{"id":42318,"date":"2009-12-08T16:07:37","date_gmt":"2009-12-08T16:07:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/12\/08\/imaculada-conceicao-5\/"},"modified":"2009-12-08T16:07:37","modified_gmt":"2009-12-08T16:07:37","slug":"imaculada-conceicao-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/imaculada-conceicao-5\/","title":{"rendered":"Imaculada Concei\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Homilia do Bispo do Porto <!--more--> <\/p>\n<p>IMACULADA CONCEI&Ccedil;&Atilde;O 2009 &#8211; Na definitiva alvorada do mundo!<\/p>\n<p>Homilia<\/p>\n<p>Car&iacute;ssimos irm&atilde;os e irm&atilde;s<\/p>\n<p>Deixai-me retomar alguns trechos ouvidos, pois s&oacute; &agrave; luz deles nos entenderemos nesta celebra&ccedil;&atilde;o festiva. Mais: s&oacute; &agrave; luz deles nos motivaremos deveras para sermos o que mais importa agora, diante de Deus e neste mundo que nos toca com tanta contradi&ccedil;&atilde;o e urg&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Retomemos o di&aacute;logo inicial: &ldquo;Disse Deus [a Ad&atilde;o]: &lsquo;Quem te deu a conhecer que estavas nu? Terias comido dessa &aacute;rvore da qual te proibira de comer?&rsquo;&rdquo;. Primeiro sentimento, primeira contradi&ccedil;&atilde;o: j&aacute; ali se manifestava um estranho mal-estar que levava o homem a esconder-se de Deus, porque perturbado dentro de si pr&oacute;prio. Retenhamos o t&oacute;pico, que imediatamente nos atinge: algo nos faz assim, inseguros e perturbados diante de Deus que nos procura, por fora e por dentro do nosso cora&ccedil;&atilde;o. H&aacute; como que uma limpidez perdida, em liga&ccedil;&atilde;o com uma ordem n&atilde;o cumprida: &ldquo;Terias tu comido dessa &aacute;rvore, da qual te proibira de comer?&rdquo;.<\/p>\n<p>Como existe tamb&eacute;m, mal confessada, a desresponsabiliza&ccedil;&atilde;o com que rapidamente nos esquivamos. S&atilde;o sempre os outros os culpados&hellip; Digo-o propositadamente assim, no presente do indicativo, porque a alus&atilde;o b&iacute;blica se refere ao tempo todo. Para Ad&atilde;o, seria Eva, sen&atilde;o mesmo o pr&oacute;prio Deus que lha dera por companhia: &ldquo;A mulher que me deste por companheira deu-mo do fruto da &aacute;rvore e eu comi&rdquo;. Como depois, para Eva, seria a serpente: &ldquo;A serpente enganou-me e eu comi&hellip;&rdquo;. Cadeia intermin&aacute;vel de culpas transferidas, que n&atilde;o termina nunca, como n&atilde;o termina hoje em tantas manifesta&ccedil;&otilde;es duma humanidade ferida, da esfera pessoal &agrave; mais colectiva e p&uacute;blica.<\/p>\n<p>Mas n&atilde;o nos ponhamos n&oacute;s de fora, cada um de n&oacute;s, destas delongas. Escondemo-nos muito de n&oacute;s mesmos, nas nossas grandezas e mis&eacute;rias, como nos escondemos do &ldquo;olhar&rdquo; de Deus, claro demais para as nossas sombras persistentes.<\/p>\n<p>Ficou-nos a promessa, apesar de tudo, no proto-Evangelho que Deus enunciou &agrave; serpente: &ldquo;Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descend&ecirc;ncia e a descend&ecirc;ncia dela. Esta te esmagar&aacute; a cabe&ccedil;a e tu a atingir&aacute;s no calcanhar&rdquo;. Palavras misteriosas, em que a inspira&ccedil;&atilde;o divina levaria o escritor a ultrapassar-se no entendimento delas. Palavras que ressoaram por muito tempo, at&eacute; se cumprirem de modo t&atilde;o in&eacute;dito naquele dia de Nazar&eacute; da Galileia, como tamb&eacute;m ouvimos: &ldquo;Tendo entrado onde ela estava [a Virgem Maria], disse o Anjo: &lsquo;Ave, cheia de gra&ccedil;a, o Senhor est&aacute; contigo&rsquo;&rdquo;. Perturbada ficou ela, continua o texto, mas n&atilde;o da perturba&ccedil;&atilde;o de quem se esconde de Deus. Rende-a, pelo contr&aacute;rio, e sem qualquer resist&ecirc;ncia da sua parte, &agrave; inaudita proposta divina.<\/p>\n<p>Quem esquece a Deus, de si mesmo se esquece; e do que s&oacute; pode ser com Deus, vida absoluta. Quem acolhe a Deus, a si mesmo se deslumbra, e assim Maria, na coniv&ecirc;ncia integral com que termina o di&aacute;logo: &ldquo;Eis a escrava do Senhor; fa&ccedil;a-se em mim segundo a tua palavra&rdquo;.<\/p>\n<p>Do &ldquo;n&atilde;o&rdquo; genes&iacute;aco, a contradi&ccedil;&atilde;o do mundo; do &ldquo;sim&rdquo; mariano, a recria&ccedil;&atilde;o das coisas em Cristo. Essa mesma que Paulo anunciava, finalmente cumprida, magn&iacute;fica na forma e no fundo: &ldquo;Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos C&eacute;us nos aben&ccedil;oou com toda a esp&eacute;cie de bens espirituais em Cristo&rdquo;. Mas, para Cristo acontecer e n&oacute;s pr&oacute;prios acontecermos em Cristo, Deus preparou em Maria uma nova terra em que aparecesse a humanidade nova. Esses &ldquo;os des&iacute;gnios d&rsquo;Aquele que tudo realiza conforme a decis&atilde;o da sua vontade&rdquo;. E da vontade do Pai, aceite e cumprida no Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria, nascemos n&oacute;s, os baptizados, &ldquo;para sermos um hino de louvor da sua gl&oacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>&Eacute; disto mesmo que se trata, bem vistas as coisas, car&iacute;ssimos crist&atilde;os e car&iacute;ssimos ordinandos de di&aacute;cono. Trata-se de estarmos diante de Deus como esteve Maria, prontificados pelo baptismo como ela previamente estava pela sua Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o. L&iacute;mpidos e n&atilde;o esquivos, dispon&iacute;veis e crentes, acolhendo com Ela a vontade do Pai, para que a obra de Cristo prossiga no mundo.<\/p>\n<p>Acreditamos e acreditemos ainda mais. Diga-se de cada um de v&oacute;s, car&iacute;ssimos ordinandos, o que Isabel disse de Maria, que era bendita por acreditar no que lhe fora dito da parte do Senhor (cf. <em>Lc<\/em> 1, 45).<\/p>\n<p>Nunca haveria Natal se Maria se ficasse por compreens&iacute;veis conjecturas humanas no momento da Anuncia&ccedil;&atilde;o. Mas o seu cora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tinha m&aacute;cula de descren&ccedil;a nem mancha de d&uacute;vida, diante da grandeza de Deus e dos seus des&iacute;gnios. Diante da simplicidade de Deus, dir&iacute;amos, pois onde s&oacute; h&aacute; miseric&oacute;rdia as possibilidades s&atilde;o infinitas: em Deus, amar &eacute; poder. Assim com Maria, para que Cristo fosse poss&iacute;vel na humanidade que ela resumia e oferecia.<\/p>\n<p>&#8211; Imaginais, car&iacute;ssimos irm&atilde;os e irm&atilde;s, imaginais, car&iacute;ssimos ordinandos, o que poder&aacute; acontecer neste nosso mundo, t&atilde;o contradit&oacute;rio realmente, se participardes na f&eacute; de Maria, para que tamb&eacute;m por v&oacute;s continue o Advento de Cristo, com toda a for&ccedil;a da sua verdade, todo o fulgor da sua beleza e toda a aplica&ccedil;&atilde;o da sua caridade?!<\/p>\n<p>Daqui a momentos, car&iacute;ssimos ordinandos, uma solen&iacute;ssima ora&ccedil;&atilde;o e a imposi&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os h&atilde;o-de consagrar-vos como &ldquo;sacramentos&rdquo;, sinais vivos e actuantes da diaconia de Cristo &agrave; Igreja e ao mundo. Envolvidos por esta assembleia lit&uacute;rgica, em que a maternidade de Maria de algum modo se assinala, iniciareis um minist&eacute;rio bem conexo com o mist&eacute;rio que hoje celebramos. A primeir&iacute;ssima gra&ccedil;a que inteiramente a predisp&ocirc;s para nela incarnar o Verbo de Deus, prolongar-se-&aacute; em v&oacute;s, para incarnardes a Palavra em resposta a todas as pobrezas do mundo.<\/p>\n<p>O nosso mundo, geral ou mais pr&oacute;ximo, debate-se hoje com graves problemas de vida e sobreviv&ecirc;ncia. Dif&iacute;cil &eacute; a subsist&ecirc;ncia b&aacute;sica de muitos e de fam&iacute;lias inteiras; dif&iacute;cil &eacute; a vida laboral, indispens&aacute;vel ao sustento e &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de cada um; perigosa &eacute; tamb&eacute;m a disposi&ccedil;&atilde;o corrente para ganhos r&aacute;pidos e satisfa&ccedil;&otilde;es fugazes. Assim era h&aacute; dois mil anos, como antes e depois: &ldquo;comiam e bebiam, compravam, vendiam&hellip;&rdquo; (cf. <em>Lc<\/em> 17, 28), sem realmente dar por nada. Mas n&oacute;s estamos aqui, car&iacute;ssimos irm&atilde;os e ordinandos, porque &ldquo;demos por isso&rdquo;, demos por quanto sucedeu no Cora&ccedil;&atilde;o de Deus e no Cora&ccedil;&atilde;o de Maria. Reconhecemos em Cristo a resposta de Deus e com Maria dizemos: &ldquo;Sim!&rdquo;.<\/p>\n<p>Sim &agrave; esperan&ccedil;a poss&iacute;vel e activa, at&eacute; para reconstruir a sociedade no &acirc;mago das suas motiva&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas. Sim &agrave; caridade aplicada, para que n&atilde;o falte a ningu&eacute;m o sustento e o &acirc;nimo para viver e conviver. Sim &agrave; aut&ecirc;ntica beleza e ao contentamento perdur&aacute;vel, que s&oacute; se alimentam com a verdade de Deus e da humanidade segundo Deus, respeitando a sua presen&ccedil;a e prioridade absoluta.<\/p>\n<p>Permiti-me, na circunst&acirc;ncia, duas alus&otilde;es ainda. A primeira &agrave; cimeira de Copenhaga, para uma ecologia inadi&aacute;vel. Quem acolhe e respeita o mundo como cria&ccedil;&atilde;o divina confiada ao homem, tem motiva&ccedil;&otilde;es refor&ccedil;adas para fruir sem desperdi&ccedil;ar e para desenvolver sem destruir energias e equil&iacute;brios indispens&aacute;veis ao presente e ao futuro. Neste sentido, Maria est&aacute; certamente com todos os que em Copenhaga queiram salvaguardar a cria&ccedil;&atilde;o. Escreve-o incomparavelmente Santo Anselmo no Oficio de Leitura desta solenidade, juntando a cria&ccedil;&atilde;o e a nova cria&ccedil;&atilde;o das coisas em Cristo, como aconteceu atrav&eacute;s de Maria: &ldquo;O c&eacute;u, as estrelas, a terra, os rios, o dia e a noite, e tudo quanto est&aacute; sujeito ao poder ou ao servi&ccedil;o dos homens se alegram, Senhora, porque, tendo perdido a sua antiga nobreza, foram em certo modo ressuscitados por meio de Ti, e dotados de uma gra&ccedil;a nova e inef&aacute;vel. [&hellip;] Deus, que criou todas as coisas, fez-Se a Si mesmo por meio de Maria. E deste modo refez tudo o que tinha feito. Ele, que p&ocirc;de fazer todas as coisas do nada, n&atilde;o quis refazer sem Maria o que tinha sido arruinado. Por esta raz&atilde;o, Deus &eacute; o Pai das coisas criadas, e Maria a m&atilde;e das coisas recriadas&rdquo;.<\/p>\n<p>Maria &ndash; com o t&iacute;tulo da sua Assun&ccedil;&atilde;o, em que gloriosamente culmina a sua Concei&ccedil;&atilde;o Imaculada &#8211;&nbsp; &eacute; tamb&eacute;m padroeira da nossa Diocese do Porto e certamente se alegra connosco pelo an&uacute;ncio da visita do Santo Padre Bento XVI no pr&oacute;ximo 14 de Maio. Estaremos na altura em plena Miss&atilde;o 2010, que outra finalidade n&atilde;o tem sen&atilde;o anunciar aos nossos contempor&acirc;neos a presen&ccedil;a viva e restauradora do mesmo Cristo que Maria nos deu. Ser&aacute; a felic&iacute;ssima circunst&acirc;ncia de unir Maria e Pedro, carismas essenciais e complementares para a vida e o testemunho da Igreja &ndash; Miss&atilde;o. Como lembrava outro Papa que tamb&eacute;m nos visitou &#8211; Jo&atilde;o Paulo II, na Carta apost&oacute;lica <em>Mulieris Dignitatem<\/em>, n&ordm;27 -, &ldquo;&hellip; na hierarquia da santidade, precisamente a &lsquo;mulher&rsquo;, Maria de Nazar&eacute;, &eacute; &lsquo;figura da Igreja&rsquo;. Ela &lsquo;precede&rsquo; todos no caminho rumo &agrave; santidade; na sua pessoa &lsquo;a Igreja j&aacute; atingiu a perfei&ccedil;&atilde;o, pela qual existe sem m&aacute;cula e sem ruga&rsquo; (cf. <em>Ef<\/em> 5, 27). Neste sentido, pode-se dizer que a Igreja &eacute; conjuntamente &lsquo;mariana&rsquo; e &lsquo;apost&oacute;lico-petrina&rsquo;&rdquo;. &#8211; Obrigado, Senhora nossa, porque a vinda do Santo Padre n&atilde;o &eacute; alheia ao vosso patroc&iacute;nio. Bem-vindo, Santo Padre, porque na Cidade da Virgem nos confirmareis em miss&atilde;o!<\/p>\n<p>&#8211; Car&iacute;ssimos ordinandos: &eacute; destas realidades e destes divinos aux&iacute;lios que sereis sinais e ministros na Igreja e no mundo. Por entre as expectativas e os desgastes que s&atilde;o comuns a toda a exist&ecirc;ncia humana, acolhei-vos sempre ao Cora&ccedil;&atilde;o Imaculado de Maria. A&iacute; encontrareis ref&uacute;gio e &acirc;nimo para prosseguir ou recome&ccedil;ar, na definitiva alvorada do mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do Bispo do Porto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[100,120,168,187,231,267,294],"class_list":["post-42318","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-advento","tag-bento-xvi","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-do-porto","tag-imaculada-conceicao","tag-natal","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42318","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42318"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42318\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}