{"id":41124,"date":"2009-10-06T12:42:14","date_gmt":"2009-10-06T12:42:14","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/10\/06\/reflexao-de-bento-xvi-na-abertura-da-ii-assembleia-especial-para-a-africa-do-sinodo-dos-bispos\/"},"modified":"2009-10-06T12:42:14","modified_gmt":"2009-10-06T12:42:14","slug":"reflexao-de-bento-xvi-na-abertura-da-ii-assembleia-especial-para-a-africa-do-sinodo-dos-bispos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/reflexao-de-bento-xvi-na-abertura-da-ii-assembleia-especial-para-a-africa-do-sinodo-dos-bispos\/","title":{"rendered":"Reflex\u00e3o de Bento XVI na abertura da II Assembleia Especial para a \u00c1frica do S\u00ednodo dos Bispos"},"content":{"rendered":"<p>Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s,<\/p>\n<p>Demos in&iacute;cio agora ao nosso encontro sinodal, invocando o Esp&iacute;rito Santo e bem sabendo que neste momento n&atilde;o podemos realizar tudo aquilo que temos a fazer pela Igreja e pelo mundo: s&oacute; na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo podemos encontrar o que &eacute; recto e depois actu&aacute;-lo. E todos os dias come&ccedil;aremos o nosso trabalho invocando o Esp&iacute;rito Santo com a ora&ccedil;&atilde;o da Hora Terceira &laquo;Nunc sancte nobis Spiritus&raquo;. Portanto, neste momento, juntamente convosco, gostaria de meditar um pouco sobre este hino, que abre o trabalho a cada dia, agora no S&iacute;nodo, mas tamb&eacute;m depois na nossa vida quotidiana.<\/p>\n<p>&laquo;Nunc sancte nobis Spiritus&raquo;. Pe&ccedil;amos para que o Pentecostes n&atilde;o seja s&oacute; um acontecimento do passado, o primeiro in&iacute;cio da Igreja, mas seja hoje, ali&aacute;s agora: &laquo;nunc sancte nobis Spiritus&raquo;. Pe&ccedil;amos que o Senhor realize agora a efus&atilde;o do seu Esp&iacute;rito e crie novamente a sua Igreja e o mundo. Recordemos que os ap&oacute;stolos depois da Ascens&atilde;o n&atilde;o iniciaram &#8211; como talvez teria sido normal &#8211; a organizar, a criar a Igreja futura. Esperaram a ac&ccedil;&atilde;o de Deus, esperaram o Esp&iacute;rito Santo. Compreenderam que a Igreja n&atilde;o pode ser feita, que n&atilde;o &eacute; o produto da nossa organiza&ccedil;&atilde;o: a Igreja deve nascer do Esp&iacute;rito Santo. Como o pr&oacute;prio Senhor foi concebido e nasceu do Esp&iacute;rito Santo, assim tamb&eacute;m a Igreja deve ser sempre concebida e nascer do Esp&iacute;rito Santo. S&oacute; com este acto criativo de Deus n&oacute;s podemos entrar na actividade de Deus, na ac&ccedil;&atilde;o divina e colaborar com Ele. Neste sentido, tamb&eacute;m todo o nosso trabalho no S&iacute;nodo &eacute; colaborar com o Esp&iacute;rito Santo, com a for&ccedil;a de Deus que nos antecede. E devemos sempre implorar de novo para que se cumpra esta iniciativa divina, na qual n&oacute;s podemos depois ser colaboradores de Deus e contribuir para que de novo a sua Igreja nas&ccedil;a e cres&ccedil;a.<\/p>\n<p>A segunda estrofe deste hino &#8211; &laquo;Os, lingua, mens, sensus, vigor, \/ Confessionem personent: \/ Flammescat igne caritas, \/ accendat ardor proximos&raquo; &#8211; &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o desta ora&ccedil;&atilde;o. Imploremos a Deus tr&ecirc;s dons, os dons essenciais do Pentecostes, do Esp&iacute;rito Santo: confessio, caritas, proximos. Confessio: h&aacute; a l&iacute;ngua de fogo que &eacute; &laquo;racional&raquo;, doa a palavra justa e faz pensar &agrave; supera&ccedil;&atilde;o da Babil&oacute;nia na festa do Pentecostes. A confus&atilde;o nascida do ego&iacute;smo e da soberba do homem, cujo efeito &eacute; n&atilde;o mais poder compreender-se, &eacute; superada pela for&ccedil;a do Esp&iacute;rito, que une sem uniformizar, que d&aacute; unidade na pluralidade: cada um pode entender o outro, inclusive nas diversidades das l&iacute;nguas. Confessio: a palavra, a l&iacute;ngua de fogo que o Senhor nos d&aacute;, a palavra comum na qual estamos todos unidos, a cidade de Deus, a santa Igreja, na qual toda a riqueza das diversas culturas est&aacute; presente. Flammescat igne caritas. Esta confiss&atilde;o n&atilde;o &eacute; uma teoria mas &eacute; vida, &eacute; amor. O cora&ccedil;&atilde;o da santa Igreja &eacute; o amor, Deus &eacute; amor e comunica-se comunicando-nos o amor. E enfim, o pr&oacute;ximo. A Igreja nunca &eacute; um grupo fechado em si, que vive por si como um dos muitos grupos que existem no mundo, mas se distingue pela universalidade da caridade, da responsabilidade pelo pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>Consideremos um por um estes tr&ecirc;s dons. Confessio: na linguagem da B&iacute;blia e da Igreja antiga esta palavra h&aacute; dois significados essenciais, que parecem opostos mas que com efeito constituem uma &uacute;nica realidade. Confessio, antes de tudo, &eacute; a confiss&atilde;o dos pecados: reconhecer a nossa culpa e conhecer que diante de Deus somos insuficientes, somos culpados, n&atilde;o estamos na recta rela&ccedil;&atilde;o com Ele. Este &eacute; o primeiro ponto: conhecer-se a si mesmo na luz de Deus. S&oacute; nesta luz podemos conhecer-nos a n&oacute;s mesmos, podemos entender inclusive quanto mal existe em n&oacute;s e assim ver quanto deve ser renovado, transformado. S&oacute; na luz de Deus conhecemo-nos uns aos outros e vemos realmente toda a realidade.<\/p>\n<p>Parece-me que devemos considerar tudo isto nas nossas an&aacute;lises sobre a reconcilia&ccedil;&atilde;o, a justi&ccedil;a e a paz. S&atilde;o importantes as an&aacute;lises emp&iacute;ricas, &eacute; importante que se conhe&ccedil;a exactamente a realidade deste mundo. Contudo, estas an&aacute;lises horizontais, feitas com tanta exactid&atilde;o e compet&ecirc;ncia, s&atilde;o insuficientes. N&atilde;o indicam os verdadeiros problemas porque n&atilde;o os colocam &agrave; luz de Deus. Se n&atilde;o virmos que na raiz est&aacute; o Mist&eacute;rio de Deus, as coisas do mundo ir&atilde;o mal porque a rela&ccedil;&atilde;o com Deus n&atilde;o &eacute; ordenada. E se a primeira rela&ccedil;&atilde;o, aquela de base, n&atilde;o for correcta, todas as outras rela&ccedil;&otilde;es, por mais que possa haver de bem, fundamentalmente n&atilde;o funcionam. Por isso, todas as nossas an&aacute;lises do mundo s&atilde;o insuficientes se n&atilde;o formos at&eacute; a este ponto, se n&atilde;o considerarmos o mundo na luz de Deus, se n&atilde;o descobrirmos que na raiz das injusti&ccedil;as, da corrup&ccedil;&atilde;o, est&aacute; um cora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o recto, um fechamento para com Deus e, portanto, uma falsifica&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o essencial que &eacute; o fundamento de todas as outras.<\/p>\n<p>Confessio: compreender na luz de Deus as realidades do mundo, a primazia de Deus e, enfim, todo o ser humano e as realidades humanas, que tendem &agrave; nossa rela&ccedil;&atilde;o com Deus. E se ela n&atilde;o for correcta, n&atilde;o alcan&ccedil;a o ponto desejado por Deus, n&atilde;o entra na sua verdade, tamb&eacute;m todo o resto n&atilde;o &eacute; corrig&iacute;vel porque nascem de novo com todos os v&iacute;cios que destroem a rede social, a paz no mundo.<\/p>\n<p>Confessio: ver a realidade na luz de Deus, entender que no fundo as nossas realidades dependem da nossa rela&ccedil;&atilde;o com o nosso Criador e Redentor, e assim ir &agrave; verdade, &agrave; verdade que salva. Santo Agostinho, ao referir-se ao 3&ordm; cap&iacute;tulo do Evangelho de S&atilde;o Jo&atilde;o, definiu o acto da confiss&atilde;o crist&atilde; como &laquo;realizar a verdade, ir &agrave; luz&raquo;. S&oacute; vendo na luz de Deus as nossas culpas, a insufici&ecirc;ncia da nossa rela&ccedil;&atilde;o com Ele, caminhamos &agrave; luz da verdade. E s&oacute; a verdade salva. Finalmente, actuamos na verdade: confessar realmente nesta profundidade da luz de Deus &eacute; realizar a verdade.<\/p>\n<p>Este &eacute; o primeiro significado da palavra confessio, confiss&atilde;o dos pecados, reconhecimento da culpabilidade que resulta da nossa falida rela&ccedil;&atilde;o com Deus. Entretanto um segundo significado de confiss&atilde;o &eacute; dar gra&ccedil;as a Deus, glorificar Deus, testemunhar Deus. Podemos reconhecer a verdade do nosso ser porque tem a resposta divina. Deus n&atilde;o nos deixou s&oacute;s com os nossos pecados; at&eacute; quando a nossa rela&ccedil;&atilde;o com a sua majestade est&aacute; impedida, Ele n&atilde;o se retira mas vem e pega-nos pela m&atilde;o. Por conseguinte, confessio &eacute; testemunho da bondade de Deus, &eacute; evangeliza&ccedil;&atilde;o. Poder&iacute;amos dizer que a segunda dimens&atilde;o da palavra confessio &eacute; id&ecirc;ntica &agrave; evangeliza&ccedil;&atilde;o. Vemos isto no dia de Pentecostes, quando S&atilde;o Pedro, no seu discurso, por um lado acusa a culpa das pessoas &#8211; matastes o santo e o justo &#8211; mas ao mesmo tempo, diz: este Santo ressuscitou e ama-vos, abra&ccedil;a-vos, chama-vos para ser seus no arrependimento e no baptismo, e tamb&eacute;m na comunh&atilde;o do seu Corpo. Na luz de Deus, confessar torna-se necessariamente anunciar Deus, evangelizar e desse modo renovar o mundo.<\/p>\n<p>A palavra confessio, contudo, recorda-nos ainda outro elemento. No cap&iacute;tulo 10 da Carta aos Romanos S&atilde;o Paulo interpreta a confiss&atilde;o do cap&iacute;tulo 30 do Deuteron&oacute;mio. Neste &uacute;ltimo texto parece que os judeus, entrando na forma definitiva da alian&ccedil;a, na Terra Santa, tenham medo e n&atilde;o possam realmente responder a Deus como deveriam. O Senhor diz-lhes: n&atilde;o tenhais medo, Deus n&atilde;o est&aacute; longe. Para alcan&ccedil;ar Deus n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio atravessar um oceano desconhecido, n&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rias viagens espaciais no c&eacute;u, coisas complicadas ou imposs&iacute;veis. Deus n&atilde;o est&aacute; distante, n&atilde;o est&aacute; do outro lado do oceano, nesses espa&ccedil;os imensos do universo. Deus est&aacute; pr&oacute;ximo. Est&aacute; no teu cora&ccedil;&atilde;o e nos teus l&aacute;bios, com a palavra da Torah, que entra no teu cora&ccedil;&atilde;o e se anuncia nos teus l&aacute;bios. Deus est&aacute; em ti e contigo, est&aacute; pr&oacute;ximo.<\/p>\n<p>Na sua interpreta&ccedil;&atilde;o, S&atilde;o Paulo substitui a palavra Torah pela express&atilde;o confiss&atilde;o e f&eacute;. Diz: realmente Deus est&aacute; pr&oacute;ximo, n&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rias expedi&ccedil;&otilde;es complicadas para chegar a Ele, nem aventuras espirituais ou materiais. Deus est&aacute; pr&oacute;ximo com a f&eacute;, est&aacute; no teu cora&ccedil;&atilde;o, e com a confiss&atilde;o est&aacute; nos teus l&aacute;bios. Est&aacute; em ti e contigo. Realmente Jesus Cristo com a sua presen&ccedil;a d&aacute;-nos a palavra da vida. Assim entra, na f&eacute;, no nosso cora&ccedil;&atilde;o. Habita no nosso cora&ccedil;&atilde;o e na confiss&atilde;o levamos a realidade do Senhor ao mundo, a este nosso mundo. Este elemento parece-me muito importante: o Deus pr&oacute;ximo. As coisas da ci&ecirc;ncia, da t&eacute;cnica incluem grandes investimentos: as aventuras espirituais e materiais s&atilde;o custosas e dif&iacute;ceis. Mas Deus doa-se gratuitamente. As maiores coisas desta vida &#8211; Deus, amor, verdade &#8211; s&atilde;o gratuitas. Deus doa-se no nosso cora&ccedil;&atilde;o. Diria que dever&iacute;amos com frequ&ecirc;ncia meditar esta gratuidade de Deus: n&atilde;o h&aacute; necessidade de grandes dons materiais ou intelectuais para estar pr&oacute;ximo de Deus. Deus doa-se gratuitamente no seu amor, est&aacute; em mim no cora&ccedil;&atilde;o e nos l&aacute;bios. Esta &eacute; a coragem, a alegria da nossa vida. Tamb&eacute;m &eacute; a coragem presente neste S&iacute;nodo, porque Deus n&atilde;o est&aacute; distante: est&aacute; connosco com a palavra da f&eacute;. Penso que tamb&eacute;m esta dualidade &eacute; importante: a palavra no cora&ccedil;&atilde;o e nos l&aacute;bios. Esta profundidade da f&eacute; pessoal, que realmente me liga intimamente com Deus, em seguida deve ser confessada: f&eacute; e confiss&atilde;o, interioridade na comunh&atilde;o com Deus e testemunho da f&eacute; que se exprime nos meus l&aacute;bios e se torna t&atilde;o sens&iacute;vel e presente no mundo. S&atilde;o dois aspectos importantes que est&atilde;o sempre juntos.<\/p>\n<p>Depois o hino sobre o qual estamos falando indica tamb&eacute;m os lugares nos quais se encontra a confiss&atilde;o: &laquo;os, lingua mens, sensus vigor&raquo;. Todas as nossas capacidades de pensar, falar, sentir, agir, devem ressoar &#8211; o latim usa o verbo &laquo;personare&raquo; &#8211; a palavra de Deus. O nosso ser, em todas as suas dimens&otilde;es, deveria estar repleto desta palavra, que se torna assim realmente sens&iacute;vel no mundo, que, atrav&eacute;s da nossa exist&ecirc;ncia, ressoa no mundo: a palavra do Esp&iacute;rito Santo.<\/p>\n<p>E depois, brevemente, outros dois dons. A caridade: &eacute; importante que o cristianismo n&atilde;o seja uma soma de ideias, uma filosofia, uma teologia, mas um modo de viver, o cristianismo &eacute; caridade, &eacute; amor. S&oacute; assim tornamo-nos crist&atilde;os: se a f&eacute; se transformar em caridade, se &eacute; caridade. Podemos dizer que tamb&eacute;m logos e caritas caminham juntos. O nosso Deus &eacute;, por um lado, logos &#8211; raz&atilde;o eterna. Mas esta raz&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m amor, n&atilde;o &eacute; fria matem&aacute;tica que constr&oacute;i o universo, n&atilde;o &eacute; um demiurgo: esta raz&atilde;o eterna &eacute; fogo, &eacute; caridade. Em n&oacute;s mesmos deveria realizar-se esta unidade de raz&atilde;o e caridade, de f&eacute; e caridade. E assim transformados na caridade tornar, como dizem os Padres gregos, divinizados. Diria que no desenvolvimento do mundo este percurso &eacute; visto como uma subida, desde as primeiras realidades criadas at&eacute; &agrave; criatura homem Mas esta escada ainda n&atilde;o terminou. O homem deveria ser divinizado e assim realizar-se. A unidade da criatura e do Criador: &eacute; este o verdadeiro desenvolvimento, alcan&ccedil;ar a gra&ccedil;a de Deus nesta abertura. A nossa ess&ecirc;ncia &eacute; transformada na caridade. Se falamos deste desenvolvimento, pensamos sempre tamb&eacute;m nesta &uacute;ltima meta, onde Deus quer chegar connosco.<\/p>\n<p>Enfim, o pr&oacute;ximo. A caridade n&atilde;o &eacute; algo individual, mas universal e concreto. Hoje na Missa proclam&aacute;mos a p&aacute;gina evang&eacute;lica do bom samaritano, na qual vemos a d&uacute;pla realidade da caridade crist&atilde;, que &eacute; universal e concreta. Este samaritano encontra um judeu que est&aacute; al&eacute;m dos confins da sua tribo e da sua religi&atilde;o. Mas a caridade &eacute; universal e por isso este estrangeiro em todos os sentidos &eacute; para ele o pr&oacute;ximo. A universalidade abre os limites que fecham o mundo e criam as diversidades e os conflitos. Ao mesmo tempo, o facto de que se deve fazer algo pela universidade n&atilde;o &eacute; filosofia mas ac&ccedil;&atilde;o concreta.<\/p>\n<p>Devemos tender para esta unifica&ccedil;&atilde;o de universalidade e solidez, devemos abrir realmente estes confins entre tribos, etnias, religi&otilde;es &agrave; universalidade do amor de Deus. E isto n&atilde;o s&oacute; na teoria mas nos lugares de vida, com toda a solidez necess&aacute;ria. Rezemos ao Senhor para que nos doe tudo isto, na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo. No final o hino &eacute; glorifica&ccedil;&atilde;o do Deus Trino e Uno e ora&ccedil;&atilde;o de conhecer e crer. Assim o fim regressa ao in&iacute;cio. Rezemos a fim de que possamos conhecer, conhecer se torne crer e crer se torne amar, ac&ccedil;&atilde;o. Pe&ccedil;amos ao Senhor a fim de que o Esp&iacute;rito Santo suscite um novo Pentecostes, nos ajude a ser os seus servidores neste momento do mundo.<\/p>\n<p>&Aacute;men.<\/p>\n<p>Vaticano, 5 de Outubro de 2009<\/p>\n<p>&copy; Copyright 2009 &#8211; Libreria Editrice Vaticana<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s, Demos in&iacute;cio agora ao nosso encontro sinodal, invocando o Esp&iacute;rito Santo e bem sabendo que neste momento n&atilde;o podemos realizar tudo aquilo que temos a fazer pela Igreja e pelo mundo: s&oacute; na for&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo podemos encontrar o que &eacute; recto e depois actu&aacute;-lo. 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