{"id":418603,"date":"2026-04-02T17:55:27","date_gmt":"2026-04-02T16:55:27","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=418603"},"modified":"2026-04-02T17:55:27","modified_gmt":"2026-04-02T16:55:27","slug":"sacerdocio-e-sinodalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/sacerdocio-e-sinodalidade\/","title":{"rendered":"Sacerd\u00f3cio e sinodalidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"font-weight: 400;\"><em>Homilia do bispo do Porto na na Missa\u00a0Crismal<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-404054 alignleft\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-400x267.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"267\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-400x267.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/D.Manuel-Linda.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/>Caros irm\u00e3os nos tr\u00eas graus do sacerd\u00f3cio ministerial,<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">para o bispo, \u00e9 motivo de profundo contentamento, e at\u00e9 de alguma emo\u00e7\u00e3o, olhar para esta catedral e ver nela uma \u201cmultid\u00e3o revestidade branco\u201d, como refere o Apocalipse (Ap 7, 9), qual express\u00e3o da luz que vence a morte, da alegria originada na pureza, da vida nova santificada, da gl\u00f3ria de Deus manifestada na ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus, da eternidade que concede meta \u00e0 materialidade. Como bons \u00abpais de fam\u00edlia\u00bb, a n\u00edvelespiritual, sois v\u00f3s quem mais insere estes dons na exist\u00eancia da nossa gente. Motivo mais que suficiente para que todos vos agradecessem continuamente o vosso minist\u00e9rio. Mas porque n\u00e3o s\u00e3o muitos os que o fazem, aqui est\u00e1 o bispo para vos dizer: obrigado porque, na for\u00e7a do Esp\u00edrito, sois v\u00f3s quem edifica uma Igreja diocesana de luz, alegria, vida em plenitude, f\u00e9 e eternidade. Obrigado e parab\u00e9ns!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bMas n\u00e3o me esque\u00e7o que a passagem do Apocalipse que citei tamb\u00e9m refere que os eleitos sustentavam \u201cpalmas na m\u00e3o\u201d e tinham vindo \u201cda grande tribula\u00e7\u00e3o\u201d (Ap 7, 14). Ora, como sabemos, a Igreja sempre ligou a palma \u00e0 tribula\u00e7\u00e3o do mart\u00edrio, como s\u00edmbolo de fidelidade at\u00e9 ao fim e da consequente gl\u00f3ria, de beleza espiritual associada ao triunfo definitivo de Deus e do seu Ungido. Ah, e quanto isto \u00e9 atual! Quantos teimam em fazer de v\u00f3s sofredores e m\u00e1rtires, exclu\u00eddos e proscritos, rid\u00edculos e desprezados. Tende a certeza que o povo simples est\u00e1 convosco. E, com ele, tamb\u00e9m est\u00e1 o bispo!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bClaro: temos de saber conquistar a simpatia dos nossos crist\u00e3os. Esta n\u00e3o acontece na rispidez, na rece\u00e7\u00e3o fria, na complica\u00e7\u00e3o do que \u00e9 simples, no mau humor, etc. Pelo contr\u00e1rio, d\u00e1-se naquela cordialidade que cativa, na vontade de um servi\u00e7o sempre mais humanizado, numa familiaridade que se vai construindo, no fazer do crente um correspons\u00e1vel dos assuntos da Igreja. A este prop\u00f3sito, vem-me \u00e0 mente uma frase de um saudosista do passado, mas que nos deve levar a refletir: \u201cQue figura de padre para o nosso tempo? O Cura de almas, passeando pelas ruas e pra\u00e7as da sua Par\u00f3quia, com sotaina e brevi\u00e1rio na m\u00e3o, saudando e recebendo sauda\u00e7\u00f5es, ou os de agora, quais CEO\u2019s de uma empresa, afastados do povo, a debitar ordens e regulamentos?\u201d.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bQuem assim carateriza os padres deste nosso tempo \u00e9 perfeitamente injusto e sect\u00e1rio. N\u00e3o conhece a realidade. N\u00e3o obstante, remete-nos para o estilo do Senhor Jesus, em cujo sacerd\u00f3cio participamos. No dizer de Isa\u00edas, que o Salvador aplicou plenamente a Si mesmo, somos ungidos \u201cpara anunciar a Boa Nova aos pobres\u201d e enviados \u201ca proclamar a reden\u00e7\u00e3o aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos, a proclamar o ano da gra\u00e7a do Senhor\u201d. Somos enviados \u00e0s pessoas concretas. Quer dizer: a conce\u00e7\u00e3o do sacerd\u00f3cio cat\u00f3lico passa impreterivelmente por uma maior integra\u00e7\u00e3o nossa na realidade da vida do povo de Deus e por uma maior participa\u00e7\u00e3o do laicado nas tarefas e atividades das comunidades a que presidimos. Sup\u00f5e um caminhar conjuntamente, uma compreens\u00e3o relacional e comunit\u00e1ria, um exerc\u00edcio concreto de corresponsabilidade baseada na escuta, na reflex\u00e3o e no discernimento partilhado no seio da Igreja.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bA nossa Diocese do Porto optou decididamente por um S\u00ednodo diocesano. Ter\u00e1 este t\u00edtulo ou mote: \u201cSER PORTO: formar, reformar, transformar\u201d. Como tem sido divulgado, muito trabalho j\u00e1 se fez e, se Deus quiser, no pr\u00f3ximo dia de Pentecostes, ser\u00e1 aberto solenemente, proposta a metodologia e linhas de for\u00e7a e apresentada a calendariza\u00e7\u00e3o. Antevejo-o como uma consuma\u00e7\u00e3o da esperan\u00e7a para a nossa Igreja. Oseu \u00eaxito ou fracasso depender\u00e3o, em parte determinante, do empenho dos ministros ordenados. Mas n\u00e3o duvido que todos daremos o mais generoso contributo. Como parte de uma Igreja concreta, cuja miss\u00e3o se faz em constante rela\u00e7\u00e3o com os fi\u00e9is e as diversas voca\u00e7\u00f5es nela presentes, seremos motores, incentivadores, dinamizadores de todos os leigos e mesmo de outros homens e mulheres de boa vontade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bO sacerd\u00f3cio s\u00f3 se concebe como um servi\u00e7o integrado no povo de Deus e partilhado na corresponsabilidade. Sabemos que, por motivos hist\u00f3ricos, \u00e0 medida que se acentuou o clericalismo, mais os leigos se tornaram meros \u00abconsumidores\u00bb. E hoje, consumidores exigentes. S\u00f3 ultrapassaremos isso promovendo a participa\u00e7\u00e3o de todos. \u00c9 necess\u00e1ria, de facto, uma Igreja mais \u00abhorizontal\u00bb. Uma Igreja que n\u00e3o p\u00f5e em causa a \u00abhierarquia\u00bb, mas na qual o ministro \u00e9 irm\u00e3o entre os irm\u00e3os, apesar do seu papel espec\u00edfico de l\u00edder. \u00c9 urgente escutarmos mais o Esp\u00edrito e com Ele e n\u2019Ele, discernir o que Ele nos pede. Sem o Esp\u00edrito, a Igreja fica uma mera organiza\u00e7\u00e3o humana. E esta, por mais importante e simp\u00e1tica que o seja, jamais ligar\u00e1 a terra ao c\u00e9u.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bPara esta liga\u00e7\u00e3o do natural ao sobrenatural, muitos sacerdotes e di\u00e1conos t\u00eam dado um contributo a todos os t\u00edtulos not\u00e1vel. Seja-me permitido assinalar aqueles que passaram para a Igreja triunfante ou celebram datas assinal\u00e1veis. Assim, desde 17 de abril de 2025, faleceram os seguintes sacerdotes: C\u00f3n. Arnaldo Cardoso de Pinho (15\/05\/2025); Pe. Jos\u00e9 da Silva Dias (26\/07\/2025); Pe. Ant\u00f3nio de Brito Peres (25\/10\/2025); Pe. Fernando Silvestre Rosas Magalh\u00e3es (26\/10\/2025); Pe. Albino de Almeida Fernandes (28\/10\/2025); Pe. Augusto Guedes Pinto (24\/01\/2026); Pe. Joaquim Valente Martingo (17\/02\/2026) e Pe. Joaquim Marques Ferreira (26\/02\/2026). E os seguintes di\u00e1conos: Di\u00e1c. Orlando Lopes da Rocha (21\/07\/2025); Di\u00e1c. L\u00edrio da Rocha Ferreira (23\/12\/2025) e Di\u00e1c. Ad\u00e3o Vieira (13\/03\/2026). O Senhor lhes conceda a plenitude da Luz que j\u00e1 acenderam na terra no cora\u00e7\u00e3o e na mente de tantos fi\u00e9is.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Para o servi\u00e7o no minist\u00e9rio, gra\u00e7as a Deus, tamb\u00e9m tivemos novos \u00abrefor\u00e7os\u00bb. Foram ordenados Di\u00e1conos em ordem ao sacerd\u00f3cio (08\/12\/2025): Isaias Higuera; Jo\u00e3o Nuno Marques Silva; Jos\u00e9 Manuel Silvares M\u00e1ximo e Rui Filipe Ribeiro Soares. A eles h\u00e1 que acrescentar o Di\u00e1c. Permanente Ant\u00f3nio Armindo Gomes de Sousa. E os seguintes novos sacerdotes (13\/07\/2025): P. Emanuel Jo\u00e3o Macedo da Mata; P. Jos\u00e9 Manuel Ferr\u00e3o Abrantes e P. Jos\u00e9 Mois\u00e9s Ramirez Guerra.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Ao longo deste ano civil, celebrar\u00e3o Bodas sacerdotais os seguintes bons servidores do Evangelho. Em Bodas de Prata, teremos (ordena\u00e7\u00e3o em 2001): Pe. Arlindo Rafael da Silva Teixeira; Pe. Augusto Manuel Miranda Carneiro da Silva; Pe. Carlos Armindo Oliveira Felgueiras; Pe. Davide Carlos de Carvalho Matam\u00e1; C\u00f3n. Jos\u00e9 Alfredo Ferreira da Costa; Pe. Jos\u00e9 Augusto Ribeiro Ferreira; Pe. Jos\u00e9 Pedro da Silva Azevedo e Pe. Nelson Ant\u00f3nio Vieira Soares. Em Bodas de diamante (1966), temos S.E.R. D. Ant\u00f3nio Maria Bessa Taipa e Mons. Agostinho Ces\u00e1rio Jardim Moreira. E assinalamos ainda os belos setenta anos de sacerd\u00f3cio (1956) dos car\u00edssimos Pe. Domingos Gomes de Almeida; Pe. Joaquim Rodrigues Vieira Cavadas e Mons. C\u00f3n. Sebasti\u00e3o Martins Lu\u00eds Br\u00e1s. Curiosamente, n\u00e3o temos bodas de ouro, pois em 1976, no Porto, n\u00e3o houve ordena\u00e7\u00f5es, porventura efeito secund\u00e1rio da Revolu\u00e7\u00e3o do 25 de abril de 1974.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u200bCaros sacerdotes e di\u00e1conos, projetamo-nos, para o nosso S\u00ednodo diocesano. Projetamo-nos para o nosso povo e para uma Igreja que os inclua e os sirva. Constituir\u00e1 uma das maiores ocupa\u00e7\u00f5es e preocupa\u00e7\u00f5es dos pr\u00f3ximos tempos. Como tantas vezes tem sido proferido, o S\u00ednodo n\u00e3o \u00e9 um parlamento, uma panaceia, uma ilus\u00e3o, mas um espa\u00e7o para escutar o Esp\u00edrito e discernir como ser Igreja hoje, ultrapassando zonas cinzentas para um renovado impulso mission\u00e1rio. Ent\u00e3o, pelo amor que temos a Jesus e \u00e0 sua Igreja, demos-lhe o relevo que ele merece. E que Deus permane\u00e7a convosco, vos aben\u00e7oe, vos proteja e vos conceda for\u00e7a de \u00e2nimo para prosseguirdes nas vias do servi\u00e7o e da dedica\u00e7\u00e3o apaixonada \u00e0 tarefa da miss\u00e3o. E, por tudo, muito obrigado!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>D. Manuel Linda<\/em><br \/>\n<em>Bispo do Porto<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do bispo do Porto na na Missa\u00a0Crismal<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":404054,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[187],"class_list":["post-418603","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418603","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=418603"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418603\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/404054"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=418603"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=418603"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=418603"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}