{"id":40082,"date":"2009-07-22T11:19:43","date_gmt":"2009-07-22T11:19:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/22\/peregrinacao-nacional-do-movimento-da-mensagem-de-fatima-2\/"},"modified":"2009-07-22T11:19:43","modified_gmt":"2009-07-22T11:19:43","slug":"peregrinacao-nacional-do-movimento-da-mensagem-de-fatima-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/peregrinacao-nacional-do-movimento-da-mensagem-de-fatima-2\/","title":{"rendered":"Peregrina\u00e7\u00e3o Nacional do Movimento da Mensagem de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p>Estamos a celebrar a Eucaristia. A Eucaristia &eacute; uma ac&ccedil;&atilde;o de louvor e agradecimento. Estamos agradecidos a Deus pelo dom do Seu Filho e porque esse Filho, Jesus Cristo, nos amou de tal forma que deu a vida por n&oacute;s. Por n&oacute;s morreu e ressuscitou. Agradecidos, queremos dar gra&ccedil;as, &quot;anunciando a Sua morte, proclamando a Sua ressurrei&ccedil;&atilde;o e esperando a Sua vinda&quot;. <\/p>\n<p>Este Deus que se revela em Jesus de Nazar&eacute;, n&atilde;o &eacute; um Deus &agrave; medida do homem, nem segundo a l&oacute;gica humana. &Eacute; o Deus que, por amor do homem, se faz homem. Um homem-Deus que n&atilde;o se coloca em bicos de p&eacute;s para dar nas vistas, mas se despoja de si pr&oacute;prio, assumindo a condi&ccedil;&atilde;o de servo para servir e libertar. Um Deus que se ajoelha para lavar os p&eacute;s aos disc&iacute;pulos, se entrega e morre por todos, em fidelidade e obedi&ecirc;ncia ao Pai, em atitude de amor que perdoa e salva. <\/p>\n<p>S&oacute; os &quot;pequenos&quot;, os que se tornarem como crian&ccedil;as, os humildes &eacute; que poder&atilde;o compreender os mist&eacute;rios deste Deus, desconcertante e surpreendente nos seus gestos de amor como, ali&aacute;s, nos lembravam as leituras que ouvimos.<\/p>\n<p>O tema desta Peregrina&ccedil;&atilde;o &eacute; <strong>&quot;O Pequeno Francisco, adorador de Jesus Eucaristia&quot;.<\/strong><\/p>\n<p>Francisco era uma crian&ccedil;a, humilde como todas as crian&ccedil;as e sem pretens&otilde;es. Sabia aceitar a sua pequenez de crian&ccedil;a e a sua impot&ecirc;ncia diante da vida. Sente-se dependente de seus pais para sobreviver. Sabe que &eacute; crian&ccedil;a e reconhece-se como tal. <\/p>\n<p>E Jesus revela-se a este pequenino, a Francisco, simples e humilde, mas com a alma grande e capaz de perceber o grandioso mist&eacute;rio de Deus. Desde as apari&ccedil;&otilde;es do Anjo que a devo&ccedil;&atilde;o &agrave; Sant&iacute;ssima Eucaristia foi para ele um ponto de honra e de f&eacute; cada vez mais comprometida com Jesus e a salva&ccedil;&atilde;o dos pecadores. Passava longas horas diante do Sacr&aacute;rio.<\/p>\n<p>&Eacute; L&uacute;cia que o escreve nas suas mem&oacute;rias. Assim:<\/p>\n<p>&quot;Quando ia &agrave; escola, por vezes, ao chegar a F&aacute;tima, dizia-me:<\/p>\n<p>&#8211; Olha: tu vai &agrave; escola. Eu fico aqui na Igreja, junto de Jesus escondido. N&atilde;o me vale a pena aprender a ler; daqui a pouco vou para o C&eacute;u. Quando voltares, vem por c&aacute; chamar-me. (&#8230;)<\/p>\n<p>Depois que adoeceu, dizia-me, &agrave;s vezes, quando, a caminho da escola, passava por sua casa:<\/p>\n<p>&#8211; Olha: vai &agrave; Igreja e d&aacute; muitas saudades minhas a Jesus escondido. Do que tenho mais pena &eacute; de n&atilde;o poder j&aacute; ir a estar uns bocados com Jesus escondido&quot; (MIL IV, n&ordm; 12, p. 141).<\/p>\n<p>Como sabemos, um grande desejo de Francisco era receber a Sagrada Comunh&atilde;o e insistia com a prima para que ela fizesse dilig&ecirc;ncias nesse sentido. E um dia, entre outros, quando L&uacute;cia se dirigia para a igreja paroquial, recomendou-lhe:<\/p>\n<p>&quot;Olha: pede-Lhe para o Senhor Prior me dar a Sagrada Comunh&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p>E quando a L&uacute;cia chegou a casa, ele pergunta-lhe:<\/p>\n<p>&#8211; Pediste a Jesus escondido para o Senhor Prior me dar a Sagrada Comunh&atilde;o?&quot;. (MIL IV, n&ordm; 17, p. 146).<\/p>\n<p>Como ela lhe dissesse que sim, ele prometeu agradecer-lhe pedindo por ela no C&eacute;u.<\/p>\n<p>Mas as coisas pioravam para o lado de Francisco. A pneum&oacute;nica bateu-lhe &agrave; porta. E no esva&iacute;rem-se das suas for&ccedil;as perante o avan&ccedil;o da doen&ccedil;a, ele n&atilde;o desistia.<\/p>\n<p>&#8211; &quot;&Oacute; pai, queria receber o Pai do C&eacute;u antes de morrer &#8211; dizia baixinho.<\/p>\n<p>&#8211; J&aacute; vou tratar disso &#8211; respondia o Senhor Marto, cujo cora&ccedil;&atilde;o chorava quase sem consolo, n&atilde;o s&oacute; na certeza de que ia perder o filho, mas tamb&eacute;m no receio de que mais uma vez o Senhor Prior lhe negasse &quot;o Jesus escondido&quot;.<\/p>\n<p>Enfim, Francisco, depois de ter recebido a Sagrada Comunh&atilde;o dada pelo Anjo, sempre acabou por receber, de novo, e pela &uacute;ltima vez, a Sagrada Comunh&atilde;o. E num momento de muita ternura e sofrimento disse a Jacinta: &quot;Hoje sou mais feliz do que tu, porque tenho dentro do meu peito a Jesus escondido&#8230;&quot;. <\/p>\n<p>A prepara&ccedil;&atilde;o cuidada que ele fez para receber Jesus Eucaristia pedindo inclusive a Jacinta e a L&uacute;cia que o ajudassem a lembrar os seus pecados &eacute; de um encanto extraordin&aacute;rio a contrapor-se ao laxismo com que hoje tantas vezes nos aproximamos da sagrada Comunh&atilde;o&#8230;<\/p>\n<p>Caros Fi&eacute;is,<\/p>\n<p>A Eucaristia foi, &eacute; e ser&aacute; &quot;escola de santos&quot;. E se quis&eacute;ssemos lembrar outra pessoa apaixonada pela Eucaristia, bastar-nos-ia recordar Alexandrina de Balasar, a serva humilde e simples, sofredora e alegre, despojada e pobre, atenta e dedicada, generosa e feita obla&ccedil;&atilde;o ao Senhor, que viveu dominada pelo &quot;ideal eucar&iacute;stico&quot; e se tornou &quot;verdadeira int&eacute;rprete da verdadeira piedade eucar&iacute;stica&quot;.<\/p>\n<p>&nbsp;&quot;Dou-vos gra&ccedil;as, Eterno Pai, por haverdes deixado a Jesus no Sant&iacute;ssimo Sacramento&quot;, rezava ela. &quot;A minha loucura &eacute; a Eucaristia&quot; e &quot;eu queria que o meu cora&ccedil;&atilde;o fosse uma l&acirc;mpada sempre a arder em cada um dos vossos sacr&aacute;rios&quot;. &quot;Pertence-me esta miss&atilde;o: dar almas a Jesus, viver alerta na Eucaristia, alerta sempre, alerta com Jesus. Como borboleta em volta da chama, como pastor vigilante pelo seu cordeiro&quot;. <\/p>\n<p>O Jesus escondido de Francisco, era o Jesus escondido de Alexandrina presente no sacr&aacute;rio da sua igreja paroquial.<\/p>\n<p>Como nos lembram os seus bi&oacute;grafos, para al&eacute;m do testemunho, <em>ela deixou-nos um patrim&oacute;nio imenso de ora&ccedil;&otilde;es a demonstrar o seu grande amor aos sacr&aacute;rios de todo o mundo, num cora&ccedil;&atilde;o cheio de amor simples, comprometido com a sorte dos outros, abrangente e universal. <\/em><\/p>\n<p>Recordemos algumas:<\/p>\n<p>&nbsp;&quot;Meu Jesus, eu quero que cada dor que sentir, cada palpita&ccedil;&atilde;o do meu cora&ccedil;&atilde;o, cada vez que respirar, cada segundo das horas que passar, sejam actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>Eu quero que cada movimento dos meus p&eacute;s, das minhas m&atilde;os, dos meus l&aacute;bios, da minha l&iacute;ngua, cada vez que abrir os meus olhos ou fechar, cada l&aacute;grima, cada sorriso, cada alegria, cada tristeza, cada tribula&ccedil;&atilde;o, cada distrac&ccedil;&atilde;o, contrariedade ou desgosto, sejam actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>Eu quero que cada letra das ora&ccedil;&otilde;es que reze, que ou&ccedil;a rezar, cada palavra que pronuncie ou oi&ccedil;a pronunciar, que leia ou oi&ccedil;a ler, que escreva ou veja escrever, que cante ou oi&ccedil;a cantar, sejam actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>Eu quero que cada beijinho que vos der nas vossas imagens, nas da vossa e minha querida M&atilde;ezinha, nos vossos santos e santas, sejam actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>&Oacute; Jesus, eu quero que cada gotinha de chuva que cai do c&eacute;u para a terra, que toda a &aacute;gua que o mundo encerra, oferecida &agrave;s gotas, todas as areias do mar e tudo o que o mar cont&eacute;m, sejam actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>Eu vos ofere&ccedil;o as folhas das &aacute;rvores, todos os frutos que elas possam ter, as florzinhas, oferecidas folhinha a folhinha, todos os gr&atilde;ozinhos de sementes e de cereais que possa haver no mundo e tudo o que cont&eacute;m os jardins, campos, prados e montes, ofere&ccedil;o tudo como actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>&Oacute; Jesus, eu Vos ofere&ccedil;o as penas das avezinhas, o gorjeio das mesmas, os pelos e vozes de todos os animais, como actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>&Oacute; Jesus, eu Vos ofere&ccedil;o o dia e a noite, o calor e o frio, o vento, a neve, a lua, o luar, sol, a escurid&atilde;o, as estrelas do firmamento, o meu dormir, o meu sonhar, como actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>&Oacute; Jesus, eu vos ofere&ccedil;o tudo o que o mundo encerra, todas as grandezas, riquezas e tesoiros do mundo, tudo o que se passar em mim, tudo quanto tenho costume de oferecer-Vos, tudo quanto se possa imaginar, como actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;<\/p>\n<p>&Oacute; Jesus, aceitai o c&eacute;u e a terra, tudo, tudo quanto neles se encerra, como este tudo fosse meu e de tudo pudesse dispor e oferecer-Vos, como actos de amor para os vossos sacr&aacute;rios&#8230;&quot;.<\/p>\n<p>Sendo a Eucaristia que constr&oacute;i uma comunidade viva e din&acirc;mica, o Sacr&aacute;rio &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o da mesma, &eacute; o ponto de encontro e de descanso, de unidade e de comunh&atilde;o, de paz e de tens&atilde;o, de partida e de converg&ecirc;ncia. Por isso, a restaura&ccedil;&atilde;o dos Lausperenes, a adora&ccedil;&atilde;o do SS. Sacramento com crian&ccedil;as e jovens, a B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do SS. Sacramento, as visitas ao SS Sacramento, a comunh&atilde;o aos doentes&#8230; s&atilde;o tamb&eacute;m o segredo duma Evangeliza&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria e eficaz: Jesus Cristo, vivo e presente, sem O qual n&atilde;o teremos a Vida em n&oacute;s e nada poderemos fazer. <\/p>\n<p>Karl Rahner lembrava que<em> &quot;a Igreja tem necessidade de redescobrir a rela&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima que existe entre a Eucaristia e a vida dos homens, mostrando que a assembleia eucar&iacute;stica se prolonga numa esp&eacute;cie de liturgia da vida quotidiana&#8230;&quot;.<\/em><\/p>\n<p>Ontem como hoje. O Santu&aacute;rio de F&aacute;tima continua no seu posto como Altar do Mundo. Multid&otilde;es aqui chegam, de perto e de longe, com f&eacute; e devo&ccedil;&atilde;o (ou sem elas). Uns, com dores no corpo. Outros, com feridas na alma. Neste lugar ecoa o mist&eacute;rio de Deus e a grandeza dos simples e humildes. Este lugar incute esperan&ccedil;a, faz-nos assumir atitudes de vida que libertam e salvam, aponta para a grandeza da vida e o valor da cruz. Proporciona-nos um encontro &iacute;ntimo com Cristo na riqueza bela do sil&ecirc;ncio e da paz.<\/p>\n<p>Aqui, avivamos a nossa f&eacute; em Jesus Cristo, p&atilde;o vivo descido do C&eacute;u para a vida do mundo, <em>a entrega m&uacute;tua, de Cristo &aacute; Igreja, da Igreja a Jesus Cristo Seu Senhor, de ambos ao Pai, para louvor da Sant&iacute;ssima Trindade e reden&ccedil;&atilde;o do mundo. <\/em><\/p>\n<p>Aqui, ao olhar para os Pastorinhos, contemplamos a eucaristia<em> &quot;fonte e centro de toda a vida crist&atilde;&quot; (LG, 11). <\/em>Deixamos nascer em n&oacute;s o gosto da ora&ccedil;&atilde;o contemplativa perante o SS. Sacramento como fonte de santifica&ccedil;&atilde;o, de fecundidade apost&oacute;lica, de compromisso solid&aacute;rio.<\/p>\n<p>Aqui nasceu e daqui parte o Movimento da Mensagem de F&aacute;tima que vive e promove a Mensagem de Nossa Senhora de F&aacute;tima. Mensagem que &eacute; eminentemente eucar&iacute;stica desde as apari&ccedil;&otilde;es do Anjo at&eacute; hoje. N&atilde;o desanimem na expans&atilde;o da Mensagem no que ela tem de central e procurem-no fazer sem sentimentalismos est&eacute;reis nem pieguices que afastam. Que as nossas comunidades saibam descobrir na Eucaristia celebrada, vivida e adorada o centro da vida espiritual de cada um, a fonte da vitalidade apost&oacute;lica, o segredo da uni&atilde;o familiar como comunidade de vida e de amor, o crescimento eclesial da comunidade paroquial que vai aprendendo a encontrar na Eucaristia e no Sacr&aacute;rio a meta para onde tudo deve convergir e donde tudo deve partir.<\/p>\n<p>Fazer da Adora&ccedil;&atilde;o Eucar&iacute;stica uma escola de ora&ccedil;&atilde;o &quot;&eacute; um servi&ccedil;o pastoral importante que cada par&oacute;quia deve promover como sendo uma prioridade&quot;.<\/p>\n<p>Que o Senhor aben&ccedil;oe o vosso trabalho de respons&aacute;veis nacionais, diocesanos e paroquiais. Que os sacr&aacute;rios das nossas igrejas sejam o cora&ccedil;&atilde;o das nossos par&oacute;quias e da actividade pastoral de cada um de n&oacute;s.<\/p>\n<p>Igreja da Sant&iacute;ssima Trindade, 18 de Julho de 2009<\/p>\n<p align=\"right\"><em>+Antonino Dias, Bispo de Portalegre-Castelo Branco<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estamos a celebrar a Eucaristia. A Eucaristia &eacute; uma ac&ccedil;&atilde;o de louvor e agradecimento. Estamos agradecidos a Deus pelo dom do Seu Filho e porque esse Filho, Jesus Cristo, nos amou de tal forma que deu a vida por n&oacute;s. Por n&oacute;s morreu e ressuscitou. Agradecidos, queremos dar gra&ccedil;as, &quot;anunciando a Sua morte, proclamando a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[103,179,207,246],"class_list":["post-40082","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-alexandrina-de-balasar","tag-diocese-de-portalegre-castelo-branco","tag-fatima","tag-liturgia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40082","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40082"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40082\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}