{"id":39676,"date":"2009-06-27T16:45:36","date_gmt":"2009-06-27T16:45:36","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/06\/27\/imagem-peregrina-de-fatima-no-algarve\/"},"modified":"2009-06-27T16:45:36","modified_gmt":"2009-06-27T16:45:36","slug":"imagem-peregrina-de-fatima-no-algarve","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/imagem-peregrina-de-fatima-no-algarve\/","title":{"rendered":"Imagem peregrina de F\u00e1tima no Algarve"},"content":{"rendered":"<p>Uma tarde de calor intenso no &uacute;ltimo dia oficial de Primavera, com a temperatura em plena serra do Nordeste algarvio a aproximar-se bastante dos 40 graus cent&iacute;grados, imp&ocirc;s algum sacrif&iacute;cio a quem quis, no passado s&aacute;bado, dia 20 de Junho, acompanhar a recep&ccedil;&atilde;o da imagem peregrina de Nossa Senhora de F&aacute;tima na par&oacute;quia de Cachopo.<\/p>\n<p>Antecedido por um grupo de cavaleiros que o recebeu &agrave; entrada da freguesia, cerca das 17.20 horas, chegava da par&oacute;quia de Martim Longo, o jipe branco da Associa&ccedil;&atilde;o de Jovens do Nordeste Algarvio &#8211; Inter-Vivos, amplamente decorado, transportando o andor de Nossa Senhora e o p&aacute;roco de ambas as comunidades paroquiais, o padre Fl&aacute;vio Martins. Em torno do palco montado para o acolhimento da imagem mariana, junto &agrave; Estrada Nacional 124, j&aacute; um numeroso grupo de pessoas e a Banda Musical de Tavira aguardavam a sua chegada. <\/p>\n<p>Ap&oacute;s o momento de acolhimento, que foi tamb&eacute;m participado por um grupo de paroquianos da matriz de Portim&atilde;o (acompanhados pelo p&aacute;roco) que se encontrava de visita &agrave;s comunidades do Nordeste algarvio por ocasi&atilde;o do seu passeio-conv&iacute;vio anual, seguiu-se a prociss&atilde;o pelas principais ruas da aldeia at&eacute; &agrave; igreja paroquial. <\/p>\n<p>J&aacute; no interior da igreja, o padre Fl&aacute;vio Martins sublinhou o significado daquele acontecimento. &quot;O Evangelho que acab&aacute;mos de escutar cumpre-se hoje de uma forma muito particular na nossa comunidade paroquial. Somos neste momento aquela Isabel outrora visitada por sua prima, Maria. Como Isabel tamb&eacute;m o nosso interior e o nosso cora&ccedil;&atilde;o exulta de alegria&quot;, comparou o sacerdote, lembrando a interroga&ccedil;&atilde;o da visitada: &quot;de onde me &eacute; dado que venha ter comigo a M&atilde;e do meu Senhor?&quot;. &quot;Esta mesma quest&atilde;o podemo-la colocar n&oacute;s. Merecemos n&oacute;s visita t&atilde;o importante? Porque &eacute; que a M&atilde;e de Jesus nos vem visitar? Por uma s&oacute; raz&atilde;o: o amor de Deus. Deus ama-nos e &eacute; essa a raz&atilde;o porque estamos aqui hoje e recebemos a visita de Maria&quot; &#8211; acrescentou. <\/p>\n<p>Mais adiante concretizaria o objectivo da visita mariana. &quot;Deus n&atilde;o nos consultou na hora em que nos criou, mas n&atilde;o nos salvar&aacute; sem que colaboremos na nossa salva&ccedil;&atilde;o&quot;, referiu, servindo-se de um pensamento de Santo Agostinho: &quot;O que te criou sem ti n&atilde;o te salvar&aacute; sem ti&quot;. &quot;&Eacute; esta a mensagem que Maria traz &agrave; nossa comunidade paroquial&quot;, confirmou o padre Fl&aacute;vio Martins, explicando que &quot;Deus continua a estender por todas as gera&ccedil;&otilde;es a sua benignidade e a sua miseric&oacute;rdia&quot;. &quot;O que anunciou na Cova da Iria em 1917 a tr&ecirc;s inocentes pastorinhos, &eacute; o mesmo que nos diz hoje. Deus ama todos os homens porque &eacute; rico em miseric&oacute;rdia. Por isso estamos reunidos para o celebrar e para o louvar&quot;, justificou. <\/p>\n<p>O p&aacute;roco explicou ainda que a visita da imagem da Cova da Iria tem igualmente um outro significado. &quot;Maria foi a primeira a acreditar na Palavra de Deus e foi feliz. A sua presen&ccedil;a evocada na imagem peregrina &eacute; para n&oacute;s um apelo &agrave; felicidade, cumprindo tudo sem hesitar o que &eacute; vindo da parte do Senhor. Maria quer ajudar-nos a alcan&ccedil;ar a felicidade no seu Filho, fazendo da vontade de Deus a nossa pr&oacute;pria vontade&quot;, frisou. <\/p>\n<p>Aos paroquianos de Cachopo pediu ainda que entrem &quot;na escola de Maria para aprender a confiar em Deus&quot;. &quot;N&atilde;o recusemos esta visita de Maria aos nossos sentimentos individuais e ego&iacute;stas. N&atilde;o reduzamos esta visita a peti&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido da nossa parte, pois Deus sabe melhor do que n&oacute;s do que necessitamos. N&atilde;o foi para isso que Maria veio&quot;, advertiu o sacerdote. Continuando, pediu aos fi&eacute;is que fa&ccedil;am silenciar o seu cora&ccedil;&atilde;o &quot;para escutar Deus&quot; e apelou &agrave; purifica&ccedil;&atilde;o das inten&ccedil;&otilde;es. &quot;Maria conduz-nos &agrave; f&eacute; em Jesus Cristo e intercede por n&oacute;s junto do Filho. N&atilde;o podemos rezar e acompanhar Maria se n&atilde;o acreditamos nem confiamos em Deus, Pai, Filho e Esp&iacute;rito Santo. S&oacute; seremos amigos de Maria se acreditarmos e fizermos tudo o que Jesus nos pede. Por isso, hoje como outrora Maria sigamos a mesma palavra: &laquo;Fazei tudo o que Ele vos disser&raquo;&quot;, exortou o padre Fl&aacute;vio Martins. <\/p>\n<p>A imagem peregrina de Nossa Senhora de F&aacute;tima ir&aacute; manter-se em Cachopo at&eacute; dia 4 de Julho. <\/p>\n<p><em>Fonte: Folha do Domingo<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma tarde de calor intenso no &uacute;ltimo dia oficial de Primavera, com a temperatura em plena serra do Nordeste algarvio a aproximar-se bastante dos 40 graus cent&iacute;grados, imp&ocirc;s algum sacrif&iacute;cio a quem quis, no passado s&aacute;bado, dia 20 de Junho, acompanhar a recep&ccedil;&atilde;o da imagem peregrina de Nossa Senhora de F&aacute;tima na par&oacute;quia de Cachopo. 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