{"id":39912,"date":"2009-07-09T18:09:16","date_gmt":"2009-07-09T18:09:16","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/09\/voluntarios-sao-mais-valia-para-a-cooperacao\/"},"modified":"2009-07-09T18:09:16","modified_gmt":"2009-07-09T18:09:16","slug":"voluntarios-sao-mais-valia-para-a-cooperacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/voluntarios-sao-mais-valia-para-a-cooperacao\/","title":{"rendered":"Volunt\u00e1rios s\u00e3o mais-valia para a coopera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Portugal volta a enviar mais volunt&aacute;rios mission&aacute;rios este Ver&atilde;o, para trabalhar em projectos de coopera&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento, sobretudo em pa&iacute;ses lus&oacute;fonos. Cerca de quatro centenas de volunt&aacute;rios portugueses partem para dez pa&iacute;ses diferentes, refor&ccedil;ando a din&acirc;mica de voluntariado mission&aacute;rio no nosso pa&iacute;s, com 50 entidades promotoras. <\/p>\n<p>Segundo a <a href=\"http:\/\/www.fecongd.net\/\" target=\"_blank\">Funda&ccedil;&atilde;o Evangeliza&ccedil;&atilde;o e Culturas<\/a> (FEC), este ano s&atilde;o 381 volunt&aacute;rios, mais 99 do que em 2008, o que representa um aumento de 35%.<\/p>\n<p>Ana Patr&iacute;cia Fonseca, da FEC, explica ao Programa ECCLESIA que os volunt&aacute;rios s&atilde;o na sua grande maioria jovens estudantes universit&aacute;rios e rec&eacute;m-licenciados (56%), mas nos &uacute;ltimos anos tem vindo a aumentar o n&uacute;mero de pessoas em idade activa que fazem este tipo de experi&ecirc;ncia nas f&eacute;rias ou tiram licen&ccedil;as sem vencimento (44%) e tamb&eacute;m reformados.<\/p>\n<p>Segundo esta respons&aacute;vel, aqueles que partem &quot;querem contribuir com alguma coisa que querem fazer, com conhecimentos, com tempo&quot;. Com recursos escassos em muitos dos pa&iacute;ses de destino, os volunt&aacute;rios s&atilde;o &quot;mais-valias&quot; para os projectos de desenvolvimento a decorrer no terreno.<\/p>\n<p>As &aacute;reas de trabalho s&atilde;o quase sempre as mesmas: a sa&uacute;de, a educa&ccedil;&atilde;o e a evangeliza&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a parte principal. As motiva&ccedil;&otilde;es, essas, est&atilde;o na vontade de ajudar o outro e na f&eacute; de cada um.<\/p>\n<p>Este ano, os volunt&aacute;rios partir&atilde;o em miss&atilde;o para Mo&ccedil;ambique, Angola, Cabo Verde, Guin&eacute;-Bissau, S&atilde;o Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe, Brasil, Timor-Leste, Rep&uacute;blica Centro-Africana, Taiwan e Tail&acirc;ndia. 70 repetem mesmo a experi&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Mo&ccedil;ambique, &agrave; semelhan&ccedil;a dos anos anteriores, &eacute; o pa&iacute;s para onde parte o maior n&uacute;mero de volunt&aacute;rios (208), o que equivale a 55 por cento das partidas. A grande maioria dos volunt&aacute;rios (84%) ir&aacute; participar em miss&otilde;es de curta dura&ccedil;&atilde;o (de 15 dias a seis meses) e os restantes ir&atilde;o ficar por mais de um ano.<\/p>\n<p>Hugo Gon&ccedil;alves, da par&oacute;quia de Fam&otilde;es, j&aacute; esteve em quatro experi&ecirc;ncias mission&aacute;rias em Nambuangongo, na Prov&iacute;ncia do Bengo. Desde 2003 que a par&oacute;quia do Patriarcado de Lisboa e a de Angola se encontram geminadas, particularmente vis&iacute;vel no projecto &quot;Tuala Kumoxi&quot; (Estamos juntos).<\/p>\n<p>Da prepara&ccedil;&atilde;o de viagem aos apoios financeiros, todas as iniciativas se inserem numa &quot;l&oacute;gica de continuidade&quot;. &quot;A nossa grande aposta &eacute; a evangeliza&ccedil;&atilde;o, a pastoral dos Sacramentos&quot;, indica Hugo Gon&ccedil;alves, lembrando casos de par&oacute;quias que n&atilde;o viam um Bispo h&aacute; mais de 50 anos ou aldeias em que &quot;as crian&ccedil;as nunca tinham visto uma pessoa branca&quot;.<\/p>\n<p>&quot;Al&eacute;m de toda a emo&ccedil;&atilde;o que h&aacute;, existe um sentido da miss&atilde;o da Igreja&quot;, assegura.<\/p>\n<p>T&acirc;nia Sofia Lopes, por seu lado, prepara-se para partir pela primeira vez. A jovem volunt&aacute;ria parte com os Mission&aacute;rios da Consolata, rumo a Mo&ccedil;ambique, por causa do &quot;bichinho da Miss&atilde;o&quot;.<\/p>\n<p>A aposta, neste caso, vai para a &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o, com &quot;explica&ccedil;&otilde;es&quot;, e para o centro de sa&uacute;de, aproveitando a experi&ecirc;ncia de alguns jovens nessa &aacute;rea.<\/p>\n<p>Ana Patr&iacute;cia Fonseca sublinha precisamente que &quot;a ideia &eacute; o volunt&aacute;rio poder dar parte do seu conhecimento, com toda a estrutura que foi adquirindo ao longo dos anos&quot;, colocando-o num trabalho que &quot;sabe fazer bem&quot;.<\/p>\n<p>Outra nota &eacute; o facto destes volunt&aacute;rios se assumirem como &quot;mission&aacute;rios&quot;, dando uma &quot;dimens&atilde;o espiritual e cat&oacute;lica&quot;. No regresso, estas pessoas trazem um novo dinamismo.<\/p>\n<p>Desde 2003 que a FEC re&uacute;ne os dados que contribuem para as estat&iacute;sticas desta realidade que se tem vindo a consolidar ao longo dos &uacute;ltimos 20 anos. Os volunt&aacute;rios s&atilde;o levados pelo desejo de partir, ao encontro de outros povos, outras culturas, e de apoiar o desenvolvimento de popula&ccedil;&otilde;es carentes a muitos n&iacute;veis.<\/p>\n<p>Neste momento, a Funda&ccedil;&atilde;o promove a a campanha &quot;<a href=\"http:\/\/www.agirparadesenvolver.org\/\" target=\"_blank\">Agir para Desenvolver &#8211; Projectos de Esperan&ccedil;a<\/a>&quot;, pretende apoiar dez projectos cujas ac&ccedil;&otilde;es responder&atilde;o a necessidades locais espec&iacute;ficas, diagnosticadas pelos volunt&aacute;rios e mission&aacute;rios que diariamente trabalham com as popula&ccedil;&otilde;es. As iniciativas, lan&ccedil;adas pela FEC, ser&atilde;o executadas em Angola, Mo&ccedil;ambique, Timor-Leste e Portugal por dez organiza&ccedil;&otilde;es membros da Plataforma de Voluntariado Mission&aacute;rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal volta a enviar mais volunt&aacute;rios mission&aacute;rios este Ver&atilde;o, para trabalhar em projectos de coopera&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento, sobretudo em pa&iacute;ses lus&oacute;fonos. Cerca de quatro centenas de volunt&aacute;rios portugueses partem para dez pa&iacute;ses diferentes, refor&ccedil;ando a din&acirc;mica de voluntariado mission&aacute;rio no nosso pa&iacute;s, com 50 entidades promotoras. 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