{"id":429743,"date":"2026-06-09T17:08:31","date_gmt":"2026-06-09T16:08:31","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=429743"},"modified":"2026-06-09T17:08:31","modified_gmt":"2026-06-09T16:08:31","slug":"onde-houver-tristeza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/onde-houver-tristeza\/","title":{"rendered":"\u201cOnde houver tristeza\u2026\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em>Funda\u00e7\u00e3o AIS pede apoio para religiosas em miss\u00e3o na Eti\u00f3pia e no L\u00edbano<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_429746\" aria-describedby=\"caption-attachment-429746\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-429746 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290-400x267.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ACN-20211201-120290.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-429746\" class=\"wp-caption-text\">Foto: ACN<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Inspiradas no exemplo de S\u00e3o Francisco de Assis, as Irm\u00e3s Franciscanas est\u00e3o espalhadas pelo mundo. \u00c9 o que acontece na Eti\u00f3pia e no L\u00edbano, com duas comunidades apoiadas pela Funda\u00e7\u00e3o AIS, mas que precisam de ajuda para poderem continuar a servir as popula\u00e7\u00f5es locais. A directora do secretariado nacional da funda\u00e7\u00e3o pontif\u00edcia diz, numa carta que por estes dias est\u00e1 a chegar a casa de milhares de portugueses, que estas irm\u00e3s s\u00e3o, \u201cmuitas vezes\u201d, nos lugares onde vivem, \u201ca \u00fanica presen\u00e7a de miseric\u00f3rdia e de paz\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Este \u00e9 um ano jubilar. Assinalam-se os 800 anos da morte de S\u00e3o Francisco de Assis, e o Papa Le\u00e3o XIV convida-nos a redescobrir o legado espiritual deste santo que continua a inspirar in\u00fameros fi\u00e9is um pouco por todo o mundo. Para se assinalar este ano jubilar e tudo o que ele representa, a Funda\u00e7\u00e3o AIS est\u00e1 a chamar a aten\u00e7\u00e3o dos benfeitores portugueses da institui\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia de se apoiar as miss\u00f5es franciscanas, principalmente as que passam por mais dificuldades. E a Funda\u00e7\u00e3o AIS quer chamar a aten\u00e7\u00e3o para as religiosas que, \u201cinspiradas em Maria e no exemplo de S\u00e3o Francisco de Assis\u201d, procuram ser luz num mundo tantas vezes marcado pelas sombras da viol\u00eancia, mis\u00e9ria e persegui\u00e7\u00e3o. Numa carta que por estes dias tem estado a ser enviada para milhares de portugueses, a directora do secretariado nacional da Funda\u00e7\u00e3o AIS chama a aten\u00e7\u00e3o para o que as religiosas franciscanas fazem, por vezes nos lugares mais obscuros nos quatro cantos do mundo. \u201cEstas mulheres consagradas levam consolo onde h\u00e1 sofrimento, esperan\u00e7a onde h\u00e1 desespero e dignidade onde reina o abandono\u201d. \u00c9 assim nos hospitais, em escolas, nos campos de refugiados e nas periferias mais esquecidas. Estas irm\u00e3s s\u00e3o, \u201cmuitas vezes, a \u00fanica presen\u00e7a de miseric\u00f3rdia e de paz\u201d, diz Catarina Martins de Bettencourt. Todas estas irm\u00e3s cumprem todos os dias, as palavras da famosa ora\u00e7\u00e3o atribu\u00edda a S\u00e3o Francisco de Assis, para serem \u201cinstrumento\u201d da paz de Deus.<\/p>\n<p>O exemplo da Irm\u00e3 Gl\u00f3ria<\/p>\n<p>A carta est\u00e1 acompanhada de um Boletim em que se chama a aten\u00e7\u00e3o para a hist\u00f3ria terr\u00edvel vivida pela Irm\u00e3 Gloria Narv\u00e1ez Argoti, religiosa franciscana raptada no Mali por terroristas isl\u00e2micos, e mantida em cativeiro ao longo de quatro anos e oito meses. A sua hist\u00f3ria, que foi acompanhada em perman\u00eancia pela Funda\u00e7\u00e3o AIS, \u00e9 exemplo tamb\u00e9m da coragem de quem tem a vida inspirada em S\u00e3o Francisco de Assis. \u201cEla nunca perdeu a confian\u00e7a em Deus\u201d, recorda a directora da AIS. \u201cA sua fidelidade tornou-se um impressionante sinal de que a paz interior e a f\u00e9 podem sobreviver mesmo nas maiores prova\u00e7\u00f5es\u201d, acrescenta. E, sinal tamb\u00e9m das dificuldades que as religiosas franciscanas enfrentam no mundo, s\u00e3o apresentados testemunhos de irm\u00e3s que vivem na Eti\u00f3pia e no L\u00edbano. Na Eti\u00f3pia, as Franciscanas Mission\u00e1rias de Maria mant\u00eam centros de sa\u00fade, acompanham mulheres abandonadas e acolhem jovens m\u00e3es, al\u00e9m de que cuidam de milhares de crian\u00e7as e fam\u00edlias pobres. No L\u00edbano \u2013 pa\u00eds que est\u00e1 no centro das preocupa\u00e7\u00f5es da Funda\u00e7\u00e3o AIS, dada a situa\u00e7\u00e3o terr\u00edvel que se vive no pa\u00eds \u2013 as Irm\u00e3s Franciscanas do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria asseguram a educa\u00e7\u00e3o e a estabilidade de meia centena de crian\u00e7as marcadas pela fragilidade social e econ\u00f3mica. Ambos os casos, diz Catarina Bettencourt, \u201cs\u00e3o projectos reais, vidas reais, sustentadas pela generosidade\u201d. Estas irm\u00e3s na Eti\u00f3pia, referidas nesta campanha da Funda\u00e7\u00e3o AIS, est\u00e3o presentes em Bushulo, Mazoria e Adis Abeba. Por seu lado, as Franciscanas do L\u00edbano est\u00e3o em Adonis-Jbeil, onde gerem uma escola que \u00e9 \u201ca \u00fanica possibilidade de muitas fam\u00edlias darem aos seus filhos educa\u00e7\u00e3o num pa\u00eds mergulhado na guerra\u201d. Ambas as congrega\u00e7\u00f5es pedem ajuda para poderem continuar a ser sinal de esperan\u00e7a nestas comunidades marcadas pelo sofrimento da pobreza e da guerra.<\/p>\n<p>Paulo Aido<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-429744 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1-1024x314.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"314\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1-1024x314.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1-400x123.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1-768x236.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ad_terco_SaoFrancisco_1.jpg 1500w\" 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