{"id":42639,"date":"2009-12-23T15:14:35","date_gmt":"2009-12-23T15:14:35","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/12\/23\/bispos-no-youtube-para-divulgar-mensagens\/"},"modified":"2009-12-23T15:14:35","modified_gmt":"2009-12-23T15:14:35","slug":"bispos-no-youtube-para-divulgar-mensagens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bispos-no-youtube-para-divulgar-mensagens\/","title":{"rendered":"Bispos no YouTube para divulgar mensagens"},"content":{"rendered":"<p>Fam\u00edlia, espa\u00e7o p\u00fablico da religi\u00e3o e crise econ\u00f3mica entre os apelos episcopais <!--more--> <\/p>\n<p>D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, regressa ao <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/dioporto#p\/u\">YouTube<\/a> para enviar a sua Mensagem de Natal 2009, na qual sublinha que esta celebra&ccedil;&atilde;o &ldquo;significa o nascimento de Deus no mundo&rdquo;.<\/p>\n<p>Nesta interven&ccedil;&atilde;o s&atilde;o recordadas as fam&iacute;lias que mais sentem &ldquo;a dificuldade do dia-a-dia&rdquo; e pede-se a aten&ccedil;&atilde;o dos que acreditam na &ldquo;presen&ccedil;a de Deus nos mais pobres&rdquo;.<\/p>\n<p>O Bispo do Porto lembra &ldquo;o Natal que o pr&oacute;prio Deus desejou ter connosco&rdquo;, pedindo uma &ldquo;enorme disponibilidade para reconhecer a presen&ccedil;a de Deus nos pr&oacute;prios termos em que ela aconteceu&rdquo;.<\/p>\n<p>O Menino, que mostra &ldquo;um Deus se continua a oferecer a cada um de n&oacute;s&rdquo;, cresceu e espalhou na terra um Reino &ldquo;que nunca mais acabar&aacute;, porque come&ccedil;a onde ningu&eacute;m o pode tirar, ou seja, no cora&ccedil;&atilde;o de todos os homens e mulheres de boa vontade&rdquo;.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m no canal de v&iacute;deo mais famoso da Internet, o <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mfArv3ZwC68\" target=\"_blank\">Bispo de Lamego<\/a>, D. Jacinto Botelho, deixa um apelo: &ldquo;Numa altura em que, em nome duma mal compreendida liberdade, querem silenciar os nossos s&iacute;mbolos religiosos, afirmemos com serenidade, mas determina&ccedil;&atilde;o, por exemplo, com os nossos pres&eacute;pios e as velas que acenderemos na noite de Natal nas janelas das casas, a import&acirc;ncia que tem para n&oacute;s este acontecimento que centraliza a Hist&oacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Sousa Braga, Bispo de Angra, afirma por seu lado que a aus&ecirc;ncia de s&iacute;mbolos religiosos nos espa&ccedil;os p&uacute;blicos &ldquo;&eacute; apenas um sintoma, que desafia os crist&atilde;os a darem o seu contributo espec&iacute;fico para um mundo melhor, mais justo e fraterno, mostrando-se activos e intervenientes, qual fermento que leveda a massa&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o s&atilde;o express&otilde;es colaterais do Natal o ambiente de festa que se cria, a atmosfera de ternura e de boa vontade que se respira, as reuni&otilde;es familiares e as confraterniza&ccedil;&otilde;es, a partilha e as campanhas de solidariedade. Isso &eacute; o Natal em acto&rdquo;, assinala.<\/p>\n<p>Para D. Ant&oacute;nio Carrilho, Bispo do Funchal, Natal &eacute; &ldquo;tempo de promover a cultura da vida e da alegria&rdquo;, de &ldquo;fazer circular o Amor, a Paz e a Vida em abund&acirc;ncia, que recebemos de Jesus Menino, em gestos gratuitos de solidariedade, amor fraterno, acolhimento e doa&ccedil;&atilde;o aos outros&rdquo;.<\/p>\n<p>A sua mensagem, tamb&eacute;m dispon&iacute;vel no <a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/user\/gabineteinfo#p\/u\/0\/C9Ky1ONBR1I\" target=\"_blank\">YouTube<\/a>,&nbsp;recorda particularmente &ldquo;os nossos emigrantes, as nossas fam&iacute;lias e institui&ccedil;&otilde;es, os desempregados, todos os que perderam a alegria de viver e se afundaram num horizonte sem esperan&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, exorta na mensagem para esta quadra a abrir as &ldquo;portas do cora&ccedil;&atilde;o e da vida das pessoas, das institui&ccedil;&otilde;es e das comunidades crist&atilde;s para levar o Natal aos que vivem a f&eacute; com alegria e encanto e atrav&eacute;s deles &agrave;s fam&iacute;lias sem paz, aos lares sem p&atilde;o, &agrave;s empresas em dificuldade, &agrave;s crian&ccedil;as sem amor e aos idosos sem ningu&eacute;m&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Que a estrela do Natal possa brilhar em olhares magoados pelo medo e pela pobreza e nos caminhos de quantos procuram Deus de cora&ccedil;&atilde;o sincero&rdquo;, aponta.<\/p>\n<p>J&aacute; D. Manuel Fel&iacute;cio, Bispo da Guarda, defende na sua mensagem da Natal a &ldquo;verdadeira natureza do casamento&rdquo; e critica os que tentam anular a &ldquo;presen&ccedil;a de Deus na cidade&rdquo;. No documento, o prelado condena os que &ldquo;apelidam de retr&oacute;grados, saudosistas do passado e de costas voltadas para o futuro quantos continuam a defender a dignidade e os direitos da institui&ccedil;&atilde;o familiar e a verdadeira natureza do casamento&rdquo;.<\/p>\n<p>O prelado&nbsp;fala numa &ldquo;sociedade onde parece n&atilde;o haver lugar para Deus&rdquo;. &ldquo;Os grandes mentores do estilo de vida que nos &eacute; proposto e muitas vezes imposto n&atilde;o t&ecirc;m resposta para as grandes interroga&ccedil;&otilde;es que preocupam o ser humano, como s&atilde;o as relacionadas com o sofrimento e com a morte&rdquo;, aponta.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m D. Manuel Quintas, Bispo do Algarve, afirma que &ldquo;neste tempo de Natal sentimos o apelo a defender e a reafirmar o direito da fam&iacute;lia, enquanto institui&ccedil;&atilde;o fundada no casamento entre um homem e uma mulher, a ver reconhecida a sua identidade &uacute;nica e inconfund&iacute;vel com outras formas de conviv&ecirc;ncia humana&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;O Natal &eacute; tamb&eacute;m tempo de crescer no acolhimento e na abertura &agrave; vida humana&rdquo;, acrescenta.<\/p>\n<p>Neste ano de &ldquo;baixa econ&oacute;mica acentuada&rdquo;, o Bispo de Vila Real, D. Joaquim Gon&ccedil;alves, pede para olharmos &ldquo;a pobreza do pres&eacute;pio como um apelo &agrave; conten&ccedil;&atilde;o crist&atilde; e ao olhar atento aos mais carecidos que vivem a nosso lado, uns envergonhados por situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e outros por serem imigrantes, deslocados, presos, doentes ou idosos&rdquo;. &ldquo;Quem melhor saber&aacute; descobrir, no tecido concreto da popula&ccedil;&atilde;o os casos mais dolorosos s&atilde;o os pr&oacute;prios residentes na aldeia, na vila ou na cidade. Por isso, o Natal &eacute; sempre festa da boa vizinhan&ccedil;a&rdquo;, acrescenta.<\/p>\n<p>D. Ant&oacute;nio Vitalino, Bispo de Beja, considera que este Natal surge &ldquo;num mundo de grandes potencialidades com a evolu&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica, mas tamb&eacute;m envolvido em grandes contrastes e graves conflitos, em que ningu&eacute;m quer ceder nada do n&iacute;vel alcan&ccedil;ado, mesmo que muitos habitantes do planeta e povos inteiros sejam sacrificados, at&eacute; mesmo as condi&ccedil;&otilde;es de sobreviv&ecirc;ncia de futuras gera&ccedil;&otilde;es &ndash; basta analisar os fracos resultados da Cimeira de Copenhaga&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fam\u00edlia, espa\u00e7o p\u00fablico da religi\u00e3o e crise econ\u00f3mica entre os apelos 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