{"id":39675,"date":"2009-06-27T16:41:16","date_gmt":"2009-06-27T16:41:16","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/06\/27\/peregrinacao-de-tavira-a-fatima-em-bicicleta\/"},"modified":"2009-06-27T16:41:16","modified_gmt":"2009-06-27T16:41:16","slug":"peregrinacao-de-tavira-a-fatima-em-bicicleta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/peregrinacao-de-tavira-a-fatima-em-bicicleta\/","title":{"rendered":"Peregrina\u00e7\u00e3o de Tavira a F\u00e1tima em bicicleta"},"content":{"rendered":"<p>Mais um ano em que um grupo de amigos que pratica com frequ&ecirc;ncia cicloturismo peregrinou a F&aacute;tima. &Eacute; gente que est&aacute; habituada a pedalar, e que nesta altura do ano reserva tr&ecirc;s dias para ir de bicicleta at&eacute; F&aacute;tima, com sentido de cicloturista, mas n&atilde;o esquecendo a condi&ccedil;&atilde;o de peregrino.<\/p>\n<p>A viagem foi programada ao pormenor, pernoitando em Beja, Montemor-o-Novo e F&aacute;tima, com um carro de apoio cedido pela Junta de Freguesia de Vila Nova de Cacela, conduzido por Manuel Matias, e um &lsquo;mini-pelot&atilde;o&#39; que integrou os ciclistas, Vitorino Mendon&ccedil;a e Jos&eacute; Pedro dos Santos de Tavira, Lu&iacute;s Bandarra, Serafim Gon&ccedil;alves, Ant&oacute;nio Jos&eacute; Nunes, Jos&eacute; Carlos Antunes, Rui Matias, Elderico Sim&atilde;o e Jos&eacute; Francisco Neves do Grupo de Cicloturismo Cacelense de Vila Nova de Cacela, com idades compreendidas entre 28 e 64 anos. <\/p>\n<p>Partiram de Tavira na manh&atilde; de quinta-feira, dia 11 de Junho, em direc&ccedil;&atilde;o a Beja, numa dist&acirc;ncia de 145 kms., passando por Vila Nova de Cacela, Castro Marim, Odeleite e M&eacute;rtola, sendo acompanhados em parte do percurso, por outros cicloturistas, num dia de calor abrasador, demorando quase 6 horas e 15 minutos a fazer este trajecto. <\/p>\n<p>No segundo dia, sexta-feira, dia 12, percorreram 141 kms, desde Beja at&eacute; Montemor-o-Novo, em cerca de 4 horas e 30 minutos, debaixo de temperatura bastante elevada, passando por Cuba, Alvito e Viana do Alentejo, onde uma fonte &agrave; beira da estrada dessedentou os acalorados peregrinos. <\/p>\n<p>O &uacute;ltimo dia, s&aacute;bado, 13 de Junho, sa&iacute;ram de Montemor-o-Novo, numa manh&atilde; fresca, que logo se transformou num dia quente igual aos anteriores. Lavre e Coruche ficaram para tr&aacute;s e, alguns percal&ccedil;os surgiram no caminho. Primeiro um desvio de estrada inesperado, por motivo de obras numa ponte, obrigou a p&ocirc;r &agrave; prova o sentido de orienta&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que a sinaliza&ccedil;&atilde;o era deficiente. O velho ditado popular &quot;quem tem boca vai a Roma&quot; e a nova tecnologia GPS, deram-lhes o itiner&aacute;rio, mas n&atilde;o os livrou de fazer mais uns 20kms. <\/p>\n<p>Depois, j&aacute; refeitos e a rolar em terreno plano, Jos&eacute; Pedro caiu, sem gravidade. Novamente em marcha passaram por Almeirim, Alpiar&ccedil;a, Goleg&atilde;, e enfrentaram as derradeiras subidas de Torres Novas e Our&eacute;m, at&eacute; chegarem a F&aacute;tima, acabando por percorrer neste dia 175 Kms., ap&oacute;s pedalar durante 7 horas e 40 minutos. <\/p>\n<p>&Agrave; chegada, tiraram-se umas fotografias para a posteridade e, depois do retemperador banho e jantar, distribu&iacute;ram-se lembran&ccedil;as alusivas ao evento. <\/p>\n<p>Ao fim do dia, todos rumaram ao Santu&aacute;rio, e cada um teve oportunidade de participar, na medida da sua f&eacute;, nas cerim&oacute;nias religiosas junto &agrave; Capelinha das Apari&ccedil;&otilde;es. <\/p>\n<p>No dia 13, domingo, foi o regresso, ap&oacute;s participa&ccedil;&atilde;o, por alguns, logo de manh&atilde;, &agrave; Eucaristia dominical, na Bas&iacute;lica do Santu&aacute;rio. <\/p>\n<p>As Juntas de freguesia de Santa Maria de Tavira, Santiago de Tavira e de Vila Nova de Cacela tamb&eacute;m se associaram a esta cicloperegrina&ccedil;&atilde;o, colaborando com oferta de lembran&ccedil;as. <\/p>\n<p>Este grupo, desde 1997 vem concretizando o objectivo de, anualmente, pedalar de Tavira at&eacute; F&aacute;tima, conciliando a pr&aacute;tica do cicloturismo com o lado espiritual, tendo a esperan&ccedil;a de poder voltar a repetir a experi&ecirc;ncia no pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n<p><em>Fonte: Folha do Domingo<\/em> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais um ano em que um grupo de amigos que pratica com frequ&ecirc;ncia cicloturismo peregrinou a F&aacute;tima. &Eacute; gente que est&aacute; habituada a pedalar, e que nesta altura do ano reserva tr&ecirc;s dias para ir de bicicleta at&eacute; F&aacute;tima, com sentido de cicloturista, mas n&atilde;o esquecendo a condi&ccedil;&atilde;o de peregrino. 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