{"id":40089,"date":"2009-07-22T14:59:59","date_gmt":"2009-07-22T14:59:59","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/22\/diocese-do-porto-aposta-na-formacao-integral-de-catequistas\/"},"modified":"2009-07-22T14:59:59","modified_gmt":"2009-07-22T14:59:59","slug":"diocese-do-porto-aposta-na-formacao-integral-de-catequistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/diocese-do-porto-aposta-na-formacao-integral-de-catequistas\/","title":{"rendered":"Diocese do Porto aposta na forma\u00e7\u00e3o integral de catequistas"},"content":{"rendered":"<p>V Jornadas de Ver\u00e3o reflectiram sobre sexualidade e di\u00e1logoe entre f\u00e9 e ci\u00eancia <!--more--> A diocese do Porto organizou as V Jornadas de Ver&atilde;o para forma&ccedil;&atilde;o de catequistas e outros educadores. A mudan&ccedil;a cultural das fam&iacute;lias, pais e crian&ccedil;as, s&atilde;o um desafio para os catequistas que cada vez mais necessitam de prepara&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o adequadas. <\/p>\n<p>O Secretariado de Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; de Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia da diocese do Porto organiza estas jornadas h&aacute; cinco anos com o objectivo de proporcionar forma&ccedil;&atilde;o em tr&ecirc;s grandes &aacute;reas: a teologia, a catequ&eacute;tica e a psicologia. Isabel Oliveira, Directora do Secretariado explica ao programa Ecclesia a import&acirc;ncia de nos dias de hoje, a catequese precisa ser repensada, adaptada e recriada. &quot;A dificuldade de organizar, in loco, as jornadas permitem congregar e criar unidade&quot;, manifestando a import&acirc;ncia de &quot;criar um pensamento catequ&eacute;tico&quot;. <\/p>\n<p>As jornadas de forma&ccedil;&atilde;o destinam-se ainda a combater a ideia de que os catequistas s&atilde;o volunt&aacute;rios na par&oacute;quia. <\/p>\n<p>&quot;O primeiro acto de catequese &eacute; a vida e o testemunho&quot;, frisa Isabel Oliveira. Nesse sentido, &quot;&eacute; necess&aacute;rio, que o catequista seja, antes de mais, uma pessoa de f&eacute; e convicta&quot;. Mas atendendo &agrave;s crian&ccedil;as, aos pais e &agrave;s fam&iacute;lias &quot;n&atilde;o basta isso. &Eacute; absolutamente necess&aacute;rio fazer forma&ccedil;&atilde;o e essa constituiu uma das maiores car&ecirc;ncias em termos catequ&eacute;ticos&quot;. <\/p>\n<p>Uma urg&ecirc;ncia que n&atilde;o corresponde &agrave; disponibilidade dos catequistas. No entanto, &quot;actualmente, os catequistas sentem a necessidade de forma&ccedil;&atilde;o. Isso &eacute; muito bom&quot;, reconhece a directora do secretariado diocesano. <\/p>\n<p>Diversas &aacute;reas foram abordadas nas jornadas. Os participantes escolhiam a forma&ccedil;&atilde;o que pretendiam frequentar nos tr&ecirc;s dias. Isabel oliveira centra que o objectivo &quot;n&atilde;o &eacute; dar forma&ccedil;&atilde;o intensiva. O que pretendemos &eacute; que quando se inscrevam numa forma&ccedil;&atilde;o possam levar algo para eles, primeiro como pessoas e tamb&eacute;m para a sua comunidade, enriquecendo-a&quot;.<\/p>\n<p><strong>Forma&ccedil;&atilde;o integral<br \/><\/strong>Sexualidade, di&aacute;logo entre f&eacute; e ci&ecirc;ncia, a comunica&ccedil;&atilde;o e o relacionamento,&nbsp; a f&eacute; dos adolescentes, a eucaristia e a proposta catequ&eacute;tica foram os temas que orientaram os cursos intensivos. <\/p>\n<p>Bruno Moreira &eacute; estudante do &uacute;ltimo ano de Microbiologia na Universidade Cat&oacute;lica e &eacute; tamb&eacute;m catequista. Longe de considerar que f&eacute; e ci&ecirc;ncia s&atilde;o &aacute;reas antag&oacute;nicas, este finalista afirma que entende a B&iacute;blia como &quot;um livro pr&eacute; cient&iacute;fico&quot;.<\/p>\n<p>&quot;Esta foi a maneira poss&iacute;vel de explicar os processos que aconteciam na altura e as curiosidades do povo judeu&quot;. <\/p>\n<p>Tamb&eacute;m Marco Ferreira, docente de biologia e geologia no ensino secund&aacute;rio, enquanto &quot;cientista crist&atilde;o&quot; explica n&atilde;o haver incompatibilidade entre f&eacute; e ci&ecirc;ncia. &quot;Como crist&atilde;o que sou n&atilde;o encaro que haja incompatibilidade&quot;. <\/p>\n<p>&quot;O meu cristianismo n&atilde;o vai no sentido cient&iacute;fico, mas segue a palavra de Jesus. Acredito que foi uma figura hist&oacute;rica, com uma mensagem humana e social. Nessa perspectiva n&atilde;o colide com a ci&ecirc;ncia. A preocupa&ccedil;&atilde;o de Cristo n&atilde;o foi explicar os fen&oacute;menos da natureza, mas trazer &agrave; humanidade regras de conduta para que os homens pudessem construir uma humanidade harmoniosa&quot;, explica, recordando que muitos cientistas &quot;n&atilde;o negaram a exist&ecirc;ncia de Deus&quot;. <\/p>\n<p>&quot;Deus &eacute; uma entidade inteligente e o homem apenas tenta decifrar o c&oacute;digo das leis da natureza. Elas j&aacute; c&aacute; est&atilde;o. Muitas ainda n&atilde;o as conhecemos&quot; e a ci&ecirc;ncia &quot;tenta descodificar essa interven&ccedil;&atilde;o&quot;. <\/p>\n<p>Para uma leitura descodificante dos textos da cria&ccedil;&atilde;o a forma&ccedil;&atilde;o este a cargo da Irm&atilde; Lu&iacute;sa Almendra, professora da Faculdade de Teologia da Universidade Cat&oacute;lica Portuguesa.<\/p>\n<p>&nbsp;&quot;As crian&ccedil;as, com a sua simplicidade, atrapalham muitas vezes os adultos com as suas quest&otilde;es&quot;, reconhece. Da&iacute; a import&acirc;ncia de desconstruir uma &quot;perspectiva muito &laquo;historicista&raquo; e ajudar a perceber a perspectiva dos autores b&iacute;blicos&quot;.<\/p>\n<p>O curso foi &quot;uma descoberta&quot; para os catequistas e demais educadores. &quot;Muitos catequistas est&atilde;o ainda a crescer na sua forma&ccedil;&atilde;o e h&aacute; muitas falhas no conhecimento e na leitura da escritura&quot;, indica a Irm&atilde; Lu&iacute;sa Almendra.<strong> <\/strong><\/p>\n<p>O estudo e aprofundamento da B&iacute;blia &quot;n&atilde;o fecha, mas abre o di&aacute;logo com a ci&ecirc;ncia&quot;, expl&iacute;cita. Essa &eacute; &quot;a perspectiva da Igreja,<strong> <\/strong>criar pontes e di&aacute;logo e n&atilde;o separa&ccedil;&atilde;o&quot;. <\/p>\n<p>A participar h&aacute; cinco anos nas Jornadas, a Irm&atilde; Lu&iacute;sa Almendra verifica que o grupo de catequistas tamb&eacute;m se altera. &quot;Temos m&eacute;dicos, enfermeiros, cientistas, professores da &aacute;rea de f&iacute;sica, da microbiologia, e est&atilde;o todos muito interessados em descobrir este di&aacute;logo entre a B&iacute;blia e a ci&ecirc;ncia&quot;. Este &eacute; tamb&eacute;m um desafio para quem est&aacute; na &aacute;rea da Sagrada Escritura, pois &quot;h&aacute; que responder adequadamente a profissionais de diferentes &aacute;reas&quot;.<\/p>\n<p>A religiosa acredita que a &quot;f&eacute; n&atilde;o pode ficar fechada dentro das igrejas e como algo que se vive apenas quando se vai &agrave; igreja&quot; e sim &quot;apanhar o homem todo, em todas as suas dimens&otilde;es&quot;.<\/p>\n<p>A sexualidade &eacute; uma dimens&atilde;o integral do ser humano. Este foi um dos temas em destaque nas Jornadas de forma&ccedil;&atilde;o. Teresa Tom&eacute; Ribeiro, professora na Escola de Enfermagem no Porto esteve encarregue desta &aacute;rea e explica a import&acirc;ncia de perceber a sexualidade de forma integrada. <\/p>\n<p>&quot;A sexualidade &eacute; uma dimens&atilde;o que constr&oacute;i a pessoa e a sua personalidade&quot;. Necessariamente, a educa&ccedil;&atilde;o religiosa tem de compreender a dimens&atilde;o da sexualidade para &quot;perceber o que &eacute; o homem, qual a sua finalidade de vida, como vai viver o seu projecto, como pessoa&quot;. <\/p>\n<p>A Igreja encara a sexualidade no seu todo, de forma integral, tal como encara o homem. &quot;O que se pretende &eacute; que ao longo do processo de educa&ccedil;&atilde;o da sexualidade ligada &agrave; catequese, o adolescente e a crian&ccedil;a consiga construir um conceito de sexualidade que englobe todas as dimens&otilde;es &#8211; biol&oacute;gica, psicol&oacute;gica, emotiva, afectiva, social, espiritual e constru&ccedil;&atilde;o de um projecto de vida do que perspectiva para ele&quot;, explica a professora. <\/p>\n<p>Esta &eacute; uma &aacute;rea consagrada na proposta educacional da Igreja, mas &quot;actualmente com os meios que temos, pesados do ponto de vista sensual e er&oacute;tico&quot;, considera Teresa Ribeiro, &quot;os jovens e adolescentes vivem bombardeados de insinua&ccedil;&otilde;es ora certas ora erradas&quot;. <\/p>\n<p>Este &quot;forte ambiente pede que a Igreja olhe para a forma&ccedil;&atilde;o dos jovens e adolescentes, ajudando a construir um conceito que os integre na sua personalidade mas que seja estruturante para a sua vida e para as suas decis&otilde;es de futuro&quot;. <\/p>\n<p>Esta &eacute; uma &aacute;rea que exige prepara&ccedil;&atilde;o dos catequistas pois, os catequizandos t&ecirc;m muitas d&uacute;vidas. &quot;Os catequistas percebem que os mi&uacute;dos t&ecirc;m uma vis&atilde;o muito m&eacute;dico-preventiva, ligada &agrave; preven&ccedil;&atilde;o de gravidezes e doen&ccedil;as, uma vis&atilde;o higienista, de sexo seguro, uma vis&atilde;o bio-ps&iacute;quica&quot;. Estes s&atilde;o aspectos importantes mas que &quot;reduzem a sexualidade, n&atilde;o a integrando na viv&ecirc;ncia das etapas e numa perspectiva de futuro&quot;, lamenta Teresa Ribeiro. <\/p>\n<p><strong>Catequese &laquo;vanguardista&raquo;<br \/><\/strong>Os participantes das jornadas de forma&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m uma responsabilidade acrescida. Segundo o Pe. Lu&iacute;s Miguel Figueiredo, Director do Secretariado da Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; da Arquidiocese de Braga, orientador de uma &aacute;rea de forma&ccedil;&atilde;o para catequistas, acredita que a proposta catequ&eacute;tica da Igreja &quot;&eacute; mais vanguardista do que se pensa&quot;. <\/p>\n<p>&quot;A solu&ccedil;&atilde;o da catequese est&aacute; na fidelidade ao que a Igreja nos prop&otilde;e&quot;, afirma. A realidade mostra um desconhecimento dos documentos fundamentais do pensamento catequ&eacute;tico da Igreja. &quot;Os documentos prop&otilde;em desafios que v&atilde;o de encontro a esta pluralidade que hoje vivemos, desde que lhes sejamos fi&eacute;is&quot;. <\/p>\n<p>O Pe. Lu&iacute;s Miguel Figueiredo reconhece um &quot;momento hist&oacute;rico em termos da catequese&quot;.<\/p>\n<p>&quot;Teremos catequese organizada quando colarmos a catequese &agrave; escola, nomeadamente &agrave; inf&acirc;ncia&quot;. Este sacerdote l&ecirc; que o programa de forma&ccedil;&atilde;o est&aacute; aplicado a crian&ccedil;as de fam&iacute;lias crist&atilde;s perfeitamente integradas na comunidade. <\/p>\n<p>&quot;O problema &eacute; quando nos deslocamos para ambientes que n&atilde;o s&atilde;o tipicamente de Igreja ou quando algu&eacute;m n&atilde;o segue o esquema cl&aacute;ssico. Para esses claramente n&atilde;o temos resposta&quot;, afirma.<\/p>\n<p>O Pe. Lu&iacute;s Miguel Figueiredo explica que a quest&atilde;o n&atilde;o se pode centrar na produ&ccedil;&atilde;o de materiais mas em ter claro o itiner&aacute;rio. &quot;Perceber quais os objectivos a alcan&ccedil;ar com a catequese e, num di&aacute;logo personalizado entre o catequista e o catequizando, lev&aacute;-lo a Jesus Cristo&quot;.<\/p>\n<p>As V Jornadas de Ver&atilde;o pretenderam ainda estimular a criatividade dos catequistas. Nos intervalos das jornadas,&nbsp; os participantes puderam participar nos ateliers &laquo;Desenvolver disponibilidade para a escuta &#8211; exerc&iacute;cios f&iacute;sicos&raquo; e &laquo;Educar na f&eacute; pela arte &#8211; dan&ccedil;as meditativas&raquo;. Os exerc&iacute;cios visam &quot;trabalhar a concentra&ccedil;&atilde;o, o sil&ecirc;ncio, a gest&atilde;o do pr&oacute;prio corpo&quot;, explica Isabel Oliveira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V Jornadas de Ver\u00e3o reflectiram sobre sexualidade e di\u00e1logoe entre f\u00e9 e ci\u00eancia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[295,127,172,187],"class_list":["post-40089","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-biblia","tag-catequese","tag-diocese-de-braga","tag-diocese-do-porto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40089","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40089"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40089\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}