{"id":44400,"date":"2010-03-31T17:42:53","date_gmt":"2010-03-31T17:42:53","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/31\/braga-capital-da-semana-santa\/"},"modified":"2010-03-31T17:42:53","modified_gmt":"2010-03-31T17:42:53","slug":"braga-capital-da-semana-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/braga-capital-da-semana-santa\/","title":{"rendered":"Braga, \u00abcapital\u00bb da Semana Santa"},"content":{"rendered":"<p>A crise actual e condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas adversas podem afectar as celebra&ccedil;&otilde;es da Semana Santa na cidade de Braga, que se encontram entre as mais importantes do nosso pa&iacute;s.<\/p>\n<p>&ldquo;O tempo no norte do pa&iacute;s tem estado muito ingrato e vamos ver se &agrave; noite haver&aacute; condi&ccedil;&otilde;es para a prociss&atilde;o da burrinha sair&rdquo;, disse esta Quarta-feira &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA o C&oacute;n. Jorge Coutinho, presidente da Comiss&atilde;o das Solenidades da Semana Santa em Braga.<\/p>\n<p>Durante a Semana Santa, assim chamada por causa dos mist&eacute;rios que celebra e pela op&ccedil;&atilde;o de vida a que deve conduzir, &eacute; o fecho do tempo lit&uacute;rgico da Quaresma, itiner&aacute;rio de prepara&ccedil;&atilde;o para a grande festa da P&aacute;scoa, a cidade de Braga recebe muitos visitantes vindos de v&aacute;rios pontos do pa&iacute;s e at&eacute; de Espanha. &ldquo;&Agrave;s vezes n&atilde;o sabemos se estamos em Portugal ou na Galiza porque ouvimos falar mais &laquo;galego&raquo; do quer portugu&ecirc;s&rdquo;.<\/p>\n<p>Para ajudar nesta mobilidade humana, a Comiss&atilde;o destas celebra&ccedil;&otilde;es fez um acordo com os Comboios de Portugal (CP) que &ldquo;disponibiliza comboios especiais ou refor&ccedil;o das linhas regulares&rdquo; &ndash; sublinhou o C&oacute;n. Jorge Coutinho.<\/p>\n<p>A cidade de Braga &ldquo;est&aacute; toda decorada&rdquo; com um &ldquo;roxo bastante leve&rdquo;. E acrescenta: &ldquo;As pessoas vivem estas celebra&ccedil;&otilde;es e algumas at&eacute; se ajoelhem quando passam as prociss&otilde;es&rdquo;.<\/p>\n<p>Na Idade M&eacute;dia, a dramatiza&ccedil;&atilde;o da Paix&atilde;o de Jesus fez com que se lhe chamasse &ldquo;semana dolorosa&rdquo;. Esbateu-se, ent&atilde;o, o seu aspecto salv&iacute;fico e de vit&oacute;ria sobre a morte mediante a ressurrei&ccedil;&atilde;o. Iniciada no Domingo de Ramos, a Semana Santa vai at&eacute; &agrave; tarde de Quinta-feira, momento em que come&ccedil;a o Tr&iacute;duo Pascal.<\/p>\n<p><strong>Quarta-feira Santa <\/strong><\/p>\n<p>Nos &uacute;ltimos anos, foi recuperada e antecipada para a Quarta-feira da Semana Santa uma prociss&atilde;o que se realizava na noite de S&aacute;bado Santo: a &ldquo;Prociss&atilde;o da Burrinha&rdquo;, assim chamada por nela se incorporar uma imagem da Sant&iacute;ssima Virgem, montando um franzino jerico. Esta prociss&atilde;o constitui hoje um dos mais conseguidos momentos catequ&eacute;ticos da Semana Santa.<\/p>\n<p>A &ldquo;Prociss&atilde;o da Burrinha&rdquo; regressou &agrave; Semana Santa em 1998, ap&oacute;s uma suspens&atilde;o de 25 anos. Na altura em que foi suspensa, realizava-se na noite de S&aacute;bado Santo, entre a igreja de S&atilde;o Victor e a da Miseric&oacute;rdia, mas o seu conte&uacute;do n&atilde;o tinha a for&ccedil;a do actual.<\/p>\n<p><strong>Quinta-feira Santa<\/strong><\/p>\n<p>A Quinta-feira Santa &eacute; o &uacute;ltimo dia da Quaresma &mdash; com a Missa da Ceia do Senhor come&ccedil;a o Tr&iacute;duo Pascal).<\/p>\n<p>Antigamente, na manh&atilde; deste dia celebrava-se o rito da reconcilia&ccedil;&atilde;o dos penitentes, a quem tinha sido imposto o cil&iacute;cio em Quarta-feira de Cinzas. Agora, a manh&atilde; &eacute; preenchida pela Missa Crismal e a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o dos &oacute;leos, que h&atilde;o-de ser utilizados na administra&ccedil;&atilde;o dos sacramentos do Baptismo, Crisma (ou Confirma&ccedil;&atilde;o) e Santa Un&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&Eacute; vulgar que, na homilia, o bispo diocesano sublinhe alguns aspectos da vida do presbit&eacute;rio, mormente glosando a Carta do Papa aos Sacerdotes, anualmente publicada, expressamente, para esta ocasi&atilde;o.<\/p>\n<p>Durante a tarde celebra-se, na Missa Vespertina da Ceia do Senhor, a institui&ccedil;&atilde;o da Eucaristia e do sacerd&oacute;cio e tamb&eacute;m a proclama&ccedil;&atilde;o solene do Mandamento do Amor, na sua nova dimens&atilde;o: &laquo;Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei&raquo;, como ordenou Jesus, que, para dar exemplo palp&aacute;vel do amor declarado, lavou-lhes os p&eacute;s.<\/p>\n<p>Lavar os p&eacute;s era um dever de hospitalidade num pa&iacute;s de viajantes descal&ccedil;os ou usando sand&aacute;lias. Chegavam cobertos de p&oacute;, que os escravos deveriam retirar. Percebe-se, por isso, o espanto dos ap&oacute;stolos, traduzido por Pedro: &laquo;Senhor, tu vais lavar-me os p&eacute;s? N&atilde;o; nunca&#8230;&raquo;. Jesus insiste, contudo, no servi&ccedil;o humilde, num gesto que anuncia a entrega mas que s&oacute; horas depois se perceber&aacute;.<\/p>\n<p>No final da Missa, o Sant&iacute;ssimo Sacramento &eacute; trasladado para um outro local, desnudando-se ent&atilde;o os altares.<\/p>\n<p><strong>A prociss&atilde;o do <em>Senhor Ecce Homo<\/em> <\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; a prociss&atilde;o do princ&iacute;pio da noite de Quinta-feira Santa, lembrando o momento em que Pilatos apresentou &agrave; multid&atilde;o Jesus flagelado e coroado de espinhos.<\/p>\n<p>&ldquo;Ecce Homo&rdquo; (Eis o homem), disse o Procurador, porventura acolhendo a secreta esperan&ccedil;a de que tudo pudesse terminar por ali. Mas n&atilde;o; n&atilde;o se comoveram os circunstantes, que continuaram a reclamar, e conseguiram, a condena&ccedil;&atilde;o &agrave; cruz.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m se lhe chama &ldquo;Prociss&atilde;o dos fogar&eacute;us&rdquo;, lembrando os tempos em que era precedida por um grupo de mascarados que transportava tigelas acesas e acusava, impiedosamente, os moradores das ruas por onde o cortejo passava.<\/p>\n<p><strong>Sexta-feira Santa <\/strong><\/p>\n<p>Este &eacute; o dia em que n&atilde;o &eacute; celebrada a Eucaristia. Sexta feira dedica-se &agrave; Paix&atilde;o um especial rito comemorativo, normalmente com in&iacute;cio &agrave;s 15h00, mediante o cumprimento de um minuto de sil&ecirc;ncio, que convida a um exame de consci&ecirc;ncia e consequente contri&ccedil;&atilde;o. Divide-se pela proclama&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus, apresenta&ccedil;&atilde;o e adora&ccedil;&atilde;o da Cruz e comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>Na S&eacute; de Braga, no final da celebra&ccedil;&atilde;o da Paix&atilde;o, o Sant&iacute;ssimo Sacramento &eacute; encerrado no caix&atilde;o, que ser&aacute; conduzido na Prociss&atilde;o Teof&oacute;rica, at&eacute; &agrave; capela onde vai ficar resguardado.<\/p>\n<p>A prociss&atilde;o do enterro do Senhor estabeleceu-se em Portugal nos fins do s&eacute;culo XV ou princ&iacute;pios do XVI. Foi trazida de Jerusal&eacute;m pelo padre Paulo de Portalegre, tendo come&ccedil;ado a fazer-se no convento de Vilar de Frades, em Barcelos, donde se propagou por todas as catedrais.<\/p>\n<p>No caix&atilde;o ia uma das h&oacute;stias consagradas em Quinta-feira Santa (da&iacute; o nome de &ldquo;teof&oacute;rica&rdquo;, ou seja a que leva Deus). Na S&eacute; de Braga, as naves s&atilde;o escurecidas e assistem ao passar da prociss&atilde;o, enquanto pequenos cantores entoam lamentos: &laquo;Heu, heu Domine; heu Salvator Noster&raquo; (Ai, ai Senhor; ai Nosso Salvador).<\/p>\n<p>Ouvindo estes lamentos, podemos lembrar que nos funerais do tempo de Jesus as lamenta&ccedil;&otilde;es dos mortos cabiam aos parentes, amigos e conhecidos. &Agrave;s vezes, a todo o povo. Tamb&eacute;m se chegava a pagar a pessoas, geralmente mulheres.<\/p>\n<p><strong>Prociss&atilde;o do Enterro <\/strong><\/p>\n<p>Braga participa nesta solene prociss&atilde;o na noite de Sexta-feira Santa. &Eacute; uma prociss&atilde;o vivamente contrastante com a da noite da Quinta-feira Santa: n&atilde;o h&aacute; fogar&eacute;us, os participantes v&atilde;o de rosto coberto e os estandartes das confrarias e irmandades n&atilde;o v&atilde;o desfraldados, mas ca&iacute;dos sobre os ombros de quem os transporta. O sil&ecirc;ncio &eacute; quase total, apenas quebrado, aqui e ali, pelo gemido de uma lamenta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&Agrave; frente de cada grupo de pequenos figurantes, um anjinho transporta o letreiro identificativo. Eis alguns exemplos: Mois&eacute;s acompanhado pelos israelitas; Jesus com os ap&oacute;stolos; Jesus a caminho do Monte das Oliveiras; Agonia de Jesus no Horto; Conforto; Pris&atilde;o de Jesus; Jesus a&ccedil;oitado e coroado de espinhos; Jesus consola as mulheres de Jerusal&eacute;m; Jesus recomenda a sua m&atilde;e o disc&iacute;pulo amado; Pai, em vossas m&atilde;os entrego o meu esp&iacute;rito; Jesus morre na Cruz; Descimento da Cruz; Esquife com a imagem do Senhor morto; &Uacute;ltima dor de Nossa Senhora; Resigna&ccedil;&atilde;o; Penit&ecirc;ncia; As minhas palavras h&atilde;o-de cumprir-se a seu tempo; Darei meu cora&ccedil;&atilde;o a todos os que invocarem meu nome; Paix&atilde;o; Calv&aacute;rio&hellip;<\/p>\n<p><strong>S&aacute;bado Santo<\/strong><\/p>\n<p>O significado do S&aacute;bado Santo est&aacute; patente na apresenta&ccedil;&atilde;o que dele faz o Missal: a Igreja permanece neste dia junto do t&uacute;mulo do Senhor, meditando na Sua paix&atilde;o.<\/p>\n<p>A &uacute;nica celebra&ccedil;&atilde;o primitiva parece ter sido o jejum. Actualmente, como dia de ora&ccedil;&atilde;o e repouso, encontra na ora&ccedil;&atilde;o da Liturgia das Horas o seu &uacute;nico momento. Deste modo, no Of&iacute;cio de Laudes saboreia-se a salva&ccedil;&atilde;o universal anunciada aos justos no Antigo Testamento; nas V&eacute;speras, poucas horas antes da Vig&iacute;lia Pascal, domina a esperan&ccedil;a perante a iminente ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Uma deficiente interpreta&ccedil;&atilde;o do S&aacute;bado Santo chegou a antecipar para o per&iacute;odo da manh&atilde; a celebra&ccedil;&atilde;o da vig&iacute;lia. A partir do s&eacute;culo XIV passou para as primeiras horas da manh&atilde;; mas tudo foi reconduzido ao significado primitivo com Pio XII, em 1951.<\/p>\n<p><strong>Domingo da Ressurrei&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>O Domingo da Ressurrei&ccedil;&atilde;o &eacute;, fundamentalmente, a Vig&iacute;lia Pascal. &Eacute; uma celebra&ccedil;&atilde;o nocturna, que d&aacute; cumprimento ao pedido do Senhor: &laquo;tende as vossas l&acirc;mpadas acesas&raquo;.<\/p>\n<p>Esta noite santa rompe com o jejum e inaugura a grande festa da alegria. &Eacute; a noite da celebra&ccedil;&atilde;o sacramental da P&aacute;scoa pela Palavra, o Baptismo e a Eucaristia.<\/p>\n<p>A grande vig&iacute;lia atinge o seu cume precisamente na celebra&ccedil;&atilde;o da Eucaristia, que inicia o Domingo da Ressurrei&ccedil;&atilde;o. &Eacute; a Eucaristia por excel&ecirc;ncia, na qual o ne&oacute;fito e cada crist&atilde;o s&atilde;o absorvidos na comunh&atilde;o com Cristo, nossa P&aacute;scoa, enquanto esperam a vinda gloriosa do Senhor. A vig&iacute;lia termina antes do amanhecer. Inicialmente era a &uacute;nica celebra&ccedil;&atilde;o do Domingo; e na liturgia romana foi-o seguramente at&eacute; ao s&eacute;culo V.<\/p>\n<p>Esta Missa da Vig&iacute;lia Pascal, mesmo que termine antes da meia-noite, &eacute; a missa pascal do Domingo da Ressurrei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>Compasso ou Visita Pascal<\/strong><\/p>\n<p>O Domingo de P&aacute;scoa &eacute;, em muitas terras, dia para o Compasso ou Visita Pascal: atrav&eacute;s das ruas festivamente adornadas, o p&aacute;roco, ou algu&eacute;m que o represente, leva, de casa em casa, a Cruz florida em visita &agrave;s fam&iacute;lias. Foguetes e campainhas avisam que &laquo;j&aacute; a&iacute; vem&#8230;&raquo;, de modo que familiares e amigos se possam perfilar, atempadamente, para beijar a Cruz.<\/p>\n<p>Em 21 de Fevereiro de 1942, o Arcebispo de Braga, D. Ant&oacute;nio Bento Martins J&uacute;nior, referia-se assim a este costume: &laquo;A Santa Igreja quer que o seu representante nas freguesias, anjo cust&oacute;dio e pacificador das almas que lhe foram confiadas, percorra os lares do seu rebanho, aspergindo-os com a &aacute;gua lustral, que os guarde, proteja e defenda, como foi defendido o povo de Deus, assinalado na sa&iacute;da do Egipto, pelo sangue do Cordeiro, figura de Jesus Cristo. &Eacute; nesta nobre e santificadora miss&atilde;o que o p&aacute;roco leva a todas as casas e aos seus filhos espirituais que nelas vivem os seus votos paternais de ressurrei&ccedil;&atilde;o espiritual, eficaz e duradoura&raquo;.<\/p>\n<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es em <a href=\"http:\/\/www.semanasantabraga.com\/\">www.semanasantabraga.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A crise actual e condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas adversas podem afectar as celebra&ccedil;&otilde;es da Semana Santa na cidade de Braga, que se encontram entre as mais importantes do nosso pa&iacute;s. &ldquo;O tempo no norte do pa&iacute;s tem estado muito ingrato e vamos ver se &agrave; noite haver&aacute; condi&ccedil;&otilde;es para a prociss&atilde;o da burrinha sair&rdquo;, disse esta Quarta-feira [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[168,172,246,91,294,308],"class_list":["post-44400","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-braga","tag-liturgia","tag-quaresma","tag-sacramentos","tag-semana-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44400"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44400\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}