{"id":418524,"date":"2026-04-02T14:46:45","date_gmt":"2026-04-02T13:46:45","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=418524"},"modified":"2026-04-02T14:46:45","modified_gmt":"2026-04-02T13:46:45","slug":"homilia-do-bispo-de-angra-na-missa-crismal-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-angra-na-missa-crismal-2\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Angra na Missa Crismal"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_418105\" aria-describedby=\"caption-attachment-418105\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2.jpeg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-418105 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2-1024x768.jpeg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2-373x280.jpeg 373w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2-768x576.jpeg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Angra_Missa-Crisma-2026_Se_terceira_Foto_igreja-Acores-CR-2.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-418105\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Igreja A\u00e7ores\/CR<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cPara Deus n\u00e3o h\u00e1 tempo\u2026\u201d. Mesmo com atraso, o velho P. Albano, dizia sempre ao sacrist\u00e3o: \u201cvai l\u00e1 dar as 11\u201d. Significava que era a hora de celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa Semanal que, seja a que horas for, \u00e9 sempre hora do Ressuscitado. Eram sempre 11h&#8230; Como n\u00f3s hoje, aqui ou como Jesus que, naquele dia, leu Isa\u00edas, sentouSe e disse: \u201cCumpriuse hoje mesmo esta passagem da Escritura\u201d. Aquele \u201c<strong>hoje<\/strong>\u201d n\u00e3o \u00e9 apenas um ponto na hist\u00f3ria; \u00e9 um hoje permanente. Cada hora revela o ato eterno e salvador de Deus que se vai cumprindo nas Escrituras visivelmente em Cristo presente. \u201cO Senhor Me ungiu e Me enviou a anunciar a boa nova aos pobres\u2026\u201d. Cada vez que a Igreja unge, cada vez que um padre \u00e9 ordenado e ungido, \u00e9 o \u201choje\u201d que se prolonga.<\/p>\n<p>No dia da nossa ordena\u00e7\u00e3o, estas palavras foram pronunciadas sobre n\u00f3s: o Esp\u00edrito est\u00e1 sobre ti, para que, atrav\u00e9s de ti, o pr\u00f3prio Cristo continue a anunciar, a curar cora\u00e7\u00f5es, a libertar cativos, a consolar aflitos. Talvez, ao olharmos para tr\u00e1s, vejamos algumas vezes em que esse \u201choje\u201d se apagou um pouco: rotinas, fadiga, feridas, desilus\u00f5es pastorais, pecados. E, no entanto, se estamos aqui, \u00e9 porque o Senhor n\u00e3o retirou a sua un\u00e7\u00e3o. O \u00f3leo permanece sobre n\u00f3s, mesmo quando a nossa pele est\u00e1 gasta. Ao juntarmo-nos hoje e ao recordarmos o dia da Ordena\u00e7\u00e3o estamos tamb\u00e9m a dizer <strong>quem somos como crist\u00e3os e o para qu\u00ea da miss\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Nascemos membros do povo de Deus para sempre pela Un\u00e7\u00e3o Batismal; mas pela Un\u00e7\u00e3o da Ordem fomos chamados a ser visivelmente UM S\u00d3 em Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote, a sermos outros Cristo, celebrantes das maravilhas da salva\u00e7\u00e3o e distribuidores para todo o Povo Santo das gra\u00e7as j\u00e1 garantidas pela Sua Paix\u00e3o, Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Carta Apost\u00f3lica do Papa Le\u00e3o XIV que distribuiremos a todos, intitula-se \u201cuma fidelidade que gera futuro\u201d. N\u00e3o \u00e9 uma fidelidade de pedra, r\u00edgida e fria; fala de uma fidelidade viva, que cresce da mem\u00f3ria do encontro com Cristo e se renova em caminho de constante convers\u00e3o. O texto recordanos uma coisa decisiva: antes de qualquer servi\u00e7o, de qualquer programa pastoral, h\u00e1 uma voz que nos chamou e continua sem tempo: \u201cVem e segueMe\u201d. A fidelidade n\u00e3o \u00e9, primeiro, esfor\u00e7o nosso; \u00e9 resposta agradecida a essa voz.<\/p>\n<p>Ao renovarmos hoje as promessas, n\u00e3o estamos a assinar um novo contrato; estamos a deixar que Jesus nos volte a perguntar, um por um: \u201cAinda Me amas? Ainda queres caminhar comigo, com este povo concreto, nesta diocese, com estes irm\u00e3os de presbit\u00e9rio?\u201d. E talvez alguns respondam com entusiasmo, outros com cansa\u00e7o, outros com l\u00e1grimas escondidas. Mas o importante \u00e9 n\u00e3o calar a resposta. Mesmo que seja um \u201cSim, Senhor, Tu sabes tudo, Tu sabes que Te quero bem\u2026 mas ajudame\u201d.<\/p>\n<p>A Carta insiste tamb\u00e9m na forma\u00e7\u00e3o permanente como caminho de fidelidade. N\u00e3o para acumular cursos, mas para manter vivo o dom recebido: deixar que a Palavra, a Eucaristia, a proximidade aos pobres, a fraternidade presbiteral, nos v\u00e3o purificando de narcisismos e autorrefer\u00eancias, de modos de ser que n\u00e3o ajudam ningu\u00e9m. A fidelidade que gera futuro n\u00e3o \u00e9 conservar o passado, \u00e9 deixar que o Esp\u00edrito molde de novo o cora\u00e7\u00e3o do pastor para o tempo que vem e as oportunidades que proporciona.<\/p>\n<p>Cristo \u201cfez de n\u00f3s um reino de sacerdotes para Deus, seu Pai\u201d. O nosso minist\u00e9rio s\u00f3 faz sentido dentro deste povo sacerdotal. N\u00e3o somos sacerdotes \u00e0 parte de um povo, mas dentro dele, para ele. O Conc\u00edlio, que a Carta volta a p\u00f4r diante de n\u00f3s, recorda que somos \u201cirm\u00e3os entre irm\u00e3os, membros de um s\u00f3 Corpo\u201d, ainda que configurados de modo espec\u00edfico a Cristo Cabe\u00e7a. Isto vale em duas dire\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>&#8211; Em rela\u00e7\u00e3o ao povo: o sacerd\u00f3cio comum dos fi\u00e9is n\u00e3o diminui o nosso minist\u00e9rio; \u00e9 precisamente o campo onde a nossa un\u00e7\u00e3o serve. Somos chamados e enviados a ajudar cada batizado a descobrir a alegria de oferecer, tamb\u00e9m ele, a pr\u00f3pria vida como \u201csacrif\u00edcio vivo, santo e agrad\u00e1vel a Deus\u201d. Na Igreja e nas nossas comunidades, muitas coisas acontecem para al\u00e9m do que depende de n\u00f3s e gra\u00e7as \u00e0 a\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m lideran\u00e7a dos nossos leigos, a quem devemos acompanhar com a ora\u00e7\u00e3o, prega\u00e7\u00e3o e sacramentos. Com o cora\u00e7\u00e3o do Mestre aberto e apaixonado. H\u00e1 hoje dinamismos do Esp\u00edrito que nos ultrapassam e devem encher de alegria.<\/p>\n<p>&#8211; Em rela\u00e7\u00e3o aos irm\u00e3os presb\u00edteros: nenhum de n\u00f3s existe sozinho. Fomos ordenados para formar, com o Bispo, um \u00fanico presbit\u00e9rio. A fraternidade presbiteral n\u00e3o \u00e9 um acess\u00f3rio; \u00e9 parte da nossa identidade e merece que nos esforcemos em ser construtores de unidade. \u00c9 no seio do presbit\u00e9rio que pode desaparecer o \u201ceu\u201d teimoso que nos coloca como centro vis\u00edvel e se afirma o \u201cn\u00f3s\u201d feliz porque constru\u00eddo por todos. Recomendo a fidelidade e qualidade dos vossos encontros de Ouvidoria. S\u00e3o essenciais, bem o sabeis. \u00c9 o quadro vis\u00edvel do Presbit\u00e9rio unido.<\/p>\n<p>Talvez hoje, mais do que noutros tempos, sintamos a solid\u00e3o: menos padres, mais tarefas, mais responsabilidades. A tenta\u00e7\u00e3o \u00e9 fecharse, proteger a pr\u00f3pria agenda, resignarse a uma vida sacerdotal \u201cde sobreviv\u00eancia\u201d, fazer uma pastoral \u201c\u00e0 nossa pr\u00f3pria imagem\u201d. Mas a Palavra de Deus falanos de outro caminho: \u201cV\u00f3s sereis chamados Sacerdotes do Senhor\u2026 Ministros do nosso Deus\u2026\u201d. A linhagem que o Senhor aben\u00e7oa n\u00e3o \u00e9 a dos solit\u00e1rios, \u00e9 a dos que, apesar das diferen\u00e7as, permanecem juntos no servi\u00e7o, confiantes que \u00e9 Senhor que nos conduz.<\/p>\n<p>Fomos ungidos para os pobres desta terra. Quem renova as promessas diante de Deus n\u00e3o pode viver de costas voltadas para os pobres, porque o altar e a periferia pertencem ao mesmo Evangelho. A op\u00e7\u00e3o pelos pobres n\u00e3o \u00e9 um adorno social do minist\u00e9rio: \u00e9 crit\u00e9rio de fidelidade. Claramente, estamos com dificuldade em definir prioridades pastorais. Jesus n\u00e3o as teve, desde o primeiro ao \u00faltimo momento: optou pelos pobres! O texto de Isa\u00edas \u00e9 muito concreto: pobres, cativos, cegos, oprimidos, aflitos. N\u00e3o \u00e9 uma lista espiritualizada; s\u00e3o rostos que hoje, na nossa diocese, t\u00eam nomes: idosos s\u00f3s, pessoas semabrigo, fam\u00edlias esmifradas, jovens sem horizonte, reclusos, doentes mentais, migrantes, v\u00edtimas de abusos, colegas padres desanimados, doentes ou cansados. A un\u00e7\u00e3o de que se fala n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 para celebrar dignamente os sacramentos; \u00e9 tamb\u00e9m para tocar estas feridas com o \u00f3leo da alegria da comunidade, com a proximidade persistente, com a palavra que consola e, quando necess\u00e1rio, com a den\u00fancia que incomoda. Que o Senhor nos ilumine.<\/p>\n<p>Queria, como bispo, terminar com duas palavras muito sentidas. <strong>A primeira \u00e9 obrigado<\/strong>. Obrigado pelo que sois e fazeis: pelas Eucaristias celebradas em pequenas comunidades, pelas confiss\u00f5es ouvidas at\u00e9 tarde, pelas visitas a doentes e presos, pelo tempo gasto em assuntos dif\u00edceis, por cada hora de escuta paciente, pelas incompreens\u00f5es. Obrigado pelo vosso \u201csim\u201d quotidiano, tantas vezes escondido e em que a \u00fanica consola\u00e7\u00e3o vem da cruz de Cristo.<\/p>\n<p>A segunda palavra \u00e9 <strong>perd\u00e3o<\/strong>. Como Igreja, nem sempe vos acompanhamos como dev\u00edamos. A insularidade n\u00e3o ajuda, mas \u00e0s vezes falta escuta, apoio, proximidade, capacidade, e sobretudo saber. Cada um de n\u00f3s, na sua hist\u00f3ria pessoal, sabe o que pode fazer para colmatar o que falta.<\/p>\n<p>Sois agora convidados a renovar as promessas. N\u00e3o o fa\u00e7ais apenas com os l\u00e1bios. Trazemos \u201ceste tesouro em vasos de barro\u201d. Deixai que ressoe de novo a Palavra: \u201cO Esp\u00edrito do Senhor est\u00e1 sobre mim\u2026 Ele me amor, me ungiu\u2026 me enviou\u2026\u201d. Que vos traga muita alegria espiritual, discreta, mas real. \u201cO sacerd\u00f3cio \u00e9 o amor do cora\u00e7\u00e3o de Jesus\u201d. Que esse cora\u00e7\u00e3o volte a bater forte no nosso peito, para que o povo que nos foi confiado possa, atrav\u00e9s de n\u00f3s, experimentar algo da ternura, da fidelidade e da miseric\u00f3rdia do Bom Pastor.<\/p>\n<p>Para Deus n\u00e3o h\u00e1 tempo, como o Amor que d\u00e1 sentido \u00e0 nossa vida e Minist\u00e9rio. Que ele transforme em gra\u00e7a tudo o que fazeis e sofreis, a come\u00e7ar por esta Semana Santa. \u00c1men.<\/p>\n<p>D. Armando Esteves Domingues<br \/>\nS\u00e9 de Angra, 31 de mar\u00e7o, de 2026<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":3,"featured_media":418105,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[169],"class_list":["post-418524","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-angra"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418524","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=418524"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/418524\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/418105"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=418524"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=418524"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=418524"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}