{"id":40893,"date":"2009-09-21T16:36:35","date_gmt":"2009-09-21T16:36:35","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/09\/21\/70x7-30-anos-de-historia-na-rtp\/"},"modified":"2009-09-21T16:36:35","modified_gmt":"2009-09-21T16:36:35","slug":"70x7-30-anos-de-historia-na-rtp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/70x7-30-anos-de-historia-na-rtp\/","title":{"rendered":"70&#215;7, 30 anos de hist\u00f3ria na RTP"},"content":{"rendered":"<p>A 21 de Outubro de 2009, o Programa &ldquo;70&#215;7&rdquo; completa 30 anos de emiss&otilde;es na RTP. Primeiro no Canal 1 (at&eacute; 19 de Setembro de 1993), depois na RTP2, o &ldquo;70&#215;7&rdquo; &eacute; o programa h&aacute; mais tempo em antena na RT P. Programa quinzenal, no primeiro ano, passou a semanal em Novembro de 1980.<\/p>\n<p>Para assinalar 30 anos de emiss&otilde;es cont&iacute;nuas, os programas deste m&ecirc;s de Setembro e Outubro ir&atilde;o incluir depoimentos dos que est&atilde;o na hist&oacute;ria do &ldquo;70&#215;7&rdquo;, porque autores de muitos deles ou ent&atilde;o por terem sido colaboradores decisivos ou at&eacute; telespectadores que ficaram marcados por algum dos programas emitidos.<\/p>\n<p>Ser&aacute; tamb&eacute;m em antena, nos programas de 18 e 25 de Outubro que a hist&oacute;ria do &ldquo;70&#215;7 ser&aacute; evocada: pela recolha de mem&oacute;rias dos que est&atilde;o relacionados com este programa (a 18 de Outubro) e pela reposi&ccedil;&atilde;o de imagens marcantes ao longo destas 3 d&eacute;cadas (a 25 de Outubro)<\/p>\n<p>No primeiro destes depoimentos, Ant&oacute;nio Rego &ndash; fundador e primeiro realizador, com Manuel Villas-Boas, do &ldquo;70&#215;7&rdquo; &#8211; afirma que foi esse mandado do perd&atilde;o n&atilde;o 7 vezes mas 70&#215;7 que inspirou o trabalho do programa ao longo destes 30 anos. Hoje, o programa &ldquo;est&aacute; vivo e recomenda-se&rdquo;, refere o C&oacute;n. Ant&oacute;nio Rego, director do Secretariado Nacional das Comunica&ccedil;&otilde;es Sociais, que &eacute; a entidade com a responsabilidade editorial do programa.<\/p>\n<p>&Eacute; hoje marca do 70&#215;7 o &ldquo;contar as maravilhas e os problemas da Igreja&rdquo;. Ele prop&otilde;e uma &ldquo;observa&ccedil;&atilde;o sobre a realidade iluminada pela f&eacute;&rdquo;. &ldquo;70&#215;7 sempre foi isso al&eacute;m de ser o programa mais antigo da televis&atilde;o em Portugal&rdquo;. Ant&oacute;nio Rego recorda as muitas e diferenciadas pessoas que passaram pelo programa, garantindo que todas &ldquo;trouxeram um pequeno ponto da luminosidade de Deus que ilumina cada cora&ccedil;&atilde;o com a esperan&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>Aos 30 anos, Ant&oacute;nio Rego deseja que ele dure tanto quando revela essa express&atilde;o, mais b&iacute;blica do que matem&aacute;tica, e que inspirou o nome do programa: &ldquo;70&#215;7&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;[[v,d,579,30 anos do programa 70 X 7]]<\/p>\n<p><strong>&ldquo;70&#215;7&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>&ldquo;Foi uma esp&eacute;cie de fonte inspiradora para a nossa maneira de trabalhar onde se tira todo o vigor que tem a express&atilde;o metaf&oacute;rica em qualquer s&iacute;tio&rdquo;, confessa Ant&oacute;nio Rego, autor do nome para o programa que, nos primeiros anos, realizava com Manuel Villas-Boas (ver www.ecclesia.pt\/setenta).<\/p>\n<p>Quando chegou &agrave; antena, o Programa 70&#215;7 rompeu com metodologias que assentavam unicamente na palavra para fazer passar conte&uacute;dos do Evangelho. At&eacute; ent&atilde;o, era pelo discurso de uma pessoa, padre normalmente, que tem&aacute;ticas relacionadas com a Igreja Cat&oacute;lica eram abordadas. &ldquo;Aquilo com que o 70&#215;7 vem &lsquo;estoirar&rsquo;, em termos de rotina, &eacute; n&atilde;o s&oacute; sair para a rua, auscultar as pessoas, mas inclusivamente jogar com as imagens do quotidiano, construindo uma narrativa em mosaico. Isso era uma novidade do ponto de vista televisivo da &eacute;poca&rdquo;. Carlos Capucho, que elaborou uma tese de mestrado a partir da an&aacute;lise a 4 programas 70&#215;7, refere ainda que a valoriza&ccedil;&atilde;o da linguagem simb&oacute;lica marcou, decisivamente, o programa. O s&iacute;mbolo podia &ldquo;dizer o que as palavras n&atilde;o diziam&rdquo;. &Agrave;s potencialidades do simb&oacute;lico na televis&atilde;o, Ant&oacute;nio Rego aliava a proximidade com o povo: &ldquo;respirar com o povo a sua experi&ecirc;ncia religiosa&rdquo;.<\/p>\n<p>Manuel Villas-Boas &eacute; co-fundador do 70&#215;7. Vinha da mesma escola, a da linguagem simb&oacute;lica, e lan&ccedil;ou-se tamb&eacute;m nessa aventura de colocar na televis&atilde;o conte&uacute;dos que andavam quase exclusivamente por p&uacute;lpitos. A utiliza&ccedil;&atilde;o da gram&aacute;tica televisiva era obrigat&oacute;ria assim como esse confronto com o pa&iacute;s real. Foi essa proximidade &#8211; refere &#8211; que deu &ldquo;credibilidade, mesmo entre os que n&atilde;o gastavam do nosso &ldquo;produto&rdquo;, mas que o viam com interesse, porque sabiam que havia um outro olhar, uma outra coragem&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Ficha T&eacute;cnica<\/strong><\/p>\n<p>. Editor: Secretariado Nacional das Comunica&ccedil;&otilde;es Sociais da Igreja Cat&oacute;lica<\/p>\n<p>. Produtores: Graficine, desde o in&iacute;cio at&eacute; 26.01.03; Logom&eacute;dia: desde 02-02-2003<\/p>\n<p>. Emiss&atilde;o: 21-10-1979, na RTP1, depois de negocia&ccedil;&otilde;es entre a RTP e a Igreja, representada pelo bispo D. Ant&oacute;nio Marcelino. Programa quinzenal, no primeiro ano, passou a semanal em Novembro de 1980. At&eacute; 19-09-1993, era emitido 12h30, na RTP1. Depois, &agrave;s 10h00 na RTP2; mais recentemente &agrave;s 9h30.<\/p>\n<p>. Primeiros realizadores: Pe. Ant&oacute;nio Rego e Manuel Villas-Boas.<\/p>\n<p>. Coordena&ccedil;&atilde;o do programa: Pe. Ant&oacute;nio Rego at&eacute; 1992; Ant&oacute;nio Estanqueiro, colaborador do programa desde o in&iacute;cio das emiss&otilde;es, foi coordenador geral, entre 06-09-1992 e 04-05-2003. A partir dessa data &eacute; editor-executivo do 70&#215;7 Paulo Rocha.<\/p>\n<p>. Pr&eacute;mios internacionais: Pr&eacute;mio da Associa&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica Internacional de Cinema e Televis&atilde;o, concedido ao programa &ldquo;A Cartuxa&rdquo; (emitido em Abril de 1982), e pr&eacute;mio do Festival Ecum&eacute;nico Europeu, concedido ao programa &ldquo;A Cinza e a Morte&rdquo; (emitido em Novembro de 1985).<\/p>\n<p>. Investiga&ccedil;&atilde;o: Em 1994, quatro programas 70&#215;7 (A Cartuxa, A Cinza e a Morte, O Som do Sil&ecirc;ncio, A Terra e o P&atilde;o) serviram de base a uma tese de mestrado em Comunica&ccedil;&atilde;o Educacional Multim&eacute;dia, defendida por Carlos Capucho, na Universidade Aberta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 21 de Outubro de 2009, o Programa &ldquo;70&#215;7&rdquo; completa 30 anos de emiss&otilde;es na RTP. Primeiro no Canal 1 (at&eacute; 19 de Setembro de 1993), depois na RTP2, o &ldquo;70&#215;7&rdquo; &eacute; o programa h&aacute; mais tempo em antena na RT P. 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