{"id":44233,"date":"2010-03-23T14:54:20","date_gmt":"2010-03-23T14:54:20","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/23\/bodas-de-diamante-de-monsenhor-vaz-pinto\/"},"modified":"2010-03-23T14:54:20","modified_gmt":"2010-03-23T14:54:20","slug":"bodas-de-diamante-de-monsenhor-vaz-pinto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bodas-de-diamante-de-monsenhor-vaz-pinto\/","title":{"rendered":"Bodas de Diamante de monsenhor Vaz Pinto"},"content":{"rendered":"<p>Monsenhor Jos&eacute; Vaz Pinto foi ordenado sacerdote em 23 de Abril de 1950. A efem&eacute;ride vai ser assinalada pela Comunidade da Bas&iacute;lica dos Congregados, em Braga, onde colabora desde o ano de 2009. &Agrave;s 19h00 desse mesmo dia, o sacerdote preside a uma celebra&ccedil;&atilde;o da Eucaristia seguindo-se um jantar-conv&iacute;vio, para que est&atilde;o abertas as inscri&ccedil;&otilde;es, em n&uacute;mero limitado, na Secretaria da Bas&iacute;lica.<\/p>\n<p>Jos&eacute; Vaz Pinto nasceu em Celeir&oacute;s, no concelho de Braga, em 30 de Dezembro de 1925. Depois de ter frequentado a Escola Prim&aacute;ria da sua terra natal, em 3 de Outubro de 1936 entrou no Semin&aacute;rio do Cora&ccedil;&atilde;o de Maria, em Santo Ant&oacute;nio de Ser&eacute;m (&Aacute;gueda).<\/p>\n<p>Em 1939 passou para o Convento de Alpendurada (Entre-os-Rios) e em 1942 iniciou os estudos de Filosofia nas Termasde S&atilde;o Vicente, prosseguindo estudos, em 1943, em Jerez de los Caballeros (Badajoz, Espanha). Ordenado sacerdote na catedral de Badajoz em 23 de Abril de 1950, cantou Missa Nova em Celeir&oacute;s, no dia 27 de Agosto de 1950.<\/p>\n<p>Teve, ent&atilde;o, de resolver problemas de sa&uacute;de, pelo que houve de descansar durante cinco meses nas Penhas da Sa&uacute;de (Covilh&atilde;) e um ano no Caramulo. Entre 1952 e 1955 ensinou Filosofia no Instituto Claretiano da Rua de Fez, no Porto. Nomeado professor no Semin&aacute;rio do Cora&ccedil;&atilde;o de Maria e no Col&eacute;gio Internato dos Carvalhos, a&iacute; permaneceu at&eacute; 1959, acumulando a administra&ccedil;&atilde;o dos dois estabelecimentos de ensino e tamb&eacute;m da Col&oacute;nia Infantil.<\/p>\n<p>Parte not&aacute;vel do seu minist&eacute;rio sacerdotal foi exercida junto de comunidades de emigrantes portugueses, em Fran&ccedil;a e na Inglaterra. Permaneceu em Paris e Versalhes entre 1959 e 1978 onde, com o padre Joaquim Monteiro Saraiva, lan&ccedil;ou os alicerces da Miss&atilde;o Cat&oacute;lica Portuguesa. Fundou e dinamizou o jornal &ldquo;Voz da Saudade&rdquo;. Criou o Centro de Acolhimento &ldquo;L&rsquo;Ami&rdquo; para os portugueses, na esta&ccedil;&atilde;o de Austerlitz, e o Movimento de Solidariedade Crist&atilde; (MSC) destinado a acolher e a orientar os emigrantes clandestinos que chegavam a Fran&ccedil;a.<\/p>\n<p>Colocou na Prefeitura de Paris um funcion&aacute;rio portugu&ecirc;s, em servi&ccedil;o permanente. Colaborou com os emigrantes na legaliza&ccedil;&atilde;o das suas &ldquo;Carteiras de Resid&ecirc;ncia&rdquo; e na obten&ccedil;&atilde;o de mais de 22.000 postos de trabalho. Junto das autoridades judiciais e policiais francesas defendeu os emigrantes portugueses no sentido de serem minoradas as suas penas.<\/p>\n<p>Em Londres, para onde foi em 1988, editou a &ldquo;Folhinha Portuguesa&rdquo;, seguindo o lema &laquo;unir vontades para conjugar esfor&ccedil;os&raquo;. Na sua actividade privilegiou os sectores da cultura e recreio, a ac&ccedil;&atilde;o s&oacute;cio-caritativa, a pastoral da sa&uacute;de, o servi&ccedil;o de entre-ajuda. Procurou estabelecer a ponte entre a Igreja e o mundo oper&aacute;rio e empenhou-se na preserva&ccedil;&atilde;o da l&iacute;ngua portuguesa e dos usos e costumes tradicionais.<\/p>\n<p>Entre 1978 e 1988 foi, primeiro, p&aacute;roco de Figueiredo, no arciprestado de Braga, e depois, tamb&eacute;m de Celeiros e Vimieiro. Em 10 de Junho de 1994 o ent&atilde;o Presidente da Rep&uacute;blica, M&aacute;rio Soares, conferiu-lhe o grau de Comendador da Ordem do M&eacute;rito.<\/p>\n<p>Cinco anos depois, em 16 de Dezembro de 1997, Jo&atilde;o Paulo II agregou-o ao conjunto dos seus capel&atilde;es com o t&iacute;tulo de Monsenhor.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Com Di&aacute;rio do Minho<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Monsenhor Jos&eacute; Vaz Pinto foi ordenado sacerdote em 23 de Abril de 1950. 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