{"id":39471,"date":"2009-06-17T11:28:59","date_gmt":"2009-06-17T11:28:59","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/06\/17\/s-paulo-tornar-se-a-uma-figura-mais-popular\/"},"modified":"2009-06-17T11:28:59","modified_gmt":"2009-06-17T11:28:59","slug":"s-paulo-tornar-se-a-uma-figura-mais-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/s-paulo-tornar-se-a-uma-figura-mais-popular\/","title":{"rendered":"S. Paulo tornar-se-\u00e1 uma figura mais popular"},"content":{"rendered":"<p>D. Anacleto Gon\u00e7alves Oliveira faz balan\u00e7o positivo do Ano Paulino  <!--more--> Bento XVI proclamou um &quot;Ano Paulino&quot;, para celebrar os 2000 anos do nascimento de S&atilde;o Paulo, com in&iacute;cio na Solenidade dos Ap&oacute;stolos Pedro e Paulo, a 29 de Junho de 2008, e que termina agora, um ano depois. A Ag&ecirc;ncia ECCLESIA foi ao encontro de D. Anacleto Oliveira, Bispo Auxiliar de Lisboa e respons&aacute;vel pelo itiner&aacute;rio catequ&eacute;tico, proposto pela CEP, para falar do balan&ccedil;o destas 52 semanas e das perspectivas que se abrem ap&oacute;s esta celebra&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Ag&ecirc;ncia ECCLESIA (AE) &#8211; Este ano, S. Paulo foi o guia espiritual da Igreja?<\/em><\/p>\n<p><em>D. Anacleto Oliveira (AO)<\/em> &#8211; Para muitos crist&atilde;os foi e para a Igreja, em geral, tamb&eacute;m. Fez-se muitas coisas e tenho a impress&atilde;o que foi um ano marcado por esta figura da Igreja.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Que pontos destacaria neste Ano Paulino?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> &Eacute; muito dif&iacute;cil dizer porque n&atilde;o temos nenhum levantamento de tudo aquilo que se fez. Sabemos que se realizaram muitas iniciativas e actividades: a n&iacute;vel internacional, nacional, diocesano, paroquial e pessoal. No entanto, destacaria, a n&iacute;vel nacional, a peregrina&ccedil;&atilde;o ao Santu&aacute;rio F&aacute;tima, na Festa da convers&atilde;o de S. Paulo. Apesar das condi&ccedil;&otilde;es climat&eacute;ricas teve uma aflu&ecirc;ncia muito grande, sobretudo da diocese de Lisboa. Nas dioceses realizaram-se tamb&eacute;m imensas actividades e alguns movimentos &#8211; Escutismo, Cursos de Cristandade &#8211; concretizaram tamb&eacute;m iniciativas. Alguns destes t&ecirc;m como patrono S. Paulo. O Secretariado Nacional da Educa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; tamb&eacute;m promoveu catequeses.<\/p>\n<p>Neste Ano Paulino suponho que o mais proveitoso foi o confronto pessoal e em pequenos grupos que muitos crist&atilde;os fizeram com os escritos de S. Paulo. Esta figura da Igreja oferece-nos caminhos &uacute;nicos para o encontro com Cristo. Por isso, a dimens&atilde;o pessoal &eacute; fundamental. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Na Peregrina&ccedil;&atilde;o Nacional a F&aacute;tima, a vinda de um bispo s&iacute;rio foi intencional?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Foi. Embora n&atilde;o seja bispo de Damasco, lugar onde S. Paulo encontro Jesus Cristo pela primeira vez, quisemos dar uma dimens&atilde;o e um colorido geogr&aacute;fico a esta peregrina&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, o gesto muito significativo &#8211; sugerido por S. Paulo &#8211; foi a oferta material que os peregrinos fizeram para a Igreja Cat&oacute;lica da S&iacute;ria. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Se S. Paulo foi um aut&ecirc;ntico GPS, o livro &laquo;Um ano a caminhar com S. Paulo&raquo; da sua autoria foi um excelente aux&iacute;lio?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Penso que sim, mas n&atilde;o tenho n&uacute;meros. N&atilde;o sei qual foi a tiragem e muito menos a quantidade de livros vendidos e, o mais importante, aqueles que se leram. Os ecos que me chegaram de diversos pontos do pa&iacute;s s&atilde;o muito positivos. Pude partilhar os conhecimentos sobre S. Paulo que fui adquirindo ao longo da minha vida.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Sentiu que a Igreja Portuguesa caminhou ao longo destas 52 semanas como prop&otilde;e o seu livro?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Em Lisboa, no dia 28 deste m&ecirc;s iremos fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o das actividades realizadas nas par&oacute;quias e movimentos. Ficaremos com uma pequena ideia e podemos tirar li&ccedil;&otilde;es para o futuro. Suponho que nas outras dioceses tamb&eacute;m se far&atilde;o avalia&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>S. Paulo diria: <em>leiam as minhas cartas<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>AE &#8211; Recentemente, celebrou-se o cinquenten&aacute;rio do monumento a Cristo-Rei. Neste Ano Paulino n&atilde;o se deveria ter feito uma obra emblem&aacute;tica para mais tarde recordar?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> N&atilde;o sei. N&atilde;o sou muito entusiasta dos monumentos, mas com isto n&atilde;o estou, de maneira nenhuma, a exprimir a m&iacute;nima cr&iacute;tica &agrave;quilo que se fez nas celebra&ccedil;&otilde;es do cinquenten&aacute;rio. Pelo contr&aacute;rio, &eacute; um monumento que hoje faz parte do nosso pa&iacute;s. &Eacute; imposs&iacute;vel passar por Lisboa e n&atilde;o visualizar o Cristo-Rei. <\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o a S. Paulo, suponho que, se lhe perguntassem, ele n&atilde;o seria entusiasta duma ideia dessas. Se lhe perguntassem, ele diria: &quot;leiam as minhas cartas, leiam aquilo que escrevi&quot;. Os Escritos Paulinos t&ecirc;m uma actualidade enorme&#8230; Suponho que ele diria: &quot;em vez de estarem a gastar o tempo em monumentos (risos), gastem-no a ler as minhas cartas&quot;. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; No entanto, um monumento &eacute; simb&oacute;lico e recorda sempre um acontecimento.<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Essa ideia n&atilde;o surgiu&#8230; E depois onde ir&iacute;amos erigir um monumento desses? Temos igrejas &#8211; n&atilde;o s&atilde;o muitas &#8211; dedicadas a S. Paulo. Esse aspecto impressionou-me: as igrejas dedicadas a S. Paulo contam-se pelos dedos.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; H&aacute; alguma raz&atilde;o especial?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> S. Paulo n&atilde;o &eacute; uma figura popular. Ele &eacute; um intelectual, mas um homem de ac&ccedil;&atilde;o. Tem muitos escritos &#8211; alguns dos quais n&atilde;o s&atilde;o f&aacute;ceis de entender &#8211; e por isso n&atilde;o se tornou uma figura popular como os &laquo;nossos&raquo; santos populares. Ainda por cima com a agravante de estar junto a S. Pedro, na solenidade principal do ano. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Mesmo na iconografia ele aparece, muitas vezes, junto a S. Pedro.<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Isso n&atilde;o est&aacute; mal. Ali&aacute;s, o facto da Igreja os ter colocado na mesma solenidade foi uma ideia muito feliz porque s&atilde;o as duas figuras que mais contribu&iacute;ram para que a Igreja fosse surgindo e, hoje, seja aquilo que &eacute;.<\/p>\n<p><strong>Radicalidade de S. Paulo<\/strong><\/p>\n<p><em>AE &#8211; E apazigua a pol&eacute;mica e discuss&atilde;o entre eles nas comunidades iniciais.<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Sim. Eles tiveram momentos de tens&atilde;o, mas tudo o que S. Paulo diz e escreve nas suas cartas sobre S. Pedro &eacute; bastante elogioso. Ele reconhece, plenamente, a primazia de Pedro na Igreja nascente. N&atilde;o se pode exagerar nas tens&otilde;es que existiram, mas que se compreendem pela radicalidade com que S. Paulo via e assumia a mensagem crist&atilde;.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Era um &laquo;guerreiro&raquo; evang&eacute;lico?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Desde que tivesse em perigo o Evangelho &#8211; a prioridade absoluta de Jesus Cristo &#8211; ent&atilde;o ele reagia negativamente. No entanto, ele entregava-se &agrave;quele que era conhecido como pedra da Igreja. A prova disso est&aacute; na ida de S. Paulo a Jerusal&eacute;m para entregar a sua colecta. Essa viagem deu origem &agrave; sua pris&atilde;o e &agrave; sua morte. Ele respeitava e amava profundamente a Igreja na sua totalidade.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Depois deste Ano Paulino, S. Paulo tornar-se-&aacute; padroeiro de par&oacute;quias nascentes?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Acredito. N&atilde;o s&oacute; de igrejas, mas tamb&eacute;m de outras casas e institui&ccedil;&otilde;es. Este acontecimento provocou descobertas. Lentamente, S. Paulo tornar-se-&aacute; uma figura mais popular. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Com a celebra&ccedil;&atilde;o dos 2000 anos do nascimento de Paulo, os crist&atilde;os ficaram tamb&eacute;m mais ricos geograficamente com as peregrina&ccedil;&otilde;es aos locais Paulinos.<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Esta actividade foi muito &laquo;explorada&raquo; este ano e com resultados interessantes. Mais do que os lugares que as pessoas visitam &#8211; participei em duas peregrina&ccedil;&otilde;es aos lugares Paulinos &#8211; foi a ocasi&atilde;o que estas tiveram para ir lendo e ouvindo textos de S. Paulo ou sobre S. Paulo. Notei interesse nas pessoas de conhecer o que S. Paulo nos deixou. Quanto mais conheciam mais queriam conhecer.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; O S&iacute;nodo dos Bispos sobre a Palavra tamb&eacute;m contribuiu para divulgar os escritos de S. Paulo.<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> O S&iacute;nodo j&aacute; estava programado, mas acabou por inserir-se plenamente, ou melhor, S. Paulo acabou por inserir-se no S&iacute;nodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus. Embora &#8211; estive l&aacute; &#8211; as refer&ecirc;ncias a S. Paulo n&atilde;o fossem muitas porque a Palavra de Deus tem dimens&otilde;es mais alargadas. <\/p>\n<p><strong>S. Paulo e o Santo Cura d&acute;Ars<\/strong><\/p>\n<p><em>AE &#8211; Depois de um ano dedicado a S. Paulo, Bento XVI proclamou o Ano Sacerdotal. S. Paulo &eacute; o modelo de sacerdote?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Paulo foi um ap&oacute;stolo. Ele pr&oacute;prio, uma vez ou outra, se apresenta com &laquo;essa roupa&raquo; de sacerdote. Recordo a Carta aos Romanos, no cap&iacute;tulo 15, que fala da sua actividade junto dos gentios com uma linguagem, tipicamente, sacerdotal. Ele continua a ser um modelo para todos os homens.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Mas S. Paulo &eacute; muito diferente do Santo Cura d&acute;Ars (Jo&atilde;o Maria Vianney) que era um simples padre da aldeia. Duas formas diferentes de evangelizar?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Claro, mas complementares. N&atilde;o podemos esquecer que S. Paulo andava pelo mundo, mas procurou manter sempre este contacto pessoal nas comunidades. A miss&atilde;o que ele recebeu de Jesus Cristo obrigava-o a caminhar. Segundo os &laquo;Actos dos Ap&oacute;stolos&raquo;, ele passou 18 meses em Corinto e tr&ecirc;s anos em &Eacute;feso. Nesses s&iacute;tios, S. Paulo dedicava-se totalmente aquilo que, na linguagem de hoje, &eacute; espec&iacute;fico de um sacerdote. Neste sentido h&aacute; uma afinidade muito grande com S. Jo&atilde;o Maria Vianney. Sem esquecer o amor profundo por Jesus Cristo.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Ao longo do ano foram publicadas algumas obras sobre S. Paulo. Sendo um estudioso desta figura da Igreja, alguma o surpreendeu?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Foram publicadas muitas, mas tradu&ccedil;&otilde;es de obras que j&aacute; existiam. Compreende-se porque o mundo da investiga&ccedil;&atilde;o deixa-se orientar por outros crit&eacute;rios. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; A luz paulina deixou marcas na Igreja portuguesa?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Veremos, mas confesso que houve um interesse redobrado. Fiquei impressionado com o grande n&uacute;mero de pessoas que tem participado, na regi&atilde;o Oeste do Patriarcado, em encontros peri&oacute;dicos. Noto que S. Paulo est&aacute; a iluminar muita gente. Quando nos deixamos envolver por ele, j&aacute; n&atilde;o conseguimos larg&aacute;-lo. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Isso acontece com D. Anacleto Oliveira porque sempre estudou S. Paulo?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> S&atilde;o longos anos de estudo, mas n&atilde;o conhe&ccedil;o tudo. Aqui aplica-se o ditado popular: &laquo;Quando mais sei, mais sei que n&atilde;o sei&raquo;. Isto &eacute;: o contacto com os escritos de S. Paulo surpreende-me permanentemente. Estamos sempre a descobrir novos aspectos e novas realidades que t&ecirc;m uma actualidade muito grande nos nossos dias.<\/p>\n<p><em>AE &#8211; Se fosse hoje, elaborava o manual &laquo;Um ano a caminhar com S. Paulo&raquo; de igual forma e com o mesmo conte&uacute;do?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> N&atilde;o iria mudar nada de especial. Talvez exprimir um pensamento ou outro de forma mais clara. Reconhe&ccedil;o que ele foi escrito muito &agrave; press&atilde;o, mas o esquema gen&eacute;rico mant&ecirc;-lo-ia. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; S. Paulo &laquo;prende&raquo; o leitor?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em>&nbsp; A Segunda Carta aos Cor&iacute;ntios tem textos admir&aacute;veis. Textos com paix&atilde;o e intensidade que n&atilde;o deixam nenhum leitor atento neutro. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Nota-se que tem uma paix&atilde;o paulina. Ir&aacute; sentir saudades depois do encerramento deste ano Paulino?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> N&atilde;o ficarei com saudades porque irei continuar a aprofundar os textos de S. Paulo. Mais do que saudades, ficarei com mais entusiasmo para me dedicar ao estudo daquilo que S. Paulo nos deixou. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Depois do Ano Paulino ser&aacute; que teremos um Ano Petrino ou Ano Joanino? Uma forma de divulgar os textos b&iacute;blicos&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Em Lisboa, est&aacute; definido que os pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos ser&atilde;o dedicados &agrave; Palavra de Deus. Espero que as pessoas tenham tomado o gosto pela Palavra de Deus. <\/p>\n<p><strong>Europa necessita de reler S. Paulo<\/strong><\/p>\n<p><em>AE &#8211; Com esta crise mundial, um S. Paulo contempor&acirc;neo dava jeito?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> (Risos)&#8230;. S. Paulo n&atilde;o podia resolver os problemas econ&oacute;micos, mas resolvia os problemas dos valores. A sociedade europeia &#8211; que nasceu muito de S. Paulo &#8211; necessitava de escutar a palavra de S. Paulo. Quando as pessoas olharem para o cristianismo de forma mais positiva e mais realista dever&atilde;o reconhecer que S. Paulo foi dos maiores fundadores da Europa. Teve um contributo enorme na unifica&ccedil;&atilde;o da Europa, mas &eacute; uma figura com dimens&atilde;o universal. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; Ao longo deste ano, quantas confer&ecirc;ncias fez sobre S. Paulo?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> N&atilde;o sei, mas fiz umas boas dezenas. <\/p>\n<p><em>AE &#8211; De Norte a Sul do pa&iacute;s?<\/em><\/p>\n<p><em>AO &#8211;<\/em> Sim. O mais a Norte foi na diocese de Bragan&ccedil;a e o mais a Sul na diocese de Beja. No entanto, a maior parte das minhas interven&ccedil;&otilde;es foram no centro do pa&iacute;s. Senti dinamismo em todos os locais onde estive.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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