{"id":44099,"date":"2010-03-20T10:52:01","date_gmt":"2010-03-20T10:52:01","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/20\/musica-antiga-uma-utopia-ou-uma-conquista\/"},"modified":"2010-03-20T10:52:01","modified_gmt":"2010-03-20T10:52:01","slug":"musica-antiga-uma-utopia-ou-uma-conquista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/musica-antiga-uma-utopia-ou-uma-conquista\/","title":{"rendered":"M\u00fasica antiga, uma utopia ou uma conquista?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">O antigo Secret&aacute;rio de Estado da Cultura e director-adjunto do Servi&ccedil;o de M&uacute;sica da Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian &eacute; um dos melhores conhecedores do panorama musical portugu&ecirc;s &ndash; e internacional. Investigador de renome e comunicador ex&iacute;mio, Rui Vieira Nery encontra-se ligado, desde a g&eacute;nese, ao Festival Terras sem Sombra de M&uacute;sica Sacra do Baixo Alentejo, que tem nele um observador muito atento. Em edi&ccedil;&otilde;es anteriores j&aacute; tra&ccedil;ou as coordenadas de grandes correntes da m&uacute;sica do mundo. Agora, em Beja, ir&aacute; explorar o di&aacute;logo entre as sonoridades do passado e as viv&ecirc;ncias est&eacute;ticas, nem sempre as mais profundas, dos dias de hoje.<\/p>\n<p>Pensado como uma pequena &ldquo;hist&oacute;ria da m&uacute;sica&rdquo; em que cada um das suas edi&ccedil;&otilde;es constitui um novo cap&iacute;tulo desse magno livro, o Festival Terras sem Sombra de M&uacute;sica Sacra apresenta todos os anos uma confer&ecirc;ncia de fundo, destinada a servir de enquadramento &agrave; programa&ccedil;&atilde;o da respectiva temporada. &ldquo;A M&uacute;sica Antiga e a M&aacute;quina do Tempo: Redescoberta, Releitura, Reinven&ccedil;&atilde;o&rdquo; &eacute; o tema que ir&aacute; ser desenvolvido por Rui Vieira Nery, professor da Universidade de &Eacute;vora, a 20 de Mar&ccedil;o, pelas 17.30 horas, na igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Beja, um dos espa&ccedil;os cl&aacute;ssicos do Festival.<\/p>\n<p>Rui Vieira Nery nasceu em Lisboa em 1957. Iniciou os estudos musicais na Academia de M&uacute;sica de Santa Cec&iacute;lia e prosseguiu-os no Conservat&oacute;rio Nacional de Lisboa. &Eacute; Licenciado em Hist&oacute;ria pela Faculdade de Letras de Lisboa (1980) e doutor em Musicologia pela Universidade do Texas em Austin (1990), que frequentou como Fulbright Scholar e bolseiro da Funda&ccedil;&atilde;o Calouste. De 1985 a 2000 ensinou no Departamento de Ci&ecirc;ncias Musicais da Universidade Nova de Lisboa e de 1992 a 2007 foi Director-Adjunto do Servi&ccedil;o de M&uacute;sica da Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian. &Eacute; actualmente Professor Associado do Departamento de Artes da Universidade de &Eacute;vora, investigador do Instituto de Etnomusicologia &ndash; Centro de Estudos de M&uacute;sica e Dan&ccedil;a e Director do Programa Gulbenkian &ldquo;Educa&ccedil;&atilde;o para a Cultura&rdquo;.<\/p>\n<p>Como music&oacute;logo, &eacute; autor de diversos estudos sobre Hist&oacute;ria da M&uacute;sica Portuguesa, dois dos quais receberam o Pr&eacute;mio de Ensa&iacute;smo Musical do Conselho Portugu&ecirc;s da M&uacute;sica (1984 e 1992), bem como de largo n&uacute;mero de artigos cient&iacute;ficos publicados em revistas e obras colectivas especializadas, tanto portuguesas como internacionais. Exerce tamb&eacute;m uma actividade intensa como conferencista, no plano nacional como em v&aacute;rios pa&iacute;ses da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Os seus temas de investiga&ccedil;&atilde;o incluem a problem&aacute;tica do Maneirismo e do Barroco na M&uacute;sica Ib&eacute;rica e Latino-Americana e os processos de interpenetra&ccedil;&atilde;o cultural na M&uacute;sica Portuguesa, do vilancico &agrave; modinha e ao fado. &Eacute; autor de &ldquo;Para uma Hist&oacute;ria do Fado&rdquo; (2004), dos cap&iacute;tulos sobre Portugal, Espanha e Am&eacute;rica Latina na &ldquo;History of Baroque Music&rdquo;, de George Buelow (Indiana University Press, 2004), e da colec&ccedil;&atilde;o de ensaios &ldquo;Pensar Am&aacute;lia&rdquo; (2009).<\/p>\n<p>Entre Outubro de 1995 e Outubro de 1997 desempenhou as fun&ccedil;&otilde;es de Secret&aacute;rio de Estado da Cultura no XIII Governo Constitucional. Foi condecorado em Outubro de 2003 pelo Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, Jorge Sampaio, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique por servi&ccedil;os prestados ao estudo da Cultura portuguesa. &Eacute; acad&eacute;mico correspondente da Academia Portuguesa da Hist&oacute;ria.<\/p>\n<p><em>Departamento do Patrim&oacute;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico da Diocese de Beja<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O antigo Secret&aacute;rio de Estado da Cultura e director-adjunto do Servi&ccedil;o de M&uacute;sica da Funda&ccedil;&atilde;o Calouste Gulbenkian &eacute; um dos melhores conhecedores do panorama musical portugu&ecirc;s &ndash; e internacional. 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