{"id":400460,"date":"2025-11-19T11:46:03","date_gmt":"2025-11-19T11:46:03","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=400460"},"modified":"2025-11-19T11:46:03","modified_gmt":"2025-11-19T11:46:03","slug":"missionarios-da-fe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/missionarios-da-fe\/","title":{"rendered":"Mission\u00e1rios da F\u00e9"},"content":{"rendered":"<p>Funda\u00e7\u00e3o AIS lan\u00e7a campanha de Natal em apoio aos catequistas<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-400461 size-large\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722-400x267.jpg 400w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/ACN-20250827-193722.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p><em>\u201cCatequistas \u2013 Mission\u00e1rios da F\u00e9\u201d \u00e9 o nome da campanha que a Funda\u00e7\u00e3o AIS acaba de lan\u00e7ar em Portugal, com o objectivo de sensibilizar a opini\u00e3o p\u00fablica para o trabalho destes homens e mulheres que chegam a arriscar a vida na sua miss\u00e3o evangelizadora junto de crian\u00e7as, jovens e adultos. Muitas vezes, em muitos lugares, em diversos pa\u00edses, na aus\u00eancia de sacerdotes ou de religiosas, os catequistas s\u00e3o mesmo a \u00fanica presen\u00e7a vis\u00edvel da Igreja.<\/em><\/p>\n<p>George era mu\u00e7ulmano at\u00e9 que um dia descobriu Jesus. Foi de tal forma arrebatador que hoje em dia \u00e9 catequista. Mas n\u00e3o foi f\u00e1cil. Chegou mesmo a ser doloroso. George \u00e9 tanzaniano. Quando a fam\u00edlia e vizinhos descobriram que ele se tinha convertido ao Cristianismo, expulsaram-no da aldeia. Foi perseguido, insultado e at\u00e9 ridicularizado. Mas nunca desistiu e a sua hist\u00f3ria \u00e9 inspiradora. George \u00e9 exemplo tamb\u00e9m da coragem dos catequistas que em tantos pa\u00edses e regi\u00f5es do mundo levam at\u00e9 ao fim a sua miss\u00e3o apesar das amea\u00e7as, da viol\u00eancia, apesar de arriscarem at\u00e9 a pr\u00f3pria vida. Apoiar os catequistas e sensibilizar a opini\u00e3o p\u00fablica para o trabalho destes \u201cmission\u00e1rios da f\u00e9\u201d, \u00e9 o objectivo principal da Campanha de Natal que a Funda\u00e7\u00e3o AIS acaba de lan\u00e7ar em Portugal, e a n\u00edvel internacional.\u00a0 A hist\u00f3ria de George, um catequista da Tanz\u00e2nia, \u00e9 apresentada num Boletim, editado pela Ajuda \u00e0 Igreja que Sofre e que ao longo dos pr\u00f3ximos dias vai chegar a casa de milhares de benfeitores e amigos da funda\u00e7\u00e3o pontif\u00edcia no nosso pa\u00eds. \u201cA Funda\u00e7\u00e3o AIS apoia estes her\u00f3is da f\u00e9, oferecendo forma\u00e7\u00e3o, meios de subsist\u00eancia, transportes, B\u00edblias e material catequ\u00e9tico\u201d, escreve a directora da AIS no referido Boletim, explicando que os Portugueses s\u00e3o convidados n\u00e3o s\u00f3 a rezar mas tamb\u00e9m a manifestarem a sua solidariedade para com os catequistas, especialmente os que realizam a sua miss\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es muito dif\u00edceis. \u201cEm contextos de pobreza, persegui\u00e7\u00e3o ou isolamento, os catequistas s\u00e3o a \u00e2ncora espiritual de milhares de fam\u00edlias\u201d, afirma Catarina Martins de Bettencourt. \u201cCom enorme dedica\u00e7\u00e3o, oferecem f\u00e9, consolo e acompanhamento espiritual\u201d, acrescenta, sublinhando que \u201cestes homens e mulheres preparam crian\u00e7as e adultos para os sacramentos, evangelizam aldeias esquecidas e fortalecem comunidades com uma fidelidade silenciosa e her\u00f3ica\u201d e que, por tudo isso, \u201cs\u00e3o os alicerces vivos da Igreja nos lugares mais vulner\u00e1veis do mundo\u201d.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rias de amor no meio da mis\u00e9ria<\/strong><\/p>\n<p>Tal como George, tamb\u00e9m Peter Jurwel sabe bem como \u00e9 duro, dif\u00edcil e muito exigente a miss\u00e3o de catequista. Peter vive no Sud\u00e3o do Sul e pertence \u00e0 tribo Dinka. No seu mundo rural, os campos s\u00e3o ainda trabalhados a golpes de enxada e ele sabe bem o que significam as m\u00e3os calejadas que largam as sementes na terra na esperan\u00e7a de que depois, se cair alguma chuva, elas se transformem em promessas de verde, em vida. Homem simples, sem vaidades, ele procura tirar do ventre da terra o sustento para o dia-a-dia da sua fam\u00edlia dividindo o tempo com o trabalho de catequista. \u201cTornei-me catequista para que o nosso povo conhecesse a Palavra de Deus e abandonasse tradi\u00e7\u00f5es como a bruxaria\u201d, explica num depoimento que pode ser lido no Boletim da Funda\u00e7\u00e3o AIS. \u201cQuando tenho dificuldades, espero que algu\u00e9m me ajude a continuar\u201d, diz. \u201cPrecisamos da vossa ajuda, da ajuda dos benfeitores da AIS. As vossas ora\u00e7\u00f5es e apoio ir\u00e3o trazer a Palavra de Deus ao Sud\u00e3o do Sul\u201d, acrescenta. \u00c0 falta de instala\u00e7\u00f5es, a sombra de uma \u00e1rvore generosa \u00e9 suficiente para se improvisar uma sala de aulas. Algumas cadeiras de pl\u00e1stico emprestam alguma solenidade e \u00e9 assim, com v\u00e1rias crian\u00e7as, jovens e adultos sentados \u00e0 sua frente, que Peter vai semeando a Palavra de Deus. Tal como Peter e George, tamb\u00e9m Babu Patras sabe o que significa ser catequista no meio dos mais pobres, no meio dos desfavorecidos da sociedade. A hist\u00f3ria de Patras \u00e9 tamb\u00e9m exemplar. Ele vive no Paquist\u00e3o e j\u00e1 o seu bisav\u00f4 era catequista, tal como os seus pais. H\u00e1, na fam\u00edlia, a nobreza do legado do servi\u00e7o \u00e0 comunidade. Patras \u00e9 ainda novo. Atr\u00e1s das lentes grossas dos seus \u00f3culos v\u00ea um mundo duro com ruas de terra batida, casas de tijolo cru, carro\u00e7as ainda puxadas por animais, crian\u00e7as e homens a amassar barro para a constru\u00e7\u00e3o. S\u00e3o todos pobres. S\u00e3o os seus eleitos. Babu \u00e9 catequista n\u00e3o s\u00f3 pelo cont\u00e1gio do exemplo do bisav\u00f4 e dos seus pais, mas tamb\u00e9m porque recebeu, entretanto, uma bolsa de forma\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o AIS, oferecida pelos benfeitores da Ajuda \u00e0 Igreja que Sofre. Num pa\u00eds onde os Crist\u00e3os s\u00e3o confundidos com os mais pobres dos pobres, os catequistas est\u00e3o presentes junto das popula\u00e7\u00f5es mesmo nos bairros mais miser\u00e1veis, mesmo nos sub\u00farbios onde ningu\u00e9m vai. Babu Patras agradece toda a ajuda recebida e pede que a AIS possa apoiar na forma\u00e7\u00e3o de mais catequistas. \u201cO vosso apoio \u00e9 necess\u00e1rio para que uma nova gera\u00e7\u00e3o de catequistas tamb\u00e9m possa servir a Palavra de Deus\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Campanha de Natal da Funda\u00e7\u00e3o AIS<\/strong><\/p>\n<p>A Campanha de Natal da Funda\u00e7\u00e3o AIS d\u00e1 a conhecer outras hist\u00f3rias de catequistas exemplares, que n\u00e3o desistem da sua miss\u00e3o apesar das dificuldades e at\u00e9 das amea\u00e7as. \u00c9 o caso, ainda de Mathieu Sawadogo e da mulher, Pauline, do Burquina Fasso, que foram raptados na casa onde viviam, numa aldeia relativamente perto do Mali, por terroristas isl\u00e2micos. Passaram quatro meses no deserto, um tempo de cativeiro que nunca mais conseguir\u00e3o esquecer, at\u00e9 porque Pauline estava gr\u00e1vida. Nesses intermin\u00e1veis dias e noites refugiaram-se na ora\u00e7\u00e3o. \u201cPensei que me iam matar \u2013 confessa Mathieu \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o AIS, num testemunho que \u00e9 publicado no Boletim \u2013, mas n\u00e3o senti medo. Perdi a esperan\u00e7a de viver mas nunca renunciei \u00e0 f\u00e9. Optei por morrer como m\u00e1rtir. Us\u00e1mos pedrinhas em vez de contas e todas as noites rez\u00e1vamos 700 contas do Ter\u00e7o\u201d, relata. Foram libertados, depois de os terroristas terem perdido a esperan\u00e7a de que os conseguiriam converter ao Isl\u00e3o. O beb\u00e9 morreu, mas a f\u00e9 deste casal ficou ainda mais forte, mais resiliente. \u201cPedimos a vossa ajuda para o Burquina Fasso\u201d, diz Mathieu, sabendo da Campanha de Natal da Funda\u00e7\u00e3o AIS que se destina a ajudar catequistas como ele e a sua mulher. \u201cO nosso fardo \u00e9 pesado, mas a vossa generosidade ir\u00e1 reconstruir a nossa vida de f\u00e9, que outrora j\u00e1 foi t\u00e3o bela no nosso pa\u00eds\u201d, acrescenta. \u201cApoie um Catequista e leve luz a toda a comunidade\u201d, \u00e9 o lema da Campanha de Natal da Funda\u00e7\u00e3o AIS. Entre os exemplos do que a ajuda dos benfeitores e amigos da AIS pode significar em concreto, \u00e9 referido o apoio alimentar a 359 catequistas da Diocese de Rumbek, no Sud\u00e3o do Sul, assim como a oferta de 16 motocicletas para que a miss\u00e3o destes her\u00f3is da f\u00e9 se possa cumprir em Rollo, no Burquina Fasso, numa regi\u00e3o onde vivem mais de 3 mil crist\u00e3os e fam\u00edlias deslocadas pela viol\u00eancia terrorista. No Paquist\u00e3o, a ajuda da AIS permitir\u00e1 a reconstru\u00e7\u00e3o do Centro Catequ\u00e9tico de S\u00e3o Mathias Mulumba, em Lindi, na Tanz\u00e2nia, assim como o financiamento de diversos programas de forma\u00e7\u00e3o para crian\u00e7as e jovens em Jaranwala, no Paquist\u00e3o. Como recorda o Papa Le\u00e3o XIV, \u201cos catequistas s\u00e3o a vida da Igreja nas periferias da f\u00e9; eles levam a luz de Cristo a todos os recantos, com paci\u00eancia e amor, tornando vis\u00edvel o cora\u00e7\u00e3o da Igreja para aqueles que mais necessitam\u201d. A Campanha de Natal da Funda\u00e7\u00e3o AIS tem como objectivo precisamente dar condi\u00e7\u00f5es para que estes catequistas, estes homens e mulheres de coragem, possam continuar com a sua miss\u00e3o, apesar de todas as dificuldades que t\u00eam de enfrentar. \u201cQue nunca falte \u00e0 Igreja a coragem destes mission\u00e1rios da f\u00e9 e que, atrav\u00e9s de cada um de n\u00f3s, Deus possa continuar a chegar a regi\u00f5es que o mundo ignora\u201d, afirma Catarina Martins de Bettencourt. \u201c\u00c9 tamb\u00e9m gra\u00e7as a si \u2013 afirma a directora da AIS de Portugal, dirigindo-se a todos os benfeitores e amigos da funda\u00e7\u00e3o pontif\u00edcia \u2013 que esta miss\u00e3o continuar\u00e1!\u201d<\/p>\n<p><em>Paulo Aido<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><em>(Os artigos de opini\u00e3o publicados na sec\u00e7\u00e3o \u2018Opini\u00e3o\u2019 e \u2018Rubricas\u2019 do portal da Ag\u00eancia Ecclesia s\u00e3o da responsabilidade de quem os assina e vinculam apenas os seus autores.)<\/em><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Funda\u00e7\u00e3o AIS lan\u00e7a campanha de Natal em apoio aos 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