{"id":43380,"date":"2010-02-05T13:51:16","date_gmt":"2010-02-05T13:51:16","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/02\/05\/nota-do-bispo-da-diocese-de-viseu\/"},"modified":"2010-02-05T13:51:16","modified_gmt":"2010-02-05T13:51:16","slug":"nota-do-bispo-da-diocese-de-viseu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nota-do-bispo-da-diocese-de-viseu\/","title":{"rendered":"Nota do Bispo da Diocese de Viseu"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong>A prop&oacute;sito da Forma&ccedil;&atilde;o do Clero<\/strong><\/p>\n<p>Teve lugar a Forma&ccedil;&atilde;o Permanente Extraordin&aacute;ria do Clero da Diocese de Viseu, nos passados dias 1, 2 e 3 de Fevereiro. O tema foi: &ldquo;O Sacerdote na Sociedade e na Igreja deste tempo&rdquo;. A orienta&ccedil;&atilde;o esteve a cargo do Bispo Em&eacute;rito de San Sebastian, Mons. Juan Maria Uriarte.<\/p>\n<p>No final e pelo Gabinete de Imprensa da Diocese, foi publicada uma s&iacute;ntese, em 25 pontos que, erradamente, apareceu sob o t&iacute;tulo de &ldquo;Conclus&otilde;es das Jornadas de Forma&ccedil;&atilde;o do Clero da Diocese de Viseu&rdquo;.<\/p>\n<p>Digo &ldquo;erradamente&rdquo; porque esta s&iacute;ntese foi elaborada a partir de notas tiradas durante a exposi&ccedil;&atilde;o dos temas, n&atilde;o houve reflex&atilde;o alargada sobre elas, n&atilde;o foram lidas nem aprovadas no plen&aacute;rio, n&atilde;o contemplam propostas de actua&ccedil;&atilde;o ou de operacionalidade a partir das mesmas e exp&otilde;em, simplesmente, a reflex&atilde;o pessoal do Orientador.<\/p>\n<p>Em alguns temas &ndash; e por desconhecimento da nossa realidade concreta &ndash; tocou e apontou (como &eacute; normal) circunst&acirc;ncias e dificuldades que podem ou n&atilde;o ser objectivas, ainda que sejam poss&iacute;veis e condicionantes de uma realidade e de uma ac&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Concretamente, sinto que n&atilde;o cabem na nossa situa&ccedil;&atilde;o concreta, ainda que poss&iacute;veis e reais em outras situa&ccedil;&otilde;es, algumas reflex&otilde;es de Mons. Uriarte e que aparecem no texto &ndash; erradamente como &ldquo;conclus&otilde;es&rdquo; &ndash; nomeadamente, no &uacute;ltimo ponto da s&iacute;ntese, ao referir dificuldades concretas para a viv&ecirc;ncia da &ldquo;fraternidade presbiteral&rdquo;. O Conferencista apontou algumas poss&iacute;veis, como: &ldquo;dispers&atilde;o geogr&aacute;fica&rdquo;, &ldquo;diferentes mentalidades e interesses&rdquo;, &ldquo;liga&ccedil;&atilde;o a grupos ou movimentos que enfraquecem a liga&ccedil;&atilde;o ao presbit&eacute;rio&rdquo;, &ldquo;quest&otilde;es econ&oacute;micas&rdquo;, &ldquo;car&ecirc;ncias formativas&rdquo;.<\/p>\n<p>Todas estas s&atilde;o poss&iacute;veis dificuldades para uma s&atilde; fraternidade presbiteral. Algumas, por&eacute;m, n&atilde;o o s&atilde;o &ndash; felizmente &ndash; no nosso Presbit&eacute;rio. N&atilde;o o &eacute; a &ldquo;dispers&atilde;o geogr&aacute;fica&rdquo;. Em 30 minutos o Bispo pode chegar, de Viseu, a qualquer uma das Comunidades Crist&atilde;s dos limites da Diocese, exceptuando 2, na mesma zona, que precisar&atilde;o de mais 15 minutos. N&atilde;o o s&atilde;o as &ldquo;diferentes mentalidades e interesses&rdquo;. Sei como, apesar das diferen&ccedil;as pessoais de cada um, o Presbit&eacute;rio se une e se define a partir de interesses comuns que dizem respeito &agrave; vida e ao minist&eacute;rio, no que se refere &agrave; Diocese e &agrave; Igreja. N&atilde;o o &eacute; a &ldquo;liga&ccedil;&atilde;o a grupos ou movimentos&rdquo;. Sei como os diferentes contributos &ndash; provenientes de alguma liga&ccedil;&atilde;o espiritual a movimentos, a grupos ou a carismas diferentes &ndash; t&ecirc;m enriquecido, valorizado e ajudado o crescimento pessoal e de grupo, fortalecendo a unidade e a comunh&atilde;o presbiteral, mais a disponibilidade e o esp&iacute;rito de servi&ccedil;o na Diocese, na Igreja e na Sociedade destes tempos. N&atilde;o o s&atilde;o as &ldquo;quest&otilde;es econ&oacute;micas&rdquo; pois, desde alguns anos atr&aacute;s, atrav&eacute;s do contributo das Comunidades, da Fraternidade Sacerdotal e do Fundo Diocesano do Clero, nenhum Sacerdote &ndash; esteja ou n&atilde;o em actividade &ndash; enfrenta situa&ccedil;&otilde;es de reais dificuldades econ&oacute;micas.<\/p>\n<p>A realidade do Presbit&eacute;rio de Viseu e a confirma&ccedil;&atilde;o concreta de quanto acabo de afirmar, prova-se nos factos e na vida, o que d&aacute; muita alegria ao bispo e ao Presbit&eacute;rio desta Diocese de Viseu.<\/p>\n<p>Viseu, 5 de Fevereiro de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>Il&iacute;dio, bispo de Viseu &nbsp;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>S&iacute;ntese<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">1. A sociedade actual &eacute; marcada por mudan&ccedil;as r&aacute;pidas e profundas que geram forte impacto nas pessoas em geral e tamb&eacute;m na Igreja que parece debilitada numa sociedade poderosa. Tamb&eacute;m os sacerdotes n&atilde;o s&atilde;o imunes a esta realidade. Contudo, ao sacerdote cabe a miss&atilde;o de saber escutar e de p&ocirc;r em pr&aacute;tica a atitude evang&eacute;lica do discernimento da cultura actual para lhe poder levar a luz do Evangelho.<\/p>\n<p>2. Vivemos numa cultura impregnada de um narcisismo exacerbado. Vivendo inserido nela, &eacute; importante que o sacerdote cultive uma auto-estima s&atilde;, na alegria do servi&ccedil;o aos outros que gera nele equil&iacute;brio.<\/p>\n<p>3. Vivemos numa cultura que privilegia a individualidade. Esta aparece como a grande conquista da actualidade, mas em detrimento da solidariedade, saindo enfraquecidos os v&iacute;nculos familiares e o sentido de compromisso. Nela, a fidelidade parece n&atilde;o ter lugar. O sacerdote tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imune ao individualismo, mas &eacute; chamado a valorizar o sentido da entrega, da disponibilidade, da partilha de projectos comuns, certo de que a sua miss&atilde;o tem de ser uma co-miss&atilde;o.<\/p>\n<p>4. Vivemos numa cultura que promove a liberta&ccedil;&atilde;o sexual, gerando dissocia&ccedil;&otilde;es, rupturas e, mais ainda, escravid&otilde;es. Nela, o sacerdote &eacute; chamado a viver o celibato com generosidade, ainda que n&atilde;o sem dificuldades, o que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel se vive o minist&eacute;rio com paix&atilde;o e profundamente unido a Cristo.<\/p>\n<p>5. Vivemos numa cultura que debilita o sentido de perten&ccedil;a. Esta &eacute; uma dimens&atilde;o fundamental da pessoa que se alimenta da conviv&ecirc;ncia, da concelebra&ccedil;&atilde;o, da colabora&ccedil;&atilde;o e da partilha. Importa que o sacerdote cultive um saud&aacute;vel e forte sentido de perten&ccedil;a n&atilde;o s&oacute; &agrave;s par&oacute;quias que lhe s&atilde;o confiadas, mas tamb&eacute;m &agrave; Diocese e a Igreja, sem esquecer a pr&oacute;pria sociedade. Aquelas s&atilde;o perten&ccedil;as &lsquo;sacramentais&rsquo; que n&atilde;o devem ser enfraquecidas pela perten&ccedil;a saud&aacute;vel a grupos ou movimentos.<\/p>\n<p>6. Vivemos numa cultura que acentua a satisfa&ccedil;&atilde;o de desejos. Produzir e consumir tornaram-se os eixos da sociedade. Nela, o sacerdote &eacute; chamado a pautar a sua vida por crit&eacute;rios evang&eacute;licos, testemunhando a sua identifica&ccedil;&atilde;o com Cristo, sem se deixar vencer pela tirania do dinheiro, de modo que a sua vida seja uma den&uacute;ncia do materialismo e um sinal de solidariedade com os mais pobres.<\/p>\n<p>7. Vivemos numa cultura com &ldquo;Deus &agrave; margem&rdquo;, indiferente, em que muitos vivem como se Deus n&atilde;o existisse, embora sejam muitos tamb&eacute;m aqueles a quem a f&eacute; d&aacute; sentido &agrave; vida, orienta o seu agir, infunde esperan&ccedil;a, for&ccedil;a e consolo na prova&ccedil;&otilde;es. O Sacerdote deve ser testemunha da esperan&ccedil;a assente nos des&iacute;gnios salv&iacute;ficos de Deus, vivendo uma entrega confiada sem se deixar vencer pelo desalento.<\/p>\n<p>8. Tomamos conhecimento que, dos sacerdotes, os leigos esperam que gastem tempo com as pessoas e lhes d&ecirc;em aquilo que s&oacute; o sacerdote lhes podem dar: a Palavra e os sacramentos, especialmente a Reconcilia&ccedil;&atilde;o e a Eucaristia, sem pressas, nem correrias. Que falem a mesma linguagem, assente na doutrina da Igreja, com coragem, sem medos nem respeitos humanos. Que os ajudem a ser santos. E dos leigos podem contar com a sua ora&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o na vida da Igreja, certos de que precisam dos sacerdotes.<\/p>\n<p>9. Na perspectiva dos leigos, o sacerdote &eacute; chamado a ser homem de Deus e n&atilde;o mero funcion&aacute;rio do divino. Deve falar uma linguagem percept&iacute;vel, adequada aos problemas de hoje. Deve viver entregue ao essencial e ser um coordenador e n&atilde;o um faz-tudo. Deve ir ao encontro das pessoas com um olhar complacente para lhes levar esperan&ccedil;a e n&atilde;o ficar &agrave; espera de porta aberta.<\/p>\n<p>10. Tomamos consci&ecirc;ncia daqueles que devem ser os grandes tra&ccedil;os duma aut&ecirc;ntica espiritualidade presbiteral:<\/p>\n<p>11. Uma espiritualidade da confian&ccedil;a que brota do reconhecimento do amor irrevog&aacute;vel de Deus e da sua vontade salv&iacute;fica revelada em Cristo, e n&atilde;o do optimismo.<\/p>\n<p>12. Uma espiritualidade do fazer sossegado com a consci&ecirc;ncia de que &eacute; o Esp&iacute;rito Santo que conduz a hist&oacute;ria, e n&atilde;o do hiperactivismo nervoso ou da hiper-responsabilidade que gera ansiedade.<\/p>\n<p>13. Uma espiritualidade da fidelidade enquanto express&atilde;o de um amor que resiste ao desgaste do tempo, e n&atilde;o da procura do &ecirc;xito.<\/p>\n<p>14. Uma espiritualidade respons&aacute;vel marcada por um moderado sentimento de culpa que nos mobilize e n&atilde;o pelo culpabilismo que paralisa e rouba as for&ccedil;as.<\/p>\n<p>15. Uma espiritualidade marcada por uma paci&ecirc;ncia activa que respeita o tempo de Deus e os ritmos humanos, e n&atilde;o da pressa.<\/p>\n<p>16. Uma espiritualidade da sintonia de quem se sente amigo e parte da humanidade, vivendo de forma saud&aacute;vel a presen&ccedil;a no mundo, e n&atilde;o da dist&acirc;ncia.<\/p>\n<p>17. Uma espiritualidade da alegria que mova o sacerdote a despertar nas pessoas o melhor, e n&atilde;o da tristeza, que n&atilde;o pode ser a atitude habitual do sacerdote.<\/p>\n<p>18. Uma espiritualidade que privilegie a experi&ecirc;ncia da f&eacute;, pr&oacute;pria de quem sente paix&atilde;o por Deus e a for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo que universaliza, actualiza e interioriza.<\/p>\n<p>19. Uma espiritualidade que aprende e ensina a rezar.<\/p>\n<p>20. Podemos constatar, na perspectiva dos sacerdotes e dos leigos, que os sacerdotes viverem em comum ou assumirem a responsabilidade de v&aacute;rias par&oacute;quias em comum (p&aacute;rocos in solidum), pode ter vantagens, tais como: a valoriza&ccedil;&atilde;o e rentabiliza&ccedil;&atilde;o das qualidades de cada um, a partilha de tarefas, a programa&ccedil;&atilde;o conjunta, a reflex&atilde;o partilhada das decis&otilde;es a tomar, o apoio nas horas dif&iacute;ceis, sem esquecer as quest&otilde;es econ&oacute;micas. Mas, em certas condi&ccedil;&otilde;es, sobretudo quando est&atilde;o envolvidas muitas par&oacute;quias, pode gerar pouca proximidade dos sacerdotes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas pela presen&ccedil;a pouco habitual levando a uma certa desorienta&ccedil;&atilde;o das comunidades.<\/p>\n<p>21. Aprofund&aacute;mos o sentido da fraternidade sacerdotal, compreendendo que h&aacute; raz&otilde;es v&aacute;lidas, mas n&atilde;o suficientes para a fraternidade sacerdotal, como sejam as de ordem de efic&aacute;cia apost&oacute;lica ou de ac&ccedil;&atilde;o mais concertada, ou ent&atilde;o de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de integral dos sacerdotes ou de testemunho perante a comunidade crist&atilde;, pela constata&ccedil;&atilde;o de que os sacerdotes vivem unidos, em comunh&atilde;o.<\/p>\n<p>22. Percebemos que somos uma &lsquo;comunidade&rsquo;, somos co-presb&iacute;teros, pois h&aacute; uma liga&ccedil;&atilde;o de fundo entre todos os presb&iacute;teros, que por sua vez est&atilde;o essencialmente vinculados ao Col&eacute;gio Episcopal e s&atilde;o co-respons&aacute;veis da sua miss&atilde;o universal.&nbsp; Esta liga&ccedil;&atilde;o &eacute; o motivo fundamental da fraternidade sacerdotal.<\/p>\n<p>23. Por um t&iacute;tulo singular, somos sacramentalmente irm&atilde;os. H&aacute; uma fraternidade sacramental que, no sacerdote, torna mais densa a fraternidade baptismal. Esta realidade tem de gerar um comportamento fraternal entre os sacerdotes.<\/p>\n<p>24. Temos uma mesma identidade espec&iacute;fica como ramos da mesma &aacute;rvore. Com os Bispos, somos um &uacute;nico Sacramento da Ordem que se actualiza em cada um e em todos os presb&iacute;teros. Esta consci&ecirc;ncia deve gerar em n&oacute;s um forte sentido de universalidade, sendo o presbit&eacute;rio diocesano o lugar eminente da nossa fraternidade sacramental e a diocese, o espa&ccedil;o onde somos chamados a gerar a comunh&atilde;o de toda a comunidade eclesial.<\/p>\n<p>25. Constat&aacute;mos que a fraternidade presbiteral n&atilde;o &eacute; isenta de dificuldades, motivadas pela dispers&atilde;o geogr&aacute;fica, por diferentes mentalidades e interesses, pela liga&ccedil;&atilde;o a grupos ou movimentos que enfraquece a liga&ccedil;&atilde;o ao presbit&eacute;rio, por quest&otilde;es econ&oacute;micas, sem esquecer que pode haver tamb&eacute;m car&ecirc;ncias formativas, sendo o Semin&aacute;rio um espa&ccedil;o privilegiado para cultivar um correcto sentido de presbit&eacute;rio.<\/p>\n<p><em>Gabinete de Imprensa da Diocese de Viseu<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A prop&oacute;sito da Forma&ccedil;&atilde;o do Clero Teve lugar a Forma&ccedil;&atilde;o Permanente Extraordin&aacute;ria do Clero da Diocese de Viseu, nos passados dias 1, 2 e 3 de Fevereiro. O tema foi: &ldquo;O Sacerdote na Sociedade e na Igreja deste tempo&rdquo;. A orienta&ccedil;&atilde;o esteve a cargo do Bispo Em&eacute;rito de San Sebastian, Mons. 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