{"id":42406,"date":"2009-12-11T14:16:17","date_gmt":"2009-12-11T14:16:17","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/12\/11\/d-manuel-clemente-e-o-premio-pessoa-2009\/"},"modified":"2009-12-11T14:16:17","modified_gmt":"2009-12-11T14:16:17","slug":"d-manuel-clemente-e-o-premio-pessoa-2009","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-manuel-clemente-e-o-premio-pessoa-2009\/","title":{"rendered":"D. Manuel Clemente \u00e9 o Pr\u00e9mio Pessoa 2009"},"content":{"rendered":"<p>Bispo do Porto confessa \u00absurpresa\u00bb e fala em maior responsabilidade como homem da Igreja e da Cultura <!--more--> <\/p>\n<p>D. Manuel Clemente, Bispo do Porto desde 2007 e presidente da Comiss&atilde;o Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunica&ccedil;&otilde;es Sociais, &eacute; o vencedor do <a href=\"http:\/\/www.premiopessoa.pt\/pessoa.html\" target=\"_blank\">Pr&eacute;mio Pessoa <\/a>2009, uma iniciativa do Expresso patrocinada pela Caixa Geral de Dep&oacute;sitos e que visa distinguir a personalidade nacional que se tenha destacou durante o ano.<\/p>\n<p>Em declara&ccedil;&otilde;es aos jornalistas, D. Manuel Clemente diz ter recebido a not&iacute;cia com &#8220;grande surpresa&#8221; e referiu que o pr&eacute;mio traz mais responsabilidade.<\/p>\n<p>&#8220;N&atilde;o estava &agrave; espera, nunca me passou pela cabe&ccedil;a&#8221;, admitiu, referindo que ontem, ao receber o telefonema, julgava que estavam &#8220;simpaticamente a comunicar quem era o premiado deste ano, mas n&atilde;o pondo a minha pessoa no assunto&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Agrade&ccedil;o, com certeza, reconhecendo que n&atilde;o sou merecedor de um galard&atilde;o como este, que tomo como um encargo e uma responsabiliza&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m, porque sou um homem de Igreja e tento ser um homem da Cultura e da Sociedade, no sentido mais constitutivo do termo e isto agora tamb&eacute;m me responsabiliza para ainda o ser mais, porventura&#8221;, acrescentou.<\/p>\n<p>A not&iacute;cia foi dada esta Sexta-feira na confer&ecirc;ncia de imprensa do j&uacute;ri do Pr&eacute;mio Pessoa, no Pal&aacute;cio de Seteais. O j&uacute;ri&nbsp;&eacute; presidido por Francisco Pinto Balsem&atilde;o, tendo como vice-presidente Fernando Faria de Oliveira. Ant&oacute;nio Barreto, Clara Ferreira Alves, Jo&atilde;o Jos&eacute; Fra&uacute;sto da Silva, Jo&atilde;o Lobo Antunes, Jos&eacute; Lu&iacute;s Porf&iacute;rio, Maria de Sousa, M&aacute;rio Soares, Miguel Veiga, Rui Bai&atilde;o e Rui Vieira Nery comp&otilde;em igualmente o corpo do j&uacute;ri, que distingue com 60 mil euros o vencedor deste galard&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;D. Manuel Clemente &eacute; uma refer&ecirc;ncia para a sociedade portuguesa&#8221;, salientou Balsem&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"justify\">No decurso de uma visita pastoral &agrave; par&oacute;quia de Santa Marinha, Vila Nova de Gaia, o Bispo do Porto salientou, a este respeito, que &ldquo;eu sou o que vou conseguindo ser&#8221;.<\/p>\n<p>&ldquo;A refer&ecirc;ncia &eacute;tica &eacute; o quadro de valores e isso tem sido sempre a minha preocupa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, acrescentou, pedindo que &ldquo;as decis&otilde;es pontuais e as resolu&ccedil;&otilde;es situadas se fa&ccedil;am sempre em rela&ccedil;&atilde;o a valores&rdquo;.<\/p>\n<p>Nesse contexto, e a respeito da poss&iacute;vel legaliza&ccedil;&atilde;o dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo,&nbsp;o Bispo do Porto considera que o debate em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo &ldquo;&eacute; uma ocasi&atilde;o para a sociedade reflectir sobre o valor da fam&iacute;lia&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;No que diz respeito &agrave; fam&iacute;lia, toda a tradi&ccedil;&atilde;o da humanidade sempre se configurou nesse nexo de fam&iacute;lia em volta de um casal de homem e mulher, aberto a gera&ccedil;&atilde;o de filhos e integrador de gera&ccedil;&otilde;es. Este n&uacute;cleo tem sido sempre permanente&rdquo;, salientou.<\/p>\n<p>Quanto &agrave;s &ldquo;outras realidades&rdquo; que existem na sociedade, e que dependem da liberdade de escolha de cada um, o prelado espera que &ldquo;n&atilde;o ponham em causa esta realidade que a humanidade j&aacute; escolheu h&aacute; muitos s&eacute;culos&rdquo;.<\/p>\n<p>D. Manuel Clemente acredita que este &eacute; o momento para &ldquo;conversar&rdquo; com o Governo, apelando ao &ldquo;di&aacute;logo e aprofundamento de valores&rdquo;.<\/p>\n<p>Este respons&aacute;vel disse que a sua miss&atilde;o passa por estar com as pessoas, &ldquo;anim&aacute;-las, dar-lhes esperan&ccedil;a e garantir-lhes que, como representante da mais antiga institui&ccedil;&atilde;o cultura do pa&iacute;s estou ao dispor em tudo aquilo que possa contribuir&rdquo;.<\/p>\n<p>O prelado ainda n&atilde;o decidiu em que ir&aacute; utilizar o montante do pr&eacute;mio (60 mil euros), n&atilde;o s&oacute; por &#8220;ainda&#8221; estar &#8220;muito atordoado com tudo isto&#8221;, mas tamb&eacute;m por ter &#8220;um fim-de-semana preenchid&iacute;ssimo&rdquo;. &ldquo;Depois terei tempo para pensar nisso&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p>Para 2010, o Bispo do Porto deixou votos de que &ldquo;nos reencontremos como portugueses o melhor de n&oacute;s pr&oacute;prios&rdquo;, aludindo a &ldquo;uma cultura magn&iacute;fica&rdquo;. Tamb&eacute;m voltou a referir a sua satisfa&ccedil;&atilde;o com a visita de Bento XVI &agrave; cidade, agendada para 14 de Maio do pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n<p>O Pr&eacute;mio Pessoa &eacute;&nbsp;concedido anualmente &agrave; pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse per&iacute;odo &#8211; e na sequ&ecirc;ncia de uma actividade anterior &#8211; tiver sido protagonista de uma interven&ccedil;&atilde;o particularmente relevante e inovadora na vida art&iacute;stica, liter&aacute;ria ou cient&iacute;fica do pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Al&eacute;m da vasta obra historiogr&aacute;fica, o j&uacute;ri destacou&nbsp;&#8220;a sua interven&ccedil;&atilde;o c&iacute;vica tem-se destacado por uma postura human&iacute;stica de defesa do di&aacute;logo e da toler&acirc;ncia, de combate &agrave; exclus&atilde;o e da interven&ccedil;&atilde;o social da Igreja. Ao mesmo tempo que leva a cabo a sua miss&atilde;o pastoral, D. Manuel Clemente desenvolve uma intensa actividade cultural de estudo e debate p&uacute;blico&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Em tempos dif&iacute;ceis como os que vivemos actualmente D. Manuel Clemente &eacute; uma refer&ecirc;ncia &eacute;tica para a sociedade portuguesa no seu todo&rdquo;, pode&nbsp; ler-se na acta da reuni&atilde;o do j&uacute;ri.<\/p>\n<p>Entre os distinguidos encontram-se o historiador Jos&eacute; Mattoso &#8211; vencedor da primeira edi&ccedil;&atilde;o (1987) -, a pianista Maria Jo&atilde;o Pires (1989), o escritor Jos&eacute; Cardoso Pires (1997), o arquitecto Souto Moura (1998), o investigador Sobrinho Sim&otilde;es (2002)e o constitucionalista Gomes Canotilho (2003). No ano passado, o pr&eacute;mio foi entregue ao arquitecto Carrilho da Gra&ccedil;a.<\/p>\n<p><strong>Nota biogr&aacute;fica<\/strong><\/p>\n<p>Manuel Jos&eacute; Mac&aacute;rio do Nascimento Clemente nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. Ap&oacute;s concluir o curso secund&aacute;rio, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa onde se formou em Hist&oacute;ria.<\/p>\n<p>Licenciado em Hist&oacute;ria, ingressou no Semin&aacute;rio Maior dos Olivais em 1973. Em 1979 licenciou-se em Teologia pela Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa, doutorando-se em Teologia Hist&oacute;rica em 1992, com uma tese intitulada Nas origens do apostolado contempor&acirc;neo em Portugal. A &#8220;Sociedade Cat&oacute;lica&#8221; (1843-1853).<\/p>\n<p>Ordenado presb&iacute;tero em 29 de Junho de 1979, foi Coadjutor das par&oacute;quias de Torres Vedras e Runa, formador e Reitor do Semin&aacute;rio dos Olivais e, desde 1997, membro do Cabido da S&eacute; de Lisboa. Nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa e titular Pinhel, em 6 de Novembro de 1999, foi ordenado na Igreja de Santa Maria de Bel&eacute;m (Jer&oacute;nimos) no dia 22 de Janeiro de 2000.<\/p>\n<p>Nesse mesmo ano desempenhou o cargo de Coordenador da Comiss&atilde;o Preparat&oacute;ria da Assembleia Jubilar do Presbit&eacute;rio para o Ano 2000. Tem-se empenhado, por outro lado, no Congresso Internacional para a Nova Evangeliza&ccedil;&atilde;o, cuja sess&atilde;o lisboeta se realizou em Novembro de 2005, como presidente da Comiss&atilde;o Central de prepara&ccedil;&atilde;o do ICNE.<\/p>\n<p>Na Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa tem sido promotor da Pastoral da Cultura desde 11 de Abril de 2002 e &eacute; membro da Comiss&atilde;o Episcopal de Comunica&ccedil;&otilde;es Sociais desde 20 de Junho de 2002. Actualmente &eacute; presidente da Comiss&atilde;o Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunica&ccedil;&otilde;es Sociais.<\/p>\n<p><em>Paix&atilde;o pela Hist&oacute;ria<\/em><\/p>\n<p>Licenciado em Hist&oacute;ria e doutorado em Teologia Hist&oacute;rica, lecciona Hist&oacute;ria da Igreja na Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa desde 1975 e foi Director do Centro de Estudos de Hist&oacute;ria Religiosa da mesma Universidade.<\/p>\n<p>&Eacute; autor de obras como &#8220;A Igreja no Tempo, Hist&oacute;ria Breve da Igreja Cat&oacute;lica&#8221; [Lisboa, Grifo 2000] e de v&aacute;rios trabalhos sobre o catolicismo em Portugal a partir do Liberalismo.<\/p>\n<p>&Eacute; tamb&eacute;m presen&ccedil;a habitual no Programa Ecclesia, na RTP2, com a rubrica &#8220;O passado do presente&#8221;, dedicada &agrave; Hist&oacute;ria da Igreja.<\/p>\n<p>D. Manuel Clemente &eacute; conhecido e respeitado no meio cultural pelo di&aacute;logo com os diferentes sectores do pensamento intelectual e social.<\/p>\n<p><strong>Publica&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" style=\"float: right;\" src=\"http:\/\/www.snpcultura.org\/fotografias\/id_um_so_proposito.jpg\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"264\" \/>Livros e estudos sobre temas das &aacute;reas de Hist&oacute;ria, Teologia e Pastoral, publicados em edi&ccedil;&otilde;es e revistas da especialidade, de que se destacam:<\/p>\n<p>&#8211; Portugal e os Portugueses. Lisboa, Ass&iacute;rio &amp; Alvim, 2008.<\/p>\n<p>&#8211; 1810 &#8211; 1910 &#8211; 2010; Datas e Desafios. Lisboa, Ass&iacute;rio &amp; Alvim, 2009.<\/p>\n<p>&#8211; Um S&oacute; Prop&oacute;sito. Homilias e Escritos Pastorais. Lisboa, Pedra Angular, 2009.<\/p>\n<p>&#8211; Os Papas do s&eacute;c. XX. Lisboa, Paulus, 2007.<\/p>\n<p>&#8211; Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo &agrave; Rep&uacute;blica. Lisboa, Grifo, 2002.<\/p>\n<p>&#8211; A Igreja no tempo. Lisboa, Grifo, 2000.<\/p>\n<p>&#8211; ESP&Iacute;RITO e esp&iacute;rito na hist&oacute;ria ocidental &#8211; os despistes da esperan&ccedil;a. In As raz&otilde;es da nossa esperan&ccedil;a. A caminho do terceiro mil&eacute;nio. Lisboa, Rei dos livros,1998.<\/p>\n<p>&#8211; Das prelaturas pol&iacute;ticas &agrave;s prelaturas pastorais: o caso de Pinhel. In Lusitania Sacra. Segunda s&eacute;rie. Lisboa, 8-9, 1996-1997.<\/p>\n<p>&#8211; Milenarismos. In Creio na vida eterna. Lisboa: Rei dos livros, 1996.<\/p>\n<p>&#8211; S&iacute;nodos em Portugal: um esbo&ccedil;o hist&oacute;rico. In Estudos Teol&oacute;gicos. Co&iacute;mbra. 1, 1996.<\/p>\n<p>&#8211; As par&oacute;quias de Lisboa em tempo de liberalismo. In Didaskalia. Lisboa, 25, 1995.<\/p>\n<p>&#8211; Os Semin&aacute;rios de Lisboa. In Novellae Olivarum. Nova s&eacute;rie. Lisboa, 8, 1994.<\/p>\n<p>&#8211; Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa: uma realiza&ccedil;&atilde;o de longas expectativas. In Lusitania Sacra, Segunda s&eacute;rie. Lisboa, 6, 1994.<\/p>\n<p>&#8211; A sociedade portuguesa &agrave; data da publica&ccedil;&atilde;o da Rerum Novarum: o sentimento cat&oacute;lico. In Lusitania Sacra. Segunda s&eacute;rie. Lisboa, 6, 1994.<\/p>\n<p>&#8211; Igreja e sociedade portuguesa do Liberalismo &agrave; Rep&uacute;blica. In Didaskalia. Lisboa, 24, 1994.<\/p>\n<p>&#8211; Nas origens do apostolado contempor&acirc;neo em Portugal, A &#8220;Sociedade Cat&oacute;lica&#8221; (1843-1853). Braga, 1993.<\/p>\n<p>&#8211; Cristandade e secularidade. In A salva&ccedil;&atilde;o em Jesus Cristo. Lisboa , Rei dos Livros, 1993.<\/p>\n<p>&#8211; F&eacute;, raz&atilde;o e conhecimento de Deus no Vaticano I e no Vaticano II. In Communio. Lisboa, 10:6, 1993.<\/p>\n<p>&#8211; A Igreja e o Liberalismo. Um desafio e uma primeira resposta. Communio. Lisboa, 9:6, 1992.<\/p>\n<p>&#8211; Laiciza&ccedil;&atilde;o da sociedade e afirma&ccedil;&atilde;o do laicado em Portugal (1820-1840) . In Lusitania Sacra, Segunda s&eacute;rie. Lisboa, 3, 1991.<\/p>\n<p>&#8211; O Congresso cat&oacute;lico do Porto (1871-1872) e a emerg&ecirc;ncia do laicado em Portugal. Lusitania Sacra , Segunda s&eacute;rie. Lisboa, 1, 1989.<\/p>\n<p>&#8211; Cardeal Cerejeira: Pensamento, cora&ccedil;&atilde;o e rela&ccedil;&atilde;o com o poder. In Novellae Olivarum. Nova s&eacute;rie. Lisboa, 15, 1989.<\/p>\n<p>&#8211; Clericalismo e anticlericalismo na cultura portuguesa. In Reflex&atilde;o Crist&atilde;. Lisboa, 53, 1987.<\/p>\n<p>&#8211; Reflex&otilde;es sobre os 50 anos da Ac&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica Portuguesa. In Novellae Olivarum. Nova s&eacute;rie. Lisboa, 8, 1984.<\/p>\n<p>&#8211; Cat&oacute;licos, Estado e Sociedade no Portugal oitocentista (congressos cat&oacute;licos de 1891 e 1895). Communio. Lisboa, 1:3, 1984.<\/p>\n<p>&#8211; Notas de cultura portuguesa. Do teatro sagrado ao teatro profano. In Novellae Olivarum. Nova s&eacute;rie. Lisboa, 6-7, 1983.<\/p>\n<p>&#8211; Notas de cultura portuguesa. Os papas e Portugal. In Novellae Olivarum. Nova s&eacute;rie. Lisboa, 2-3, 1983.<\/p>\n<p>&#8211; Monsenhor Pereira dos Reis. (Em colabora&ccedil;&atilde;o). Lisboa, 1979.<\/p>\n<p>&#8211; A Igreja no tempo. Hist&oacute;ria breve da Igreja Cat&oacute;lica. Lisboa, 1978.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"pesquisa.pl?autor=207\" target=\"_blank\">Textos e interven&ccedil;&otilde;es de D. Manuel Clemente na Ag&ecirc;ncia ECCLESIA<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bispo do Porto confessa \u00absurpresa\u00bb e fala em maior responsabilidade como homem da Igreja e da Cultura<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[120,139,172,187,276],"class_list":["post-42406","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-bento-xvi","tag-communio","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-do-porto","tag-pastoral-da-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42406","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42406"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42406\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}