{"id":40147,"date":"2009-07-25T16:01:42","date_gmt":"2009-07-25T16:01:42","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/25\/trasladacao-dos-restos-mortais-da-beata-rita-amada-de-jesus\/"},"modified":"2009-07-25T16:01:42","modified_gmt":"2009-07-25T16:01:42","slug":"trasladacao-dos-restos-mortais-da-beata-rita-amada-de-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/trasladacao-dos-restos-mortais-da-beata-rita-amada-de-jesus\/","title":{"rendered":"Traslada\u00e7\u00e3o dos Restos Mortais da Beata Rita Amada de Jesus"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.vatican.va\/news_services\/liturgy\/saints\/img\/20050424_amada.jpg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"249\" align=\"left\" \/>Termina hoje e aqui o Processo longo de cumprimento do necess&aacute;rio para, com verdade e seguran&ccedil;a, se apresentar esta mulher que foi Rita Amada de Jesus, que viveu a sua passagem pelo mundo entre 1848 e 1913, que nasceu em Ribafeita, par&oacute;quia da nossa Diocese e vizinha desta cidade de Viseu e que, por motivos de voca&ccedil;&atilde;o e de miss&atilde;o, deixou uma rica obra, j&aacute; no seu tempo, em diversas partes do mundo. Fruto deste longo e s&eacute;rio Processo, apresentamo-la como uma pessoa feliz, na beatitude de Deus Pai e, em nome da Igreja, propomo-la &agrave; venera&ccedil;&atilde;o dos fi&eacute;is, como exemplo e modelo de virtudes crist&atilde;s e como express&atilde;o da santidade do mesmo Deus. Demos-Lhe gra&ccedil;as, a Ele que &eacute; Sant&iacute;ssimo e fonte de toda a santidade, da qual n&oacute;s partilhamos e beneficiamos para o cumprimento da Sua vontade e para a viv&ecirc;ncia da nossa voca&ccedil;&atilde;o, realizando a nossa miss&atilde;o. <\/p>\n<p>Escutando o Evangelho desta celebra&ccedil;&atilde;o &#8211; o Evangelho das 10 Virgens &#8211; olhamos para Rita de Jesus como algu&eacute;m que tinha abund&acirc;ncia de azeite consigo, proveniente da ora&ccedil;&atilde;o, da devo&ccedil;&atilde;o a Maria, da comunh&atilde;o com o Sant&iacute;ssimo Sacramento e com a Eucaristia e da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; vontade de Deus. Enchia e alimentava a sua almotolia nos canais dos Sacramentos e da Direc&ccedil;&atilde;o Espiritual, iluminando as pessoas do seu tempo, concretamente as mais simples e carenciadas, com a luz das suas boas obras, num apostolado esclarecido e cheio de amor. T&atilde;o forte e marcante era a sua luz que ela continua hoje a iluminar os caminhos de quem quer seguir o Senhor, respondendo, em cada tempo, aos desafios do desenvolvimento integral da pessoa humana que Deus criou por amor e que quer amar, de forma concreta, atrav&eacute;s dos Seus amigos. Rita de Jesus foi, no seu tempo, um destes amigos que amou com o cora&ccedil;&atilde;o de Deus e percorreu e iluminou os caminhos do amor. Perscrutando a vontade de Deus com a Sabedoria do Esp&iacute;rito e pondo-a em pr&aacute;tica, apesar das conting&ecirc;ncias e dificuldades do seu tempo e dos obst&aacute;culos que se lhe depararam, Rita vivia da for&ccedil;a da gra&ccedil;a proveniente do mesmo Esp&iacute;rito. No seu carisma, que &eacute; dom do Esp&iacute;rito Santo, ela tornou-se pioneira e criativa no Instituto que fundou e que, hoje, tem visibilidade nas Irm&atilde;s e pessoas suas seguidoras que a mostram e que a continuam na Igreja e no mundo.<\/p>\n<p>O carisma por ela acolhido e t&atilde;o reluzente na sua ac&ccedil;&atilde;o tornou-se caminho de voca&ccedil;&atilde;o e de apostolado, importante ainda e tamb&eacute;m hoje. N&atilde;o porque &eacute; moda a repetir-se ciclicamente; mas sim porque a educa&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e jovens para o desenvolvimento integral, a promo&ccedil;&atilde;o verdadeira e aut&ecirc;ntica da mulher, o apoio humano e social &agrave; fam&iacute;lia e as respostas concretas aos mais desfavorecidos s&atilde;o tarefas essenciais e decisivas para a sociedade e para a Igreja em todos os tempos.<\/p>\n<p>A primeira leitura apresenta-nos a experi&ecirc;ncia crist&atilde; de S. Paulo, tornada sugest&otilde;es concretas para um qualquer crist&atilde;o ser beato e santo, vivendo a alegria da filia&ccedil;&atilde;o divina numa fraternidade sem exclus&otilde;es e sem fronteiras. Revestindo-nos da caridade, reinar&aacute; em n&oacute;s a paz de Cristo, viveremos em ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as meditando a palavra que vem de Deus e cantaremos, sem fim, a gratid&atilde;o filial. Do nosso cora&ccedil;&atilde;o e como frutos do Esp&iacute;rito Santo brotar&atilde;o sentimentos de miseric&oacute;rdia, de bondade, de humildade e de paci&ecirc;ncia e viveremos as rela&ccedil;&otilde;es Trinit&aacute;rias na escala e dimens&atilde;o humana e fraterna de comunh&atilde;o, de amor e de perd&atilde;o.<\/p>\n<p>Que a beata Rita Amada de Jesus se sinta bem e feliz no C&eacute;u como advogada, protectora e fundadora de um Instituto que a invoca, que a imita e que a segue, realizando, como ela sempre procurou fazer, o que &eacute; da vontade de Deus!&#8230; Que as suas virtudes &#8211; comprovadas em todo o Processo que aqui estamos a concluir &#8211; sejam inspiradoras para todas aquelas que fazem parte do seu Instituto e ajudem a promover outras voca&ccedil;&otilde;es que vivam hoje, com a mesma alegria e igual determina&ccedil;&atilde;o, os desafios do Esp&iacute;rito!&#8230; AMEN. <\/p>\n<p>24 de Julho de 2009,<\/p>\n<p align=\"right\"><em>D. Il&iacute;dio Leandro, Bispo de Viseu<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Termina hoje e aqui o Processo longo de cumprimento do necess&aacute;rio para, com verdade e seguran&ccedil;a, se apresentar esta mulher que foi Rita Amada de Jesus, que viveu a sua passagem pelo mundo entre 1848 e 1913, que nasceu em Ribafeita, par&oacute;quia da nossa Diocese e vizinha desta cidade de Viseu e que, por motivos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[184,294],"class_list":["post-40147","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-diocese-de-viseu","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40147"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40147\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}