{"id":43570,"date":"2010-02-17T10:52:18","date_gmt":"2010-02-17T10:52:18","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/02\/17\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-47-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/"},"modified":"2010-02-17T10:52:18","modified_gmt":"2010-02-17T10:52:18","slug":"mensagem-de-bento-xvi-para-o-47-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-de-bento-xvi-para-o-47-o-dia-mundial-de-oracao-pelas-vocacoes\/","title":{"rendered":"Mensagem de Bento XVI para o 47.\u00ba Dia Mundial de Ora\u00e7\u00e3o pelas Voca\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">Vener&aacute;veis Irm&atilde;os no Episcopado e no Sacerd&oacute;cio,<\/p>\n<p align=\"justify\">Amados Irm&atilde;os e Irm&atilde;s!<\/p>\n<p align=\"justify\">O 47&ordm; Dia Mundial de Ora&ccedil;&atilde;o pelas Voca&ccedil;&otilde;es, que ser&aacute; celebrado no IV Domingo de P&aacute;scoa &ndash; Domingo do &laquo;Bom Pastor&raquo; &ndash;, a 25 de Abril de 2010, oferece-me a oportunidade de propor &agrave; vossa reflex&atilde;o um tema que quadra bem com o Ano Sacerdotal: <em>O testemunho suscita voca&ccedil;&otilde;es<\/em>. De facto, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ac&ccedil;&atilde;o gratuita de Deus, mas &eacute; favorecida tamb&eacute;m &ndash; como o confirma a experi&ecirc;ncia pastoral &ndash; pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunit&aacute;rio de todos aqueles que j&aacute; responderam ao chamamento do Senhor no minist&eacute;rio sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a miss&atilde;o dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasi&atilde;o dos 150 anos de falecimento de S&atilde;o Jo&atilde;o Maria Vianney, o Cura d&rsquo;Ars, modelo sempre actual de presb&iacute;tero e p&aacute;roco.<\/p>\n<p align=\"justify\">J&aacute; no Antigo Testamento os profetas tinham consci&ecirc;ncia de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreens&atilde;o, a rejei&ccedil;&atilde;o, a persegui&ccedil;&atilde;o. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um &laquo;fogo ardente&raquo; no cora&ccedil;&atilde;o imposs&iacute;vel de conter (cf. <em>Jr<\/em> 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor n&atilde;o s&oacute; a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, ser&aacute; Jesus, o enviado do Pai (cf. <em>Jo<\/em> 5,36), que, atrav&eacute;s da sua miss&atilde;o, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distin&ccedil;&atilde;o, com especial aten&ccedil;&atilde;o pelos &uacute;ltimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus &eacute; a suprema Testemunha de Deus e da sua &acirc;nsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, Jo&atilde;o Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazar&eacute;, as promessas de Deus. Quando O v&ecirc; chegar ao rio Jord&atilde;o, onde estava a baptizar, Jo&atilde;o indica-O aos seus disc&iacute;pulos como &laquo;o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo&raquo; (<em>Jo<\/em> 1,29). O seu testemunho &eacute; t&atilde;o fecundo que dois dos seus disc&iacute;pulos, &laquo;ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus&raquo; (<em>Jo<\/em> 1,37).<\/p>\n<p align=\"justify\">Tamb&eacute;m a voca&ccedil;&atilde;o de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista Jo&atilde;o, passa pelo testemunho de seu irm&atilde;o Andr&eacute;; este, ap&oacute;s ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu &laquo;permanecendo&raquo; junto do Senhor: &laquo;&#8221;Encontr&aacute;mos o Messias&#8221; (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus&raquo; (<em>Jo<\/em> 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael &ndash; Bartolomeu &ndash;, gra&ccedil;as ao testemunho doutro disc&iacute;pulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: &laquo;Acab&aacute;mos de encontrar Aquele de quem escreveu Mois&eacute;s na Lei e que os Profetas anunciaram: &eacute; Jesus, o filho de Jos&eacute;, de Nazar&eacute;&raquo; (<em>Jo<\/em> 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o pr&oacute;prio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fi&eacute;is &agrave; sua miss&atilde;o, para suscitar novas voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais e religiosas para o servi&ccedil;o do seu Povo. Por esta raz&atilde;o, desejo destacar tr&ecirc;s aspectos da vida do presb&iacute;tero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.<\/p>\n<p align=\"justify\">Elemento fundamental e comprovado de toda a voca&ccedil;&atilde;o ao sacerd&oacute;cio e &agrave; vida consagrada &eacute; a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante uni&atilde;o com o Pai, e isto suscitava nos disc&iacute;pulos o desejo de viverem a mesma experi&ecirc;ncia, aprendendo d&rsquo;Ele a comunh&atilde;o e o di&aacute;logo incessante com Deus. Se o sacerdote &eacute; o &laquo;homem de Deus&raquo;, que pertence a Deus e ajuda a conhec&ecirc;-Lo e a am&aacute;-Lo, n&atilde;o pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A ora&ccedil;&atilde;o &eacute; o primeiro testemunho que suscita voca&ccedil;&otilde;es. Tal como o ap&oacute;stolo Andr&eacute; comunica ao irm&atilde;o que conheceu o Mestre, assim tamb&eacute;m quem quiser ser disc&iacute;pulo e testemunha de Cristo deve t&ecirc;-Lo &laquo;visto&raquo; pessoalmente, deve t&ecirc;-Lo conhecido, deve ter aprendido a am&aacute;-Lo e a permanecer com Ele.<\/p>\n<p align=\"justify\">Outro aspecto da consagra&ccedil;&atilde;o sacerdotal e da vida religiosa &eacute; o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o ap&oacute;stolo Jo&atilde;o: &laquo;Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por n&oacute;s, e n&oacute;s devemos dar a vida pelos nossos irm&atilde;os&raquo; (<em>1 Jo<\/em> 3,16). Com estas palavras, os disc&iacute;pulos s&atilde;o convidados a entrar na mesma l&oacute;gica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai at&eacute; &agrave; entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a miseric&oacute;rdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na &Uacute;ltima Ceia, Se levanta da mesa, dep&otilde;e o manto, pega numa toalha, ata-a &agrave; cintura e Se inclina a lavar os p&eacute;s aos Ap&oacute;stolos, exprime o sentido de servi&ccedil;o e doa&ccedil;&atilde;o que caracterizou toda a sua vida, por obedi&ecirc;ncia &agrave; vontade do Pai (cf. <em>Jo<\/em> 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagra&ccedil;&atilde;o deve esfor&ccedil;ar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois &agrave;queles que a Provid&ecirc;ncia lhe confia no minist&eacute;rio pastoral, com dedica&ccedil;&atilde;o plena, cont&iacute;nua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irm&atilde;os, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A hist&oacute;ria de cada voca&ccedil;&atilde;o cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doa&ccedil;&atilde;o de si mesmo aos irm&atilde;os por amor do Reino dos C&eacute;us. &Eacute; que a presen&ccedil;a e a palavra de um padre s&atilde;o capazes de despertar interroga&ccedil;&otilde;es e de conduzir mesmo a decis&otilde;es definitivas (cf. Jo&atilde;o Paulo II, Exort. ap. p&oacute;s-sinodal <em>Pastores dabo vobis<\/em>, 39).<\/p>\n<p align=\"justify\">Um terceiro aspecto que, enfim, n&atilde;o pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada &eacute; viver a comunh&atilde;o. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu disc&iacute;pulo, a profunda comunh&atilde;o no amor: &laquo;&Eacute; por isto que todos saber&atilde;o que sois meus disc&iacute;pulos: se vos amardes uns aos outros&raquo; (<em>Jo<\/em> 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunh&atilde;o, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divis&otilde;es, sanar lacera&ccedil;&otilde;es, aplanar contrastes e incompreens&otilde;es, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza n&atilde;o se sentir&atilde;o encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, v&ecirc;em aumentar a sua hesita&ccedil;&atilde;o. Torna-se importante, pois, realizar a comunh&atilde;o de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Ent&atilde;o, o jovem dir&aacute;: &laquo;Isto pode ser um futuro tamb&eacute;m para mim, assim pode-se viver&raquo; (<em>Insegnamenti<\/em>, vol.<em> <\/em>I\/2005, 354). O Conc&iacute;lio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar voca&ccedil;&otilde;es, destaca o exemplo de caridade e de fraterna coopera&ccedil;&atilde;o que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto <em>Optatam totius, <\/em>2).<\/p>\n<p align=\"justify\">Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor Jo&atilde;o Paulo II: &laquo;A pr&oacute;pria vida dos padres, a sua dedica&ccedil;&atilde;o incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso servi&ccedil;o ao Senhor e &agrave; sua Igreja &ndash; testemunho assinalado pela op&ccedil;&atilde;o da cruz acolhida na esperan&ccedil;a e na alegria pascal &ndash;, a sua conc&oacute;rdia fraterna e o seu zelo pela evangeliza&ccedil;&atilde;o do mundo s&atilde;o o primeiro e mais persuasivo factor de fecundidade vocacional&raquo; (<em>Pastores dabo vobis, <\/em>41)<em>. <\/em>Poder-se-ia afirmar que as voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma esp&eacute;cie de patrim&oacute;nio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a exist&ecirc;ncia inteira.<\/p>\n<p align=\"justify\">Isto aplica-se tamb&eacute;m &agrave; vida consagrada. A pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus crit&eacute;rios de discernimento e conduta. Tornam-se &laquo;sinais de contradi&ccedil;&atilde;o&raquo; para o mundo, cuja l&oacute;gica frequentemente &eacute; inspirada pelo materialismo, o ego&iacute;smo e o individualismo. A sua fidelidade e a for&ccedil;a do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no &acirc;nimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na hist&oacute;ria dos homens.<\/p>\n<p align=\"justify\">Fiel &agrave; sua voca&ccedil;&atilde;o, cada presb&iacute;tero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os crist&atilde;os a responderem &agrave; voca&ccedil;&atilde;o universal &agrave; santidade. Assim, para se promoverem as voca&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas ao minist&eacute;rio sacerdotal e &agrave; vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o an&uacute;ncio vocacional, &eacute; indispens&aacute;vel o exemplo daqueles que j&aacute; disseram o pr&oacute;prio &laquo;sim&raquo; a Deus e ao projecto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de op&ccedil;&otilde;es existenciais e concretas, h&aacute;-de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decis&otilde;es empenhativas que envolvem o pr&oacute;prio futuro. Para ajud&aacute;-los, &eacute; necess&aacute;ria aquela arte do encontro e do di&aacute;logo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo atrav&eacute;s do exemplo de vida abra&ccedil;ada como voca&ccedil;&atilde;o. Assim fez o Santo Cura d&rsquo;Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, &laquo;ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fi&eacute;is aprendiam a rezar&raquo; (Carta de Proclama&ccedil;&atilde;o do Ano Sacerdotal, 16\/06\/2009).<\/p>\n<p align=\"justify\">Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasi&atilde;o para muitos jovens reflectirem sobre a pr&oacute;pria voca&ccedil;&atilde;o, abrindo-se a ela com simplicidade, confian&ccedil;a e plena disponibilidade. A Virgem Maria, M&atilde;e da Igreja, guarde o mais pequenino g&eacute;rmen de voca&ccedil;&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; fa&ccedil;a com que se torne uma &aacute;rvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta inten&ccedil;&atilde;o rezo, enquanto concedo a todos a B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica.<\/p>\n<p align=\"justify\">Vaticano, 13 de Novembro de 2009.<\/p>\n<p align=\"right\">BENEDICTUS PP. XVI<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vener&aacute;veis Irm&atilde;os no Episcopado e no Sacerd&oacute;cio, Amados Irm&atilde;os e Irm&atilde;s! 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