{"id":39498,"date":"2009-06-18T10:35:15","date_gmt":"2009-06-18T10:35:15","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/06\/18\/mensagem-do-bispo-do-porto-na-abertura-do-ano-sacerdotal\/"},"modified":"2009-06-18T10:35:15","modified_gmt":"2009-06-18T10:35:15","slug":"mensagem-do-bispo-do-porto-na-abertura-do-ano-sacerdotal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-do-bispo-do-porto-na-abertura-do-ano-sacerdotal\/","title":{"rendered":"Mensagem do Bispo do Porto na abertura do Ano Sacerdotal"},"content":{"rendered":"<p>\u00abNa abertura do Ano Sacerdotal: de Deus para Deus, no sacerd\u00f3cio de Cristo\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p>O Ano Sacerdotal em boa hora indicado pelo Papa Bento XVI, tem toda a oportunidade e urg&ecirc;ncia. Urgente como tudo o que &eacute; crist&atilde;o, da Igreja para o mundo. A come&ccedil;ar por essa qualidade mesma de ser &quot;crist&atilde;o&quot;, perpetuando no tempo e no espa&ccedil;o o que Jesus viveu e agora nos oferece, pela for&ccedil;a do Esp&iacute;rito que partilha com o Pai e connosco. Oportunidade para reflectirmos sobre o sentido sacerdotal da exist&ecirc;ncia e o sacerd&oacute;cio ministerial na Igreja.<\/p>\n<p><strong>1. O mundo que Deus nos oferece<\/strong><\/p>\n<p>Precisa a Igreja de ser de Deus, e por isso mesmo &quot;sacerdotal&quot;. Como Bento XVI tem acentuado desde a inaugura&ccedil;&atilde;o do seu pontificado, a realidade absoluta de Deus, face &agrave; relatividade de tudo o mais, deve ser evidenciada e aprofundada por aqueles que nessa mesma realidade se sustentam.<\/p>\n<p>A secularidade &#8211; tamb&eacute;m chamada laicidade &#8211; &eacute; positiva e conveniente para todos. De algum modo afirmada por Jesus, quando distinguiu o que devemos a C&eacute;sar do que devemos a Deus, n&atilde;o os opondo nem confundindo, significa basicamente que as realidades temporais t&ecirc;m consist&ecirc;ncia espec&iacute;fica, que deve ser respeitada como verdade da cria&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o divina das coisas. Em Jesus, cuja filia&ccedil;&atilde;o divina &eacute; essencial e eterna, n&atilde;o foi circunstancial o facto de viver como homem entre os homens, crescer e trabalhar na oficina de Nazar&eacute;, respeitar a autoridade judicial e pol&iacute;tica, pagar tributo e observar as regras da conviv&ecirc;ncia de ent&atilde;o, ainda que lhes desse o sentido mais cabal. <\/p>\n<p>Na verdade, em tudo isso reconheceu e consolidou a sociabilidade b&aacute;sica e comum em que coexistimos como seres humanos. Mais ainda, elogiando nas suas par&aacute;bolas as boas pr&aacute;ticas de trabalho agr&iacute;cola ou gest&atilde;o econ&oacute;mica, assim como os bons exerc&iacute;cios de solidariedade e delicadeza, mesmo para al&eacute;m da confessionalidade estrita, deixou-nos a indica&ccedil;&atilde;o clar&iacute;ssima de que h&aacute; um espa&ccedil;o geral de conviv&ecirc;ncia e engenho em que coexistimos todos como seres humanos. Reconhec&ecirc;-lo te&oacute;rica e praticamente n&atilde;o &eacute; outra coisa sen&atilde;o concluir do Evangelho a pr&oacute;pria verdade temporal do mundo. Por isso os crist&atilde;os se inserem na sociedade em cidadania plena, com crentes e n&atilde;o crentes; por isso os crist&atilde;os respeitam o Estado como primeiro agente do bem comum da colectividade inteira; por isso os crist&atilde;os t&ecirc;m toda a incumb&ecirc;ncia e raz&atilde;o de sobra para estarem na primeira linha de tudo quanto contribua para o desenvolvimento, a justi&ccedil;a e a paz, especialmente quando se sintam particulares dificuldades em qualquer destes dom&iacute;nios essenciais.<\/p>\n<p><strong>2. Um mundo para oferecermos a Deus<\/strong> <\/p>\n<p>Mas de Jesus recebemos outras luzes mais. Sobretudo as que nos ilustram quanto ao princ&iacute;pio e &agrave; finalidade da vida pessoal e colectiva, o significado que todas as coisas h&atilde;o-de alcan&ccedil;ar, por mais comezinhas que pare&ccedil;am, como s&atilde;o vividas no dia a dia, entre alegrias e revezes.<\/p>\n<p>Jesus, que se afirma e manifesta como Filho de Deus, vive cada momento em acolhimento e retribui&ccedil;&atilde;o de si mesmo em rela&ccedil;&atilde;o &Agrave;quele de quem prov&eacute;m e a quem se oferece, chamando-lhe precisamente &quot;Pai&quot;. &Eacute; assim que logo aos doze anos lembra a Maria e a Jos&eacute; que o seu lugar &eacute; a &quot;casa do Pai&quot;; e &eacute; assim que, tamb&eacute;m segundo S. Lucas, conclui a sua vida terrena entregando o esp&iacute;rito &quot;nas m&atilde;os do Pai&quot;. Entretanto, da oficina &agrave; sinagoga, da Galileia ao G&oacute;lgota, nada fizera ou dissera que n&atilde;o tivesse o Pai como refer&ecirc;ncia, retribuindo tamb&eacute;m humanamente, por si e por n&oacute;s, a vida d&#39;Ele recebida.<\/p>\n<p>Jesus inaugurou deste modo um sacerd&oacute;cio novo, que j&aacute; n&atilde;o oferece a Deus Pai coisas exteriores, mas a sua pr&oacute;pria vida, recebida e devolvida em ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as. E ensina-nos a viver exactamente assim, consagrando ao Pai, com Cristo e no amor do Esp&iacute;rito, tudo quanto d&#39;Ele recebemos, come&ccedil;ando por n&oacute;s pr&oacute;prios: passado, presente e futuro, num movimento &uacute;nico e unificador que a tudo d&ecirc; sentido como oferta e eternidade como ultra-dimens&atilde;o.<\/p>\n<p>Por isso tamb&eacute;m, o Esp&iacute;rito de Cristo, baptismalmente recebido, faz-nos n&#39;Ele filhos de Deus e sacerdotes do Pai. Nasce assim e expande-se pelas gera&ccedil;&otilde;es um &quot;Povo sacerdotal&quot;, no sacerd&oacute;cio comum de todos os baptizados, alargando, nas fam&iacute;lias e na sociedade, a oferta de Cristo ao Pai, por si, por todos, pelo mundo inteiro. Daqui que a secularidade &#8211; como reconhecimento da justa autonomia das realidades temporais &#8211; n&atilde;o deva fechar-se sobre si mesma, como se tentasse esgotar em coisas ef&eacute;meras o excesso de alma que em todos n&oacute;s apela por mais, muito mais. Politica e culturalmente, tal auto-encerramento da esperan&ccedil;a tem o nome de secularismo ou laicismo e &eacute; exactamente o contr&aacute;rio da dimens&atilde;o sacerdotal da exist&ecirc;ncia, como a ganhamos de Jesus Cristo, que tudo cumpria na terra para tudo oferecer ao C&eacute;u, redimindo e salvando a humanidade e o mundo de tanta resist&ecirc;ncia acumulada.<\/p>\n<p>A proposta crist&atilde;, como Jesus a vive e no-la oferece, nem est&aacute; na fuga do mundo, que Deus nos confia a todos como campo de cultivo, nem no encerramento nele, porque, ao fim e ao cabo, s&oacute; de promessa se trata: &eacute; terra, mas terra de promessa. Havemos de viver o dia a dia e as responsabilidades pessoais ou comuns como quem desvenda e desdobra a cria&ccedil;&atilde;o, acresce e alarga a partilha do bem comum universal. E fazendo tudo isto com um sentido profundamente religioso e sacerdotal, devolvendo ao Pai, qual talento investido e aumentado, tudo quanto Ele mesmo nos semeou na intelig&ecirc;ncia e no cora&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>3. O sacerd&oacute;cio de Cristo presente nos nossos padres<\/strong><\/p>\n<p>Acontece, por&eacute;m, que Jesus Cristo n&atilde;o se ficou por nos falar destas coisas, ou indic&aacute;-las por recomenda&ccedil;&atilde;o e teoria. Como atr&aacute;s se disse, viveu-as radicalmente assim, fazendo da sua exist&ecirc;ncia um altar, da sua vida uma obla&ccedil;&atilde;o e de si mesmo um sacerd&oacute;cio novo e eterno, devolvendo ao Pai a humanidade em que incarnou. Na sua oferta (sacrif&iacute;cio) recuperamos a vida, a seiva e o sentido: assim o celebramos na Eucaristia, em que o Povo sacerdotal, em torno do ministro sagrado que lhe visibiliza a presen&ccedil;a de Cristo sacerdote, se retribui ao Pai na uni&atilde;o do Esp&iacute;rito, a&iacute; recebendo alento para amar e salvar o mundo.<\/p>\n<p>E &eacute; este mesmo realismo sacramental que continua a vida de Cristo na vida da Igreja, designadamente atrav&eacute;s daqueles que, pelo sacramento da Ordem, trazem a cada tempo e lugar a exemplifica&ccedil;&atilde;o viva do que Cristo sacerdotalmente fez por todos, por todos se oferecendo. Ou seja, pelo sacramento da Ordem (nos graus do episcopado e do presbiterado, &quot;sacerdotais&quot; em sentido estrito), Cristo sacerdote quer manifestar-se em cada ministro sagrado, para chamar todo o Povo de Deus a oferecer-se tamb&eacute;m ao Pai, em ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as e consagra&ccedil;&atilde;o do mundo, nas suas mais diversas viv&ecirc;ncias e responsabilidades, da fam&iacute;lia &agrave; profiss&atilde;o, &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<\/p>\n<p>Neste ano sacerdotal, somos chamados a avivar e aprofundar estas verdades fundamentais e constitutivas da vida da Igreja e do seu servi&ccedil;o ao mundo. Pelo particular desenvolvimento hist&oacute;rico do nosso sacerd&oacute;cio ministerial, cat&oacute;lico e latino, cada padre &eacute; chamado a ser sinal vivo de Cristo sacerdote no meio dos seus. Obediente ao Pai, porque da vontade do Pai se alimenta: celibat&aacute;rio, pois tudo nele se sublima na dedica&ccedil;&atilde;o imediata &agrave; grande fam&iacute;lia dos filhos de Deus; desprendido de bens e amarras, pois vive do &uacute;nico necess&aacute;rio que por fim nos saciar&aacute; a todos: cada sacerdote &eacute; um dom imenso, oferecido por Deus a uma Igreja que n&atilde;o poder&aacute; resumir-se a mera institui&ccedil;&atilde;o humana, benem&eacute;rita que fosse. Igreja que promete e ganha pela gra&ccedil;a de Cristo sacerdote aquela dimens&atilde;o total que define a verdadeira filia&ccedil;&atilde;o divina.<\/p>\n<p><strong>4. Rezando pelos sacerdotes e pelas voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais<\/strong> <\/p>\n<p>Neste ano sacerdotal agradecemos a Deus tamanho dom. E do modo mais concreto, comunidade a comunidade, rezando por todos e cada um dos nossos sacerdotes, para que se sintam felizes e pascalmente realizados no exerc&iacute;cio do seu minist&eacute;rio, entre tantas dificuldades que lhes adv&ecirc;m de serem poucos e n&atilde;o lhes faltarem m&uacute;ltiplos trabalhos, sobrecarregados tantos pelo peso da idade e da pouca sa&uacute;de. Particularmente assim e pela grande generosidade que manifestam, s&atilde;o sinais vivos de Cristo sacerdote, que intercede por todos; s&atilde;o sinais vivos de Cristo pastor, que d&aacute; a vida pelas suas ovelhas. Mas precisamente a&iacute;, precisam da ora&ccedil;&atilde;o, da estima e da colabora&ccedil;&atilde;o de muitos crist&atilde;os que os acompanhem.<\/p>\n<p>Neste ano sacerdotal &#8211; continuando o que vimos fazendo na cadeia de ora&ccedil;&atilde;o &quot;Rogai&quot;, que t&atilde;o boa correspond&ecirc;ncia tem encontrado na generalidade das nossas comunidades paroquiais e religiosas &#8211; cresceremos na ora&ccedil;&atilde;o instante pelas voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais, para que o apelo vocacional de Cristo seja ouvido por muitos jovens e adultos dispon&iacute;veis, que assim encontrem o maior sentido para as suas vidas e a mais bela aplica&ccedil;&atilde;o da sua generosidade.<\/p>\n<p>Apesar das dificuldades reconhecidas, a nossa Diocese vai, a pouco e pouco, aumentando o n&uacute;mero de candidatos ao sacerd&oacute;cio ministerial. O trabalho dos nossos Semin&aacute;rios (S&eacute;, Bom Pastor e Redemptoris Mater), do Pr&eacute;-Semin&aacute;rio e do Secretariado Diocesano da Pastoral das Voca&ccedil;&otilde;es, vai dando os seus frutos. Desde 2007 ordenei apenas um padre secular &#8211; deixando entretanto de contar com mais de uma dezena, por morte ou outras causas -, mas proximamente terei a alegria de ordenar mais tr&ecirc;s. Nos pr&oacute;ximos anos contaremos previsivelmente com menos padres, dada a alta m&eacute;dia et&aacute;ria do presbit&eacute;rio. Depois, a pouco e pouco, se a ora&ccedil;&atilde;o e o trabalho vocacional de todos forem avante, cresceremos em n&uacute;mero, nas condi&ccedil;&otilde;es novas do tempo e da pastoral que se imp&otilde;e. Daqui a dois anos poderemos come&ccedil;ar a contar com mais di&aacute;conos permanentes, os quais, com a contribui&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica do seu minist&eacute;rio ordenado, permitir&atilde;o aos sacerdotes aplicarem-se com mais disponibilidade ao que lhes &eacute; pr&oacute;prio e definidor, sobretudo no acompanhamento espiritual das comunidades, em torno da Palavra, da Eucaristia, da Reconcilia&ccedil;&atilde;o e do acolhimento, retomando o exemplo de S&atilde;o Jo&atilde;o Maria Vianney, o Santo Cura d&#39;Ars, em quem este ano sacerdotal se inspira.<\/p>\n<p><strong>5. Rumo &agrave; Miss&atilde;o 2010<\/strong><\/p>\n<p>Aproximamo-nos da &quot;Miss&atilde;o 2010&quot;, tempo largo e pleno para que a Diocese do Porto e cada uma das suas comunidades se apliquem sobremaneira no an&uacute;ncio evang&eacute;lico, com &quot;novo ardor, novos m&eacute;todos e novas express&otilde;es&quot;, como Jo&atilde;o Paulo II indicava para a &quot;nova evangeliza&ccedil;&atilde;o&quot;. Ser&aacute; certamente ocasi&atilde;o para nos redescobrirmos como Igreja, cuja verdadeira natureza &eacute; evangelizadora e mission&aacute;ria, valorizando todas as potencialidades carism&aacute;ticas e ministeriais com que o Esp&iacute;rito de Cristo a habilita e envia. A geral dimens&atilde;o sacerdotal, activada pelos nossos padres em cada comunidade, como sacramentos vivos de Cristo sacerdote, devolver-nos-&aacute; ainda mais ao Pai, em ac&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as por tudo e intercess&atilde;o geral por todos. Mas tamb&eacute;m nos reenviar&aacute; ainda mais ao mundo, para que nenhuma aspira&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima dos homens, nenhuma tarefa urgente da sociedade, nenhum clamor dos pobres de todas as pobrezas deixem de encontrar nos crist&atilde;os o acolhimento solid&aacute;rio do seu sacerd&oacute;cio comum, que tudo apresenta ao Pai, d&#39;Ele recebendo o est&iacute;mulo para a tudo responder no mundo. A isso os incentivar&aacute; decisivamente o sacerd&oacute;cio ministerial dos seus padres, assinalando em cada comunidade a presen&ccedil;a viva e vivificante de Cristo sacerdote e pastor.<br \/>Porto, 19 de Junho de 2009<\/p>\n<p>Solenidade do Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, abertura do Ano Sacerdotal<\/p>\n<p><font face=\"Times New Roman\" size=\"3\"><\/p>\n<p><em>+ Manuel Clemente, Bispo do Porto<\/em><\/p>\n<p><\/font><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abNa abertura do Ano Sacerdotal: de Deus para Deus, no sacerd\u00f3cio de Cristo\u00bb<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[114,120,187,294,314],"class_list":["post-39498","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-sacerdotal","tag-bento-xvi","tag-diocese-do-porto","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39498","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39498"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39498\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39498"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39498"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39498"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}