{"id":418613,"date":"2026-04-02T17:59:51","date_gmt":"2026-04-02T16:59:51","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=418613"},"modified":"2026-04-02T17:59:51","modified_gmt":"2026-04-02T16:59:51","slug":"homilia-do-bispo-de-viana-do-castelo-na-missa-crismal-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-viana-do-castelo-na-missa-crismal-3\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Viana do Castelo na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div>\n<figure id=\"attachment_418607\" aria-describedby=\"caption-attachment-418607\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-418607 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-400x267.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1-1536x1025.jpg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Viana-do-Castelo_bispo_-D.-Joao-Lavrador_missa-Crismal-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-418607\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Diocese de Viana do Castelo<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u00abEstavam fixos em Jesus os olhos de toda a sinagoga\u00bb. Com estas Palavras, S. Lucas retrata a atitude de todos os que estavam \u00e0 volta de Jesus de Nazar\u00e9 e oferece-nos a n\u00f3s, hoje, o desafio a colocarmo-nos perante Jesus de Nazar\u00e9 com o nosso olhar fixo n\u2019Ele.<\/p><\/div>\n<div>Sim, car\u00edssimos sacerdotes, convido-vos a v\u00f3s e eu convosco, a fixarmos o nosso olhar no de Cristo para d\u2019Ele aprendermos e saborearmos tudo o que o Seu olhar nos revela.<\/div>\n<div>Como afirma o Papa Francisco, dirigindo-se aos sacerdotes, na missa crismal de 2024, \u00abn\u00e3o cessa de nos impressionar esta passagem do Evangelho, que nos leva a visualizar a cena, a imaginar aquele momento de sil\u00eancio com todos os olhares voltados para Jesus, num misto de maravilha e surpreza\u00bb.<\/div>\n<div>Na verdade, como afirma S. Jo\u00e3o Paulo II, \u00ab\u00e9 este o rosto de Cristo, no qual os olhos da f\u00e9 e do amor dos crist\u00e3os devem permanecer fixos\u00bb (PdV. 11).\u00a0 E ainda, precisamente a partir desta &#8220;contempla\u00e7\u00e3o&#8221; e tendo-a como ponto de refer\u00eancia podemos, n\u00f3s sacerdotes, reavivar o dom da un\u00e7\u00e3o que recebemos no dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o e orientar a nossa miss\u00e3o pastoral pelos crit\u00e9rios de Jesus Cristo.<\/div>\n<div>S\u00f3 nesta profundidade, perante o olhar de Jesus de Nazar\u00e9, conhecemos a riqueza do sacerd\u00f3cio ministerial enquanto participa\u00e7\u00e3o na Igreja do mesmo sacerd\u00f3cio de Jesus Cristo.<\/div>\n<div>Fixando o nosso olhar no de Cristo, descobrimos que \u00ab\u00e9 no interior do mist\u00e9rio da Igreja como comunh\u00e3o trinit\u00e1ria em tens\u00e3o mission\u00e1ria, que se revela a identidade crist\u00e3 de cada um e, portanto, a espec\u00edfica identidade do sacerdote e do seu minist\u00e9rio\u00bb ( PdV. 12).<\/div>\n<div>\u00a0Como refere ainda S. Jo\u00e3o Paulo II, \u00abo presb\u00edtero, de facto, em virtude da consagra\u00e7\u00e3o que recebe pelo sacramento da Ordem, \u00e9 enviado pelo Pai, atrav\u00e9s de Jesus Cristo, ao qual como Cabe\u00e7a e Pastor do seu povo \u00e9 configurado de modo especial para viver e actuar, na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo, ao servi\u00e7o da Igreja e para a salva\u00e7\u00e3o do mundo\u00bb (PdV. 12).<\/div>\n<div>Car\u00edssimos sacerdotes, \u00abassim se pode compreender a conota\u00e7\u00e3o essencialmente &#8220;relacional&#8221; da identidade do presb\u00edtero: mediante o sacerd\u00f3cio, que brota das profundezas do mist\u00e9rio de Deus, ou seja, do amor do Pai, da gra\u00e7a de Jesus Cristo e do dom de unidade do Esp\u00edrito Santo, o presb\u00edtero \u00e9 inserido sacramentalmente na comunh\u00e3o com o Bispo e com os outros presb\u00edteros, para servir o Povo de Deus que \u00e9 a Igreja e atrair todos a Cristo\u00bb (PdV. 12).<\/div>\n<div>Deste modo, os presb\u00edteros recolhem na contempla\u00e7\u00e3o do olhar de Jesus de Nazar\u00e9 o apelo a prolongar a presen\u00e7a de Cristo, \u00fanico e sumo Pastor, actualizando o seu estilo de vida e tornando-se como que a Sua transpar\u00eancia no meio do rebanho a eles confiado (cfr. PdV 15).<\/div>\n<div>De facto, \u00abos presb\u00edteros existem e agem para o an\u00fancio do Evangelho ao mundo e para a edifica\u00e7\u00e3o da Igreja em nome e na pessoa de Cristo Cabe\u00e7a e Pastor\u00bb (PdV. 15).<\/div>\n<div>Convido a interiorizar o que daqui a pouco iremos proclamar no pref\u00e1cio desta celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica ao dizer que \u00abcom a un\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, constitu\u00edstes o Vosso Filho Pont\u00edfice da nova e eterna Alian\u00e7a, e quisestes que o seu \u00fanico sacerd\u00f3cio fosse perpetuado na Igreja. Ele comunica o sacerd\u00f3cio real a todo o povo dos redimidos e com amor de predilec\u00e7\u00e3o escolhe alguns de entre os irm\u00e3os que, mediante a imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, faz participantes do seu minist\u00e9rio de salva\u00e7\u00e3o. V\u00f3s quereis que em seu nome renovem o sacrif\u00edcio redentor, preparem para vossos filhos o banquete pascal, e, servos primorosos do vosso povo, o alimentem com a vossa palavra e o santifiquem com os sacramentos. V\u00f3s lhes propondes Cristo como modelo, para que, oferecendo a vida por v\u00f3s e pelos irm\u00e3os, se esforcem por se conformar \u00e0 imagem de vosso Filho e deem testemunho de fidelidade e de amor generoso\u00bb.<\/div>\n<div>Na verdade, \u00aba rela\u00e7\u00e3o do sacerdote com Jesus Cristo e, n&#8217;Ele, com a Sua Igreja situa-se no pr\u00f3prio ser do presb\u00edtero, em virtude da sua consagra\u00e7\u00e3o\/un\u00e7\u00e3o sacramental, e no seu agir, isto \u00e9, na sua miss\u00e3o ou minist\u00e9rio\u00bb (PdV.116).<\/div>\n<div>Sempre em uni\u00e3o a Cristo, o sacerdote \u00e9 \u00abservidor da Igreja mist\u00e9rio porque actua os sinais eclesiais e sacramentais da presen\u00e7a de Cristo ressuscitado\u00bb; \u00ab\u00e9 servidor da Igreja comunh\u00e3o porque &#8211; unido ao Bispo e em estreita rela\u00e7\u00e3o com o presbit\u00e9rio &#8211; constr\u00f3i a unidade da comunidade eclesial na harmonia das diferentes voca\u00e7\u00f5es, carismas e servi\u00e7os\u00bb.<\/div>\n<div>E, \u00ab\u00e9 finalmente servidor da Igreja miss\u00e3o porque faz com que a comunidade se torne anunciadora e testemunha do Evangelho\u00bb (Pdv. 16).<\/div>\n<div>\u00a0Contudo, car\u00edssimos sacerdotes, do mesmo modo que devemos colocar o nosso olhar contemplativo em Jesus de Nazar\u00e9, tamb\u00e9m o Povo de Deus e as pessoas em geral colocam o seu olhar em n\u00f3s presbit\u00e9rio e em cada um de n\u00f3s como Pastor na comunidade crist\u00e3.<\/div>\n<div>Neste olhar, os nossos contempor\u00e2neos esperam ver a Jesus Cristo Vivo e o Seu Evangelho. Perguntamo-nos, n\u00e3o ser\u00e1 nossa obriga\u00e7\u00e3o de responder \u00e0s suas inquieta\u00e7\u00f5es e perguntas e sobretudo com o nosso testemunho conduzi-los at\u00e9 Jesus Cristo?<\/div>\n<div>Mais ainda, esperam ver em n\u00f3s o \u00abhomem de Deus, aquele que pertence a Deus e faz pensar em Deus\u00bb. Por isso, \u00abos crist\u00e3os esperam encontrar no sacerdote n\u00e3o s\u00f3 um homem que os acolhe, que os escuta com todo o gosto e lhes testemunha uma sincera simpatia, mas tamb\u00e9m e sobretudo um homem que os ajuda a ver Deus, a subir em direc\u00e7\u00e3o a Ele\u00bb (PdV. 47).\u00a0 Da\u00ed que \u00ab\u00e9 necess\u00e1rio, portanto, que o sacerdote seja formado para uma profunda intimidade com Deus\u00bb (PdV. 47).<\/div>\n<div>Tamb\u00e9m os nossos contempor\u00e2neos procuram no sacerdote o homem da miseric\u00f3rdia e da caridade. Sim \u00abo homem da caridade, e \u00e9 chamado a educar os outros para a imita\u00e7\u00e3o de Cristo e para o Seu mandamento novo do amor fraterno (cf. Jo 15, 12) (PdV. 49).<\/div>\n<div>Mas para tal, exige-se do sacerdote que \u00abele pr\u00f3prio se deixe continuamente educar pelo Esp\u00edrito para a caridade de Cristo\u00bb de modo que na sua vida transpare\u00e7a \u00abo amor preferencial pelos &#8220;pobres&#8221;, nos quais a f\u00e9 descobre a presen\u00e7a de Jesus (cf. Mt 25, 40), e para o amor misericordioso pelos pecadores\u00bb (PdV. 49).<\/div>\n<div>A partir da realidade do mundo de hoje, os nossos contempor\u00e2neos colocam o olhar no sacerdote de modo a reconhecer nele o homem da comunh\u00e3o e do di\u00e1logo. Sim caros sacerdotes, \u00abprofundamente radicado na verdade e na caridade de Cristo e animado do desejo e do imperativo de anunciar a todos a sua salva\u00e7\u00e3o, ele \u00e9 chamado a encetar um relacionamento de fraternidade, de servi\u00e7o, de procura comum da verdade, de promo\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a e da paz, com todos os homens\u00bb (PdV. 18).<\/div>\n<div>E por fim a urg\u00eancia de uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o, recordo que, mesmo sem o expressarem, os homens e as mulheres do nosso tempo est\u00e3o sedentos de uma Boa Nova de Esperan\u00e7a.<\/div>\n<div>Deste modo, \u00aba priorit\u00e1ria tarefa pastoral da nova evangeliza\u00e7\u00e3o, que diz respeito a todo o Povo de Deus e postula um novo ardor, novos m\u00e9todos e uma nova express\u00e3o para o an\u00fancio e o testemunho do Evangelho, exige sacerdotes, radical e integralmente imersos no mist\u00e9rio de Cristo, e capazes de realizar um novo estilo de vida pastoral, marcado por uma profunda comunh\u00e3o com o Papa, os Bispos e entre si pr\u00f3prios, e por uma fecunda colabora\u00e7\u00e3o com os leigos, no respeito e na promo\u00e7\u00e3o dos diversos pap\u00e9is, carismas e minist\u00e9rios no interior da comunidade eclesial\u00bb (PdV. 18).<\/div>\n<div>O Evangelho de S. Lucas que escut\u00e1mos, ao descrever a cena de Jesus de Nazar\u00e9 na Sinagoga refere que Jesus menciona a sua miss\u00e3o de anunciar a Boa Nova aos pobres referindo que hoje cumpriu-se este passo da Escritura que acabamos de ouvir.<\/div>\n<div>Com este \u00abhoje\u00bb, Jesus Cristo est\u00e1 a chamar-nos a uma miss\u00e3o que sendo centrada nos Seus crit\u00e9rios exige de n\u00f3s uma permanente actualidade e renova\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>Neste contexto, caros sacerdotes, e nesta celebra\u00e7\u00e3o em que renovamos a nossas promessas sacerdotais, exorto a cada um de v\u00f3s e a todos n\u00f3s em presbit\u00e9rio a comprometermo-nos na forma\u00e7\u00e3o permanente, atendendo \u00e0 exig\u00eancia de uma forma\u00e7\u00e3o integral, na fidelidade a Cristo e \u00e0 pessoa de hoje.<\/div>\n<div>O Povo de Deus tem direito a que os seus Pastores lhe ofere\u00e7am o Evangelho e os Sacramentos, o ajude no discernimento dos Sinais dos Tempos e na sua participa\u00e7\u00e3o activa na miss\u00e3o da Igreja, numa permanente renova\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>A comunh\u00e3o de vida com Cristo exige uma permanente forma\u00e7\u00e3o integral para que a miss\u00e3o seja l\u00facida, reconfortante e adequada aos nossos tempos.<\/div>\n<div>Por \u00faltimo, convido a sintonizarmos com o nosso itiner\u00e1rio em direc\u00e7\u00e3o ao Jubileu da nossa diocese. Neste sentido, no contexto da renova\u00e7\u00e3o das nossas promessas sacerdotais, recordar as grandes linhas de renova\u00e7\u00e3o pastoral que nos impomos: a primeira, ser comunidade diocesana \u00e0 maneira dos Ap\u00f3stolos, Evangelizadora e de portas abertas; a segunda, Ser Comunidade Diocesana, fermento do Evangelho no meio do Mundo, evangelizar em di\u00e1logo com o Mundo, integradora e em sa\u00edda; a terceira, Ser Comunidade diocesana em continua renova\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica, Portadora da Boa Nova \u2013 fiel a Jesus Cristo e ao Homem de hoje.<\/div>\n<div>Se esta exig\u00eancia \u00e9 destinada a todo o Povo de Deus, certamente reconhecemos que ela se dirige prioritariamente a n\u00f3s sacerdotes.<\/div>\n<div>Na renova\u00e7\u00e3o das nossas promessas sacerdotais que nos fazem reviver a alegria e a for\u00e7a evangelizadora da primeira hora, tenhamos presente que \u00abo presb\u00edtero participa na miss\u00e3o e consagra\u00e7\u00e3o de Cristo de modo espec\u00edfico e de plena autoridade, ou seja, mediante o sacramento da Ordem, em virtude do qual \u00e9 configurado, no seu ser, a Jesus Cristo Cabe\u00e7a e Pastor, e partilha a miss\u00e3o de &#8220;anunciar aos pobres a Boa Nova&#8221; em nome e na pessoa do pr\u00f3prio Cristo\u00bb (PdV. 18).<\/div>\n<div>Imploremos do Bom Pastor que, na alegria e na esperan\u00e7a, nos torne verdadeiramente testemunhas da beleza do sacerd\u00f3cio, de modo a que seja abertura de caminho vocacional para os jovens da nossa diocese.<\/div>\n<div>Aproveito para vos desejar uma frutuosa celebra\u00e7\u00e3o do Triduo Pascal e apresentar-vos a v\u00f3s, \u00e0s vossas fam\u00edlias e \u00e0s vossas comunidades crist\u00e3s, santa P\u00e1scoa em Cristo Ressuscitado.<\/div>\n<div>Imploro de Nossa Senhora, Santa Maria Maior, M\u00e3e dos sacerdotes, de S. Bartolomeu dos M\u00e1rtires, de S. Teot\u00f3nio e S. Paulo VI, que nos aben\u00e7oem a cada um e a todo o presbit\u00e9rio e que sejam para todos n\u00f3s estimulo na evangeliza\u00e7\u00e3o do mundo de hoje.<\/div>\n<div>\u00c1men<\/div>\n<div><\/div>\n<div>+Jo\u00e3o Lavrador, Bispo de Viana do Castelo<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":418609,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[182],"class_list":["post-418613","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-viana-do-castelo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418613","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=418613"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418613\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/418609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=418613"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=418613"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=418613"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}