{"id":44316,"date":"2010-03-29T09:02:13","date_gmt":"2010-03-29T09:02:13","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/29\/catequese-do-cardeal-patriarca-no-domingo-de-ramos-2\/"},"modified":"2010-03-29T09:02:13","modified_gmt":"2010-03-29T09:02:13","slug":"catequese-do-cardeal-patriarca-no-domingo-de-ramos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-do-cardeal-patriarca-no-domingo-de-ramos-2\/","title":{"rendered":"Catequese do Cardeal-Patriarca no Domingo de Ramos"},"content":{"rendered":"<p><strong>&ldquo;Oferecer com Cristo Sacerdote &eacute; sempre celebrar a P&aacute;scoa&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Igreja vive da P&aacute;scoa<\/strong><\/p>\n<p>1. Com a entrada messi&acirc;nica em Jerusal&eacute;m, Jesus deu in&iacute;cio &agrave; sua &ldquo;Semana Maior&rdquo;, durante a qual celebraria a P&aacute;scoa judaica. Esta era a mem&oacute;ria da grande &ldquo;passagem&rdquo; do Povo judeu, oprimido no Egipto, da escravatura para a liberdade. Porque esta passagem &eacute; algo que tem de acontecer em todas as gera&ccedil;&otilde;es, deixar o Egipto da escravid&atilde;o e seguir o Senhor na caminhada para a liberdade, Deus mandou-lhe fazer mem&oacute;ria daquele dia memor&aacute;vel, o primeiro dia do novo Israel: &ldquo;Esse dia ser&aacute; para v&oacute;s uma data memor&aacute;vel, que haveis de celebrar com uma festa em honra do Senhor. Festej&aacute;-la-eis de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o, como institui&ccedil;&atilde;o perp&eacute;tua&rdquo; (Ex. 12,14). Foi por isso que tamb&eacute;m naquele ano, no primeiro dia dos &aacute;zimos, exactamente o in&iacute;cio da semana memor&aacute;vel, os disc&iacute;pulos perguntam a Jesus: onde queres que te preparemos a refei&ccedil;&atilde;o pascal? (cf. Mt. 26,17).<\/p>\n<p>Mas aquela ia ser uma P&aacute;scoa diferente. A nova semana memor&aacute;vel, chamamos-lhe &ldquo;Semana Santa&rdquo;, &eacute; a que come&ccedil;a com a entrada messi&acirc;nica de Jesus em Jerusal&eacute;m e termina na manh&atilde; da ressurrei&ccedil;&atilde;o. A P&aacute;scoa de Jesus n&atilde;o &eacute; desligada da P&aacute;scoa judaica; esta era o seu an&uacute;ncio. Mas agora tratava-se de fazer a passagem definitiva de toda a humanidade, da escravid&atilde;o do pecado para a liberdade dos filhos de Deus. O Cordeiro Imolado &eacute; o pr&oacute;prio Jesus; a &ldquo;Terra Prometida&rdquo; &eacute; a p&aacute;tria definitiva, a Jerusal&eacute;m Celeste; o povo que caminha para a liberdade deseja Deus que seja a humanidade inteira. Os que seguiram Cristo, na f&eacute;, s&atilde;o o novo Povo, a Igreja, que enceta a peregrina&ccedil;&atilde;o definitiva da humanidade. A P&aacute;scoa de Jesus &eacute; a nova P&aacute;scoa, n&atilde;o &eacute; s&oacute; do Povo de Israel, mas de toda a Igreja, o novo Israel e a sua for&ccedil;a arrasta para a grande caminhada toda a humanidade.<\/p>\n<p>2. A celebra&ccedil;&atilde;o da P&aacute;scoa envolve toda a nossa vida de povo crente. Celebramos sempre a P&aacute;scoa: quando evocamos os principais passos da vida terrena de Jesus; quando honramos a sua Sant&iacute;ssima M&atilde;e, a Virgem Maria; quando honramos os Santos que consideramos modelos e est&iacute;mulos de fidelidade; quando intercedemos pelos mortos, pedindo a Deus que os conduza &agrave; luz eterna.<\/p>\n<p>Mesmo quando n&atilde;o celebramos a Eucaristia e nos reunimos para celebrar outros sacramentos, para escutar e rezar a Palavra de Deus, para aben&ccedil;oar, em nome de Deus, as pessoas, os acontecimentos e as institui&ccedil;&otilde;es, &eacute; sempre a P&aacute;scoa que celebramos. Desde que somos capazes de celebrar a P&aacute;scoa, ela tornou-se a fonte de gra&ccedil;a e de luz para a nossa caminhada crist&atilde;, a caminho da P&aacute;scoa eterna. E &eacute; em todas essas circunst&acirc;ncias, sempre que, como membros do Povo Sacerdotal, imploramos, oferecemos, louvamos, fazemo-lo tendo como nosso mediador com o Pai, Cristo nosso Pont&iacute;fice e nosso Pastor. Sempre que nos dirigimos a Deus atrav&eacute;s da sua media&ccedil;&atilde;o sacerdotal, celebramos a P&aacute;scoa, pois foi nessa celebra&ccedil;&atilde;o que Ele se consagrou Sacerdote para sempre.<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Cristo, nossa P&aacute;scoa, foi imolado&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>3. Esta frase encerra todo o mist&eacute;rio desta nova P&aacute;scoa. Cristo foi imolado, mas a P&aacute;scoa, a passagem, &eacute; de todos n&oacute;s. A pergunta dos disc&iacute;pulos mostra a sua inten&ccedil;&atilde;o de celebrarem a P&aacute;scoa judaica, Jesus com o seu grupo. Mesmo tendo acontecido o que aconteceu, a morte de Jesus, novo Cordeiro Pascal, se aquela P&aacute;scoa fosse apenas um acto de generosidade de Jesus Cristo, oferecendo-Se por n&oacute;s, comoveria alguns, mas n&atilde;o significaria a grande passagem da humanidade. Jesus quis que a Sua P&aacute;scoa fosse a nossa P&aacute;scoa, porque j&aacute;, ao fazer-se Homem no seio de Maria, Ele uniu a Si toda a humanidade. Ao fazer a grande passagem, pela sua morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o, quer faz&ecirc;-la ao mesmo tempo que toda a humanidade, reunida na sua humanidade. Porque &eacute; o Filho de Deus feito Homem, a sua P&aacute;scoa tem de ser a nossa P&aacute;scoa. Pode reunir em Si todos os homens seus irm&atilde;os e faz&ecirc;-los protagonistas do seu gesto. Foi no seio virginal de Maria que a nossa P&aacute;scoa come&ccedil;ou. Quando Deus se fez Homem arrastou toda a humanidade para um gesto radical de mudan&ccedil;a, de passagem, que s&oacute; pode ser feita com Ele, seguindo-O, unindo-nos a Ele na f&eacute;. S&oacute; podemos celebrar a P&aacute;scoa com verdade, se assumirmos que somos protagonistas desse gesto que mudou o destino da humanidade. Maria &eacute;, e sempre ser&aacute;, a primeira protagonista da P&aacute;scoa de Jesus, que &eacute; a P&aacute;scoa da Igreja e anuncia a P&aacute;scoa de toda a humanidade.<\/p>\n<p>4. No texto do Evangelho que referimos (Mt. 26,17-19), h&aacute; uma diferen&ccedil;a de perspectiva entre a pergunta dos disc&iacute;pulos e a resposta de Jesus. &Agrave; pergunta dos disc&iacute;pulos, Jesus responde: &ldquo;Ide &agrave; cidade, a casa de um tal, e dizei-lhe: o Mestre manda dizer-te: o meu tempo est&aacute; pr&oacute;ximo, &eacute; em tua casa que vou celebrar a P&aacute;scoa com os meus disc&iacute;pulos&rdquo;.<\/p>\n<p>Jesus sente a plenitude do tempo, e que aquela P&aacute;scoa &eacute; a P&aacute;scoa definitiva. Aqueles disc&iacute;pulos s&atilde;o o g&eacute;rmen do novo Povo e t&ecirc;m de ser protagonistas dessa nova P&aacute;scoa. Se isso n&atilde;o acontecesse, aquela P&aacute;scoa n&atilde;o seria nova, mas apenas a P&aacute;scoa ritual dos judeus, a mem&oacute;ria da sa&iacute;da do Egipto. O novo Povo de Deus que vai nascer, ali j&aacute; anunciado naqueles disc&iacute;pulos, ser&aacute; protagonista da celebra&ccedil;&atilde;o da P&aacute;scoa, ser&aacute; um Povo Sacerdotal que poder&aacute; oferecer o seu Cordeiro Pascal e se poder&aacute; oferecer com Ele, o Pont&iacute;fice que presidir&aacute; sempre &agrave; P&aacute;scoa da Reden&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, da grande mudan&ccedil;a.<\/p>\n<p><strong>&ldquo;Fazei isto em Minha mem&oacute;ria&rdquo;<\/strong> (Lc. 22,19)<\/p>\n<p>5. Esta &eacute; a primeira grande novidade da P&aacute;scoa de Jesus: ela j&aacute; n&atilde;o &eacute; a &ldquo;mem&oacute;ria&rdquo; da sa&iacute;da do Egipto, mas &eacute; o novo acontecimento salv&iacute;fico de que &eacute; preciso fazer mem&oacute;ria. S&oacute; pode celebrar a P&aacute;scoa quem der actualidade &agrave; P&aacute;scoa de Cristo, que &eacute; a nossa P&aacute;scoa, porque Ele nos uniu a Si, somos um com Ele.<\/p>\n<p>O sacrif&iacute;cio cruento de Cristo, a sua morte violenta que &eacute; dom radical da sua vida, &eacute; irrepet&iacute;vel, aconteceu uma s&oacute; vez. Os disc&iacute;pulos e Maria, que representam toda a humanidade, est&atilde;o associados &agrave; morte de Cristo, mas a profundidade dessa associa&ccedil;&atilde;o escapa-lhes. Cristo oferece-Se por eles e Ele quis que eles O oferecessem para a reden&ccedil;&atilde;o do mundo. Desta capacidade de O oferecer, s&oacute; Maria est&aacute; consciente. Sem esta associa&ccedil;&atilde;o &agrave; nova humanidade resgatada, a morte de Cristo seria acto isolado, que se diluiria na mem&oacute;ria hist&oacute;rica como mais uma morte inocente, generosa e corajosamente aceite.<\/p>\n<p>Para que a P&aacute;scoa de Cristo se torne P&aacute;scoa da Igreja, o drama do Calv&aacute;rio tem de poder ser vivido, tornado presente, na linguagem simb&oacute;lica de um sacramento. O P&atilde;o que se transforma no Corpo de Cristo sacrificado e o Vinho que se torna o Sangue da nova e definitiva Alian&ccedil;a, s&atilde;o o modo pr&oacute;prio de a Igreja dar, em todos os tempos, actualidade &agrave;quele sacrif&iacute;cio redentor, que muda radicalmente o sentido e o destino da humanidade. Este &eacute; o sentido das Palavras de Cristo: &ldquo;Fazei isto em mem&oacute;ria de Mim&rdquo;. Este &ldquo;fazer mem&oacute;ria&rdquo; &eacute; mais do que recordar, n&atilde;o esquecer; &eacute; tornar actual a oferta de Cristo ao Pai para a reden&ccedil;&atilde;o da humanidade. <strong>A Eucaristia &eacute; a P&aacute;scoa da Igreja<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Na Eucaristia oferece-se a nova dimens&atilde;o do Corpo de Cristo<\/strong><\/p>\n<p>6.<strong> <\/strong>Quando o Filho de Deus, segunda Pessoa da Sant&iacute;ssima Trindade, Se fez homem no seio de Maria, uniu a Si toda a humanidade. Mas esta unidade de toda<strong> <\/strong>a humanidade, em Cristo, s&oacute; se tornar&aacute; plena e expl&iacute;cita nos &ldquo;novos c&eacute;us e nova terra&rdquo;. Mas ela torna-se expl&iacute;cita naqueles que, pela f&eacute; e pelo baptismo, se uniram a Cristo; eles s&atilde;o a Igreja, que &eacute; o &ldquo;Corpo de Cristo&rdquo;. &Eacute; esse Corpo de Cristo, o novo Povo Sacerdotal, que actualiza, em cada momento da hist&oacute;ria, o sacrif&iacute;cio pascal, sob a forma sacramental da Eucaristia. Esta &eacute; a P&aacute;scoa da Igreja; &eacute; por isso que s&oacute; o povo dos baptizados pode celebrar a Eucaristia. Na P&aacute;scoa da Igreja, Cristo Sumo Sacerdote, que se torna presente atrav&eacute;s do sacerd&oacute;cio apost&oacute;lico, oferece-Se pela reden&ccedil;&atilde;o do mundo e com Ele, a Igreja, Povo Sacerdotal, oferece e oferece-se. &Eacute; por isso que ela &eacute; sacramento de salva&ccedil;&atilde;o para toda a humanidade.<\/p>\n<p>O que &eacute; que o Povo Sacerdotal oferece nessa P&aacute;scoa da Igreja? Oferece Jesus Cristo e o dom da sua vida. S&oacute; o Filho pode glorificar o Pai. Mas oferece-se a si mesmo, na sua renova&ccedil;&atilde;o de santidade, sob a ac&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo. Toda a vida dos crist&atilde;os se torna, ent&atilde;o, &ldquo;h&oacute;stia espiritual&rdquo;, no dizer da Carta de S&atilde;o Pedro. Ao oferecer o sofrimento, actualiza a Paix&atilde;o de Cristo: &ldquo;eu completo na minha carne o que falta &agrave;s prova&ccedil;&otilde;es de Cristo pelo seu corpo, que &eacute; a Igreja&rdquo; (Col. 1,24). Se oferece as alegrias, exprime a sua participa&ccedil;&atilde;o na ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor. Assim a Igreja anuncia, ao oferecer a sua vida na Eucaristia, algo de essencial para a salva&ccedil;&atilde;o: s&oacute; se capta o sentido do sofrimento, quando se oferece. Paulo encontra a alegria no pr&oacute;prio sofrimento oferecido: &ldquo;Neste momento encontro a minha alegria nos sofrimentos que suporto por v&oacute;s&rdquo; (Col. 1,24).<\/p>\n<p>Na Eucaristia, a Igreja oferece o sacrif&iacute;cio de Cristo e a sua pr&oacute;pria vida pela reden&ccedil;&atilde;o dos homens. A P&aacute;scoa tem sempre o mesmo sentido: ser fermento da salva&ccedil;&atilde;o da humanidade. Presente no mundo, a Igreja sente e sofre uma humanidade que precisa de redn&ccedil;&atilde;o. Na Eucaristia acredita que s&oacute; Cristo &eacute; o Redentor. A Eucaristia &eacute; miss&atilde;o.<\/p>\n<p>Em cada Eucaristia, a Igreja reaviva o desejo da P&aacute;scoa eterna e sente-se peregrina do Reino dos C&eacute;us. Cristo glorioso, seu sacerdote e seu Pastor, hoje glorioso &agrave; direita do Pai, est&aacute; a atra&iacute;-la para essa etapa definitiva, ajudando-a a transformar a sua f&eacute; em esperan&ccedil;a viva e em caridade ardente.<\/p>\n<p><strong>Onde queres que celebremos a P&aacute;scoa?<\/strong><\/p>\n<p>7. N&oacute;s, os crist&atilde;os, somos os novos disc&iacute;pulos de Jesus. Se Lhe perguntarmos, como os primeiros disc&iacute;pulos: onde queres que celebremos a P&aacute;scoa este ano, Jesus responder-nos-&aacute;: na Igreja! Participai plenamente, com verdade, na Eucaristia que &eacute; a P&aacute;scoa da Igreja. Celebrai-a comigo. Oferecei a vossa vida para a reden&ccedil;&atilde;o do mundo; sede sacerdotes comigo, para gl&oacute;ria da Sant&iacute;ssima Trindade. Celebrai-a no amor, senti o sofrimento dos vossos irm&atilde;os e ajudai-os a atravessar o deserto e o mar revolto das injusti&ccedil;as e dos ego&iacute;smos de que s&atilde;o v&iacute;timas. A P&aacute;scoa tem de ser o triunfo da caridade. Fazei a passagem, deixai que o Esp&iacute;rito Santo mude o vosso cora&ccedil;&atilde;o, porque essa nossa passagem abrir&aacute; um sulco de esperan&ccedil;a para tantos homens e mulheres que ainda est&atilde;o no Egipto da escravid&atilde;o. O mundo continua a precisar que a P&aacute;scoa da Igreja seja um grito de liberta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>S&eacute; Patriarcal, 28 de Mar&ccedil;o de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>&dagger;<\/em><em> JOS&Eacute;, Cardeal-Patriarca<\/em><\/p>\n<p align=\"center\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;Oferecer com Cristo Sacerdote &eacute; sempre celebrar a P&aacute;scoa&rdquo; A Igreja vive da P&aacute;scoa 1. Com a entrada messi&acirc;nica em Jerusal&eacute;m, Jesus deu in&iacute;cio &agrave; sua &ldquo;Semana Maior&rdquo;, durante a qual celebraria a P&aacute;scoa judaica. 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