{"id":39397,"date":"2009-06-12T13:06:13","date_gmt":"2009-06-12T13:06:13","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2009\/06\/12\/novo-padre-no-algarve-e-humilde-servidor-da-diocese\/"},"modified":"2009-06-12T13:06:13","modified_gmt":"2009-06-12T13:06:13","slug":"novo-padre-no-algarve-e-humilde-servidor-da-diocese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/novo-padre-no-algarve-e-humilde-servidor-da-diocese\/","title":{"rendered":"Novo padre no Algarve \u00e9 \u00abhumilde servidor da diocese\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>No passado Domingo, dia 7 de Junho, em que a Igreja celebrava a solenidade da Sant&iacute;ssima Trindade, o mais novo padre da Diocese do Algarve celebrou tamb&eacute;m a sua Missa Nova. O padre Ant&oacute;nio de Freitas, ordenado uma semana antes pelo Bispo do Algarve, no passado dia 31 de Maio na S&eacute; Catedral de Faro, considerou mesmo ser uma &quot;intensa beleza e felicidade&quot; esta coincid&ecirc;ncia de datas, num dia em que a Igreja convida a humanidade a mergulhar nas profundezas e na intimidade do mist&eacute;rio de Deus.<\/p>\n<p>Na celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica a que presidiu na sua igreja paroquial, a matriz de Albufeira, o Pe. Ant&oacute;nio de Freitas apresentou-se com humildade diante da Igreja do Algarve como seu servo. &quot;Quis Deus, na sua infinita e paternal bondade e miseric&oacute;rdia, achar-me digno de estar ao seu servi&ccedil;o e que tamb&eacute;m a mim o seu Filho Jesus Cristo me chamasse e enviasse a fazer disc&iacute;pulos, a baptiz&aacute;-los e a ensinar o que Ele mandou. O Esp&iacute;rito Santo tocou-me e ungiu-me para a miss&atilde;o e eu aqui estou, na minha debilidade e fraqueza, pr&oacute;prias da condi&ccedil;&atilde;o humana, para estar ao servi&ccedil;o de Deus em favor do Seu povo&quot;, afirmou o sacerdote rec&eacute;m-ordenado, acrescentando acreditar que o minist&eacute;rio que lhe foi confiado, bem como aos restantes presb&iacute;teros, &quot;surge do grande amor, cuidado e dedica&ccedil;&atilde;o de Deus para com o seu povo&quot;. <\/p>\n<p>Por outro lado, sublinhou a sua confian&ccedil;a em Jesus Cristo. &quot;Se por um lado me assusta a pequenez na minha humanidade diante da santidade e grandeza do minist&eacute;rio sacerdotal que me foi confiado, por outro conforta-me e enche-me de coragem as palavras de Jesus: &laquo;Eu estou sempre convosco at&eacute; ao fim dos tempos&raquo;&quot;, referiu. <\/p>\n<p>Salientando a &quot;responsabilidade&quot; da miss&atilde;o que lhe foi confiada, o Pe. Ant&oacute;nio de Freitas destacou que &quot;o padre n&atilde;o pode viver nem alcan&ccedil;ar o fim do seu minist&eacute;rio de modo isolado&quot; e que &quot;toda a comunidade &eacute; chamada, juntamente com aquele que &eacute; padre, a construir e edificar, uma comunidade que seja a imagem viva da fam&iacute;lia de Deus&quot;. &quot;Toda a comunidade &eacute; chamada a amar, a dar-se e a estar em comunh&atilde;o com os seus presb&iacute;teros&quot;, acrescentou, afirmando-se convicto de que tamb&eacute;m viver&aacute; o seu minist&eacute;rio &quot;inserido e apoiado por uma grande fam&iacute;lia de amor, comunh&atilde;o e doa&ccedil;&atilde;o: a Igreja&quot;. <\/p>\n<p>Perante uma assembleia que tornou pequena a igreja matriz de Albufeira, obrigando alguns a assistirem &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de um ecr&atilde; colocado &agrave; entrada do templo, o padre Ant&oacute;nio de Freitas agradeceu com a voz embargada de emo&ccedil;&atilde;o o &quot;sil&ecirc;ncio orante&quot; da sua fam&iacute;lia que soube respeitar o ritmo da sua voca&ccedil;&atilde;o. Agradeceu ainda &agrave; comunidade paroquial de Albufeira, especialmente ao c&oacute;nego Jos&eacute; Rosa Sim&atilde;o, seu p&aacute;roco, por todo o &quot;apoio, amizade, estima e exemplo&quot;, tendo respeitado &quot;profundamente&quot; a sua decis&atilde;o e por nunca o ter pressionado para voltar ao Semin&aacute;rio, possibilitando-lhe assim perceber que a sua decis&atilde;o era tomada n&atilde;o pela press&atilde;o exterior, mas &quot;por vontade de Deus&quot; e &agrave; sua catequista Aldinha pelo convite para conhecer o Semin&aacute;rio. Entre os v&aacute;rios agradecimentos, destaque ainda para o que foi dirigido ao padre Jacinto Rosa, &uacute;ltimo sacerdote natural de Albufeira ordenado h&aacute; 65 anos, que esteve presente como muitos outros sacerdotes, de v&aacute;rias dioceses do pa&iacute;s. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No passado Domingo, dia 7 de Junho, em que a Igreja celebrava a solenidade da Sant&iacute;ssima Trindade, o mais novo padre da Diocese do Algarve celebrou tamb&eacute;m a sua Missa Nova. 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