{"id":43036,"date":"2010-01-18T13:18:56","date_gmt":"2010-01-18T13:18:56","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/01\/18\/homilia-de-d-antonio-carrilho-no-81-o-aniversario-da-morte-de-madre-virginia-da-paixao\/"},"modified":"2010-01-18T13:18:56","modified_gmt":"2010-01-18T13:18:56","slug":"homilia-de-d-antonio-carrilho-no-81-o-aniversario-da-morte-de-madre-virginia-da-paixao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-de-d-antonio-carrilho-no-81-o-aniversario-da-morte-de-madre-virginia-da-paixao\/","title":{"rendered":"Homilia de D. Ant\u00f3nio Carrilho no 81.\u00ba anivers\u00e1rio da morte de Madre Virg\u00ednia da Paix\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong>A Mensageira do Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria<\/strong><\/p>\n<p>Ao despertar da aurora, na madrugada de 17 de Janeiro de 1929, a Madre Virg&iacute;nia Brites da Paix&atilde;o partiu suavemente para o C&eacute;u. &Uacute;ltima Abadessa Clarissa do Mosteiro de Nossa Senhora das Merc&ecirc;s, havia dezanove anos, desde 13 de Outubro de 1910, que se encontrava na casa de seus pais, no Lombo dos Aguiares, freguesia de Santo Ant&oacute;nio.<\/p>\n<p>Momentos antes de partir para Deus, embora j&aacute; enfraquecida pelos in&uacute;meros sofrimentos, os seus l&aacute;bios entreabriram-se num sorriso encantador e exclamou com voz forte: &ldquo;Vamos para o C&eacute;u! Vamos para o C&eacute;u!&rdquo; Era o fruto maduro, que tombava humildemente no abra&ccedil;o da eternidade do Amor.<\/p>\n<p>O P. Fernando Augusto da Silva, distinto historiador madeirense, referindo-se ao seu funeral, afirmou que, apesar da sua profunda humildade e simplicidade, era extremamente amada e admirada por todos. O &ldquo;adeus final&rdquo; foi uma verdadeira apoteose!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Madre Virg&iacute;nia, uma clarissa m&iacute;stica<\/strong><\/p>\n<p>A Madre Virg&iacute;nia da Paix&atilde;o foi um admir&aacute;vel dom de Deus &agrave; nossa terra e &agrave; Igreja. Com o seu testemunho de santidade, marcou profundamente a Diocese do Funchal, no princ&iacute;pio do s&eacute;c. XX, nos conturbados tempos de graves hostilidades e persegui&ccedil;&otilde;es contra a Igreja Cat&oacute;lica, como foi a &eacute;poca hist&oacute;rica da implanta&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica.<\/p>\n<p>No pr&oacute;ximo dia 5 de Outubro, faz precisamente 100 anos da expuls&atilde;o das Ordens Religiosas, em Portugal. Tamb&eacute;m as Clarissas tiveram de deixar o Mosteiro de Nossa Senhora das Merc&ecirc;s. Profundamente triste e desolada, a Madre Virg&iacute;nia regressou &agrave; casa paterna, no Lombo dos Aguiares. Habituada ao sil&ecirc;ncio e &agrave; clausura do seu Mosteiro, como religiosa contemplativa clarissa, procurou manter-se fiel ao carisma de Santa Clara, na ora&ccedil;&atilde;o, na adora&ccedil;&atilde;o ao Sant&iacute;ssimo Sacramento e no trabalho. Pela sua habitual intimidade com Deus, vivia verdadeiramente a &ldquo;clausura do cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Sempre que lhe era poss&iacute;vel, visitava as suas Irm&atilde;s que se encontravam em C&acirc;mara de Lobos, reunidas em dois grupos, em casas particulares: um no s&iacute;tio da Palmeira e outro na Caldeira. Com grande caridade e esp&iacute;rito de servi&ccedil;o, animava-as a viver em comunh&atilde;o eclesial, na fidelidade a Cristo e ao esp&iacute;rito dos Fundadores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em total comunh&atilde;o de Amor<\/strong><\/p>\n<p>O relato do Profeta Isa&iacute;as, que acab&aacute;mos de escutar, na primeira leitura, est&aacute; marcado pela urg&ecirc;ncia da hora de Deus, sempre inovadora e transmissora de um futuro de Esperan&ccedil;a. O profeta, que neste contexto &eacute; aquele que, junto de Deus, intercede incansavelmente pelo seu povo, n&atilde;o se calar&aacute; &ldquo;enquanto a salva&ccedil;&atilde;o (do Senhor) n&atilde;o resplandecer como facho ardente&rdquo; (Is 62,1).<\/p>\n<p>A simbologia esponsal deste bel&iacute;ssimo c&acirc;ntico po&eacute;tico enaltece o amor eterno de Deus e o j&uacute;bilo do encontro &iacute;ntimo com o Seu povo. No banquete da Nova Alian&ccedil;a, aludido no texto do Evangelho, Maria, a Mulher vigilante e atenta aos sofrimentos dos outros, convida-nos a escutar e a ser fi&eacute;is aos gestos e &agrave;s palavras de Jesus (cf. Jo 2, 5), o Esposo definitivo da Humanidade, que oferece o vinho novo da alegria.<\/p>\n<p>Estas palavras de Vida podem muito bem aplicar-se &agrave; Madre Virg&iacute;nia. De facto, a santa religiosa foi esta sentinela vigilante, que intercedeu continuamente pelas necessidades da Igreja e do mundo, e se entregou por inteiro ao Senhor, dia e noite, em total comunh&atilde;o de Amor. Mulher forte, embora fragilizada pelos sofrimentos, enriquecida com extraordin&aacute;rias gra&ccedil;as m&iacute;sticas, conservou-se humildemente escondida e fiel at&eacute; ao fim. Em obedi&ecirc;ncia a Jesus, confiava ao seu confessor, P. Prud&ecirc;ncio, as manifesta&ccedil;&otilde;es sobrenaturais, que experienciava no seu &iacute;ntimo.<\/p>\n<p>O Esp&iacute;rito Santo, quando habita um cora&ccedil;&atilde;o fiel, embeleza-o e enriquece-o com os seus inef&aacute;veis e variados dons, e f&aacute;-lo vibrar em un&iacute;ssono, como as cordas de uma c&iacute;tara. A Madre Virg&iacute;nia viveu esta profunda sinfonia de Infinito, no amor e na dor, na entrega total da sua vida a Deus pela salva&ccedil;&atilde;o da humanidade. Como nos recorda S&atilde;o Paulo, na segunda leitura (cf. 1 Cor 12, 4-11), os diversos carismas, derramados no cora&ccedil;&atilde;o da comunidade eclesial, s&atilde;o essenciais &agrave; sua vida &iacute;ntima, em ordem &agrave; edifica&ccedil;&atilde;o, &agrave; unidade e santifica&ccedil;&atilde;o da mesma. Revelam nela uma consci&ecirc;ncia profunda de perten&ccedil;a e comunh&atilde;o com a Igreja, Esposa de Cristo.<\/p>\n<p>N&atilde;o julguemos, por&eacute;m, que a santa Clarissa, porque mergulhava habitualmente no oceano do Amor de Deus, ignorava as realidades humanas, com as suas preocupa&ccedil;&otilde;es, sofrimentos e alegrias. Bem pelo contr&aacute;rio: com grande delicadeza e caridade, acolhia carinhosamente todas as pessoas, que lhe pediam ajuda, privilegiando os pobres, doentes e moribundos; por eles rezava, visitava-os e dirigia-lhes palavras de conforto e de esperan&ccedil;a. A verdadeira santidade &eacute; o testemunho da viv&ecirc;ncia her&oacute;ica do Amor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A fam&iacute;lia Imperial Austr&iacute;aca<\/strong><\/p>\n<p>Desta delicadeza e extrema bondade, temos o testemunho da fam&iacute;lia imperial austr&iacute;aca, que a 21 de Mar&ccedil;o de 1922 lhe escreveu uma carta, pedindo a sua poderosa intercess&atilde;o junto do Senhor e do Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria. O Imperador Carlos de &Aacute;ustria fora acometido de doen&ccedil;a grave, e a fam&iacute;lia, cheia de f&eacute; e de esperan&ccedil;a, pedia ora&ccedil;&otilde;es pela sua cura. Em ora&ccedil;&atilde;o de profunda interioridade, Nossa Senhora ter&aacute; manifestado &agrave; Madre Virg&iacute;nia o des&iacute;gnio insond&aacute;vel de Deus, sobre a morte pr&oacute;xima do Imperador. &ldquo;M&atilde;os estranhas desejavam tirar-lhe a vida, e s&oacute; Deus era o dono da vida e da morte&rdquo;, ter-lhe-ia comunicado o Senhor. Em sua infinita bondade, Deus n&atilde;o consentiu que o seu fiel servo sofresse t&atilde;o grave humilha&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>De facto, no dia 1 de Abril do mesmo ano, o Imperador morre santamente, na Quinta do Monte, deixando a esposa inconsol&aacute;vel, sete filhos menores e um para nascer. A Madre Virg&iacute;nia acompanhou e confortou a Imperatriz Zita e a fam&iacute;lia enlutada, com palavras de profundo carinho, comunh&atilde;o na dor e na esperan&ccedil;a. Alguns dias mais tarde, por divina inspira&ccedil;&atilde;o, a Madre disse &agrave; desolada esposa que o Imperador j&aacute; se encontrava na gl&oacute;ria eterna, o que muito a ajudou a suavizar t&atilde;o grande dor. A sua ora&ccedil;&atilde;o, profundamente humilde, revelou-se muito poderosa junto do Senhor. Esta grande amizade com a Imperatriz continuou, mesmo depois da sa&iacute;da da fam&iacute;lia imperial da Madeira, atrav&eacute;s de uma ass&iacute;dua correspond&ecirc;ncia epistolar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O Rosto eucar&iacute;stico de Jesus <\/strong><\/p>\n<p>Nos cora&ccedil;&otilde;es de Jesus e de Maria, a Madre Virg&iacute;nia aprendeu a eminente ci&ecirc;ncia do Amor e a aut&ecirc;ntica Sabedoria, em profunda ora&ccedil;&atilde;o, &ldquo;toda abrasada em amor&rdquo;, como refere nos seus escritos autobiogr&aacute;ficos. A sua figura humilde irradiava a inef&aacute;vel presen&ccedil;a de Deus.<\/p>\n<p>&Agrave; semelhan&ccedil;a de Santa Clara, a Madre Virg&iacute;nia sentia-se atra&iacute;da por Jesus Eucaristia, aquela infinita e &ldquo;sublime humildade&rdquo;, como ousava dizer Francisco de Assis, tamb&eacute;m apaixonado pelo mist&eacute;rio eucar&iacute;stico.<\/p>\n<p>Apesar da dist&acirc;ncia e do caminho &iacute;ngreme, a Madre descia e subia todos os dias o Lombo dos Aguiares. Dirigia-se &agrave; igreja paroquial de Santo Ant&oacute;nio e participava na santa Missa. Depois permanecia junto do sacr&aacute;rio, no &ldquo;seu cantinho&rdquo;, durante muito tempo. Esquecia-se das horas, numa profunda e silenciosa intimidade, plena de entrega, louvor e adora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>No contexto do Ano Sacerdotal, &eacute; com profunda alegria e gratid&atilde;o a Deus que recordo o particular amor e rever&ecirc;ncia, que a Madre Virg&iacute;nia tinha pelos sacerdotes, em especial os da nossa Diocese do Funchal. Eles ocupavam um lugar privilegiado na sua ora&ccedil;&atilde;o e no seu sacrif&iacute;cio. Pedia continuamente a Deus para que fossem santos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A riqueza imensa do Cora&ccedil;&atilde;o de Maria<\/strong><\/p>\n<p>Foi nestes encontros vivos com Jesus que, um dia, Ele Se manifestou e a escolheu para disc&iacute;pula do Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria: &ldquo;Tu ser&aacute;s para o Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Minha Sant&iacute;ssima M&atilde;e, o que foi Margarida Maria para o Meu Divino Cora&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>No livro Uma Mensagem de Amor, de Ot&iacute;lia Rodrigues Fontoura, Irm&atilde; historiadora clarissa, a autora refere que a surpresa foi ainda maior quando Jesus lhe disse que o tesouro do Seu Cora&ccedil;&atilde;o era o Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria. O mesmo Senhor lhe fez sentir e deu a conhecer a riqueza imensa e os tesouros de abundantes e maravilhosas gra&ccedil;as que encerra o Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Nossa Senhora &ndash; a Medianeira de todas as Gra&ccedil;as. A Virgem Maria manifestou tamb&eacute;m a sua dor pelos desprezos e esquecimentos, que recebe dos seus filhos, e o seu ardente desejo de derramar estes favores divinos sobre toda a humanidade, sobretudo naqueles que, longe de Deus, vivem nas trevas do pecado e do mal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mensagem actual para a Igreja<\/strong><\/p>\n<p>A grande miss&atilde;o da Madre Virg&iacute;nia foi divulgar, por vontade de Jesus, a devo&ccedil;&atilde;o ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria e o seu culto p&uacute;blico. Nossa Senhora apontou-lhe os meios para difundir esta mensagem, especialmente a devo&ccedil;&atilde;o dos primeiros s&aacute;bados, com as respectivas promessas e gra&ccedil;as.<\/p>\n<p>Com grande humildade informou o seu confessor das gra&ccedil;as extraordin&aacute;rias recebidas. Ele, por sua vez, comunicou a D. Ant&oacute;nio Manuel Pereira Ribeiro, que aprovou esta devo&ccedil;&atilde;o mariana e consagrou a Diocese ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria, no dia 26 de Agosto de 1926. Sob a orienta&ccedil;&atilde;o do senhor Bispo do Funchal, o P. Prud&ecirc;ncio escreveu ao Papa Bento XV, confiando-lhe tal revela&ccedil;&atilde;o particular, e foi pessoalmente a Roma entregar-lhe a missiva.<\/p>\n<p>Com a presen&ccedil;a da Imagem Peregrina na nossa Diocese, esta celebra&ccedil;&atilde;o ajuda-nos a recordar e a viver a mensagem de F&aacute;tima e a devo&ccedil;&atilde;o ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria. De facto, na Madeira, por influ&ecirc;ncia da Madre Virg&iacute;nia, esta devo&ccedil;&atilde;o mariana come&ccedil;ou tr&ecirc;s anos antes das Apari&ccedil;&otilde;es da Cova da Iria e foi um poderoso incentivo para a viv&ecirc;ncia da f&eacute; crist&atilde;, na Madeira e Porto Santo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A nossa prece<\/strong><\/p>\n<p>A Madre Virg&iacute;nia &eacute; uma m&iacute;stica para o nosso tempo e a actualidade da sua mensagem continua a interpelar os filhos da Igreja. A humilde filha de Santa Clara foi, na verdade, uma Luz que brilhou no meio da noite deste mundo e a alegria do seu Deus (cf. Is 62,5). A Igreja ir&aacute; pronunciar-se, certamente, sobre a heroicidade das suas virtudes e reconhecer a sua santidade. Assim o desejamos e isso pedimos, nesta hora, por intercess&atilde;o do Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o da Virgem Nossa Senhora!<\/p>\n<p>Funchal, igreja do Col&eacute;gio, 17 de Janeiro de 2010<\/p>\n<p align=\"right\"><em>&dagger; Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Mensageira do Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria Ao despertar da aurora, na madrugada de 17 de Janeiro de 1929, a Madre Virg&iacute;nia Brites da Paix&atilde;o partiu suavemente para o C&eacute;u. &Uacute;ltima Abadessa Clarissa do Mosteiro de Nossa Senhora das Merc&ecirc;s, havia dezanove anos, desde 13 de Outubro de 1910, que se encontrava na casa de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[114,186,187],"class_list":["post-43036","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-sacerdotal","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43036","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43036"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43036\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43036"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43036"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43036"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}