{"id":39875,"date":"2009-07-08T15:46:32","date_gmt":"2009-07-08T15:46:32","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/07\/08\/padre-e-bispo\/"},"modified":"2009-07-08T15:46:32","modified_gmt":"2009-07-08T15:46:32","slug":"padre-e-bispo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/padre-e-bispo\/","title":{"rendered":"Padre e&#8230;. Bispo"},"content":{"rendered":"<p>D. Manuel Linda inaugura espa\u00e7o para o Ano Sacerdotal em que a Ag\u00eancia ECCLESIA d\u00e1 a conhecer diversas facetas dos padres no nosso pa\u00eds <!--more--> Nos &uacute;ltimos tempos, os colegas padres e alguns leigos brincavam com ele sobre a hip&oacute;tese de ser bispo. &quot;Eram brincadeiras, mas n&atilde;o passavam disso&quot; &#8211; disse &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA D. Manuel Linda, nomeado bispo auxiliar de Braga, no passado dia 27 de Junho. Com o t&iacute;tulo de <em>Case Mediane<\/em> e Auxiliar de Braga, D. Manuel Linda relatou a viv&ecirc;ncia dos dias passados entre o telefonema da Nunciatura Apost&oacute;lica e a data da sua nomea&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Os dias foram muito intensos e &quot;ocuparam-me o tempo todo&quot; porque &quot;estamos no fim do ano acad&eacute;mico no Semin&aacute;rio de Vila Real&quot;. Com toda a naturalidade disse que &quot;sinto-me padre a 100%, mas bispo ainda n&atilde;o&quot;. <\/p>\n<p>No domingo (21 de Junho), o email &#8211; datado das 07horas e 43minutos &#8211; deste sacerdote da diocese de Vila Real tinha um pedido expresso: &quot;ligar para determinado n&uacute;mero da Nunciatura Apost&oacute;lica&quot;. Depois de visualizar esta mensagem pelas 22 horas, &quot;interpretei o que se passava, mas naquele dia n&atilde;o liguei&quot;. <\/p>\n<p>Como tinha um servi&ccedil;o na manh&atilde; do dia seguinte, D. Manuel Linda colocou o telem&oacute;vel em modo silencioso, mas &quot;estava, continuamente, a receber chamadas de um n&uacute;mero de Lisboa&quot;. Cerca das 12 horas e liberto do trabalho matinal, &quot;liguei para o respectivo n&uacute;mero&quot;. Recebeu a not&iacute;cia quando caminhava na rua&#8230; &quot;admito que tenha ficado branco&quot; &#8211; sublinhou. <\/p>\n<p>Nascido a 15\/04\/1956 na Freguesia de Paus, Concelho de Resende, Distrito de Viseu, Diocese de Lamego, o novo bispo auxiliar de Braga frequentou os Semin&aacute;rio Menor (Resende) e Maior (Lamego) da Diocese de Lamego, bem como o Instituto de Ci&ecirc;ncias Humanas e Teol&oacute;gicas (Porto), j&aacute; como aluno da Diocese de Vila Real. Foi ordenado presb&iacute;tero no Dia de Portugal e de Cam&otilde;es (10 de Junho) do ano de 1981. <\/p>\n<p>O facto de ter lido o email na v&eacute;spera &quot;deu-me alguma calma&quot;. Ap&oacute;s a celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica, o titular de <em>Case Mediane<\/em> foi almo&ccedil;ar ao Semin&aacute;rio de Vila Real, onde &eacute; reitor, e &quot;procurei que a cara n&atilde;o demonstrasse nada de especial&quot;. A not&iacute;cia que mudaria a sua vida alterou os seus comportamentos e &quot;creio que os meus colegas descobriram&quot;. E explica a fragilidade: &quot;provavelmente estava menos falador naquele dia&quot;.<\/p>\n<p>A introspec&ccedil;&atilde;o apoderou-se de D. Manuel Linda e, na tarde de 22 de Junho, &quot;n&atilde;o conseguia concentrar-me&quot;. Esteve a trabalhar, mas a execu&ccedil;&atilde;o &quot;era quase autom&aacute;tica&quot; porque &quot;n&atilde;o tinha a cabe&ccedil;a fria&quot; (Risos). Desempenhou todas as fun&ccedil;&otilde;es desse dia, por&eacute;m &quot;sabe Deus como&quot; e &quot;&agrave;s vezes com pouca dimens&atilde;o humana&quot;.<\/p>\n<p>Os primeiros dias foram especiais e &quot;comecei a dar-me conta do peso do episcopado&quot;. A consci&ecirc;ncia das novas tarefas na diocese minhota apoderaram-se do novo bispo auxiliar de Braga. &quot;Curiosamente, nem pensei na mitra nem no solid&eacute;u&quot; &#8211; confessa. E desabafa: &quot;n&atilde;o podemos levar estas coisas de &acirc;nimo leve&quot;.<\/p>\n<p>Nessa Ter&ccedil;a-feira (dia 23 de Junho), D. Manuel Linda recebe um telefonema de sua m&atilde;e. Depois das conversas entre m&atilde;e e filho, ser&aacute; que o instinto maternal adivinha? Esta pergunta-lhe: &quot;&Eacute; verdade que vais para bispo?&quot;. Como estava sujeito ao segredo, &quot;n&atilde;o pude dizer-lhe nada&quot;, mas devolveu-lhe a quest&atilde;o: &quot;E a m&atilde;e gostava?&quot;. N&atilde;o sabemos a resposta da m&atilde;e do titular de<em> Case Mediane,<\/em> mas &quot;mostrou apreens&atilde;o porque respeita o minist&eacute;rio episcopal&quot;. (Risos). No entanto, deu-lhe a palavra que este queria ouvir: &quot;Tu ordenaste-te para servir a Igreja, v&ecirc; l&aacute; como a podes servir&quot;.<\/p>\n<p>Foi nessa l&oacute;gica de servi&ccedil;o que D. Manuel Linda saiu das terras do Mar&atilde;o e se deslocou, no dia 24 de Junho, a Lisboa para falar com o N&uacute;ncio Apost&oacute;lico. Desde o telefonema da Nunciatura at&eacute; &agrave; data da nomea&ccedil;&atilde;o &quot;dormi bem&quot; visto que &quot;n&atilde;o tenho problemas de ins&oacute;nias&quot; &#8211; real&ccedil;a o prelado.<\/p>\n<p>No seu dia-a-dia, o vig&aacute;rio episcopal para a cultura e coordenador da pastoral da diocese de Vila Real utiliza a gravata na sua indument&aacute;ria. Depois de saber da ida para a diocese de Braga ainda n&atilde;o pensou o que fazer &agrave; colec&ccedil;&atilde;o de gravatas que possui. No seu ar bem-disposto disse que est&aacute; dispon&iacute;vel para &quot;dar algumas, mas a minha casa de origem tem muito espa&ccedil;o&quot;. <\/p>\n<p>Apesar de n&atilde;o ter muito tempo, D. Manuel Linda confessa que gosta muito de &quot;corridas de autom&oacute;veis&quot;. Como a cidade de Vila Real recuperou o circuito autom&oacute;vel, a simpatia pelas velocidades renasceu. Quando era mais novo &#8211; &quot;agora n&atilde;o tenho ido muito&quot; -, o novo bispo gostava tamb&eacute;m de MotoCross. Nunca praticou nenhum destes desportos, mas noutros tempos &quot;conduzia com mais velocidade&quot;. A prud&ecirc;ncia dos anos tirou-lhe a adrenalina das velocidades. <\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao desporto-rei, o bispo auxiliar de Braga confessa que quando &quot;era adolescente sofria com o futebol&quot;. O nacionalismo ainda existe quando a selec&ccedil;&atilde;o joga, mas &quot;n&atilde;o dou saltos na cadeira quando Portugal marca um golo&quot;. Nota-se que gosta de futebol, mas n&atilde;o sabemos as cores da sua equipa preferida. &quot;Rigorosamente j&aacute; n&atilde;o tenho clube, houve alturas em que tive e vibrava muito com ele&quot;. (Risos)<\/p>\n<p>Nos seus tempos de jovem padre &#8211; &quot;era menino e mo&ccedil;o com 24 anos&quot; &#8211; o actual titular de<em> Case Mediane<\/em> foi nomeado para uma par&oacute;quia &quot;considerada dif&iacute;cil&quot;. O facto de ter criado um boletim paroquial, mas com not&iacute;cias da zona &quot;acalentou o ego daquela gente que depois me recebeu de bra&ccedil;os abertos&quot;. Com experi&ecirc;ncia na Comunica&ccedil;&atilde;o Social, D. Manuel Linda esteve na g&eacute;nese de uma r&aacute;dio local: a R&aacute;dio Voz do Mar&atilde;o. &quot;S&oacute; por si a Comunica&ccedil;&atilde;o Social n&atilde;o faz um homem novo, mas &eacute; um instrumento valios&iacute;ssimo&quot;. <\/p>\n<p>O actual bispo de Lamego, D. Jacinto Botelho, foi reitor do seminarista Manuel Linda na diocese de Lamego. Num contexto &quot;muito pr&oacute;prio, o meu ano optou por amadurecer vocacionalmente fora da diocese&quot; &#8211; contou. Nesse ano, o actual bispo de Lamego tinha passado a Vig&aacute;rio-Geral da diocese e na substitui&ccedil;&atilde;o da reitoria, &quot;n&oacute;s &#8211; talvez coisas ing&eacute;nuas de adolescentes &#8211; ach&aacute;mos que poder&iacute;amos amadurecer fora de Lamego&quot;.<\/p>\n<p>O &laquo;c&eacute;lebre&raquo; bispo do Porto, D. Ant&oacute;nio Ferreira Gomes, foi o tema da tese de doutoramento do novo bispo auxiliar de Braga. &quot;Quando comecei a estud&aacute;-lo, esta figura da Igreja n&atilde;o estava suficientemente estudada&quot;. Depois da leitura das hom&iacute;lias de D. Ant&oacute;nio Ferreira Gomes proferidas na diocese de Portalegre e, depois, no Porto &quot;dei-me conta que a tem&aacute;tica social, aquilo a que chamamos moral sociopol&iacute;tica, seria a grande refer&ecirc;ncia do pensamento dele&quot; &#8211; enfatizou. <\/p>\n<p>No dom&iacute;nio da literatura, Miguel Torga e Jos&eacute; R&eacute;gio s&atilde;o os seus autores preferidos. &quot;J&aacute; escrevi um artigo para a Revista &laquo;Brot&eacute;ria&raquo; sobre a mundivid&ecirc;ncia de Miguel Torga&quot;. O escritor de S. Martinho da Anta (Vila Real) que foi adoptado pela cidade do Mondego &quot;diz-me muito&quot; porque &quot;andava sempre em busca do religioso e nunca o encontrou verdadeiramente&quot;. A poesia de R&eacute;gio tamb&eacute;m &quot;me toca imenso&quot; &#8211; frisou.<\/p>\n<p>Apreciador de Arte Sacra, D. Manuel Linda recebeu &#8211; por coincid&ecirc;ncia &#8211; um &laquo;presente&raquo; no dia da nomea&ccedil;&atilde;o para bispo auxiliar de Braga: a inaugura&ccedil;&atilde;o, no Semin&aacute;rio de Vila Real, de uma exposi&ccedil;&atilde;o de treze telas sobre S. Ant&oacute;nio. &quot;Uns quadros fant&aacute;sticos&quot; &#8211; disse. Apesar de gostar de pintura reconhece que &quot;sou um desastre na arte de pintar&quot;. E lamenta: &quot;ali&aacute;s, n&atilde;o sei como fui t&atilde;o pouco dotado nestes dom&iacute;nios&quot; (Risos).<\/p>\n<p>&Eacute; o homem da Pastoral da Cultura na diocese de Vila Real, mas &quot;na cultura entendida como pensamento e como cria&ccedil;&atilde;o&quot;. Nas suas viagens pelas grandes cidades, gosta de &quot;visitar os museus de refer&ecirc;ncia&quot;. J&aacute; esteve v&aacute;rias vezes em Madrid e &quot;conhe&ccedil;o o Museu do Prado muito bem&quot;. <\/p>\n<p>A falta de tempo impede-o de viajar mais, mas conhece algumas partes do mundo. &quot;Fico extasiado quando vejo alguns monumentos&quot;. A primeira vez que viu a catedral de Mil&atilde;o (It&aacute;lia) apeteceu-lhe &quot;encostar a uma parede e ficar ali a ver toda aquela simb&oacute;lica&quot;. O contacto com a catedral de Col&oacute;nia (Alemanha) &quot;p&ocirc;s-me deslumbrado&quot; e &quot;fiquei muitos minutos a observar aquela obra, absolutamente espantosa&quot;.<\/p>\n<p>Nomeado no Ver&atilde;o de 2009, D. Manuel Linda disse que gosta &quot;muito de praia&quot;, mas reconhece que passava &quot;mais despercebido&quot; antes da not&iacute;cia das suas novas fun&ccedil;&otilde;es eclesiais. <\/p>\n<p>Como a data da ordena&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o est&aacute; marcada &#8211; &quot;em princ&iacute;pio ser&aacute; na segunda quinzena de Setembro&quot; &#8211; D. Manuel Linda afirma que ainda n&atilde;o &quot;leu o rito da ordena&ccedil;&atilde;o nem o direct&oacute;rio dos bispos&quot;. O lema episcopal ainda n&atilde;o est&aacute; escolhido, mas colocar&aacute; as t&oacute;nicas &quot;do esp&iacute;rito da alegria e da esperan&ccedil;a&quot; no seu episcopado. <\/p>\n<p>&quot;Se for obrigado a ter bras&atilde;o gostava de colocar um campo em branco onde a vida escrever&aacute; algo&quot; &#8211; declarou. No dom&iacute;nio da simb&oacute;lica a cunhar no seu bras&atilde;o, D. Manuel Linda confessou que gosta do castanheiro &#8211; &quot;&aacute;rvore da minha regi&atilde;o&quot; &#8211; ou ent&atilde;o do pinheiro que &quot;resiste a muitas intemp&eacute;ries&quot;. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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