alian&ccedil;a de Amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conclus&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>A P&aacute;scoa de Jesus Cristo &eacute; a raz&atilde;o pela qual o Cristianismo &eacute; verdadeiro e nos garante e nos d&aacute; a verdadeira e plena salva&ccedil;&atilde;o. Ela, a P&aacute;scoa, &eacute; a garantia da vida na sua plenitude, o que mais nada nem mais ningu&eacute;m pode garantir. Por isso, viva a P&aacute;scoa!&#8230;<\/p>\n<p>Que a celebra&ccedil;&atilde;o anual da P&aacute;scoa deste ano da gra&ccedil;a de 2010 seja um abrir a torrente de Gra&ccedil;a que brota da P&aacute;scoa de Jesus Cristo e que a todos nos fortale&ccedil;a para amarmos e vivermos a Vida Nova de Jesus Cristo Ressuscitado, anunciando-a com alegria e com esperan&ccedil;a, como a meta a que todos somos chamados.<\/p>\n<p>Para todos, uma P&aacute;scoa muito Feliz, vivida no Servi&ccedil;o e na Comunh&atilde;o, pela participa&ccedil;&atilde;o e pela corresponsabilidade, na Igreja e na Sociedade, assumindo cada um e cada uma a miss&atilde;o de vivermos a vida crist&atilde;, como servi&ccedil;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o e concretiza&ccedil;&atilde;o do Reino de Deus. Este tornar&aacute; a Igreja anunciadora e realizadora de justi&ccedil;a, de verdade, de vida, de amor e de paz! AMEN!<\/p>\n<p>QUARESMA \/ 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Il&iacute;dio, Bispo de Viseu<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sendo uma decis&atilde;o tomada em reuni&atilde;o do Cabido da Diocese de Viseu e por proposta do seu Bispo, realizaram-se neste ano, de novo, as Confer&ecirc;ncias Quaresmais. 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