{"id":4261,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/recordando-uma-peregrinacao\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"recordando-uma-peregrinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/recordando-uma-peregrinacao\/","title":{"rendered":"Recordando uma Peregrina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Mons. Jo\u00e3o Gaspar revive viagem \u00e0 Terra Santa <!--more--> Os escaparates das livrarias registam mais um livro de monsenhor Jo\u00e3o Gaspar. Trata-se de Recordando uma Peregrina\u00e7\u00e3o, em que o autor, sem se preocupar com descri\u00e7\u00f5es referentes aos meios de locomo\u00e7\u00e3o, como o autocarro, o navio, o avi\u00e3o, o autom\u00f3vel e o camelo, p\u00f5e em comum com os seus leitores o que mais o impressionou em \u201clocais santificados pela presen\u00e7a de Cristo\u201d. Monsenhor Jo\u00e3o Gaspar, que tem a capacidade rara e a vis\u00e3o necess\u00e1ria para registar por escrito as suas viv\u00eancias, para uso pessoal, mas n\u00e3o s\u00f3, oferece-nos agora um conjunto de textos que nos ajudam \u201ca manter viva a alegria da presen\u00e7a bimilen\u00e1ria de Jesus Cristo no meio de n\u00f3s\u201d, como se l\u00ea na Explica\u00e7\u00e3o de abertura. Foi no Ver\u00e3o de 1966 que monsenhor Jo\u00e3o Gaspar teve a felicidade de realizar a peregrina\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra Santa que muito o marcou e cuja descri\u00e7\u00e3o fez quest\u00e3o de publicar, de 7 de Outubro do mesmo ano a 28 de Abril de 1967, no Correio do Vouga, por sugest\u00e3o do ent\u00e3o director, padre Manuel Caetano Fidalgo. E \u00e9 de supor que a leitura desses textos tenha influenciado muitos crist\u00e3os a seguirem os mesmos passos, na busca do mesmo Senhor. Este livro que se l\u00ea depressa, ou mais demoradamente se meditado, poder\u00e1 estimular os seus leitores a experimentarem ao vivo o mesmo que monsenhor Jo\u00e3o Gaspar experimentou. Da\u00ed a recomenda\u00e7\u00e3o que dirigimos a todos, para que se deliciem com a obra Recordando uma Peregrina\u00e7\u00e3o. A primeira parte do livro \u00e9 toda ela dedicada \u00e0 reportagem, onde registos sobre S. Paulo e impress\u00f5es sobre Atenas, Chipre, Egipto, S\u00edria, Jord\u00e2nia e Israel nos mostram a sensibilidade do autor, mas tamb\u00e9m o rigor hist\u00f3rico e os conhecimentos b\u00edblicos que possui, num desafio \u00e0 nossa imagina\u00e7\u00e3o e \u00e0 nossa mem\u00f3ria, por vezes mais liter\u00e1ria do que vivenciada in loco. A segunda parte, de medita\u00e7\u00e3o, \u00e9 um convite ao encontro com o Filho de Deus que monsenhor Jo\u00e3o Gaspar foi (re)encontrar, em terras por onde Ele andou e cujos sinais ali h\u00e3o-de perdurar por todos os tempos. Agora s\u00e3o os textos b\u00edblicos os mais presentes neste livro, do antigo e do novo testamento, numa simbiose perfeita entre o rigor dos livros sagrados e a espiritualidade do autor, enriquecida esta por uma vida profundamente meditada na procura constante do Mestre dos mestres. Ao ler mais este trabalho de monsenhor Jo\u00e3o Gaspar, n\u00e3o pudemos deixar de sentir as emo\u00e7\u00f5es que o autor vivenciou ao calcorrear terra aben\u00e7oada, o olhar perscrutante do historiador na aprecia\u00e7\u00e3o que fez de monumentos e paisagens que testemunham e testemunharam o pr\u00f3prio Cristo, a alma sedenta da \u00e1gua viva que um dia Jesus ofereceu \u00e0 samaritana.  E no fim da viagem, o autor de Recordando uma Peregrina\u00e7\u00e3o n\u00e3o deixou de reconhecer que ficou assinalado por \u201cum profundo vinco na alma, que o tempo n\u00e3o apagar\u00e1\u201d.      <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mons. Jo\u00e3o Gaspar revive viagem \u00e0 Terra Santa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[199,317],"class_list":["post-4261","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-espiritualidade","tag-terra-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4261","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4261"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4261\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4261"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4261"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4261"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}