{"id":40056,"date":"2009-07-21T10:00:56","date_gmt":"2009-07-21T10:00:56","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/21\/padre-e-pescador-joao-brasil\/"},"modified":"2009-07-21T10:00:56","modified_gmt":"2009-07-21T10:00:56","slug":"padre-e-pescador-joao-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/padre-e-pescador-joao-brasil\/","title":{"rendered":"Padre e&#8230; Pescador: Jo\u00e3o Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Ligado umbilicalmente ao mar, o Pe. Jo&atilde;o Brasil gosta de ir pescar nos tempos livres. Com 44 anos (30 de Julho de 1965), este sacerdote da diocese de Angra nasceu na Ilha de S. Jorge e, actualmente, &eacute; p&aacute;roco na Ilha Graciosa. &quot;Comprei um pequeno barco com os meus irm&atilde;os e pescava com familiares e amigos&quot; &#8211; disse &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA. <\/p>\n<p>Nas lides piscat&oacute;rias, o padre pescador esclarece que n&atilde;o faz pesca de rede. Apenas &quot;submarina, miudeza e, menos vezes, a pesca do alto&quot;. E acrescenta: &quot;tipo de pesca artesanal&quot;. A cana, a linha e o anzol s&atilde;o utens&iacute;lios essenciais para ocupar os tempos livres. Ordenado sacerdote a 25 de Junho de 1989, este pescador sublinha que &quot;nem sempre se consegue tirar peixe&quot;. <\/p>\n<p>Quando o grupo de amigos se junta e o mar est&aacute; prop&iacute;cio, o barco &eacute; o companheiro na ondula&ccedil;&atilde;o. &quot;Vamos pescar para fazermos uma jantarada&quot; &#8211; disse. Quando a faina &eacute; boa, este grupo de amigos n&atilde;o vende o peixe. Se sobrar &quot;damos &agrave;s pessoas&quot;. Os a&ccedil;orianos t&ecirc;m o mar no sangue e quando &quot;temos um bocadinho de tempo vamos relaxar, descansar e pescar para o mar&quot;. <\/p>\n<p>Como o mar n&atilde;o &eacute; para brincadeiras, o Pe. Jo&atilde;o Brasil vai sempre com os amigos para o Oceano Atl&acirc;ntico. Ap&oacute;s a pescaria, as brasas esperam pelo fruto do hobby. Na confec&ccedil;&atilde;o, &quot;todos fazem qualquer coisa&quot;. Enquanto uns abrem o peixe, os outros preparam a mesa para o repasto da comunh&atilde;o. <\/p>\n<p>Este pescador n&atilde;o gosta de ser conotado com o ditado popular &#8211; &laquo;Pescador e Ca&ccedil;ador s&atilde;o uns exagerados&raquo; e confessa que n&atilde;o sabe &quot;nem o tamanho, nem o peso dos peixes&quot; que a linha trouxe com a ajuda do isco. &quot;N&atilde;o ligo a records&quot;. O l&iacute;rio, chicharro, veja, garoupa e o sargo s&atilde;o as esp&eacute;cies mais abundantes no mar que banha a ilha Graciosa. &quot;Temos tamb&eacute;m a miudeza &#8211; peixes mais pequenos &#8211; que servem para fritar&quot; &#8211; esclarece.<\/p>\n<p>O Ver&atilde;o &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o preferida para as pescarias. &quot;No Inverno o mar est&aacute; mais perigoso, por isso vamos poucas vezes&quot;. N&atilde;o se aventuram a percorrer muitas milhas. &quot;Para pescar n&atilde;o &eacute; preciso ir muito longe, temos aqui algumas ba&iacute;as&quot;.<\/p>\n<p>Para al&eacute;m de ser pescador em part-time, o Pe. Jo&atilde;o Brasil &eacute; tamb&eacute;m instrutor de mergulho de garrafa. &quot;Sou instrutor de escafandro&quot; &#8211; explica. Lentamente, tirou o curso com uns amigos e d&aacute; aulas nesta &aacute;rea. Actualmente, &quot;estamos a dar um curso a onze pessoas&quot;.<img decoding=\"async\" style=\"width: 242px; height: 165px\" src=\"http:\/\/farm4.static.flickr.com\/3630\/3742515422_2b3ef49759.jpg?v=0\" alt=\"\" width=\"242\" height=\"165\" align=\"right\" \/><\/p>\n<p>A pesca submarina &eacute; outra paix&atilde;o. &quot;&Eacute; diferente porque temos de ir para as &laquo;baixas&raquo; (rochas mais afastadas) onde existem pesqueiros&quot;. Com o barco ao largo &#8211; &quot;fica sempre algu&eacute;m a tomar conta da embarca&ccedil;&atilde;o&quot; &#8211; e o seu equipamento, o Pe. Jo&atilde;o Brasil mergulha na busca do peixe e das belezas do mar. O medo elimina-se com a experi&ecirc;ncia, mas &quot;j&aacute; apanhei alguns sustos: tempestades e tubar&otilde;es&quot;. Tamb&eacute;m j&aacute; visualizou baleias, todavia estas &quot;passam mais na zona da ilha do Pico e do Faial&quot;.<\/p>\n<p>As regras est&atilde;o estabelecidas. Na pesca submarina n&atilde;o se pode &quot;apanhar mais de dez peixes&quot; por pessoa. Se o n&uacute;mero for superior, &quot;estamos sujeitos a uma multa da Pol&iacute;cia Mar&iacute;tima&quot;. Nas lides piscat&oacute;rias nem sempre corre tudo bem. &quot;&Agrave;s vezes perde-se um arp&atilde;o, uma arma ou a b&oacute;ia com o peixe&quot; &#8211; reconhece.<\/p>\n<p>Este sacerdote n&atilde;o tem medo dos peixes. J&aacute; os conhece e sabe os seus h&aacute;bitos. &quot;As moreias est&atilde;o l&aacute; nos seus buracos e n&atilde;o temos nada que colocar l&aacute; as m&atilde;os&quot; &#8211; disse. Este pescador consciencioso s&oacute; &quot;apanha o peixe necess&aacute;rio&quot;. Olha para o futuro e fica preocupado com o desaparecimento de algumas esp&eacute;cies. <\/p>\n<p>Os golfinhos s&atilde;o os parceiros predilectos neste sobe e desce das ondas. &quot;V&ecirc;m brincar, muitas vezes, para a proa do barco&quot;. Para al&eacute;m destes cet&aacute;ceos, os paroquianos s&atilde;o os companheiros de viagem. &quot;Somos poucos padres e cada um tem as suas ac&ccedil;&otilde;es pastorais&quot;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>P&aacute;roco, professor, mergulhador<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 236px; height: 186px\" src=\"http:\/\/farm3.static.flickr.com\/2498\/3742513714_acf79f1f3f.jpg?v=0\" alt=\"\" width=\"236\" height=\"186\" align=\"left\" \/>De forma oval e com cerca de 60 Km2 de superf&iacute;cie, a Ilha Graciosa tem quatro par&oacute;quias: Praia (S. Mateus); Santa Cruz, Guadalupe e Luz. Pouco montanhosa, plana e baixa na &aacute;rea norte e nordeste, eleva-se lentamente at&eacute; &agrave; altitude de 398 m no Pico Tim&atilde;o, localizado no centro. O Pe. Jo&atilde;o Brasil tem a seu cargo a par&oacute;quia da Praia &#8211; cujo padroeiro &eacute; S. Mateus &#8211; e tamb&eacute;m joga futsal, tocou viol&atilde;o num rancho folcl&oacute;rico da Ilha de S. Jorge e &eacute; professor de Educa&ccedil;&atilde;o Moral e Religiosa Cat&oacute;lica (EMRC).<\/p>\n<p>No mergulho amador, o limite de profundidade &quot;n&atilde;o nos deixa passar dos 40 metros&quot;. Uma descida por etapas com a ajuda de um &quot;computadorzinho que nos regula&quot; e transmite a informa&ccedil;&atilde;o correcta e os &quot;tempos de descompress&atilde;o&quot;. Com paragens obrigat&oacute;rias, os mergulhadores devem saber &quot;as sequ&ecirc;ncias&quot; para que o organismo n&atilde;o sofra as sequelas.<\/p>\n<p>Nas profundezas do oceano, este padre da Ilha Graciosa sente-se no &quot;mundo do sil&ecirc;ncio&quot;. E acrescenta: &quot;&eacute; o melhor que os A&ccedil;ores t&ecirc;m&quot;. Ao falar das cores que iluminam o oceano, o Pe. Jo&atilde;o Brasil esclarece: &quot;com a profundidade v&atilde;o-se perdendo algumas cores&quot;. Desaparece o vermelho, o amarelo&#8230; O mergulho tem &quot;outra beleza&quot; at&eacute; aos 20 metros de profundidade. Com a sua m&aacute;quina fotogr&aacute;fica regista estes segredos do mar. &quot;&Eacute; um hobby muito engra&ccedil;ado&quot;.<\/p>\n<p>A timidez da sua voz indica-nos o caminho&#8230; Aponta-nos para o transcendente e as raz&otilde;es deste misticismo. &quot;Habitu&aacute;mo-nos a viver sozinhos e fechados pelo mar&quot;. Este &eacute; &quot;o primeiro companheiro&quot;, por isso &quot;o a&ccedil;oriano &eacute; introvertido por natureza&quot;. <\/p>\n<p>Apesar de considerar o mar como companheiro, este sacerdote n&atilde;o tem o h&aacute;bito de ir sozinho para o oceano. &quot;Pode acontecer algo&#8230; uma das regras de seguran&ccedil;a &eacute; ir acompanhado&quot;. Olhar o estrelado do c&eacute;u e sentir o baloi&ccedil;ar das ondas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; muito aconselh&aacute;vel.&nbsp; &quot;Tamb&eacute;m n&atilde;o gosto. J&aacute; fiz mergulho nocturno e n&atilde;o gostei muito&quot; &#8211; confessou.<\/p>\n<p>Tal como a movimenta&ccedil;&atilde;o mar&iacute;tima que &laquo;beija&raquo; as ilhas de bruma, o nevoeiro inicial do di&aacute;logo come&ccedil;a a desvanecer-se. A contrariedade existente no arquip&eacute;lago &#8211; vulc&otilde;es e terramotos &#8211; &quot;ajuda a ligarmo-nos ao transcendente&quot;. Em certas circunst&acirc;ncias considera-se introvertido. &quot;No in&iacute;cio sou&#8230;&quot; &#8211; confessa.<\/p>\n<p>Os sismos moldam a personalidade do a&ccedil;oriano e a tradi&ccedil;&atilde;o religiosa popular centra-se no pedido de aux&iacute;lio. Nossa Senhora da Sa&uacute;de e Nossa Senhora do Socorro s&atilde;o express&otilde;es &quot;utilizadas com frequ&ecirc;ncia&quot;. <\/p>\n<p>Tem duas embarca&ccedil;&otilde;es &#8211; &laquo;S. Mateus&raquo; (faz parte de uma sociedade) e o &laquo;Trimix&raquo;. O Pe. Jo&atilde;o Brasil explica o porqu&ecirc; dos nomes dos barcos. O Trimix &eacute; um barco de fibra &#8211; com 5 metros e 45 cent&iacute;metros &#8211; e esta express&atilde;o utiliza-se no mergulho. &quot;&Eacute; um mergulho com tr&ecirc;s misturas&quot;. Em rela&ccedil;&atilde;o ao S. Mateus, &quot;coloc&aacute;mos este nome porque &eacute; o padroeiro da par&oacute;quia&quot;.<\/p>\n<p>Conotado com a sua riqueza ao n&iacute;vel do peixe, o Pe. Jo&atilde;o Brasil frisou que, actualmente, &quot;j&aacute; n&atilde;o existe tanto peixe como as pessoas pensam&quot;. As redes &quot;clandestinas est&atilde;o a matar muito peixe&quot; porque as pessoas &quot;n&atilde;o cumprem as regras&quot;.<\/p>\n<p>Foi para o semin&aacute;rio com 15 anos, mas sempre que estava de f&eacute;rias o mar recebia-o de bra&ccedil;os abertos. &quot;Os superiores do semin&aacute;rio n&atilde;o lhe diziam nada porque s&atilde;o a&ccedil;orianos e percebem esta liga&ccedil;&atilde;o entre as pessoas e o mar&quot;. Enquanto nas ilhas maiores &#8211; caso de S. Miguel &#8211; existem freguesias de costas voltadas para o mar, nas ilhas mais pequenas &#8211; caso da Graciosa e S. Jorge &#8211; &quot;muitas fam&iacute;lias n&atilde;o compram peixe&quot;. H&aacute; sempre uma &nbsp;que tem um barco e apanha peixe para os vizinhos. &quot;Existe o sentido de comunidade e comunh&atilde;o entre as pessoas&quot;. E completa: &quot;Na ilha Graciosa n&atilde;o h&aacute; uma peixaria&quot;.<img decoding=\"async\" style=\"width: 216px; height: 136px\" src=\"http:\/\/farm4.static.flickr.com\/3524\/3742514518_2cec21861e.jpg?v=0\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"136\" align=\"right\" \/><\/p>\n<p>Conhece as nove ilhas que comp&otilde;em o arquip&eacute;lago &#8211; Corvo, Flores, Graciosa, Pico, S. Jorge, Faial, Terceira, Santa Maria e S. Miguel &#8211; e quando lhe disse que estive duas semanas na Ilha do Corvo respondeu prontamente: &quot;Isso &eacute; um acto her&oacute;ico&quot;. N&atilde;o teve problemas de adapta&ccedil;&atilde;o na Graciosa porque as estas terras vulc&acirc;nicas s&atilde;o &quot;praticamente todas semelhantes&quot;. <\/p>\n<p>Ordenado h&aacute; 20 anos, o Pe. Jo&atilde;o Brasil esteve dois anos na Ilha das Flores, 10 em S. Jorge e est&aacute; h&aacute; oito anos na Ilha Graciosa. &quot;Estamos sempre a aprender com os outros&quot; visto que cada ilh&eacute;u tem a sua experi&ecirc;ncia de vida.<\/p>\n<p>Com cerca de mil paroquianos e os servi&ccedil;os pastorais organizados, este padre considera-se pr&oacute;ximo da popula&ccedil;&atilde;o. &quot;Devemos estar com as pessoas e movimentar os grupos existentes&quot;. E conclui: &quot;a maioria dos ap&oacute;stolos eram pescadores&quot;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ligado umbilicalmente ao mar, o Pe. Jo&atilde;o Brasil gosta de ir pescar nos tempos livres. Com 44 anos (30 de Julho de 1965), este sacerdote da diocese de Angra nasceu na Ilha de S. Jorge e, actualmente, &eacute; p&aacute;roco na Ilha Graciosa. &quot;Comprei um pequeno barco com os meus irm&atilde;os e pescava com familiares e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[122,169,194],"class_list":["post-40056","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-brasil","tag-diocese-de-angra","tag-emrc"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40056"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40056\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}