{"id":40088,"date":"2009-07-22T13:09:26","date_gmt":"2009-07-22T13:09:26","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/22\/peticao-pede-mudancas-na-lei-do-divorcio\/"},"modified":"2009-07-22T13:09:26","modified_gmt":"2009-07-22T13:09:26","slug":"peticao-pede-mudancas-na-lei-do-divorcio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/peticao-pede-mudancas-na-lei-do-divorcio\/","title":{"rendered":"Peti\u00e7\u00e3o pede mudan\u00e7as na lei do div\u00f3rcio"},"content":{"rendered":"<p>Parlamento debateu propostas para modificar e supervisionar o impacto da nova legisla\u00e7\u00e3o <!--more--> O Parlamento da Rep&uacute;blica discutiu esta Quarta-feira duas&nbsp;propostas relacionadas com o novo regime jur&iacute;dico do div&oacute;rcio. A peti&ccedil;&atilde;o n.&ordm; 501\/X\/3.&ordf;, da responsabilidade do Movimento &quot;Cidadania, fam&iacute;lia e Casamento&quot;, solicita que a Assembleia da Rep&uacute;blica &quot;legisle no sentido da dignifica&ccedil;&atilde;o da cidadania, da fam&iacute;lia e do casamento e recue no processo&quot; que levou &agrave; promulga&ccedil;&atilde;o da nova lei do div&oacute;rcio, em Outubro de 2008. <\/p>\n<p>A peti&ccedil;&atilde;o deu entrada no Parlamento h&aacute; mais de um ano. Em comunicado enviado &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, Isilda Pegado, do Movimento &quot;Cidadania, fam&iacute;lia e Casamento&quot;, considera que, ao ter sido ignorada esta peti&ccedil;&atilde;o, &quot;o processo legislativo foi pobre e em nada dignificou o sistema constitucional portugu&ecirc;s&quot;. &quot;A Lei do div&oacute;rcio entretanto entrada em vigor tem merecido por parte da sociedade, e em especial dos operadores (Tribunais e Conservat&oacute;rias) grandes resist&ecirc;ncia e cr&iacute;ticas fundamentadas&quot;, refere o comunicado, frisando que &quot;o tempo ainda &eacute; escasso para apurar os danos por ela causados em toda a sua extens&atilde;o&quot;. <\/p>\n<p>Lembrando um alerta lan&ccedil;ado por <a href=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/cgi-bin\/noticia.pl?&amp;id=68867\" target=\"_blank\">Cavaco Silva<\/a>, em Janeiro deste ano, Isilda Pegado sublinha que &quot;j&aacute; v&atilde;o sendo conhecidos alguns casos em que a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei gera injusti&ccedil;as sociais e &laquo;novas pobrezas&raquo;&quot;.<\/p>\n<p>&quot;Destruir o Casamento e a Fam&iacute;lia &eacute; sempre uma destrui&ccedil;&atilde;o da Sociedade e do Homem&quot;, refere o Movimento, que espera a revis&atilde;o da nova lei do div&oacute;rcio, para &quot;minorar os danos que esta e outras leis na &aacute;rea da Fam&iacute;lia e do Casamento t&ecirc;m causado na sociedade&quot;.<\/p>\n<p>Juntamente com a peti&ccedil;&atilde;o do Movimento &quot;Cidadania, fam&iacute;lia e Casamento&quot; foi discutido o Projecto de Resolu&ccedil;&atilde;o n.&ordm; 543\/X\/4.&ordf; (CDS-PP), o qual recomenda ao Governo a cria&ccedil;&atilde;o, junto da Presid&ecirc;ncia do Conselho de Ministros, de uma &quot;Comiss&atilde;o de acompanhamento e avalia&ccedil;&atilde;o do novo regime jur&iacute;dico do div&oacute;rcio&quot;.<\/p>\n<p>Pedro Mota Soares, do CDS-PP, lembrou a interven&ccedil;&atilde;o do Presidente da Rep&uacute;blica neste processo legislativo e destacou que se mant&ecirc;m um &quot;conjunto de preocupa&ccedil;&otilde;es&quot; sobre o novo regime do div&oacute;rcio.<\/p>\n<p>Em Agosto de 2008, An&iacute;bal Cavaco Silva devolveu &agrave; Assembleia da Rep&uacute;blica o diploma que alterava o regime jur&iacute;dico do div&oacute;rcio, por entender que a nova lei desprotegia o c&ocirc;njuge que se encontra em situa&ccedil;&atilde;o mais fraca, em caso de ruptura.<\/p>\n<p>Ant&oacute;nio Filipe, do PCP, admitiu a necessidade de uma &quot;monitoriza&ccedil;&atilde;o&quot; da aplica&ccedil;&atilde;o desta nova lei, para &quot;aferir da necessidade&quot; de introdu&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es legislativas, no futuro, mas recusou a cria&ccedil;&atilde;o da referida da Comiss&atilde;o.<\/p>\n<p>Ana Catarina Mendes, do PS, considerou desadequada a reintrodu&ccedil;&atilde;o da &quot;no&ccedil;&atilde;o de culpa&quot; em mat&eacute;ria de div&oacute;rcio, defendendo que a lei &quot;veio introduzir melhorias significativas&quot;.<\/p>\n<p>Helena Pinto, do Bloco de Esquerda, falou de &quot;ideias retr&oacute;gradas, conservadoras&quot;, negando que as mulheres estejam &quot;mais desprotegidas&quot;.<\/p>\n<p>Lu&iacute;s Campos Ferreira, do PSD, lembrou os mais de 4 mil cidad&atilde;os que assinaram a peti&ccedil;&atilde;o, considerando que a nova lei do div&oacute;rcio desvirtua o &quot;conceito de casamento&quot;, o &quot;contrato mais importante das nossas vidas&quot;, e &quot;aumenta significativamente a litigiosidade&quot;. O deputado falou numa &quot;lei do div&oacute;rcio no minuto&quot;, &quot;uma f&oacute;rmula de destruir aquilo que &eacute; a c&eacute;lula base de uma sociedade&quot;.<\/p>\n<p>Em Abril deste ano, na assembleia plen&aacute;ria da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa (CEP), <a href=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/cgi-bin\/noticia.pl?&amp;id=72090\" target=\"_blank\">D. Jorge Ortiga<\/a> condenou a &quot;banaliza&ccedil;&atilde;o&quot; do div&oacute;rcio, afirmando que &quot;as recentes altera&ccedil;&otilde;es legislativas ao regime do div&oacute;rcio, que o facilitam ainda mais e que tornam o casamento civil o mais inst&aacute;vel dos contratos, n&atilde;o podem deixar de ser apontadas como sinal negativo&quot;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parlamento debateu propostas para modificar e supervisionar o impacto da nova legisla\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-40088","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40088","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40088"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40088\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40088"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40088"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40088"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}