{"id":394815,"date":"2025-10-10T16:57:59","date_gmt":"2025-10-10T15:57:59","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=394815"},"modified":"2025-10-12T22:38:06","modified_gmt":"2025-10-12T21:38:06","slug":"saude-mental-ha-dificuldade-de-compreender-que-a-cabeca-e-um-orgao-pode-adoecer-e-precisa-ser-cuidado-alerta-mariana-bordalo-rodrigues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/saude-mental-ha-dificuldade-de-compreender-que-a-cabeca-e-um-orgao-pode-adoecer-e-precisa-ser-cuidado-alerta-mariana-bordalo-rodrigues\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade Mental: \u00abH\u00e1 dificuldade de compreender que a cabe\u00e7a \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o, pode adoecer\u00a0e precisa ser cuidado\u00bb, alerta Mariana Bordalo Rodrigues"},"content":{"rendered":"<p><em>Enfermeira-chefe da Casa de Sa\u00fade da Idanha defende \u00abaposta muito grande\u00bb na preven\u00e7\u00e3o e na promo\u00e7\u00e3o, e sugere, por exemplo, uma disciplina de \u00abeduca\u00e7\u00e3o para a sa\u00fade mental\u00bb<\/em><!--more--><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_79660\"  width=\"480\" height=\"270\"  data-origwidth=\"480\" data-origheight=\"270\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KEvc6BS73DU?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=pt&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=1&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>Lisboa, 10 out 2025 (Ecclesia) \u2013 Mariana Bordalo Rodrigues e Paulo Paiva, neste Dia Mundial da Sa\u00fade Mental (10 de outubro), destacam a import\u00e2ncia do cuidar e do autocuidado, desta ser uma \u00e1rea mais vis\u00edvel, e o que distingue o trabalho das Irm\u00e3s Hospitaleiras.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos, claramente, de uma popula\u00e7\u00e3o conhecedora e de pol\u00edticas que ajudem a que possa ser\u00a0priorizada esta \u00e1rea, a que o acesso aos cuidados possa ser facilitada, e a combater este estigma\u00a0que ainda existe; que continua e ser\u00e1, porventura, um dos maiores problemas\u201d, disse a enfermeira-chefe da Casa de Sa\u00fade da Idanha, das Irm\u00e3s Hospitaleiras, esta sexta-feira, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Mariana Bordalo Rodrigues explica que \u201ch\u00e1 dificuldade\u201d em compreender que a cabe\u00e7a \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o e, \u201ccomo um \u00f3rg\u00e3o pode adoecer\u00a0e precisa ser cuidado\u201d, por isso, \u00e9 preciso existir \u201cuma aposta muito grande na preven\u00e7\u00e3o e na promo\u00e7\u00e3o,\u00a0independentemente de ter que existir no tratamento\u201d.<\/p>\n<p>\u00c0 Casa de Sa\u00fade da Idanha (Sintra), segundo a enfermeira-chefe, h\u00e1 pessoas que chegam \u201ccom uma experi\u00eancia j\u00e1 muito dura, muito \u00e1rdua, que palmilhou\u00a0o \u00e2mbito da sa\u00fade mental\u201d.<\/p>\n<p>\u201cMas existem pessoas, exatamente,\u00a0como n\u00f3s, em que o momento da sua vida as coisas n\u00e3o correram bem e \u00e9 um estado inicial, e regressam \u00e0s suas vidas da melhor forma\u201d, acrescentou Mariana Bordalo Rodrigues.<\/p>\n<p>Combater o estigma, procurar a ajuda necess\u00e1ria, e encontrar cuidados que integrem todas as\u00a0dimens\u00f5es da vida humana, s\u00e3o prop\u00f3sitos lembrados no Dia Mundial da Sa\u00fade Mental, que se comemora hoje, dia 10 de outubro, e foi institu\u00eddo pela Federa\u00e7\u00e3o\u00a0Mundial da Sa\u00fade Mental, em 1992.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-198457 alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/Logo_Irmas-Hospitaleiras-1280x853.jpg 1280w, 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discrimina\u00e7\u00e3o que acontece\u00a0logo desde pequenos.\u00a0Em adultos isso tamb\u00e9m acontece, muitas vezes a pessoa sente-se tamb\u00e9m diferente, sente que n\u00e3o encaixa, sente que n\u00e3o faz\u00a0parte, n\u00e3o consegue encontrar a identifica\u00e7\u00e3o com os outros, ou com aquilo que faz.\u00a0Isso provoca tamb\u00e9m, \u00e0s vezes, na pr\u00f3pria pessoa um afastamento, um isolamento\u201d, desenvolveu o entrevistado que faz parte da equipa da Pastoral da Sa\u00fade das Irm\u00e3s Hospitaleiras em Lisboa.<\/p>\n<p>Segundo a enfermeira-chefe da Casa de Sa\u00fade da Idanha, no Sistema Nacional de Sa\u00fade a doen\u00e7a mental come\u00e7a por ser \u201calgo muito menos vis\u00edvel\u201d e sublinha que uma raz\u00e3o \u00e9 \u201ca falta de conhecimento que ainda existe acerca da cabe\u00e7a, e n\u00e3o a aceitar\u00a0como um \u00f3rg\u00e3o, como todos os outros\u201d, porque uma quest\u00e3o ortop\u00e9dica, \u201cuma perna partida, \u00e9 algo que toda a gente visualiza\u201d,\u00a0e \u00e9 mais f\u00e1cil de \u201ccompadecer-se ou compreend\u00ea-la\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSentimos que seria necess\u00e1ria uma educa\u00e7\u00e3o muito pr\u00e9via relativamente a estas quest\u00f5es\u00a0relacionadas com a sa\u00fade mental. Come\u00e7ar pelas escolas, come\u00e7ar pelas fam\u00edlias, come\u00e7ar desde pequeno.\u00a0Se calhar, a maioria de n\u00f3s n\u00e3o foi estimulada sequer a pensar o que \u00e9 a Sa\u00fade Mental para\u00a0si, que dilig\u00eancias tomar para, efetivamente, ter e manter a sua sa\u00fade mental\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Mariana Bordalo Rodrigues sugeriu, por exemplo, para a \u00e1rea do ensino a disciplina, ou tema, \u2018Educa\u00e7\u00e3o para a sa\u00fade mental\u2019, e Paulo Paiva acrescenta que h\u00e1 Psicologia mas \u201cexiste no Secund\u00e1rio,\u00a0vem muito tarde, e come\u00e7ar desde pequenos a falar sobre isso ajudaria\u201d, no Programa ECCLESIA, transmitido hoje, na RTP2, onde tamb\u00e9m comentaram a liturgia das Missas do pr\u00f3ximo domingo, como \u00e9 habitual a cada sexta-feira.<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), neste Dia Mundial da Sa\u00fade Mental 2025, convida a refletir sobre o tema \u2018Acesso aos servi\u00e7os: sa\u00fade mental em cat\u00e1strofes e emerg\u00eancias.\u2019<\/p>\n<p><em>PR\/CB\/OC<\/em><\/p>\n<table style=\"width: 100%; border-collapse: collapse; background-color: #f3ddca;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 100%;\"><div id='gallery-1' class='gallery galleryid-394815 gallery-columns-3 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"390\" height=\"260\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-390x260.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-218314\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/saude-mental-casa-saude-telhal-15.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-218314'>\n\t\t\t\tFoto: Ag\u00eancia ECCLESIA\/HM\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"390\" height=\"260\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras-390x260.jpg\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-242381\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras-768x511.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Hospitaleiras.jpg 958w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-242381'>\n\t\t\t\tFoto: ISJD &#8211; Casa de Sa\u00fade S. Rafael\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure>\n\t\t<\/div>\n<\/p>\n<p>A Congrega\u00e7\u00e3o das Irm\u00e3s Hospitaleiras, Institui\u00e7\u00e3o Particular de Solidariedade Social (IPSS), com Fins de Sa\u00fade \u2013 \u201ccuidados especializados em Psiquiatria e Sa\u00fade Mental, Dem\u00eancias, Reabilita\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Cuidados Paliativos\u201d \u2013 desenvolve a sua interven\u00e7\u00e3o em 12 unidades de sa\u00fade, em Portugal continental e nas Regi\u00f5es Aut\u00f3nomas dos A\u00e7ores e da Madeira<\/p>\n<p>Paulo Paiva, que est\u00e1 com as Irm\u00e3s Hospitaleiras, h\u00e1 \u201cquase quatro anos\u201d, afirma que o que distingue o servi\u00e7o desta congrega\u00e7\u00e3o religiosa \u201c\u00e9 a hospitalidade\u201d, a forma de ser e de estar e de cuidar que as irm\u00e3s e que os Irm\u00e3os Hospitaleiros \u201ct\u00eam inspirados nos seus fundadores\u201d, respetivamente S\u00e3o Bento Menni e o portugu\u00eas S\u00e3o Jo\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p>\u201cA presen\u00e7a das Irm\u00e3s nas unidades, com os doentes, com os colaboradores,\u00a0\u00e9 sempre uma presen\u00e7a inspiradora de uma forma diferente,\u00a0numa aten\u00e7\u00e3o especial que t\u00eam, numa certa determina\u00e7\u00e3o em faz\u00ea-la \u2018bem feito\u2019,\u00a0que era uma frase de S\u00e3o Bento Menni.\u00a0Acho que \u00e9 isso que pretendemos que seja distintivo\u201d, acrescentou o te\u00f3logo, que pertence \u00e0 equipa da Pastoral da Sa\u00fade das Irm\u00e3s Hospitaleiras em Lisboa.<\/p>\n<p>A enfermeira-chefe da Casa de Sa\u00fade da Idanha (Sintra), salienta que, \u201cde facto, h\u00e1 um amor que tem passado\u201d, pela \u201cforma de cuidar das irm\u00e3s, a sua entrega silenciosa,\u00a0a dedica\u00e7\u00e3o\u201d que conseguem colocar em tudo,\u00a0e tem sido transmitido aos leigos, \u00e9 algo que \u201cveicula pelas paredes,\u00a0nos espa\u00e7os, em todos os gestos, e abra\u00e7a a todos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s sentimos, muitas vezes, que estamos a trabalhar com os melhores,\u00a0que s\u00e3o os nossos colegas de uma equipa interdisciplinar. E estamos, de facto, a \u2018fazer o bem, bem feito\u2019, torna-se uma hospitalidade concreta,\u00a0uma hospitalidade incondicional. Um pouco como o amor de Deus por n\u00f3s\u201d, acrescentou Mariana Bordalo Rodrigues.<\/p>\n<p>As <a href=\"http:\/\/www.irmashospitaleiras.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hospitaleiras do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus<\/a> est\u00e3o em Portugal h\u00e1 mais de 130 anos, foram fundadas a 31 de maio de 1881, em Ciempozuelos \u2013 Espanha.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enfermeira-chefe da Casa de Sa\u00fade da Idanha defende \u00abaposta muito grande\u00bb na preven\u00e7\u00e3o e na promo\u00e7\u00e3o, e sugere, por exemplo, uma disciplina de \u00abeduca\u00e7\u00e3o para a sa\u00fade 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