{"id":418555,"date":"2026-04-02T15:43:57","date_gmt":"2026-04-02T14:43:57","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=418555"},"modified":"2026-04-02T15:43:57","modified_gmt":"2026-04-02T14:43:57","slug":"homilia-do-bispo-do-algarve-na-missa-crismal-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-do-algarve-na-missa-crismal-2\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo do Algarve na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_418548\" aria-describedby=\"caption-attachment-418548\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-418548 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-1024x684.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-400x267.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-768x513.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo-1536x1026.jpg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Algarve_bispo_D.-Manuel-Quintas_Missa_crismal_2026_Foto-Samuel-Mendonca-Folha-do-Domingo.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-418548\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Samuel Mendon\u00e7a\/Folha do Domingo<\/figcaption><\/figure>\n<p>Estimado D. Manuel Ant\u00f3nio<br \/>\ncaros presb\u00edteros (Vig Geral e demais vig\u00e1rios, De\u00e3o e membros do Cabido), di\u00e1conos, consagrados\/as, caros seminaristas e fi\u00e9is leigos da Igreja no Algarve.<\/p>\n<p>Permiti que comece por recordar e felicitar os que celebram, neste ano de 2026, jubileus sacerdotais: o P. David Sequeira: 70\u00ba aniv. de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral (02.09) e o P. Henrique Varela (31.07) e P. Ant. Rocha (15.08) o 60\u00ba aniv. de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral.<br \/>\nTemos presente, igualmente, D. Manuel Madureira e todos os nossos Padres, com uma sa\u00fade mais fr\u00e1gil, sobretudo os que est\u00e3o impossibilitados de estar hoje connosco.<\/p>\n<p>Reunimo-nos como habitualmente na manh\u00e3 de Quinta-feira Santa para a celebra\u00e7\u00e3o da Missa Crismal: uma das celebra\u00e7\u00f5es mais densas de significado de todo o ano lit\u00fargico. Nela manifestamos, como Igreja diocesana, a nossa unidade &#8211; Bispo, presb\u00edteros, di\u00e1conos, consagrados e Povo de Deus em Geral &#8211; \u00e0 volta do bispo, benzemos os \u00f3leos dos catec\u00famenos e dos enfermos e consagramos o \u00f3leo do Crisma. Os presb\u00edteros renovam as promessas da sua ordena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Este ano esta Eucaristia assume, para mim, um significado especial, conhecido de todos. Para os mais distra\u00eddos acrescentarei que, em 22 anos que a ela venho presidindo, \u00e9 a primeira vez que vos dirijo a palavra sentado. Para al\u00e9m de poder usufruir deste privil\u00e9gio episcopal (falar da c\u00e1tedra e sentado) \u00e9 tamb\u00e9m sinal de que aguardamos com grande serenidade, outro Bispo com as pernas mais firmes e com a mente mais \u00e1gil e que, mesmo sem ainda o conhecermos, queremos, desde j\u00e1, todos sem exce\u00e7\u00e3o, rezar tamb\u00e9m por ele, como vimos fazendo nas nossas comunidades.<\/p>\n<p>Surge, deste modo, da minha parte o pedido espont\u00e2neo para vos unirdes \u00e0 minha a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as nesta Eucaristia, por estes vinte e dois anos e por tudo o que neles constituiu a\u00e7\u00e3o benfazeja de Deus, n\u00e3o apenas atrav\u00e9s de mim, enquanto vosso Bispo, mas atrav\u00e9s de todos v\u00f3s, sem esquecer ningu\u00e9m: clero, consagradas e fi\u00e9is leigos em geral, presentes e ausentes. Permiti que destaque o fato de Deus se ter servido do meu minist\u00e9rio episcopal, para ordenar 15 dos nossos padres mais jovens e que est\u00e3o ao servi\u00e7o da nossa Igreja diocesana. Quiseram fazer mem\u00f3ria desse dom, oferecendo-me no passado dia de S. Jos\u00e9, uma sugestiva cruz peitoral, com a significativa inscri\u00e7\u00e3o dos seus nomes&#8230; recorda\u00e7\u00e3o que acolho como agrad\u00e1vel encargo de n\u00e3o os esquecer na minha ora\u00e7\u00e3o e de os trazer sempre bem perto do meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ordenei ainda o P. Eduardo Colocho, o primeiro de todos, da Fraternidade da M\u00e3e de Deus, incardinado na nossa Diocese, neste momento ao servi\u00e7o da sua Fraternidade, em El Salvador. Ordenei ainda outros tr\u00eas, que depois seguiram outro caminho.<\/p>\n<p>N\u00e3o posso esquecer, igualmente, os cinco di\u00e1conos permanentes por mim ordenados, que juntamente com os quatro ordenados por D. Manuel Madureira servem generosamente a nossa Igreja diocesana e aos quais se uniu o Di\u00e1c. Fernando Ant\u00f3nio (Brasil) e, mais recentemente, em processo de integra\u00e7\u00e3o o Di\u00e1c. Ant\u00f3nio Fonseca (aposentado do Patriarcado).<\/p>\n<p>Uma vez que a Liturgia n\u00e3o s\u00f3 atualiza em cada tempo os mist\u00e9rios que celebra, referentes ao passado, mas aponta tamb\u00e9m ao futuro, porque nos envolve naquilo que celebra, convido-vos, sobretudo a v\u00f3s caros padres, a me acompanhardes nesta breve reflex\u00e3o, apoiado na Primeira Carta Apost\u00f3lica do Papa Le\u00e3o XIV, do passado dia 8 de dezembro: <em>Uma fidelidade que gera futuro,<\/em> escrita para assinalar o 60\u00ba anivers\u00e1rio dos Decretos Conciliares <em>Optatam Totius <\/em>(sobre a <em>Forma\u00e7\u00e3o sacerdotal<\/em>) e <em>Presbyterorum ordinis <\/em>(sobre o <em>Minist\u00e9rio e a vida dos presb\u00edteros<\/em>).<\/p>\n<p>O objetivo do Papa Le\u00e3o XIV \u00e9 indicar-nos, que tamb\u00e9m hoje, como ministros ordenados, somos chamados a uma fidelidade geradora de futuro, com a consci\u00eancia de que perseverar na miss\u00e3o que nos foi confiada, d\u00e1-nos a possibilidade de nos interrogarmos sobre o futuro do nosso minist\u00e9rio e de ajudar outros, a experimentar a alegria da voca\u00e7\u00e3o sacerdotal (n. 1).<\/p>\n<p>Uma vez que se trata de dois documentos \u201calicer\u00e7ados na compreens\u00e3o da Igreja como Povo de Deus peregrino na hist\u00f3ria e constituem um importante marco na reflex\u00e3o sobre a natureza e miss\u00e3o do minist\u00e9rio pastoral\u201d o Papa convida-nos a incluir as nossas comunidades crist\u00e3s na descoberta e no estudo destes dois documentos conciliares, em particular os \u201cSemin\u00e1rios e todos os ambientes de prepara\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o para o minist\u00e9rio ordenado\u201d (n. 2). \u00c9 certo de que nestas seis d\u00e9cadas do p\u00f3s conc\u00edlio a humanidade viveu e continua a viver \u201cmudan\u00e7as que exigem uma constante revis\u00e3o do caminho percorrido e uma coerente atualiza\u00e7\u00e3o dos ensinamentos conciliares\u201d. A Igreja conduzida pelo Esp\u00edrito tem procurado desenvolver a doutrina conciliar sobre a sua natureza comunit\u00e1ria, segundo a forma sinodal e mission\u00e1ria (n. 4).<\/p>\n<p>N\u00e3o cabe, naturalmente, numa homilia, mesmo em dia de Missa Crismal, fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o exaustiva do conte\u00fado desta Carta. Pretendo apenas despertar o desejo em todos, particularmente v\u00f3s meus irm\u00e3os presb\u00edteros, para incluirdes esta Carta Papal nas vossas leituras obrigat\u00f3rias, pela sua import\u00e2ncia, oportunidade e atualidade.<\/p>\n<p>O Papa refere quatro \u00e2mbitos da fidelidade: <em>fidelidade e servi\u00e7o, fidelidade e sinodalidade, fidelidade e miss\u00e3o; fidelidade e futuro<\/em>.<br \/>\nTendo presente este enquadramento geral, gostaria de destacar, de forma transversal e muito breve, <em>tr\u00eas chaves de leitura<\/em> desta Carta, para melhor celebrarmos e vivermos este dia.<\/p>\n<ol>\n<li><em>Fidelidade n\u00e3o \u00e9 repeti\u00e7\u00e3o, mas enraizamento vivo<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>O Papa recorda-nos que a fidelidade n\u00e3o \u00e9 rigidez, nem simples fixa\u00e7\u00e3o no passado. Fidelidade \u00e9 permanecer em Cristo, de tal modo que a nossa vida, como an\u00fancio de uma permanente primavera, continue a fazer despontar bot\u00f5es, flores e frutos.<br \/>\n\u00c9 isso que hoje renovamos, n\u00e3o simplesmente as palavras ditas um dia, mas sobretudo uma rela\u00e7\u00e3o viva com o Senhor que continua a chamar-nos para estarmos com ele e para nos enviar, sempre de novo, em miss\u00e3o.<br \/>\nMeu caros padres, a pergunta decisiva n\u00e3o \u00e9: \u201cAinda cumpro o que prometi?\u201d, mas sim: \u201cainda vivo unido \u00c0quele com o qual me comprometi e ao qual consagrei toda a minha vida?\u201d<br \/>\nSem esta uni\u00e3o, o nosso minist\u00e9rio torna-se fun\u00e7\u00e3o.<br \/>\nCom ela, o nosso minist\u00e9rio torna-se fecundo, a fecundidade do Esp\u00edrito.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><em>Uma fidelidade que gera futuro,<\/em> mesmo quando, pelo cansa\u00e7o do caminho, o nosso passo se torna mais vacilante.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Vivemos tempos exigentes: envelhecimento, cansa\u00e7o pastoral, diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de presb\u00edteros, mudan\u00e7as culturais profundas&#8230;<br \/>\nPoder\u00edamos cair facilmente na l\u00f3gica da sobreviv\u00eancia ou da nostalgia.<br \/>\nMas o Papa Le\u00e3o XIV \u00e9 muito claro: a verdadeira fidelidade \u00e9 geradora de futuro. Isto significa que:<\/p>\n<ul>\n<li>um padre fiel n\u00e3o \u00e9 aquele que resiste apenas, e n\u00e3o se desvia dos compromissos assumidos;<\/li>\n<li>mas aquele que continua a acreditar que Deus continua a agir nele e atrav\u00e9s dele.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Mesmo quando os frutos n\u00e3o s\u00e3o imediatos, mesmo quando falta o reconhecimento, mesmo quando o terreno parece \u00e1rido, a fidelidade silenciosa est\u00e1 a preparar algo, que talvez ainda n\u00e3o conseguimos vislumbrar, mas que Deus far\u00e1 germinar, crescer e frutificar. O nosso minist\u00e9rio n\u00e3o \u00e9 o de medir resultados, apresentar estat\u00edsticas, mas garantir presen\u00e7a: presen\u00e7a de Cristo, presen\u00e7a do pastor, presen\u00e7a da miseric\u00f3rdia, presen\u00e7a da esperan\u00e7a.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><em>A unidade do presbit\u00e9rio como sinal cred\u00edvel de fidelidade<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>Hoje renovamos as nossas promessas sacerdotais, n\u00e3o individualmente como no dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o, mas juntos, como grupo coral, e isso n\u00e3o \u00e9 um detalhe. O sacerd\u00f3cio recebe-se individualmente, mas nunca se vive isoladamente.<br \/>\nA carta do Santo Padre insiste numa fidelidade que \u00e9 tamb\u00e9m eclesial, fraterna, partilhada.<br \/>\nNum tempo em que o individualismo se infiltra em tudo, inclusive na nossa vida pessoal e pastoral, precisamos de redescobrir e de refor\u00e7ar:<\/p>\n<ul>\n<li>a amizade fraterna entre presb\u00edteros, nela incluindo os di\u00e1conos permanentes e alargada aos leigos mais comprometidos nas nossas comunidades;<\/li>\n<li>o apoio m\u00fatuo, em todas as situa\u00e7\u00f5es e circunst\u00e2ncias;<\/li>\n<li>a corresponsabilidade na miss\u00e3o, inspirados no Documento final do S\u00ednodo: comunh\u00e3o participa\u00e7\u00e3o miss\u00e3o<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um presbit\u00e9rio dividido enfraquece o presente e hipoteca o futuro. Um presbit\u00e9rio unido torna-se sinal vivo de que vale a pena seguir Cristo e dar a vida por Ele.<\/p>\n<p>(Ref\u00aa ao livro de D. Jos\u00e9 Tolentino <em>Corre\u00e7\u00e3o fraterna<\/em>, oferecido a todos)<\/p>\n<p><em>Conclus\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>Meus estimados irm\u00e3os presb\u00edteros, hoje, ao renovar as nossas promessas, n\u00e3o estamos a olhar para tr\u00e1s com saudade, mas para diante com confian\u00e7a.<br \/>\nA fidelidade que hoje manifestamos &#8211; talvez com fragilidades, talvez com cansa\u00e7os, mas tamb\u00e9m com verdade &#8211; \u00e9 precisamente aquela de que Deus se serve para gerar futuro.<br \/>\nE esse futuro n\u00e3o depende apenas das nossas for\u00e7as, mas da gra\u00e7a que recebemos, presente tamb\u00e9m nestes \u00f3leos, que hoje s\u00e3o consagrados: \u00f3leos que fortalecem, que curam, que enviam e s\u00e3o sinal e testemunho dessa a\u00e7\u00e3o eficaz da gra\u00e7a em todo o tempo.<\/p>\n<p>Pe\u00e7amos ao Senhor:<\/p>\n<ul>\n<li>a gra\u00e7a de uma fidelidade simples, mas perseverante;<\/li>\n<li>humilde, mas firme e generosa;<\/li>\n<li>silenciosa, mas fecunda.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Confiemos, meus irm\u00e3os, todos os nossos presb\u00edteros, di\u00e1conos e seminaristas, \u00e0 Virgem Maria. Que ela nos ajude, como M\u00e3e fiel, a permanecer no seu Filho Jesus &#8211; <em>permanecei em Mim e eu permanecerei em v\u00f3s<\/em> (Jo 15<em>) &#8211;<\/em>, apoiados num amor t\u00e3o forte que dissipa as nuvens da rotina, do des\u00e2nimo e da solid\u00e3o; um amor total que nos \u00e9 dado em plenitude em cada Eucaristia. Amor sacerdotal, amor eucar\u00edstico (n.29). \u00c9 deste permanecer, que nasce <em>a fidelidade que gera futuro<\/em> tamb\u00e9m na nossa Igreja diocesana.<\/p>\n<p>Faro, 02.04.2026<br \/>\nManuel Quintas, Bispo do Algarve<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":418548,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[185],"class_list":["post-418555","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-do-algarve"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418555","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=418555"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418555\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/418548"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=418555"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=418555"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=418555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}