{"id":40274,"date":"2009-08-03T22:42:50","date_gmt":"2009-08-03T22:42:50","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/08\/03\/testemunhos-de-uma-semana-em-taize\/"},"modified":"2009-08-03T22:42:50","modified_gmt":"2009-08-03T22:42:50","slug":"testemunhos-de-uma-semana-em-taize","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/testemunhos-de-uma-semana-em-taize\/","title":{"rendered":"Testemunhos de uma semana em Taiz\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>O grupo de Regueira de Pontes despediu-se este Domingo da comunidade ecum&eacute;nica de Taiz&eacute;. Foi debaixo de chuva, depois de uma semana com sol intenso, que o grupo viveu os &uacute;ltimos momentos de uma semana cheia de emo&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>&ldquo;Idealmente gostar&iacute;amos que as pessoas aproveitem o mais poss&iacute;vel, mas sabemos que cada um aproveita de forma individual&rdquo;, centra o Pe. Vitor Mira &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>O respons&aacute;vel pelo grupo de Regueira de Pontes que no dia 25 de Julho iniciou uma viagem rumo a Taiz&eacute; para uma semana de ora&ccedil;&atilde;o, reconhece que a comunidade ecum&eacute;nica fala &agrave;s pessoas consoante a sua idade e mediante o que elas pr&oacute;prias procuram.<\/p>\n<p>&ldquo;Para os mais novos foi uma primeira experi&ecirc;ncia marcada pelo conv&iacute;vio e pelo contacto com culturas e pessoas de outros pa&iacute;ses. Entre os mais velhos, a profundidade foi maior&#8221;, reconhece, indicando&nbsp;maior capacidade de acolhimento da proposta e de viv&ecirc;ncia da f&eacute;.<\/p>\n<p>Mas os tempos de ora&ccedil;&atilde;o foram muito fortes e n&atilde;o deixaram ningu&eacute;m indiferente. &ldquo;Muitos que viajaram a&nbsp;Taiz&eacute; n&atilde;o est&atilde;o habituados a tempos t&atilde;o longos de ora&ccedil;&atilde;o. Mesmo assim&nbsp;participaram e gostaram desses momentos&rdquo;.<\/p>\n<p>Esta experi&ecirc;ncia em Taiz&eacute; contraria a ideia normal que &ldquo;muitos jovens t&ecirc;m da f&eacute;&rdquo;, indica o Pe. Vitor Mira. O sacerdote lamenta que se entenda a f&eacute; do ponto de vista &ldquo;estritamente espiritual, onde apenas se reza. Taiz&eacute; oferece uma experi&ecirc;ncia integrada onde a dimens&atilde;o espiritual e humana se cruzam e completam muito bem&rdquo;.<\/p>\n<p>Enquanto sacerdote, o Pe. Vitor Mira salienta a import&acirc;ncia da paragem. Da sua viv&ecirc;ncia pessoal o sacerdote elege &ldquo;o tempo dedicado &agrave; ora&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; na igreja, mas tamb&eacute;m na reflex&atilde;o b&iacute;blica onde pude partilhar com americanos, espanh&oacute;is, holandeses, belgas e franceses, de diferentes igrejas crist&atilde;s uma f&eacute; e uma forma de ser igreja&rdquo;.<\/p>\n<p>Os irm&atilde;os de Taiz&eacute; querem desafiar os jovens a levar para as suas igrejas a experi&ecirc;ncia de f&eacute; e ora&ccedil;&atilde;o desta semana, pois, dizem, uma caminhada integrada s&oacute; assim faz sentido. O sacerdote respons&aacute;vel pelo grupo de Regueira de Pontes confirma que este &eacute; um desafio que tem de ser acolhido por cada um, antes de se comprometer com algum grupo. Mas assinala a solicita&ccedil;&atilde;o de momentos de ora&ccedil;&atilde;o futuros.<\/p>\n<p><strong>Levar a experi&ecirc;ncia para Portugal<br \/><\/strong>O di&aacute;logo, o esp&iacute;rito de entre-ajuda e o amor s&atilde;o valores que Rita Neves, da diocese de Leria &ndash; F&aacute;tima vai levar de Taiz&eacute; na viagem de regresso. Esta jovem elege as celebra&ccedil;&otilde;es da f&eacute; como o mais marcante da semana. &ldquo;Foi muito intenso&rdquo;. Em Taiz&eacute; encontrou uma forma diferente de rezar, mas tamb&eacute;m &ldquo;uma forma muito simples de expressar a f&eacute;. Rezamos cantando e cantamos rezando&rdquo;.[[i,e,404,Rita Neves]]<\/p>\n<p>&Eacute; a simplicidade e profundidade das ora&ccedil;&otilde;es que provocam tanta gente a encher a&nbsp;igreja da Reconcilia&ccedil;&atilde;o. &#8220;Com tr&ecirc;s ora&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias a igreja est&aacute; sempre cheia de jovens e as pessoas continuam sempre a participar. &Eacute; muito diferente do mundo c&aacute; fora onde as igrejas est&atilde;o vazias e onde n&atilde;o se sente esta f&eacute;&rdquo;.<\/p>\n<p>Rita acredita ser poss&iacute;vel levar o que viveu em Taiz&eacute; para Leiria, &ldquo;correndo o risco de sermos ut&oacute;picos&rdquo;. Realista, esta jovem operadora de turismo explica que &ldquo;n&atilde;o podemos mudar o mundo mas temos, cada um, um papel importante na sociedade. Depois de uma semana em Taiz&eacute;, acho que temos a responsabilidade de transmitir este esp&iacute;rito&rdquo;.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m Celine Pedro, com 22 anos, assume esta miss&atilde;o de partilha na sua par&oacute;quia e no grupo mission&aacute;rio Ondjoyetu. Uma estreante em Taiz&eacute;, Celine d&aacute; conta de &ldquo;uma semana cheia de surpresas&rdquo;.[[i,e,398,In&ecirc;s Pereira e Celine Pedro]]<\/p>\n<p>&ldquo;Ao longo da semana, senti o esp&iacute;rito de Deus ir entrando, um grande acolhimento e uma paz que faz sentir bem. Saio daqui com a alma cheia&rdquo;, indica.<\/p>\n<p>As ora&ccedil;&otilde;es s&atilde;o os momentos eleitos por esta jovem que ficava sempre mais tempo na igreja ou procurava o lago de Saint Etienne para profundar a sua reflex&atilde;o. &ldquo;Eu procurava um encontro comigo e com Deus e consegui-o&rdquo;.<\/p>\n<p>Jo&atilde;o Monteiro viajou para Taiz&eacute; pela segunda vez com o objectivo de repetir as fortes experi&ecirc;ncias com a comunidade de irm&atilde;os e as ora&ccedil;&otilde;es &ldquo;muito diferentes de Portugal&rdquo;.<\/p>\n<p>[[i,e,400,Jo&atilde;o Monteiro]]Este jovem de 18 anos v&ecirc; com entusiasmo a necessidade de voltar a Portugal com tudo o que viveu nesta semana, partilhando a acolhendo os desafios dos irm&atilde;os de Taiz&eacute;. Os c&acirc;nticos, as fotografias, mas sobretudo o testemunho oral s&atilde;o formas seguras de se transmitir todas as fortes experi&ecirc;ncias da semana.<\/p>\n<p>Dos grupos de reflex&atilde;o Jo&atilde;o salienta a compreens&atilde;o da B&iacute;blia. &ldquo;Por vezes ouvimos leituras, mas n&atilde;o as estamos a assimilar para a nossa vida&rdquo;. Na partilha, ouvem-se outras &ldquo;formas de vida, outras experi&ecirc;ncias que nos ajudam a compreender tamb&eacute;m a nossa&rdquo;.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m Clara Neves repetiu a experi&ecirc;ncia em Taiz&eacute;. Esta jovem professora prim&aacute;ria passou a P&aacute;scoa de 2004 na comunidade ecum&eacute;nica, em Fran&ccedil;a. Diz nunca ter sentido a P&aacute;scoa como aquela. &ldquo;Senti verdadeiramente Deus&rdquo;, afirma esta cat&oacute;lica que no seu percurso de vida confirma as d&uacute;vidas da f&eacute;. &ldquo;Quando vim, mudei a minha forma de estar. Nas ora&ccedil;&otilde;es, senti-me muito pr&oacute;xima de Deus&rdquo;.<\/p>\n<p>[[i,e,394,Clara Neves]] Foi atr&aacute;s desta experi&ecirc;ncia de Clara voltou, cinco anos depois. &ldquo;Quis de facto, vir &agrave; fonte, para voltar com for&ccedil;a&rdquo;. A segunda vez &ldquo;perde em compara&ccedil;&atilde;o com a primeira&rdquo;. Mas Clara valoriza a repeti&ccedil;&atilde;o como mais uma experi&ecirc;ncia importante de f&eacute;.<\/p>\n<p><strong>Taiz&eacute; antes da miss&atilde;o<br \/><\/strong>J&aacute; In&ecirc;s Pereira volta a Taiz&eacute; pela oitava vez. Este ano seria obrigat&oacute;ria a sua viagem. Esta jovem fisioterapeuta prepara-se para, em Agosto, partir em miss&atilde;o para Angola durante um ano, para a diocese do Sumbe, atrav&eacute;s do grupo Ondjoyetu.<\/p>\n<p>&ldquo;Desde pequena sentia que devia dar mais de mim. O tempo foi tornando claro como devia ser essa doa&ccedil;&atilde;o. Fui percebendo que apenas um ou dois meses n&atilde;o fazia sentido, teria de dar mais. Da&iacute; a op&ccedil;&atilde;o de ir por um ano&rdquo;, conta.<\/p>\n<p>Para esta fisioterapeuta, a miss&atilde;o &eacute; uma missa grande. &ldquo;Vim beber a Taiz&eacute; para pode dar. Sinto-me cheia porque acabei de beber da fonte e agora estou preparada para dar&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Taiz&eacute; &eacute; uma fonte de f&eacute; e de espiritualidade que me enche de for&ccedil;a para continuar o ano&rdquo;. Na comunidade ecum&eacute;nica In&ecirc;s encontrou &ldquo;uma f&eacute; incr&iacute;vel que vemos em todas as pessoas e nos irm&atilde;os, que &eacute; poss&iacute;vel ter presente&nbsp;ao longo da nossa vida&rdquo;.<\/p>\n<p>Pelo oitavo ano em Taiz&eacute;, esta jovem recorda que inicialmente s&atilde;o os jovens que marcam. Mas anos depois, &ldquo;a espiritualidade &eacute; mais forte&rdquo;. Uma grande paz interior &eacute; o que esta jovem encontra cada vez que vai &agrave; comunidade no Sul de Fran&ccedil;a.<\/p>\n<p>Em Portugal In&ecirc;s diz que &eacute; poss&iacute;vel parar tamb&eacute;m. &ldquo;Mas a intensidade &eacute; diferente. A ajuda em Taiz&eacute; vem de pessoas especializadas&rdquo;. A forma como as pessoas est&atilde;o em Taiz&eacute; torna tudo poss&iacute;vel. &ldquo;Os irm&atilde;os falam de amor e as pessoas passam a viver com amor. As pessoas s&atilde;os as mesmas, dentro e fora de Taiz&eacute;, nada muda, apenas&nbsp;a forma como est&atilde;o e isso faz a diferen&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>Rui Seabra tem ao peito uma cruz por cada vez que foi a Taiz&eacute;. Este ano comprou a terceira para recordar a aventura de ir sozinho, essa sim pela primeira vez, &agrave; comunidade ecum&eacute;nica. &ldquo;Sinto necessidade de vir beber desta fonte que Taiz&eacute; transmite a cada um&rdquo;.[[i,e,405,Rui Seabra]]<\/p>\n<p>Este jovem com 20 anos, natural do Porto, partilhou muitos momentos com o grupo de Regueira de Pontes, mas n&atilde;o se perdia no espa&ccedil;o. &ldquo;N&atilde;o importa vir sozinho, porque em Taiz&eacute; nunca estamos sozinhos. No meu quarto tenho dois austr&iacute;acos, um belga e um ingl&ecirc;s e damo-nos todos muito bem. O acolhimento &eacute; fant&aacute;stico&rdquo;.<\/p>\n<p>Rui&nbsp;&eacute; dos primeiros a entrar na igreja da Reconcilia&ccedil;&atilde;o para cada ora&ccedil;&atilde;o. Procura sempre um lugar onde possa estar de frente para os irm&atilde;os que lhe transmitem uma grande for&ccedil;a e testemunho de f&eacute;. As palavras faltam-lhe para descrever a sua participa&ccedil;&atilde;o nas ora&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Taiz&eacute; &eacute; um micro mundo. Aqui tudo est&aacute; em harmonia, quer as ora&ccedil;&otilde;es como todos os outras rotinas di&aacute;rias&rdquo;.<\/p>\n<p>A primeira vez que viajou para Taiz&eacute; recorda ter sido &ldquo;muito forte&rdquo;. Sempre que volta &ldquo;a emo&ccedil;&atilde;o fica &agrave; flor da pele&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;&ldquo;Aqui as pessoas param, pensam na sua vida, no que fizeram bem ou mal. Depois de uma conversa com Deus, recome&ccedil;am a sua caminhada. Sempre que saio daqui, levo uma paz interior muito grande e uma reconcilia&ccedil;&atilde;o grande com Deus&rdquo;.<\/p>\n<p>Rui vai ficar at&eacute; Quarta-feira em Taiz&eacute; e ajudar a receber os cerca de 250 portugueses que este fim-de-semana chegaram a Taiz&eacute; &agrave; procura da fonte. Os &uacute;ltimos momentos na comunidade ecum&eacute;nica em Fran&ccedil;a deixavam saudade e a promessa do regresso num futuro pr&oacute;ximo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O grupo de Regueira de Pontes despediu-se este Domingo da comunidade ecum&eacute;nica de Taiz&eacute;. 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