{"id":44197,"date":"2010-03-22T11:57:42","date_gmt":"2010-03-22T11:57:42","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/22\/catequese-do-cardeal-patriarca-no-5-o-domingo-da-quaresma-3\/"},"modified":"2010-03-22T11:57:42","modified_gmt":"2010-03-22T11:57:42","slug":"catequese-do-cardeal-patriarca-no-5-o-domingo-da-quaresma-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-do-cardeal-patriarca-no-5-o-domingo-da-quaresma-3\/","title":{"rendered":"Catequese do Cardeal-Patriarca no 5.\u00ba Domingo da Quaresma"},"content":{"rendered":"<p><strong>&ldquo;Cristo, Sumo Sacerdote, &eacute; o nosso Bom Pastor&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>1. J&aacute; vimos que os Evangelhos e o Novo Testamento em geral evitaram aplicar a Jesus e &agrave; sua miss&atilde;o salv&iacute;fica a linguagem sacerdotal da estrutura do sacerd&oacute;cio lev&iacute;tico. Foi uma maneira de afirmar a diferen&ccedil;a e anunciar a ruptura com toda a concep&ccedil;&atilde;o sacerdotal do Povo de Israel. Acentua-se, isso sim, a perfei&ccedil;&atilde;o da atitude sacerdotal, do amor infinito com que d&aacute; a vida por n&oacute;s e que, na &uacute;ltima Ceia, Ele assume claramente como &ldquo;fun&ccedil;&atilde;o sacerdotal&rdquo; do tempo novo, o tempo da nova e definitiva Alian&ccedil;a.<\/p>\n<p>Mas a perfei&ccedil;&atilde;o da atitude sacerdotal de Jesus Cristo, expressa no amor infinito com que nos ama e d&aacute; a sua vida para que n&oacute;s tenhamos a vida, &eacute; expressa no Antigo Testamento por uma outra linguagem, a da imagem de Deus, Pastor do Seu Povo, e que Jesus n&atilde;o hesita em aplicar a Si Mesmo. &ldquo;O Senhor &eacute; meu pastor nada me falta&rdquo;, canta o salmista (Sl. 23,1-2). Podemos, assim, aproximar as duas linguagens e exprimir a atitude sacerdotal de Jesus Cristo com a imagem do Bom Pastor. Tanto no Antigo como no Novo Testamento a designa&ccedil;&atilde;o de Deus como Pastor do seu Povo exprime, em linguagem tocante e significativa, o intenso amor de Deus pelo seu Povo, define a salva&ccedil;&atilde;o e o sacrif&iacute;cio que no-la mereceu como acto de amor, de um amor intenso e levado ao extremo. Cristo &eacute; Sacerdote porque nos salvou; e salvou-nos porque nos amou at&eacute; ao limite, at&eacute; ao dom da pr&oacute;pria vida. Ele &eacute; o Sumo Sacerdote do novo Povo de Deus porque &eacute; o seu Bom Pastor.<\/p>\n<p><strong>Deus salva-nos porque nos ama<\/strong><\/p>\n<p>2. Ligar o sacerd&oacute;cio de Cristo ao seu amor de Bom Pastor, ajudar-nos-&aacute; a viver cada momento sacerdotal da Igreja como express&atilde;o da intensidade actual do amor com que Deus nos ama, em Jesus Cristo. Podemos viver cada Eucaristia, que &eacute; oferta de Cristo hoje, mas tamb&eacute;m oferta da Igreja, rebanho que Ele conduz nos caminhos da vida, como a express&atilde;o actual desse amor infinito de Jesus Cristo. Cada Eucaristia &eacute; um acto de amor, intenso e actual, de Cristo por aquela assembleia que celebra com Ele e por toda a humanidade redimida, a&iacute; sempre presente cada vez que a oferecemos. Podemos sequer imaginar a intensidade do amor de Cristo, um amor sofrido, por esta humanidade a que pertencemos, por vezes t&atilde;o desviada do caminho da vida?<\/p>\n<p>A Eucaristia celebrada com a densidade de amor de um Povo que se sente amado pelo seu Bom Pastor, &eacute; um momento de a Igreja, cada comunidade que celebra, abra&ccedil;ar a humanidade com o amor de Cristo. Em cada Eucaristia a humanidade &eacute; amada com a intensidade do amor de Cristo por cada comunidade que a celebra.<\/p>\n<p><strong>A imagem do Bom Pastor na Sagrada Escritura<\/strong><\/p>\n<p>3. Significar o amor salv&iacute;fico de Deus com a imagem do Bom Pastor encontra-se j&aacute; no Antigo Testamento, em textos que revelam a solicitude amorosa de Deus pelo seu Povo. Referindo-se a essa solicitude de Deus, Isa&iacute;as escreve: &ldquo;Como um pastor Ele apascenta o seu rebanho, re&uacute;ne-o com o seu bra&ccedil;o, transporta os cordeiros ao colo e conduz ao descanso as m&atilde;es que os est&atilde;o a amamentar&rdquo; (Is. 40,11).<\/p>\n<p>O Profeta Ezequiel (cf. Ez. 34,1ss) faz uma den&uacute;ncia severa aos pastores de Israel, aqueles a quem Deus encarregara de o serem, em seu nome. Eles serviram-se do rebanho, em vez de o servirem com amor. Por isso Deus destitui-os e anuncia que Ele pr&oacute;prio ser&aacute; o Pastor do seu Povo. Re&uacute;ne-o da sua dispers&atilde;o, cuida as ovelhas feridas, conduz todo o rebanho a pastagens abundantes onde poder&atilde;o crescer. Este an&uacute;ncio de que Deus ser&aacute;, Ele pr&oacute;prio, o Pastor do seu Povo, &eacute; o an&uacute;ncio do Messias, de Jesus, Filho de Deus, que encarnar&aacute; no seu amor toda a solicitude amorosa de Deus pelo Povo escolhido.<\/p>\n<p>4. Jesus assume claramente ser o Pastor do Povo de Deus em nome de Deus seu Pai. O amor salv&iacute;fico de Deus Pai &eacute; uma exig&ecirc;ncia constante no amor de Jesus Cristo, Filho de Deus feito Homem. Jesus sabe-se enviado &agrave;s ovelhas perdidas da Casa de Israel (cf. Lc. 15,24); compadece-se perante a multid&atilde;o porque esta parece um rebanho sem pastor (cf. Mc. 6,34); vai &agrave; procura da ovelha perdida e tr&aacute;-la ao colo (cf. Lc. 15,4-10). S&atilde;o textos que exprimem uma grande ternura, que suscitam a confian&ccedil;a de quem se sente amado, de que, ali&aacute;s, estavam j&aacute; repassados alguns Salmos (cf. Sl. 23,1-4; Sl. 95,7).<\/p>\n<p>O Evangelista S&atilde;o Jo&atilde;o resume todo o amor salv&iacute;fico de Jesus na imagem do Bom Pastor (cf. Jo. 10,1-18). Este texto &eacute; sequ&ecirc;ncia directa de Ezequiel 34. Como Deus em Ezequiel, Jesus afirma: &ldquo;Eu sou o Bom Pastor. O Bom Pastor d&aacute; a vida pelas suas ovelhas&rdquo; (v.11). Dar a vida exprimir&aacute; a atitude sacerdotal de Jesus. Para S&atilde;o Jo&atilde;o &eacute; claro: Cristo &eacute; Sacerdote, sendo o Bom Pastor.<\/p>\n<p>Neste texto de S&atilde;o Jo&atilde;o, resume-se toda a centralidade de Jesus Cristo em rela&ccedil;&atilde;o ao Povo escolhido, o Povo que Deus quer, aqui significado com a imagem do rebanho. O que d&aacute; qualidade ao rebanho &eacute; a atitude do Pastor. Sublinhemos, em chave sacerdotal, a miss&atilde;o de Cristo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Igreja, novo Povo de Deus:<\/p>\n<p>Antes de mais, Cristo n&atilde;o se apresenta apenas como Pastor. Ele &eacute; o redil e a porta do redil. &Eacute; por Ele, a porta, que se entra no rebanho; ningu&eacute;m pertence &agrave; Igreja sem pertencer a Jesus Cristo. Ele pr&oacute;prio &eacute; o redil: &eacute; n&rsquo;Ele que as ovelhas se re&uacute;nem, se abrigam, descansam, se sentem protegidas. &Eacute; Ele que congrega a Igreja; s&oacute; em uni&atilde;o a Ele a Igreja faz a experi&ecirc;ncia da unidade e sente a seguran&ccedil;a do rebanho protegido e reunido.<\/p>\n<p>Sendo o redil e a porta do redil, Ele n&atilde;o se vai embora, deixando o rebanho sozinho. Ele &eacute; o Pastor vigilante, que protege e defende: Ele quer que as suas ovelhas tenham vida, uma vida em abund&acirc;ncia que revela, em cada momento, a surpresa da fecundidade do Esp&iacute;rito. Ele sabe que s&oacute; n&rsquo;Ele as ovelhas podem ter essa vida, porque Ele &eacute; a vida. Ele deseja tanto essa comunica&ccedil;&atilde;o da vida, que est&aacute; disposto a dar a Sua pr&oacute;pria vida por elas (v.10-11). &Eacute; da sua oferta sacerdotal que jorrar&aacute; em abund&acirc;ncia essa vida; a sua P&aacute;scoa ser&aacute; uma fonte de &aacute;gua viva.<\/p>\n<p>Cristo conhece as suas ovelhas e elas conhecem-n&rsquo;O. Na Igreja, h&aacute; uma nova intimidade entre Cristo, Bom Pastor e cada membro do rebanho, participa&ccedil;&atilde;o na intimidade que h&aacute; entre Ele e o Pai. Com Cristo Pastor do rebanho cessaram os anonimatos. A Igreja &eacute; um mist&eacute;rio de comunh&atilde;o e de amor (v.14-15).<\/p>\n<p>Mas o seu amor salv&iacute;fico &eacute; por todos os homens. O seu rebanho n&atilde;o est&aacute; fechado; a porta do redil continua aberta. Ele vai &agrave; procura daqueles que ainda est&atilde;o fora, porque pensa, e deseja-o, naquele dia em que haver&aacute; um &uacute;nico rebanho, de que Ele &eacute; o &uacute;nico Pastor (v.16). A universalidade da salva&ccedil;&atilde;o, o fruto mais precioso do sacrif&iacute;cio pascal de Cristo, &eacute; o horizonte definitivo do seu amor de Pastor, que &eacute; irradia&ccedil;&atilde;o do amor trinit&aacute;rio, do amor com que o Pai O ama e nos ama a n&oacute;s no Seu Filho (v.17). &Eacute; na sua qualidade de Sumo Sacerdote do tempo definitivo que se manifesta a grandeza do seu amor de Pastor. S&atilde;o Pedro chama a Cristo Pastor e Bispo das nossas almas (cf. 1Pet. 2,25), convidando-nos a fazer a unidade pastoral entre o sacerd&oacute;cio de Cristo e a sua bondade de Bom Pastor.<\/p>\n<p><strong>Dar-vos-ei Pastores<\/strong><\/p>\n<p>5. Esta promessa tinha-a feito Deus j&aacute; ao Povo do Antigo Testamento. Vimos que a infidelidade desses pastores que deu ao seu Povo levou-O a rejeit&aacute;-los, assumindo Ele pessoalmente a condu&ccedil;&atilde;o do seu Povo. Feito isso de forma perfeita e definitiva em Jesus Cristo, o Senhor volta a dar pastores ao seu Povo, sem deixar de ser Ele o Bom Pastor, o &uacute;nico Pastor. Os pastores da era crist&atilde; n&atilde;o substituem Jesus Cristo, s&atilde;o sacramentos de Jesus Cristo, o que se realiza de forma total no sacerd&oacute;cio apost&oacute;lico. Quando Jesus escolhe doze Ap&oacute;stolos escolhe pastores para o seu Povo.<\/p>\n<p>&Eacute; a certeza de Paulo na Carta aos Ef&eacute;sios: &ldquo;Ele deu alguns como Ap&oacute;stolos, outros como profetas, outros como evangelistas, outros como pastores e doutores para preparar os santos para o minist&eacute;rio, para a constru&ccedil;&atilde;o do Corpo de Cristo, at&eacute; que cheguem todos &agrave; unidade da f&eacute; e do conhecimento do Filho de Deus&rdquo; (Efs. 4,11-13).<\/p>\n<p>Nesta lista da Carta aos Ef&eacute;sios, estes pastores que tornam presente Cristo Pastor s&atilde;o, sobretudo os Ap&oacute;stolos e aqueles que eles fizeram participantes do seu minist&eacute;rio apost&oacute;lico. A esses que o Senhor escolheu e enviou pede-se que se identifiquem com Cristo, fazendo sentir, continuamente, ao Povo de Deus, pela sua presen&ccedil;a e ac&ccedil;&atilde;o, que &eacute; amado por Jesus Cristo, o Bom Pastor.<\/p>\n<p>Esta converg&ecirc;ncia entre o minist&eacute;rio sacerdotal e a solicitude do Bom Pastor, inspira e sugere o dinamismo da ac&ccedil;&atilde;o pastoral. &Eacute; j&aacute; a perspectiva do Ap&oacute;stolo Pedro:<\/p>\n<table border=\"1\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"454\" valign=\"top\">\n<p><em>&ldquo;Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado, velando por ele, n&atilde;o constrangidos mas de boa vontade, segundo Deus, n&atilde;o por gan&acirc;ncia mas por dedica&ccedil;&atilde;o, nem como dominadores sobre aqueles que vos foram confiados mas tornando-vos modelos do rebanho. E quando aparecer o supremo Pastor, recebereis a coroa eterna de gl&oacute;ria&rdquo;<\/em> (1Pe 5,2-4)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>6. Esta perspectiva do Pastor pode inspirar toda a renova&ccedil;&atilde;o pastoral na forma de exercer, actualmente, o minist&eacute;rio sacerdotal. Essa pode transformar-se na grande interpela&ccedil;&atilde;o do Ano Sacerdotal: fazer com que os sacerdotes sejam, em tudo e sobretudo, pastores do Povo que lhes foi confiado. Depois de termos lido e meditado estes textos da Sagrada Escritura, podemos arriscar enumerando as atitudes actuais de um sacerdote bom pastor, at&eacute; para as transformarmos em prece, quando rezamos pelos nossos sacerdotes:<\/p>\n<p>* Um bom pastor &eacute; algu&eacute;m que guia, que tem a coragem de indicar, &agrave; luz da f&eacute;, o caminho a seguir. Sabe dizer a verdade com amor;<\/p>\n<p>* Um bom pastor &eacute; um amigo da vida. Ele deve abrir para os outros as fontes da vida eterna;<\/p>\n<p>* Um bom pastor &eacute; aquele que n&atilde;o fica prisioneiro daqueles que o rodeiam sempre, mas vai &agrave; procura dos que se desviaram ou nunca vieram;<\/p>\n<p>* Um bom pastor &eacute; aquele que, sem desprezar ningu&eacute;m, d&aacute; um lugar especial no seu cora&ccedil;&atilde;o aos pobres, aos pequeninos, aos mais fracos;<\/p>\n<p>* Um bom pastor &eacute; algu&eacute;m que vigia, est&aacute; atento, avisa dos perigos;<\/p>\n<p>* Um bom pastor n&atilde;o se apascenta a si mesmo, n&atilde;o usa o seu minist&eacute;rio para proveito pr&oacute;prio;<\/p>\n<p>* Um bom pastor conhece as suas ovelhas. &ldquo;O contacto pessoal &eacute; o Alfa e o &Oacute;mega da cura das almas e n&atilde;o pode ser substitu&iacute;do por nada, nem sequer por cartas paroquiais ou diocesanas, escritas da maneira mais cordial&rdquo; (1).<\/p>\n<p>&Eacute; sobretudo quando celebramos a Eucaristia e damos actualidade &agrave; ac&ccedil;&atilde;o sacerdotal de Cristo, que somos os pastores que Ele deseja para o seu Povo. Isso exige que, na nossa vida, nos tornemos &ldquo;modelos do rebanho&rdquo;.<\/p>\n<p>S&eacute; Patriarcal, 21 de Mar&ccedil;o de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>&dagger;<\/em><em> JOS&Eacute;, Cardeal-Patriarca<\/em><\/p>\n<p>NOTA:<\/p>\n<p>1 &#8211; cf. Walter Kasper, &ldquo;Servitori della Gioia&rdquo;, p. 92<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&ldquo;Cristo, Sumo Sacerdote, &eacute; o nosso Bom Pastor&rdquo; Introdu&ccedil;&atilde;o 1. J&aacute; vimos que os Evangelhos e o Novo Testamento em geral evitaram aplicar a Jesus e &agrave; sua miss&atilde;o salv&iacute;fica a linguagem sacerdotal da estrutura do sacerd&oacute;cio lev&iacute;tico. 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